Ramatis

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Ramatis (Ramatís, Rama-tys ou Swami Sri Rama-tys) é o nome da entidade espiritual, que por Hercílio Maes, assim se identificou ao médium, desde sua infância. É o autor espiritual de dezenas de obras escritas por diversos médiuns. O primeiro foi Hercílio Maes; temos também obras por América Paoliello Marques - Ph.D,[nota 1] Maria Margarida Liguori, Norberto Peixoto, Dalton Campos Roque, Wagner Borges, dentre outros. Seu médium atual é Sávio Mendonça. O conjunto das obras atribuídas a ele, e principalmente aquelas referendadas pela AFRAM,[nota 2] representa a principal fonte bibliográfica das mensagens ditadas por Ramatis, dentro da sua proposta universalista que prega, e plenamente de acordo com o evangelho de Jesus. (vide as obras) O Sublime Peregrino[1] e O Evangelho à Luz do Cosmo,[2] e também alinhada as bases espiritistas. (vide) Missão do Espiritismo[3] e Sob a Luz do Espiritismo.[4]

Pintura mediúnica da entidade espiritual Ramatis feita por psicopictografia em pastel por Dinorah Azevedo de Simas Enéas, em 10/02/1956. Restaurada por Simone Steigleder Botelho em 20/10/2017.
Pintura mediúnica da entidade espiritual Swami Sri Ramatis feita por psicopictografia em pastel por Dinorah Azevedo de Simas Enéas, em 10/02/1956. Restaurada por Simone Steigleder Botelho em 20/10/2017.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Segundo Hercílio Maes,[nota 3] em relato de suas obras, Ramatís viveu na Indochina, no século X d.C., tendo o seu transpasse ocorrido no ano de 993 na Indochina,[5] e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Era de inteligência fulgurante e desencarnou bastante moço. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu "Ramaiana".

Foi adepto da tradição de Rama, naquela época, cultuando os ensinamentos do "Reino de Osiris", o senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas. Mais tarde, no espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais, cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "Templários das Cadeias do Amor". Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas Colônias invisíveis do Além, junto à região do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia oriental.

Os que leem as mensagens de Ramatís e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabem o que representa o nome "RAMA-TYS",[nota 4] ou SWAMI SRI RAMA-TYS",[nota 4] como era conhecido nos santuários da época. É quase uma "chave",[nota 4] uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem às próprias formas objetivas.[6]

Vidas de Ramatis[editar | editar código-fonte]

Quem é Ramatis?[editar | editar código-fonte]

É um espírito provindo de outras latitudes siderais (Sirius[7] - a estrela mais brilhante no céu noturno),[nota 5] já tendo reencarnado no planeta Marte.[8][9] Faz parte da elevada hierarquia terrestre que assessora o Mestre Jesus em seu projeto de evolução desta humanidade. Por amor a ela, reencarnou várias vezes, no seio de várias raças, sendo lembrado como insigne instrutor em diversas tradições e mestre de discípulos. É propósito de Ramatís a difusão do Conhecimento Eterno, unindo as tradições espirituais do Oriente e do Ocidente, para auxiliar no despertamento da consciência da humanidade. A tônica de seu ensinamento é o universalismo – o reconhecimento e aceitação de todos os caminhos espirituais dos homens, considerando que “as religiões são meios, não fins em si mesmas”. É característica de sua obra, que veio à luz no Brasil desde meados do século XX, trazer conhecimentos avançados e inéditos, levantar em vários pontos o “véu de Isis” que recobre as realidades do Cosmo e da vida humana. A linguagem de Ramatís é simples, lógica e cristalina mesmo ao abordar os temas transcendentais mais complexos. Distancia-se da retórica complicada e de construções obscuras: é um instrutor por excelência, dedicado a fazer compreender. Não se dedica a dizer o que já foi dito, informar o que já se sabe; prima por conduzir o leitor a novos patamares de consciência e horizontes mentais mais amplos, descolando-nos de pontos de vista estreitos e estratificados pelo hábito, a respeito da vida humana e do espírito imortal.

Mapa de Atlantis de acordo com William Scott-Elliott (The Story of Atlantis, edição russa, 1910)
Mapa de Atlantis[10] de acordo com William Scott-Elliott (The Story of Atlantis,[11] edição russa, 1910
Indochina
Indochina (em francês, inglês e malaio), ឥណ្ឌូចិន (em khmer), 中南半島 (em mandarim), อินโดจีน (em tailandês), Đông Dương (em vietnamita)
Península da Ásia
País Camboja
Laos
 Malásia
Mianmar
 Singapura
 Tailândia
 Vietnã
Área 2 269 781 km2 (876 367 sq mi)
Localização da Indochina na Ásia

Algumas Vidas[editar | editar código-fonte]

Registros Históricos Mediúnicos[editar | editar código-fonte]

Na Atlântida,[10][11][nota 6] Ramatís era mestre dos Templos da Luz, e foi contemporâneo, numa existência, do Espírito que mais tarde seria conhecido como Allan Kardec. Foi Phanuh, o Peregrino, há 28.000 mil anos, na Atlântida,[10][11][nota 6] e Ben Sabath, mago famoso na Caldéia; depois Shy-Ramath, grão-sacerdote no Egito; mais tarde Pitágoras, na Grécia, e Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus, informa Hercílio Maes[12]

IndochinaSéculo X d.C.[13][editar | editar código-fonte]

"Ramatís viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Foi filho de uma vestal chinesa que abandonou o convento para casar com um tapeceiro hindu, Era de inteligência fulgurante e desencarnou com 33 anos. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu Ramaiana. Foi adepto da tradição de Rama, naquela época com o nome de "Swami Sri Rama-Tys”, como foi conhecido nos santuários da época. O templo que fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra da alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados. Alguns deles estão reencarnados atualmente em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre Ramatís através desse toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem-no por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade! Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatís pôde aliciar setenta e dois discípulos. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “túnica azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da “Cruz e do Triângulo”, o restante disseminou-se pelo nosso orbe. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis nas três Américas, enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia”.
Hercílio Maes, Mensagens do Astral, Ed.Conhecimento, p.14.
Ramatis Todo arcanjo já foi homem; todo homem será arcanjo – essa é a Lei. Ramatis

— Ramatis, O Evangelho à Luz do Cosmo, 9ª. edição, p. 163.

Pitágoras de SamosSéculo V a.C.[editar | editar código-fonte]

Como Pitágoras, deixou um legado ímpar para a espiritualidade do Ocidente, trazendo para a Grécia os ensinamentos iniciáticos do Egito e da Caldéia. Nesse época, fundou uma Escola famosa, em Crotone (sul da Itália, à época chamada de Magna Grécia), onde conduzia discípulos para os caminhos iniciáticos. Sua tradição inspirou seguidores ao longo dos séculos, na Europa (neopitagóricos). Além da reencarnação, da evolução e do carma, e todos os conhecimentos da Sabedoria Oculta, os preceitos pitagóricos se caracterizavam por um modelo de vida pura, simples, fraternidade irrestrita entre seus membros, disciplina no falar, e vegetarianismo. Pitágoras era conhecido pelo profundo amor e compaixão pelos animais. Não deixou obra escrita; alguns discípulos deixaram registros de sua doutrina.

Filon (Filo) de Alexandria20 a.C.[editar | editar código-fonte]

Viveu como o filósofo judeu Filon de Alexandria, ao tempo de Jesus. Deixou extensa obra escrita, tecendo correlação entre os preceitos da Sabedoria Oculta e a tradição esotérica hebraica, sendo conhecido como o primeiro pensador a aproximar os textos bíblicos às categorias filosóficas ocidentais. Foi à Palestina encontrar-se com o Mestre Nazareno, e conviveu com Ele, discípulos, família e seguidores. Daí resultam as informações, inigualáveis por qualquer outra obra, que pôde fornecer no livro “O Sublime Peregrino”,[1] descrevendo a figura e a trajetória do Mestre Jesus, incluindo sua infância, os aspectos desconhecidos de sua família, ensinos e milagres, seu julgamento, morte e o destino de seu corpo físico.

Peles-VermelhasAmérica do Norte, II Milênio d.C.[editar | editar código-fonte]

Muito mais tarde, já em meados do segundo milênio, Ramatís reencarnou entre os peles-vermelhas da América do Nortedescendentes dos atlantes emigrados em priscas eras – e reuniu povos e tribos numa Confederação de Paz, que a História oficial registra, sem entretanto conhecer-lhe a toda a realidade (3). Seu projeto de um governo único para o planeta e confraternização de todos os povos e raças da terra irá desabrochar no Terceiro Milênio, após a Transição Planetária.

Mestre Kutumi (Koot Homi)

“Atualmente, ainda opera como mestre nas tarefas dos teosofistas, conhecido como Koot-Humi (Mestre Kutumi)” (4) Foi portanto Ramatís, sob a figura desse Mestre da Fraternidade Branca, quem também inspirou a Teosofia, eminente movimento espiritualista que, colateral ao espiritismo, empenhou-se em trazer para o Ocidente os milenares conhecimentos iniciáticos do Oriente. A literatura Teosófica é ampla fonte de conhecimentos espiritualistas acessíveis ao leitor ocidental.

