B2W Digital

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de B2W)
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita uma ou mais fontes fiáveis e independentes, mas ela(s) não cobre(m) todo o texto (desde agosto de 2014).
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes e inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, conforme o livro de estilo.
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoYahoo!Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
B2W Digital
B2W Companhia Digital
Tipo Empresa de capital aberto
Cotação BM&F Bovespa: BTOW3
Indústria Comércio eletrônico
Fundação 13 de dezembro de 2006 (7 anos)
Sede Rio de Janeiro,  Brasil
Proprietário(s) Lojas Americanas
Pessoas-chave Anna Christina Ramos Saicali (CEO)
Empregados 8.000
Produtos Diversos
Faturamento Aumento R$ 6,964 bilhões (2013)[1]
Página oficial [1]

B2W Digital é uma empresa de comércio eletrônico criada no final de 2006 pela fusão entre Submarino, Shoptime, Americanas.com.[2] [3] [4]

As Lojas Americanas possuem o controle acionário do grupo, detendo 55% do capital social; os 45% das ações restantes são parte integrante do free float. As ações da Companhia são negociadas por meio do código BTOW3 na BOVESPA, no segmento Novo Mercado, que possui o mais alto índice de Governança Corporativa do Brasil. A nova empresa nasceu com cerca de 50% do setor de vendas on-line no país, com forte perspectiva de expansão em diversos canais de distribuição, com o objetivo de competir com as maiores empresas do varejo tradicional.[5]

A nova empresa iniciou as operações em 2006 com o valor de mercado de cerca de R$6,5 bilhões,[6] tornando-se a terceira maior do setor no mundo[7] .

A B2W Digital é líder em comércio eletrônico na América Latina. A Companhia opera por meio de uma plataforma digital, com negócios que apresentam forte sinergia e um modelo único, multicanal, multimarca e multinegócios.

A B2W Digital possui um portfólio com as marcas Americanas.com, Submarino, Shoptime, B2W Viagens, Ingresso.com, Submarino Finance e SouBarato, que oferecem mais de 38 categorias de produtos e serviços, por meio dos canais de distribuição internet, televendas, catálogos, TV e quiosques.

Aumento de Capital[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2014, a B2W Digital anunciou um aumento de capital no valor de R$ 2,38 bilhões que tem por objetivo melhorar a estrutura de capital da Companhia, utilizando os recursos para amortizar parte da dívida, permitindo que a empresa siga investindo nos pilares do seu negócio, acelerando o seu crescimento e consolidando sua posição de liderança no mercado. A operação contou ainda com a participação do renomado investidor de tecnologia/internet Tiger Global, que entre outras possui participação na Amazon.

Aquisições[editar | editar código-fonte]

Logística[editar | editar código-fonte]

A B2W anunciou em 14 de Junho de 2014 a aquisição da Direct, maior operadora logística de e-commerce no Brasil, especializada em entregas de itens pequenos. Em 2013, a Companhia já havia realizado a aquisição da Click – Rodo, operadora logística também especializada em entregas para o comércio eletrônico, com foco em itens grandes.

Tecnologia[editar | editar código-fonte]

No ano de 2013, a B2W realizou a aquisição de três empresas de tecnologia especializadas em desenvolvimento de sistemas e soluções para comércio eletrônico. Com isso, a Companhia dobrou seu time de tecnologia/internet, que é o maior da América Latina e conta atualmente com mais de 600 engenheiros.

Empresas adquiridas:                                                                                                             

Uniconsult: Otimização de controle de pedidos (expedição e reversa), de sistemas para operação de múltiplos centros de distribuição e desenvolvimento de sistemas específicos para operação de marketplace; 

Ideais Tecnologia: Desenvolvimento e otimização das plataformas de venda online, B2B/B2B2C e sistemas mobile;

Tarkena: Otimização de sistemas de busca e algoritmos para gerenciamento de frete.

Competição[editar | editar código-fonte]

Na época de sua criação, a empresa era responsável por mais da metade do comércio eletrônico brasileiro recém surgido.[2] Porém, o crescimento do comércio eletrônico chamou a atenção de grandes redes de varejo, que passaram a explorar o setor com estratégias de forte agressividade em preço, com isso a B2W viu sua participação de mercado reduzir entre os anos de 2009 e 2011. No segundo semestre de 2012, a Companhia iniciou um processo de virada de suas operações, investindo fortemente em tecnologia e logística com o objetivo de estar mais perto dos clientes e oferecer uma melhor experiência de compra. Como reflexo dessas melhorias, a Companhia voltou a crescer venda acima do mercado e tem apresentado nos últimos anos um crescimento médio de 30%. Além disso, a Companhia registou uma forte evolução nos indicadores de atendimento ao cliente, recebendo inúmeros prêmios.

Referências

  1. http://www.b2wdigital.com/upload/releasesderesultados/00002251.pdf
  2. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas Isto_.C3.A9
  3. B2W sofre prejuízo de R$ 37,9 milhões no terceiro trimestre Brasil Econômico (10 de novembro de 2011). Página visitada em 19 de novembro de 2011. "Enfrentando problemas de logística, a B2W, união da Americanas.com, Shoptime e do Submarino, informou que sofreu prejuízo de R$ 37,9 milhões no terceiro trimestre, ante o lucro de R$ 15,9 milhões apurado um ano antes. [...] No acumulado de janeiro a setembro, a B2W apresenta um prejuízo de R$ 60,4 milhões, ante o ganho líquido de R$ 47,8 milhões obtido em 2010."
  4. Multa contra a B2W derruba ações da companhia Brasil Econômico (10 de novembro de 2011). Página visitada em 19 de novembro de 2011. "Nesta manhã, a companhia responsável por Americanas.com, Shoptime e Submarino recebeu multa de R$ 1,7 milhão do Procon-SP e pode ter suas atividades suspensas por três dias em represália ao atraso nas entregas."
  5. FolhaOnLine - Submarino e Americanas.com anunciam fusão das operações.
  6. Ministério da Fazenda do Brasil - Resenha Eletrônica.
  7. IstoÉDinheiro - Os capitães da Internet.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre uma empresa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.