Bernardo José da Gama
Bernardo José da Gama | |
|---|---|
| Ministro dos Negócios do Império do Brasil e Administrador do Rio de Janeiro | |
| Período | 18 de março de 1831 a 5 de abril de 1831 |
| Antecessor(a) | Silva Maia |
| Sucessor(a) | Antônio Luís Pereira da Cunha |
| Período | 6 de abril de 1831 a 26 de abril de 1831 |
| Antecessor(a) | Antônio Luís Pereira da Cunha |
| Sucessor(a) | Manuel José de Sousa França |
| Presidente da Província do Rio de Janeiro | |
| Período | 18 de março de 1831 a 5 de abril de 1831 |
| Antecessor(a) | Silva Maia |
| Sucessor(a) | Antônio Luís Pereira da Cunha |
| Período | 6 de abril de 1831 a 26 de abril de 1831 |
| Antecessor(a) | Antônio Luís Pereira da Cunha |
| Sucessor(a) | Manuel José de Sousa França |
| Presidente da Província do Grão-Pará | |
| Período | 19 de julho de 1831 a 27 de fevereiro de 1832 |
| Antecessor(a) | José Félix Pereira de Burgos |
| Sucessor(a) | José Joaquim Machado de Oliveira |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 20 de agosto de 1782 Recife |
| Morte | 3 de agosto de 1854 (71 anos) Pernambuco |
| Nacionalidade | |
| Progenitores | Mãe: Francisca Maria da Conceição Pai: Amaro Bernardo da Gama |
| Alma mater | Universidade de Coimbra |
| Cônjuge | Izabel Ursulina de Albuquerque Gama |
| Ocupação | Proprietário rural, político |
Bernardo José da Gama, primeiro barão e visconde com grandeza de Goiana (Recife, 20 de agosto de 1782 — Pernambuco, 3 de agosto de 1854), foi um proprietário rural, magistrado e político brasileiro.[1]
Biografia
[editar | editar código]Filho de Amaro Bernardo da Gama e de Francisca Maria da Conceição, casou com Izabel Ursulina de Albuquerque Gama.
Formou-se na Universidade de Coimbra em 1805, viajou com a família real pra o Brasil em 1807. Foi juiz no Maranhão e desembargador em Pernambuco (1821) e na Bahia.
Entre 18 de março e 26 de abril de 1831 governou a província do Rio de Janeiro, à exceção do dia 5 de abril para 6 de abril, quando o governo esteve nas mãos de Antônio Luís Pereira da Cunha, e do conselho participaram Nabor da Gama Filho e a Princesa negra Luísa Mahin, pais de Luís da Gama (Luís Gama).
Logo após, foi nomeado presidente da província do Grão-Pará, de 19 de julho de 1831 a 27 de fevereiro de 1832. Durante seu mandato, em 1830 foi preso e deposto, o que fortaleceu as idéias abolicionistas durante as revoltas da Confederação do Equador.
Foi diretor da Faculdade de Direito de Olinda, em 1849, também foi deputado geral pelo Pará, de 1834 a 1837.
Recebeu os títulos nobiliárquicos de barão de Goiana, por decreto de 26 de março de 1821; barão com grandeza, por decreto de 24 de dezembro de 1829; visconde de Goiana, por decreto de 24 de outubro de 1830; e visconde com grandeza, por decreto de 25 de março de 1845.[2]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ Goiana Sites de Sérgio de Freitas
- ↑ «FERNANDES, Aníbal de Almeida. Nobreza Brasileira e a Dinastia Bragança. Junho, 2008.». Consultado em 2 de julho de 2015. Arquivado do original em 23 de agosto de 2008
| Precedido por José Antônio da Silva Maia |
Ministro dos Negócios do Império do Brasil e Administrador do Rio de Janeiro 1831 |
Sucedido por Antônio Luís Pereira da Cunha |
| Precedido por Antônio Luís Pereira da Cunha |
Ministro dos Negócios do Império do Brasil e Administrador do Rio de Janeiro 1831 |
Sucedido por Manuel José de Sousa França |
| Precedido por José Félix Pereira de Burgos |
Presidente da província do Pará 1831 — 1832 |
Sucedido por José Joaquim Machado de Oliveira |