The Fame

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The Fame
Álbum de estúdio de Lady Gaga
Lançamento 19 de Agosto de 2008 (2008-08-19)
Gravação Janeiro a Maio de 2008;
Record Plant, Chalice Recording Studios, 150 Studios, Cherrytree Recording Studios, 333 Studios, Poe Boy Studios[1]
Gênero(s) Pop,[2] electrónica,[3] eletronic dance music[2]
Duração 50:38
Idioma(s) Inglês
Formato(s) CD, download digital
Gravadora(s) Intercope, Streamline, Kon Live, Cherrytree
Cronologia de Lady Gaga
Último
Último
The Cherrytree Sessions
(2009)
Próximo
Próximo
Singles de The Fame
  1. "Just Dance"
    Lançamento: 8 de Abril de 2008 (2008-04-08)
  2. "Poker Face"
    Lançamento: 23 de Setembro de 2008 (2008-09-23)
  3. "Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)"
    Lançamento: 31 de Janeiro de 2009 (2009-01-31)
  4. "LoveGame"
    Lançamento: 24 de Março de 2009 (2009-03-24)
  5. "Paparazzi"
    Lançamento: 6 de Julho de 2009 (2009-07-06)

The Fame é o álbum de estreia de estúdio da cantora, compositora e co-produtora norte-americana, Lady Gaga. Foi lançado pela editora discográfica Interscope Records em 19 de Agosto de 2008 no Canadá. Depois de escrever várias canções para outros artistas, Gaga decidiu lançar este álbum. O tema principal das faixas é sobre como alguém pode sentir-se famoso sendo uma celebridade. A artista trabalhou com alguns produtores no projecto, nomeadamente, RedOne, Rob Fusari, Martin Kierszenbaum, Space Cowboy, Brian Kierulf e Josh Schwartz. As músicas são em sua maioria inspiradas pelo amor de Gaga pela fama, e lida com as complexidades de um estilo de vida rico e famoso, visualizado pela mesma. Musicalmente, é inspirado em electropop e synthpop dos anos 80, incorporando música de dança e refrões suaves.

O álbum recebeu críticas positivas, com os críticos comentando a habilidade da cantora em descobrir refrões melódicos e comparando a sua agilidade vocal à da artista Gwen Stefani. Foi número um em vários países, como o Reino Unido, o Canadá, a Áustria, a Alemanha, a Suíça e a Irlanda. Nos Estados Unidos, atingiu o pico na segunda posição na Billboard 200 e assumiu a liderança da Billboard Dance/Electronic Albums. Mundialmente, o disco vendeu mais de doze milhões de cópias.[4] [5]

Os primeiros dois singles retirados de The Fame, "Just Dance" e "Poker Face", foram ambos hits internacionais, com o primeiro a atingir o topo de seis países incluindo a Billboard Hot 100 dos Estados Unidos. "Poker Face" esteve na liderança de quase todas as paradas da indústria musical, e tornou-se o seu segundo número um consecutivo de Gaga na Hot 100. Outras faixas de trabalho incluem "Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)", "LoveGame", e "Paparazzi". Gaga promoveu o álbum interpretando as músicas num número de aparições ao vivo, incluindo na sua primeira digressão, The Fame Ball Tour. O trabalho também é apresentado como disco bónus na edição deluxe do terceiro Extended Play (EP) da cantora, The Fame Monster.

Em 2 de Dezembro de 2009, The Fame foi nomeado para seis Grammy Awards e venceu na categoria Melhor Gravação Dance por "Poker Face". Arrecadou ainda o prémio na categoria Melhor Álbum Electronic/Dance na edição de 2010.[6] No dia 16 de Fevereiro de 2010, ganhou na cerimónia BRIT Awards de 2010 na categoria Melhor Álbum Internacional.[7]

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Gaga interpretando "Paparazzi" na The Monster Ball Tour.

Enquanto se estabelecia como uma artista e trabalhava em Nova Iorque numa discoteca, Gaga lançou o seu álbum de estreia, The Fame.[8] Sobre o conceito e título do álbum, a cantora explicou: "[O álbum] é sobre como cada pessoa pode sentir-se famosa. [...] A cultura popular é arte. Não te faz parecer fixe se detestares a cultura pop, então eu abracei-a para você a ouvir. Mas é uma fama que é compartilhada. Eu quero convidar todos para a festa. Quero que as pessoas se sintam como uma parte desse estilo de vida".[9] A artista afirmou numa entrevista à MTV UK que tinha trabalhado no disco durante dois anos e meio e completou-o a meio da primeira semana de Janeiro de 2008.[10] Trabalhando também nas letras, melodias e instrumentos, a cantora colaborou com o produtor RedOne no processo de produção.[9] De acordo com Lady Gaga, a primeira faixa, "Just Dance", é um motivo de alegria, música-tema do coração, que apela às pessoas que passam por momentos difíceis nas suas vidas.[11] "LoveGame" foi inspirado pela forma sedutora como Gaga age numa discoteca, sendo que o refrão se refere inteiramente a esse clima sexual que se pode viver num clube noturno.[12] "Paparazzi" tem sido interpretada com significados diferentes. No entanto, Gaga explicou numa entrevista com o sítio About.com, que a canção foi inspirada nas suas lutas e pela fome para a fama e amor. Essencialmente uma canção de amor, "Paparazzi" trata de seduzir os média, colocando a pergunta se é possível viver com amor e fama.[13]

"Poker Face" foi inspirada pelos namorados de Gaga que gostavam de jogos de azar, e também tratou da sua experiência pessoal de bissexualidade - as suas fantasias sobre as mulheres ao ter sexo com homens - representando assim a sua "poker face".[14] [15] "Boys, Boys, Boys" foi inspirada pelo título similar da canção "Girls, Girls, Girls" de Mötley Crüe. A cantora explicou que queria uma versão feminina da música.[9] "Beautiful, