Império Soviético

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Os estados vermelhos representam os governos comunistas alinhados com a União Soviética. Os amarelos representam os estados com governos comunistas alinhados com a República Popular da China. Os estados negros (Coreia do Norte e Iugoslávia) representam os governos comunistas, que não estavam alinhados com qualquer outra nação.
Mapa dos alinhamentos dos governos comunistas no Mundo Moderno (2008).

Durante a Guerra Fria, o termo informal "Império Soviético" se refere à influência da União Soviética ao longo de um número de nações menores.

Embora a União Soviética não fosse governada por um imperador e declarar-se anti-imperialista, os críticos argumentam que esta exibiu algumas tendências comuns aos impérios históricos. A maioria dos estudiosos afirmam que a União Soviética era uma entidade híbrida que continha elementos comuns a ambos os impérios multinacionais e modernos Estados-nação. 1 Também foi argumentado que a URSS praticarava colonialismo como o fizeram outras potências imperiais.2 Enquanto isso, os defensores da União Soviética rejeitaram essas alegações, argumentando que a relação entre a União Soviética e os países no seu "império" era na verdade uma cooperação voluntária.

Influência[editar | editar código-fonte]

O dito Império Soviético são os seguintes:

Estados-Membros da União Soviética[editar | editar código-fonte]

Ao longo do tempo o número de repúblicas da União Soviética variaram. A antiga União Soviética incluía as seguintes 15 repúblicas.

Membros do Comecon[editar | editar código-fonte]

  Bloco Ocidental, paises da OTAN
  Bloco do Leste, países do Pacto de Varsóvia
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  Países neutros
A Albânia, eventualmente, rompeu com a URSS para alinhar-se com a República Popular da China.

Esses países foram os mais próximos aliados da União Soviética. Eram membros do Comecon, uma comunidade econômica liderada pelos soviéticos e fundada em 1949. Além disso, os países localizados na Europa Oriental também eram membros do Pacto de Varsóvia. Foram chamados, às vezes, de Bloco do Leste e foram amplamente vistos como Estados satélites soviéticos.

A Coreia do Norte foi um aliado soviético, mas sempre seguiu uma política externa muito isolacionista e por isso não aderiu ao Comecon ou qualquer outra organização internacional de países comunistas.

Envolvimento soviético em outros países[editar | editar código-fonte]

Um certo número de países tiveram governos pró-soviéticos, por curtos períodos de tempo durante a Guerra Fria. Na terminologia política da União Soviética, estes foram "os países que se deslocam ao longo da via socialista de desenvolvimento", em oposição a "países do socialismo desenvolvido", listados acima. A maioria recebeu algum auxílio, militar ou económico, da União Soviética, e foram influenciados por ela em diferentes graus. Seu apoio pela União Soviética foi de curta duração, por razões diversas, em alguns casos, o governo pró-soviético perdeu o poder, enquanto que em outros casos, o mesmo governo permaneceu no poder, mas mudou as suas relações com a União Soviética.

Membros que tinham governos declaradamente comunistas em vermelho, e estados ditos que a URSS acreditava estar em um ponto "se deslocando em direção ao socialismo" em laranja. Nem todos os estados vermelho permaneceram como aliados dos soviéticos.

Alguns destes países não eram comunistas. Eles são marcados em itálico.

Estados Comunistas contra a União Soviética[editar | editar código-fonte]

Alguns estados comunistas eram abertamente contra a União Soviética em muitas das suas políticas. Apesar de suas formas de governo terem sido semelhantes, foram completamente soberanas da URSS e consideram apenas os laços formais. As relações foram muitas vezes tensas, às vezes até ao ponto de conflito armado.

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Beissinger, Mark R. 2006 "Soviet Empire as 'Family Resemblance,'" Slavic Review, 65 (2) 294-303; Dave, Bhavna. 2007 Kazakhstan: Ethnicity, language and power. Abingdon, New York: Routledge.
  2. http://www.jstor.org/stable/20031013