José Egídio Álvares de Almeida
| José Egídio Álvares de Almeida | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Marquês de Santo Amaro | |||||
| 1° Presidente do Senado Imperial do Brasil | |||||
| Período | Maio de 1826 a abril de 1827 | ||||
| Antecessor(a) | Cargo estabelecido | ||||
| Sucessor(a) | José Caetano da Silva Coutinho | ||||
| Ministro das Relações Exteriores do Brasil | |||||
| Período | 21 de novembro de 1825 a 20 de janeiro de 1826 | ||||
| Predecessor(a) | Francisco Vilela Barbosa | ||||
| Sucessor(a) | Antônio Luís Pereira da Cunha | ||||
| Ministro dos Negócios do Império do Brasil e Administrador do Rio de Janeiro | |||||
| Período | 28 de outubro de 1822 a 30 de outubro de 1822 | ||||
| Predecessor(a) | José Bonifácio de Andrada e Silva | ||||
| Sucessor(a) | José Bonifácio de Andrada e Silva | ||||
| Dados pessoais | |||||
| Nascimento | 1 de setembro de 1767 Santo Amaro da Purificação, Capitania da Baía de Todos os Santos, | ||||
| Morte | 12 de agosto de 1832 (64 anos) Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, | ||||
| Cônjuge | Maria do Carmo Passos Maria Benedita Papança | ||||
| |||||
| Pai | José Álvares Pinto de Almeida | ||||
| Mãe | Antonia de Freitas | ||||
José Egídio Álvares de Almeida,[nota 1] primeiro barão, visconde com grandeza e marquês de Santo Amaro, (Santo Amaro da Purificação, 1 de setembro de 1767 — Rio de Janeiro, 12 de agosto de 1832) foi um advogado, diplomata e político brasileiro.[1]
Filho de José Álvares Pinto de Almeida e Antonia de Freitas, casou-se em primeiras núpcias com Maria do Carmo de Passos, e em segunda núpcias com Maria Benedita Papança, com quem teve;
- João Carlos Pereira de Almeida, 2.º Visconde de Santo Amaro, casado com Ana Constança Caldeira Brant, filha de Felisberto Caldeira Brant e Horta, Marquês de Barbacena.
- Maria Joana Benedita de Almeida, casada com Tomás Joaquim Pereira Valente, 1º conde de Rio Pardo, com descendência.
Biografia
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Formou-se em Direito, na Universidade de Coimbra. Iniciou uma carreira na administração portuguesa, tendo sido oficial da Fazenda, funcionário do Conselho Ultramarino e secretário do gabinete de D. João VI.
Foi deputado geral, presidindo a Assembleia Constituinte depois dissolvida por D. Pedro I. Foi também ministro das Relações Exteriores, embaixador em Paris e Londres, conselheiro de estado e senador do Império do Brasil de 1826 a 1832.
Foi o mestre de cerimônias da coroação do imperador D. Pedro I e presidente da sessão que inaugurou o Senado do Império do Brasil, em 24 de abril de 1826. O título de barão foi concedido por D. João VI, sendo, portanto, de origem portuguesa.[2]
Ver também
[editar | editar código]Notas
- ↑ Pela grafia original, Joze Egydio Alvares de Almeida.
Referências
- ↑ Senado Federal. «José Egídio Álvares de Almeida - ficha biográfica». Consultado em 25 de abril de 2018
- ↑ «José Egídio Álvares de Almeida, marquês de Santo Amaro». mapa.an.gov.br. Consultado em 20 de janeiro de 2022
| Precedido por José Bonifácio de Andrada e Silva |
Ministro dos Negócios do Império do Brasil e Administrador do Rio de Janeiro 1822 |
Sucedido por José Bonifácio de Andrada e Silva |
| Precedido por Luís José de Carvalho e Melo |
Ministro das Relações Exteriores do Brasil 1825 — 1826 |
Sucedido por Antônio Luís Pereira da Cunha |
| Precedido por — |
Presidente do Senado do Império do Brasil 1826 — 1827 |
Sucedido por José Caetano da Silva Coutinho |
- Nascidos em 1767
- Mortos em 1832
- Ministros do Império do Brasil
- Ministros das Relações Exteriores do Brasil (Império)
- Presidentes do Senado Federal do Brasil
- Governadores do Rio de Janeiro (Império)
- Diplomatas da Bahia
- Senadores do Império do Brasil pelo Rio de Janeiro
- Marquesados do Brasil
- Viscondados do Brasil
- Baronatos de Portugal
- Fidalgos do Brasil
- Naturais de Santo Amaro (Bahia)
- Deputados provinciais da Assembleia Nacional Constituinte de 1823