Reencarnação no Brasil

É informação de Hercílio Maes, também, que Ramatís irá reencarnar novamente, no Brasil do Terceiro Milênio: “...sua missão completar-se-á no ano 2300, quando ele reencarnará no Brasil, para reunir todos os discípulos...” (5). De acordo com informação de Norberto Peixoto e Sávio Mendonça, médium atual de Ramatís, esse prazo da reencarnação de Ramatís no Brasil, deverá ser um pouco encurtado.

Hercílio Maes informou que nessa encarnação, ele irá fundar uma instituição universalista e iniciática no Planalto Central.

(1)Simplesmente Hercílio, de Mauro Maes, pág. 78 da 1º ed., Ed. do Conhecimento.

(2) No poema hindu Ramaiana, o feliz casal Rama e Sita é símbolo iniciático dos princípios masculino e feminino. Unindo-se Rama e atis, ou seja, Sita ao inverso, então resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em indochinês. (N.do Revisor original de Mensagens do Astral)

(3) Vide a obra Haiawatha, Ed. do Conhecimento.

(4) Entrevista de Hercílio Maes à revista Manchete, in Simplesmente Hercílio, pág. 143 da 1ª ed.

(5) Simplesmente Hercílio, p.88 da 1ª ed.em produção...

Fraternidade da Cruz e do Triângulo[editar | editar código-fonte]

Informa também Hercílio de que, após significativa assembléia de altas entidades, realizada no Espaço, no século findo, na região do Oriente, procedeu-se à fusão entre duas importantes "Fraternidades" que dali operam em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da "Fraternidade da Cruz", com certa ação no Ocidente (que divulga os ensinamentos de Jesus) e da "Fraternidade do Triângulo", ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente. Após a memorável fusão dessas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as características psicológicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denominação para "Fraternidade da Cruz e do Triângulo".

Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas, com cintos e emblemas de cor azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria, na qual se ostenta um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalça, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental.

Informa Ramatís, pela mediunidade de Hercílio que, após certa disciplina iniciática, a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês. Nesse templo, procurou ele aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores.

Ramatís se apresenta à visão psíquica do médium Hercílio Maes com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de tôda a veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírio translúcido. Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos firmarem suas sandálias. Cobre-lhe a cabeça um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caídos sobre os ombros. Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo de suave lilás luminoso, que emoldura uma delicada cruz alabastrina. Essa indumentária é um misto de trajes orientais; tipo de vestuário hindu-chinês, raríssimo, porque se deriva de antigo modelo sacerdotal, muito usado nos santuários da desaparecida Atlântida.[10][11][nota 6]

Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática:

  • A cor carmim indica o "Raio do Amor";
  • O amarelo o "Raio da Vontade";
  • O verde o "Raio da Sabedoria"; e
  • O azul o "Raio da Religiosidade".

Um último cordão branco, que pudemos perceber, é o símbolo de liberdade reencarnatória.

A psicopictografia de Ramatis por Dinorah[editar | editar código-fonte]

Profª Dinorah Azevedo Simas Enéas
Dona Dinorah, como ficou conhecida, era possuidora de singular mediunidade de psicopictografia, faculdade de retratar, por influenciação psíquica, personagens do plano espiritual; para tanto, preparou-se durante dois anos, frequentando o curso de pintura clássica na Escola Nacional de Belas Artes, onde mais tarde tornou-se professora chegando a fazer especialização na Europa.

Nas palavras de Hercílio Maes assim ele se pronunciou quando viu o quadro psicopictografado por Dinorah , em depoimento, por carta, a José Fuzeira (revisor de suas primeiras obras):

“Recebi o retrato de Ramatis e confesso o meu assombro pela sua espantosa fidelidade. Não conheço Dona Dinorah , mas peço apresentar-lhe as minhas efusivas felicitações, pois, através da sua extraordinária mediunidade, ela conseguiu fixar Ramatis conforme, na minha infância, o vi materializado, e como ainda o vejo, de vez em quando, no Plano Astral. É tal a similitude da expressão da sua fisionomia, exuberante de paz e de bondade, que, ao contemplar seu retrato, meu espírito foi tomado por uma emoção de saudade intensa, que me propiciou, num instante, ser transportado ao momento inesquecível da primeira vez que ele me apareceu. Que Jesus abençoe essa irmã pela alegria espiritual que me proporcionou!”

Também retratou suas impressões do corpo astral de Ramatis como assim extraídas de suas obras:

"Embora respeitando as evasivas modestas de Ramatís, devo dizer que também o tenho visto no seio de uma massa de luz policrômica tão cintilante e transparente, que elimina todas as rugas, sulcos e sinais de maturidade de sua fisionomia, apresentando-o com o aspecto de um jovem de quinze anos, cujo rosto assume um tom rosado; seus olhos amendoados arredondam-se pela luz que os inunda facilmente. Ramatís remoça-se de tal modo pelos fulgores luminescentes que se irradiam de sua intimidade, que será dificílimo crer-se que o seu perispírito abandonou o corpo carnal aos 30 anos de idade física, pois até seus lábios perdem os contornos orientais".

Movimento Ramatisiano[editar | editar código-fonte]

O Nascimento da AFRAM[nota 2] é fato histórico e, após sua criação legal na década de 90, representa a reunião e a união de várias casas e grupo afins à proposta universalista de Ramatis. Parte desta bela história foi contada e pode ser lida no link:. As casas associadas e seus trabalhos podem ser conhecidas no link:.

Para seus discípulos e admiradores, Ramatis coordena a Fraternidade da Cruz e do Triângulo, equipe extrafísica de espíritos oriundos do cristianismo e das tradições religiosas do Oriente, comprometida em difundir síntese do conhecimento contido nas doutrinas religiosas e espiritualistas ocidentais e orientais, a fim de promover a integração da humanidade em torno de valores éticos e cosmoéticos em comum e a expansão dos horizontes conscienciais planetários.

O convite ao autoconhecimento assim como a conscientização do ser humano em relação ao seu habitat são conceitos sistêmicos igualmente abordados por Ramatis, além dos temas reencarnação e cidadãos do terceiro milênio. Ramatis também se dedicou ao esclarecimento de temas relacionados à umbanda e à apometria, através das obras psicografadas por Norberto Peixoto; e também podemos ver conteúdos similares na obra Magia de Redenção de Hercílio Maes.

O grupo universalista Voadores, ligado à Fraternidade da Cruz e do Triângulo, reúne alguns dos médiuns citados (entre eles Lázaro Freire e Dalton Campos Roque) e também atribui a Ramatis a sua fundação e coordenação. Existem vários grupos de discussão e novos adeptos e admiradores de Ramatis, assim como inúmeros grupos, perfis em redes sociais, grupos de discussões WhatsApp, Telegran e comunidades no Facebook, Twitter e YouTube.

Outro grupo ligado à Fraternidade da Cruz e do Triângulo é a Fraternidade Ramatis Hercílio Maes, fundada pelo ex-diretor geral da Unibem, Octávio Melchíades Ulysséa, para continuar o trabalho de Hercílio Maes.

O professor Ulysséa frequentava a casa de Hercílio e dele era amigo. Disponibilizou dentro da Unibem (também referida como FIES - Faculdades Integradas "Espírita") local e infra-estrutura para o grupo simpatizante coordenado pelo Sr. Epaminondas. Em novembro de 2007, através da iniciativa de um integrante desta fraternidade, seu membro Dalton Packer (desencarnado em 2015 em Curitiba) produziu um DVD com cerca de 15 minutos sobre a vida de Ramatis, e estava desenvolvendo um outro trabalho sobre a vida de Hercílio Maes que não chegou a se realizar.

O repertório de estudos que conta com a orientação da plêiade de espíritos ligados a Fraternidade da Cruz e do Triangulo, na qual Ramatis é seu mentor, se caracteriza pelo ecletismo, versando acerca de temas variados, no que podemos consagrá-lo nas hostes do universalismo espiritualista. Em obras compiladas como: Universalismo de A a Z – Um só rebanho, Transição Planetária de A a Z – A chegada da Luz, Saúde e Alimentação de A a Z – O amor pelos animais, Ciência Oculta de A a Z – O véu de Ísis, Evangelho de A a Z, Mediunidade de A a Z, A Ascensão do Espírito de A a Z, e também na obra Um Jesus que Nunca Existiu, podemos vislumbrar e colher do amplo espectro dos ensinos difundidos por Ramatis, bem como dos demais espíritos que comungam desta Fraternidade situada para efeitos geográficos no planalto central do astral brasileiro; localizada na conhecida cidade do Grande Coração. Acompanham Ramatis, neste intercambio do astral com os encarnados (pelos seus diversos médiuns), espíritos como: Navarana, Rama-Schain, Rubataiana, Atanagildo, Hammod, Nicanor, Akhenaton, Sesostris, Luis Augusto, Irmã Rosália, Ariel, Pai Tomé, Babajiananda Vovó Maria Conga, etc.

