Nibiru

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Nibiru é uma estrela. Trata-se duma estrela T Tauri visível na constelação de Touro sob código RNO 54 (Catálogo de Tycho: TYC 1861-1988-). Situa-se a aproximadamente 359 anos luz de distância da Terra.

Título de Marduk[editar | editar código-fonte]

Marduk ganhou o título de Nibiru por ter entrado no meio de Tiamat;[1] Nibiru significa aquele que captura o meio.[2] Como ponto mais alto do caminho dos planetas, nibiru era considerado o trono do deus supremo que pastoreia as estrelas como ovelhas, na Babilônia identificado como Marduk. Ultimamente este astro vem preocupando as autoridades norte-americanas, por se tratar de um assunto sigiloso há tempos. Gregory Smith, um dos cientistas que analisa rota do planeta afirma categoricamente que "de algum tempo pra cá, a Nasa vem tentando se precaver de uma possível catástrofe". Esta interpretação de Marduk como governante do cosmos sugere uma tendência monoteísta na religião babilônica por vários autores.[3][4]

Nibiru na Pseudo-Ciência[editar | editar código-fonte]

Nibiru é também o nome de um hipotético planeta proposto por Zecharia Sitchin, baseando-se na ideia de que as civilizações antigas tinham feito contatos com extraterrestres, uma hipótese considerada inverossímil pela maioria dos cientistas[5] e historiadores. Segundo Zecharia Sitchin, este povo conhecia todos os planetas do sistema solar, inclusive Nibiru, um planeta lento que inicialmente transladava a cada 3.600 anos (período de tempo esse reduzido para 3.450 anos por dinâmicas gravitacionais do Sistema Solar), e era um planeta inabitável, levando o título de 'planeta dos Anunnaki' para um outro chamado Homeworld. E ainda segundo ele, Homeworld, Nibiru e mais cinco planetas orbitavam uma anã marrom muito distante do Sol, fazendo esses exoplanetas invadirem o Sistema Solar(-Siriano-Alcioneano). Nibiru passa junto aonde seria o Cinturão de Asteróides. Segundo os sumérios, após a formação do Sistema Solar, Nibiru, que vagava pelo meio interestelar, foi capturado pela gravidade do Sol rumando em direção ao centro e passando muito próximo de outro planeta chamado Tiamat, que se partiu ao meio após ter sido atingido por Nibiru dando origem à Terra, e uma de suas luas colidiu com outro planeta chamado Maldek, dando origem ao Cinturão de Asteróides. Já a lua terrestre é teorizada de ser uma lua pequena de Nibiru que foi capturada por Tiamat (Atualmente Terra).

Referências

  1. Enuma Elish, Tábua 7, 108 [em linha]
  2. Enuma Elish, Tábua 7, 109 [em linha]
  3. Alfred Jeremias, Babylonisches im Neuen Testament (1905), p. 106; Monotheistische Strömungen innerhalb der babylonischen Religion (aula de 1904, impresso em 1905).
  4. Levenson, Jon Douglas (1994). Creation and the persistence of evil. the Jewish drama of divine omnipotence. [S.l.]: Princeton University Press. 131 páginas. ISBN 978-0-691-02950-4 
  5. Nibiru e o fim do mundo, Prof. Renato Las Casas, UFMG