Criptozoologia

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Desenhos da forma do monstro de Loch Ness, uma das criptocriaturas mais famosas.

Criptozoologia é o estudo de espécies animais lendárias, mitológicas, hipotéticas ou avistadas por poucas pessoas. Inclui também o estudo de ocorrências de animais presumivelmente extintos. A criptozoologia aborda ainda os seus tópicos de um ponto de vista antropológico, procurando relacionar os mitos de várias culturas com animais extintos ou desconhecidos. O termo foi cunhado sobre as expressões cripto- (do grego kryptós, é, ón 'oculto') e zoologia (o ramo da Ciência que estuda os animais).

Os biólogos e zoólogos que seguem uma perspectiva mais tradicional, consideram a criptozoologia como uma pseudociência, fazendo um paralelo com a astrologia em relação à astronomia[carece de fontes?]. É um exemplo de pseudociência, pois baseia-se fortemente em evidência anedótica, histórias e avistamentos.

Apesar de alguns ramos da criptozoologia desafiarem a lógica científica, há exemplos que mostram que este ramo da biologia pode ter mais credibilidade do que seria de se esperar. Os criptozoólogos citam com frequência exemplos como a lula-gigante, o celacanto, o ornitorrinco e o dragão-de-komodo, todos animais reais e estudados que foram em tempos considerados fantasias alucinadas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Criptídeo de André Thevet

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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