Médiuns diversos[editar | editar código-fonte]

  • Em função da proposta universalista de Ramatis, os médiuns que psicografam suas obras possuem perfis diferenciados, mesclando influências do esoterismo, do hinduísmo, da umbanda, da doutrina espírita, da Conscienciologia, da Projeciologia e do espiritualismo laico e temporal.
  • Os distintos perfis de seus médiuns e a mediunidade inspirativa (não-mecânica) de muitos deles fazem com que possuam, muitas vezes, opiniões diferentes sobre mesmas temáticas conscienciais.
  • Para que se tenha visão abrangente do pensamento de Ramatis é necessário comparar o conteúdo das obras escritas por seus médiuns e extrair desse cotejo pontos de convergência. As semelhanças residem no discurso do espiritualismo universalista, na abordagem de questões pouco discutidas na literatura espiritualista (ou na expressão de enfoques e pontos de vista pioneiros) e na invocação de princípios éticos universais. As diferenças radicam na simpatia ou antipatia por profecias apocalípticas, nos distintos estilos literários (mais coloquiais ou mais formais), áreas temáticas de especialização e no grau de proximidade do espiritualismo laico ostentado por cada médium.
  • A respeito das diferentes nuances ou percepções clarividentes de outros médiuns que recebem ou receberam as mensagens de Ramatis, podemos extrair do próprio pensamento do espirito, tais diferenças elencadas. Inicialmente o relato da percepção de outro médium, que não Hercílio, quando este infere que: "sois amorenado, olhos oblíquos e que não tendes o aspecto adolescente de um jovem de quinze anos, como vos pintaram. Também apresentais uma fisionomia expressivamente ocidentalizada, quando, na realidade, sois um tipo oriental descendente de hindu e chinesa. Diz o médium que a maior semelhança entre vós e os retratos mediúnicos pintados reside somente no tipo das vestes, do turbante e das cores de vossa aura". Na resposta do espirito Ramatis, assim se pronunciou:

— As diferenças comumente existentes entre a verdadeira configuração perispiritual dos desencarnados e as pinturas mediúnicas resultam mais propriamente dos efeitos imprecisos e muito comuns dos fenômenos de ideoplastia. As ideias e os pensamentos produzem ondas e radiações que, por sua vez, devem formar imagens daquilo em que se pensa. No entanto, como as nossas são configuradas no plano da 4ª dimensão, nem sempre se ajustam com exatidão às formas tridimensionais da visão carnal. Assim, é muito difícil para os encarnados obter uma fotografia perfeita e exata das ideias ou das imagens que projetamos do Além sobre a mente dos médiuns intuitivos, videntes ou desenhistas. Mesmo quanto à exatidão das comunicações faladas ou psicografadas dos nossos pensamentos, ainda são raros os médiuns intuitivos que apanham a realidade intrínseca do assunto que desejaríamos transferir para o conhecimento do mundo material. Em comparação com a frequência retardada dos acontecimentos do mundo material, ainda é muito grande o aceleramento ou a fuga vibratória dos fenômenos que se sucedem no mundo astral, do que resulta considerável desajuste no mesmo tempo da ocorrência. Como ilustração concreta dos nossos dizeres, basta dizer que o nosso médium, neste momento, mobiliza toda a sua capacidade psíquica para captar com êxito as ideias que formulamos do “lado de cá” e, no entanto, não consegue transferir fielmente para a matéria o assunto que sente na intimidade de sua alma. Servindo-nos de rude exemplo, diríamos que, enquanto emitimos um “tonel” de pensamentos, o nosso médium só consegue captar em seu equipo físico a quantidade pensada que simbolicamente só caberia num “copo”.

Obras de Ramatis e datas de suas primeiras edições[editar | editar código-fonte]

Obras psicografadas por Hercílio Maes
  • A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores (1955)
  • Mensagens do Astral (1956)
  • A Vida Além da Sepultura (1957; autor espiritual principal: Atanagildo)
  • A Sobrevivência do Espírito (1958; autor espiritual principal: Atanagildo)
  • Fisiologia da Alma (1959)
  • Mediunismo (1960)
  • Mediunidade de Cura (1963)
  • O Sublime Peregrino (1964)
  • Elucidações do Além (1964)
  • A Missão do Espiritismo (1967)
  • Magia de Redenção (1967)
  • A Vida Humana e o Espírito Imortal (1970)
  • O Evangelho à Luz do Cosmo (1974)
  • Sob a Luz do Espiritismo (1999; obra póstuma)
  • Ramatis - Uma Proposta de Luz (2003; seleção de trechos das obras anteriores)
Obras psicografadas por América Paoliello Marques[nota 1]
  • Brasil, Terra de Promissão (1973 ou 1974)
  • Jesus e a Jerusalém Renovada (1980)
  • Viagem em Torno do "Eu" (2006; obra póstuma)

Nota: os livros Mensagens do Grande Coração (1962 ou antes), psicografado por América e Wanda B. P. Jimenez, e Evangelho, Psicologia, Ioga (1995), coletânea de estudos subsidiários de palestras de América e considerados inspirados por Espíritos, também contêm textos de Ramatis.

