Eduardo Pindaíba de Matos

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Pindaíba de Matos
4º Presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período 29 de abril de 1908
até 26 de dezembro de 1910
Antecessor(a) Piza e Almeida
Sucessor(a) Hermínio do Espírito Santo
Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Período 10 de outubro de 1894
até 27 de dezembro de 1910
Antecessor(a) Costa Barradas
Sucessor(a) Muniz Barreto
Vice-presidente da Província do Rio de Janeiro
Período 27 de abril de 1867
até 6 de abril de 1869
Presidente da Província do Espírito Santo
Período 23 de dezembro de 1863
8 de janeiro de 1865
Antecessor(a) André Augusto de Pádua Fleury
Sucessor(a) José Joaquim do Carmo
Dados pessoais
Nascimento 11 de outubro de 1831
São Luís, MA
Morte 20 de fevereiro de 1913 (81 anos)
Petrópolis, Rio de Janeiro
Alma mater Faculdade de Direito de Olinda
Partido Partido Conservador
Profissão Magistrado

Eduardo Pindaíba de Matos (São Luís, 11 de outubro de 1831Petrópolis, 20 de fevereiro de 1913) foi um desembargador, juiz e político brasileiro.[1]

Formou-se em ciências jurídicas e sociais na Faculdade de Direito de Olinda, em 1851.[1]

Foi nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em 1894, tendo sido presidente do STF no biênio 1908 a 1910.[2]

Exerceu o cargo de chefe de polícia dos estados do Rio Grande do Sul em 1859, Minas Gerais em 1862, Espírito Santo em 1863, Pernambuco em 1865 e Rio de Janeiro em 1867.[1]

Foi vice-presidente das províncias do Espírito Santo, nomeado por carta imperial de 21 de novembro de 1863, de 28 de dezembro de 1863 a ? de 1865, e do Rio de Janeiro, nomeado por carta imperial de 27 de abril de 1867, assumindo a presidência por quatro vezes, de 13 de maio a 3 de outubro de 1867, de 21 de fevereiro a 10 de março de 1868, de 18 de março a 9 de maio de 1868, e de 9 de maio a 30 de julho de 1868.[carece de fontes?]

Referências

  1. a b c «Presidentes - Eduardo Pindahiba de Mattos». STF. Consultado em 24 de outubro de 2012 
  2. «Presidentes do Supremo Tribunal Federal». STF. Consultado em 24 de outubro de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
André Augusto de Pádua Fleury
Presidente da província do Espírito Santo
1863 — 1865
Sucedido por
José Joaquim do Carmo
Precedido por
Esperidião Elói de Barros Pimentel
Presidente da província do Rio de Janeiro
1867
Sucedido por
Esperidião Elói de Barros Pimentel
Precedido por
Esperidião Elói de Barros Pimentel
Presidente da província do Rio de Janeiro
1868
Sucedido por
Américo Brasiliense de Almeida Melo
Precedido por
Américo Brasiliense de Almeida Melo
Presidente da província do Rio de Janeiro
1868
Sucedido por
Américo Brasiliense de Almeida Melo
Precedido por
Américo Brasiliense de Almeida Melo
Presidente da província do Rio de Janeiro
1868
Sucedido por
Américo Brasiliense de Almeida Melo
Precedido por
Joaquim da Costa Barradas
Ministro do Supremo Tribunal Federal
10 de outubro de 1894 — 27 de dezembro de 1910
Sucedido por
Edmundo Muniz Barreto
Precedido por
Joaquim de Toledo Piza e Almeida
Presidente do Supremo Tribunal Federal
29 de abril de 1908 — 26 de dezembro de 1910
Sucedido por
Hermínio Francisco do Espírito Santo


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