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Diferenças entre edições de "Ilha de Paquetá"

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(Acréscimo de uma foto aérea da Ilha de Paquetá.)
==História==
[[Ficheiro:Ilha de paqueta 1885.jpg|thumb|Ilha de Paquetá ([[Marc Ferrez]], 1885)]]
[[Ficheiro:Igreja de Paquetá.jpg|thumb|Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Monte]]
 
===Os séculos XVI e XVII===
Atribui-se ao cosmógrafo [[França|francês]] [[André Thevet]], integrante da expedição de [[Nicolas Durand de Villegagnon]], a descoberta da ilha pelos europeus, ainda em [[1555]], quando da fundação da chamada [[França Antártica]]. Na época, a ilha era habitada pelos [[Povos indígenas do Brasil|índios]] [[tamoios]], também chamados [[tupinambás]], os quais se aliaram aos franceses contra os colonizadores portugueses. Na ilha, houve uma importante batalha da guerra entre tupinambás e franceses, de um lado, e portugueses e índios [[temiminós]], de outro. Na batalha, morreu o grande líder tupinambá Guaixará<ref>''Paquetá on-line''. História. Disponível em http://paquetaonline.cereto.net/historia. Acesso em 14 de fevereiro de 2013.</ref>.
 
No contexto da campanha para a expulsão definitiva dos franceses pelas forças portuguesas comandadas por [[Estácio de Sá]] e da fundação da cidade do [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]] em [[1565]], nesse mesmo ano a ilha de Paquetá foi doada, sob a forma de duas [[sesmaria]]s, a dois dos capitães portugueses: a parte norte da ilha, atual bairro do Campo, coube a [[Inácio de Bulhões]], e a parte sul, atual bairro da Ponte, a [[Fernão Valdez]].
[[Ficheiro:Ilha de Paquetá, Rio de Janeiro (RJ).tif|miniaturadaimagem|Ilha de Paquetá, em1894. [[Arquivo Nacional (Brasil)|Arquivo 1908Nacional]].]]
 
===O século XVIII===
Posteriormente, em [[1763]], foi iniciada a primitiva [[Capela do Senhor Bom Jesus do Monte da Ilha de Paquetá]] com a condição de que se constituísse em uma Paróquia local. Em [[1769]], Paquetá foi desvinculada da Freguesia de [[Magé]], o que deu lugar, além dos protestos eclesiásticos de [[Magé]] pelas suas perdas, a rivalidades na própria ilha para a escolha da Igreja Matriz, se a Capela de São Roque ou a do Bom Jesus. Em [[1771]], no entanto, esse ato foi anulado e Paquetá voltou a ser integrada a Magé.
 
=== O século XIX ===
[[Ficheiro:Ilha de Paquetá, Rio de Janeiro (RJ).tif|miniaturadaimagem|Ilha de Paquetá em 1908.
No contexto da presença da Família Real Portuguesa no Brasil, um [[alvará]] especial do [[João VI de Portugal|príncipe-regente dom João]] criou a [[Freguesia do Senhor Bom Jesus do Monte]].
[[Arquivo Nacional (Brasil)|Arquivo Nacional]]
]]No contexto da presença da Família Real Portuguesa no Brasil, um [[alvará]] especial do [[João VI de Portugal|príncipe-regente dom João]] criou a [[Freguesia do Senhor Bom Jesus do Monte]].
 
No [[Período Regencial]], em [[1833]], por decreto regencial, a ilha de Paquetá tornou-se independente de Magé e passou a pertencer ao [[Município da Corte]].
 
===O século XX===
[[Ficheiro:Ilha de Paquetá, Rio de Janeiro (RJ).tif|miniaturadaimagem|Ilha de Paquetá em 1908.
[[Arquivo Nacional (Brasil)|Arquivo Nacional]]
]]
 
Em [[1903]], os distritos da ilha de Paquetá e da [[ilha do Governador]] foram unidos no Distrito das Ilhas, incorporando as ilhas e ilhotas ao redor de ambas.
 
 
==Saneamento==
A ilha não dispunha de fontes naturais de água potável e desse modo, os seus moradores recorriam ao uso de [[poços]] para solucionar a demanda de [[Ficheiro:Igreja de Paquetá.jpg|thumb|Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Monte]]abastecimento. O poço de São Roque era, à época, o mais utilizado pela qualidade de suas águas, o que envolveu o seu nome em uma série de lendas locais.
 
Em [[1908]], foi inaugurado o sistema de captação de águas do [[Alto Suruí]], no município de [[Magé]], e a sua adução por dutos submarinos até a ilha, na ponta do Lameirão.
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