Obras psicografadas por Maria Margarida Liguori
  • Momento de Reflexão - Vol. 1 (1990)
  • Momento de Reflexão - Vol. 2 (1993)
  • Momento de Reflexão - Vol. 3 (1995)
  • O Homem e o Planeta Terra (1998)
  • O Despertar da Consciência (1999)
  • Em Busca da Luz Interior (2001)
  • Jornada de Luz (2001)
Obra psicografada por Wagner Borges
  • Viagem Espiritual I (1993; co-autores espirituais: Yogananda, Rama e Aïvanhov)
Obra psicografada por Beatriz Bérgamo
  • Gotas de Luz (1996)
Obras psicografadas por Márcio Godinho
  • As Flores do Oriente (2000) ISBN 8587619977 - versão em Kindle eBook (2015) ASIN B00U89AWEC
  • O Universo Humano (2001) ISBN 8588622017 - versão em Kindle eBook (2015) ASIN B00U9U231K
  • Resgate nos Umbrais (2007) - versão em Kindle eBook (2015) ASIN B00U6AQ85U
  • Travessia para a Vida (2007)

Obras psicografadas por Norberto Peixoto

Obras psicografadas por Marilea de Castro e Roger Feraudy
Obra de Hur-Than de Shidha
  • O Astro Intruso e o Novo Ciclo Evolutivo da Terra (2004)
Obras de Dalton Campos Roque & Andréa Lúcia da Silva
Obras psicografadas por Leandro Ortolan
  • O Tempo dos Mensageiros (2013)

Obra de Carlos Henrique Forte

  • Cosmoverso - Da Criação à Evolução Espiritual (2014)

Obra psicografada por Sandra Silva

  • Essência e Autoencontro (2015)

Obras psicografadas por Sávio Mendonça

  • O Vale dos Espíritas (2015) (autor espiritual: Atanagildo) ISBN 978-85-7618-339-6
  • Missão Planetária (2016) (co-autores espirituais Akhenaton e Hamod) ISBN 978-85-7618-379-2

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Instituições Ramatisianas[editar | editar código-fonte]

Elos Associados[nota 2][editar | editar código-fonte]

 Brasil
SE I  Rio de Janeiro Rio de Janeiro SER - Sociedade Espírita Ramatis .:. Tijuca
GEID - Grupo de Estudos Integrais Demétrius .:. Ilha do Governador
NER - Núcleo Espírita Ramatís .:. Recreio
AFP - Associação Espírita Francisco de Paula .:. Vila Isabel
FETCR - Fraternidade Espiritualista o Triângulo e a Cruz Ramatís .:. Brás de Pina
TECL - Templo Espiritualista Cruzeiro da Luz .:. Grajaú
Teresópolis Frar-Te - Fraternidade Ramatís Teresópolis .:. Teresópolis
Niterói CEU - Centro Espiritualista Universalista .:. Niterói
Maricá GEID - Grupo Espírita Irmão Daniel .:. Maricá
Itaguaí FER - Fraternidade Espírita Ramatís .:. Itaguaí
SE II  São Paulo São Paulo FR - Fraternidade Ramatís .:. SP
UBE - União Brasileira Espiritualista .:. Brás
DER - Despertar Espírita Ramatís .:. Lauzane Paulista
Limeira SER - Santuário Espiritualista Ramatís .:. Jardim Caieiras
Mogi das Cruzes GRAE – Grupo Ramatís Associação Espiritualista .:. Jardim Ivete
Campinas NAVE - Núcleo de Amor Verdade e Evolução .:. Jardim Guanabara
 Minas Gerais CRSR - Centro De Recuperação Da Saúde Ramatís .:. Extrema
C.O. atualizando... atualizando... atualizando...
atualizando... atualizando... atualizando...
atualizando... atualizando... atualizando...
atualizando... atualizando... atualizando...
atualizando... atualizando... atualizando...
atualizando... atualizando... atualizando...
NE  Pernambuco Olinda GR-CTC - Grupo Ramatís - Comunidade do Triângulo e da Cruz .:. Rio Doce
S atualizando... atualizando... atualizando...
 Peru
 Peru atualizando... Biocibernética
 Cuba
 Cuba Manzanillo Grupo De Estudios Allan Kardec .:. Provincia Granma

