Francisco de Assis Rosa e Silva

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Rosa e Silva
Vice-presidente do Brasil
Período 15 de novembro de 1898
a 15 de novembro de 1902
Presidente Campos Sales
Antecessor Manuel Vitorino
Sucessor Afonso Pena
Senador por Pernambuco
Período 15 de novembro de 1895
a 15 de novembro de 1898
Dados pessoais
Nome completo Francisco de Assis Rosa e Silva
Nascimento 4 de outubro de 1857
Recife, Pernambuco,
 Brasil
Morte 1 de julho de 1929 (71 anos)
Rio de Janeiro, Distrito Federal,
 Brasil
Progenitores Mãe: Joana Francisca da Rosa
Pai: Albino José da Silva
Alma mater Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco
Partido Conservador (1881–1889)
Republicano Federal (1893–1929)
Profissão Advogado
Constituição brasileira de 1891, página da assinatura de Francisco de Assis Rosa e Silva (nona assinatura). Acervo Arquivo Nacional

Francisco de Assis Rosa e Silva (Recife, 4 de outubro de 1857Rio de Janeiro, 1 de julho de 1929) foi um político brasileiro, vice-presidente da República de 1898 a 1902 no governo de Campos Sales. Sogro de Aníbal Freire, deputado federal, Ministro da Fazenda do Governo Arthur Bernardes, Ministro do Supremo Tribunal Federal e Diretor do Jornal do Brasil.

Formado na Faculdade de Direito do Recife, foi deputado provincial em 1882 e deputado geral de 1886 a 1889. Ainda durante o Brasil Império foi ministro da Justiça.

Já na República, foi deputado à Assembleia Constituinte de 1890 e nas duas seguintes legislaturas, tendo sido presidente da Câmara dos Deputados no biênio 18941895. Foi eleito senador por Pernambuco em 1895, mandato ao qual renunciou em 1898 para assumir o cargo de vice-presidente da República.

Terminado o mandato de vice-presidente, voltou ao Senado, onde terminou sua carreira política.

Por sua orientação, o então governador de Pernambuco Sigismundo Gonçalves, fiel rosista, mandou a polícia estadual atear, deliberadamente, fogo ao Derby, um moderno centro comercial no Recife, no dia 2 de janeiro de 1900, destruindo aquele empreendimento pioneiro recém criado por Delmiro Gouveia, de quem era inimigo político e de quem recebera bengaladas em público, com o objetivo de levá-lo à falência. O jornal do Recife A Província publicou, em 4 de janeiro de 1900, um telegrama atribuído ao então governador Sigismundo Gonçalves para o Conselheiro Rosa e Silva: "Mercado incendiado. Delmiro preso. Saudações, Sigismundo Gonçalves".[1]

Commons
O Commons possui imagens e outros ficheiros sobre Francisco de Assis Rosa e Silva

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Ferreira Viana
Ministro da Justiça do Brasil
1889
Sucedido por
Cândido Luís Maria de Oliveira
Precedido por
Manuel Vitorino
3º Vice-presidente do Brasil
18981902
Sucedido por
Silviano Brandão
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