Notas

  1. a b América Paoliello Marques (1927-1995). Psicóloga Clínica com graduação e pós-graduação pela PUC-RJ; Doutoramento na área de Psicologia - tese em 1982 com grau de Ph.D pelo International Institute for Advanced Studies, Saint-Louis USA.; pós-graduada em Desenvolvimento de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Por muito anos foi membro da "The American Society for Psychical Research" N.Y./USA e "The Association for Humanistic Psychology". Pesquisadora, conferencista convidada e participante de congressos e conferências nessa área, nos Estados Unidos, Europa e Oriente. Representou o Brasil no IX Congresso de Psiquiatria, Parapsicologia e Psicotrônica em Milão, em 1977 e sua tese — "A Terapia Psicológica na Regressão pela Memória Extracerebral" - aprovada com Menção Honrosa. Foi conferencista convidada da "Clearlight Energy Conference", em Santa Bárbara, Califórnia, em 1977. Reconheceu-se o valor científico à Psicologia Abissal e prestígio internacional. Visitaram o Brasil nomes de prestígio visando o seu trabalho científico, como Willis Harman, Ph.D - presidente do Institute of Noetic Science.s, Califórnia (fundado pelo ex-astronauta Edgard Mitchell), Stanley Krippner, Ph.D - Centro de Estudos da Consciência do Saybrook Institute (Califórnia) e Edith Fiore, Ph.D - autoridades mundiais da área de parapsicologia, estudos da consciência e terapias de vidas passadas. Fonte: Paoliello Marques, América (1995). Evangelho, Psicologia e Yoga. [S.l.]: Freitas Bastos. p. 6 e 7. ISBN 8535300511 
  2. a b c d AFRAM, fundada em 20 de fevereiro de 1996(Estatuto Social), é uma associação civil que, alem de ser sem fins lucrativos, de caráter cultural, espiritual, universalista, apolítica e apartidária, não sectária e não normativa, tem como objetivo principal e especial a integração e representação nacional e internacional dos grupos ramatisianos, servindo como “elo de intercâmbio” entre os mesmos e outros grupos afins, e sobretudo, a divulgação da mensagem ramatisiana.
  3. Hercílio Maes, ­médium de Ramatís, nas­ceu e viveu em Curitiba, Paraná, por 80 anos (19131993). Completou três anos do curso de Medicina, que inter­rom­peu por ­razões de saúde, vindo a for­mar-se pos­te­rior­men­te em Direito, pro­fis­são que exer­ceu para­le­la­men­te à de Contador. Aos 30 anos, após ver aflo­rar sua mediu­ni­da­de, teve con­ta­to com Ramatís, com o qual pos­suía laços espi­ri­tuais de remo­tas eras. Ciente do com­pro­mis­so de tra­ba­lho assu­mi­do antes de seu reen­car­ne, pas­sou a psi­co­gra­far atra­vés da mediu­ni­da­de intui­ti­va a série de obras de Ramatís, que abran­ge temas iné­di­tos e des­per­ta­do­res, de fácil recep­ti­vi­da­de ao lei­tor por apre­sen­tar, de manei­ra aces­sí­vel, o conhe­ci­men­to ini­ciá­ti­co mile­nar. Universalista e estu­dio­so das mais diver­sas cor­ren­tes espi­ri­tua­lis­tas, Hercílio Maes foi Maçom, Rosa-cruz e Teo­so­fis­ta. Paralelamente à tare­fa de psi­co­gra­fia, foi ­médium recei­tis­ta de rara efi­ciên­cia. Através da Radiestesia, em que era peri­to, aten­dia com o recei­tuá­rio homeo­pá­ti­co gra­tui­to cen­te­nas de enfer­mos por sema­na em um peque­no cen­tro espí­ri­ta de Curitiba. Só acei­ta­va, via de regra, pacien­tes desen­ga­na­dos da Medicina; os mais neces­si­ta­dos saíam com a pró­pria medi­ca­ção for­ne­ci­da por ele. A ­legião de casos com­ple­xos, exó­ti­cos e “incu­rá­veis” resol­vi­dos com assis­tên­cia de uma equi­pe de médi­cos do Espaço nunca foi men­cio­na­da por Hercílio, cujo traço mar­can­te de tem­pe­ra­men­to e de vida era a sim­pli­ci­da­de. Caracterizava-se pela índo­le gene­ro­sa e a sin­ge­le­za espi­ri­tual com que aco­lhia a todos e encan­ta­va audi­tó­rios nas pales­tras que mes­cla­vam conhe­ci­men­to trans­cen­den­tal e per­ma­nen­te bom-humor. Deixou neste plano a espo­sa, Dª Eleonora Maes, com­pa­nhei­ra de todas as tare­fas, três ­filhos (Iara, Zélia e Mauro Maes) e ­vários netos.(vide fonte da biografia em suas obras).
  4. a b c Swamy Sri Ramaatis é a força oculta que se dá à própria Divindade - a Consciência Criadora, cuja força arquitetônica emana para as nossas vidas quando pronuncia-se corretamente; é um poderoso mantra que ativa os princípios masculino e feminino contidos no Universo. A saudação se torna íntegra, em coesão com a Chispa Divina no mundo interior e sideral do espírito, vivenciando-se a egrégora da Divindade.(Obras diversas)
  5. Sirius era conhecida no antigo Egito como Sopdet (do grego: Sothis), está registrada nos registros astronômicos mais antigos. Durante o Médio Império, os egípcios tomaram como base de seu calendário o nascer helíaco de Sírus, ou seja, o dia em que ele torna-se visível pouco antes do nascer do Sol e estando suficientemente afastado do brilho dele. Este evento ocorria antes da inundação anual do Rio Nilo e do solstício de verão, após estar ausente do céu por setenta dias. O hieróglifo para Sothis é uma estrela e um triângulo. Sothis era relacionada com a deusa Ísis, enquanto o período de setenta dias com a passagem de Ísis e Osíris pelo Tuat, o submundo egípcio.(vide Sirius)
  6. a b c William Scott-Elliott em The Story of Atlantis (1896) elaborou por conta de Blavatsky, estudos, e mencionou; "Atlantis eventualmente se dividiu em duas ilhas ligadas, uma chamada Daitya e a outra Rutas, que depois foi reduzida a um remanescente final chamado Poseidonis". A informação de Scott-Elliott veio do clarividente Charles Webster Leadbeater. A estrada de Bimini, uma formação de rocha submersa de grandes pedras retangulares ao largo da Ilha Norte de Bimini nas Bahamas, foi reivindicada por Robert Ferro e Michael Grumleypara ser evidência da civilização perdida. Edgar Cayce e outros freqüentemente descreveram Atlantis usando técnicas associadas à arqueologia psíquica (Ākāśa ). Wiki30. Atlântida. http://www.wiki30.com/wa?s=Atlantis. Consultado em 13 de novembro de 2017.

Referências

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  2. Maes, Hercílio (2012). O Evangelho à Luz do Cosmo 10ª ed. ed. [S.l.]: Editora do Conhecimento. 256 páginas. ISBN 978-85-7618-272-6 
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  4. Maes, Hercílio (2007). Sob a Luz do Espiritismo 4ª ed. ed. [S.l.]: Editora do Conhecimento. 256 páginas. ISBN 978-85-7618-119-4 
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  6. Maes, Hercílio (2006). Mensagens do Astral 17ª ed. ed. [S.l.]: Editora do Conhecimento. pp. 12,13,14,15,16. ISBN 85-7618-106-1 
  7. Bond, Howard E.; et al. (maio de 2017). «The Sirius System and Its Astrophysical Puzzles: Hubble Space Telescope and Ground-based Astrometry». The Astrophysical Journal. 840 (2): artigo 70, 17 pp. Bibcode:2017ApJ...840...70B. doi:10.3847/1538-4357/aa6af8
  8. Maes, Hercílio (2015). A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores 18ª ed. ed. [S.l.]: Editora do Conhecimento. 512 páginas. ISBN 978-85-7618-356-3 
  9. «What Is Mars?». NASA Knows! (Grades K-4) series. NASA. 18 de fevereiro de 2015. Consultado em 11 de novembro de 2017
  10. a b c d Scott-Elliot, William (1972). The Story of Atlantis. EUA: Theosophical Books Ltd. 108 páginas. Consultado em 13 de novembro de 2017 
  11. a b c d Gregory Tillett, The Elder Brother: uma biografia de Charles Webster Leadbeater, 1982.
  12. Maes, Mauro (2010). Simplesmente Hercílio 1ª ed. ed. [S.l.]: Editora do Conhecimento. 184 páginas. ISBN 978-85-76182-15-3 
  13. Maes, Hercílio (2006). Mensagens do Astral. [S.l.]: Editora do Conhecimento. p. 14. ISBN 85-7618-106-1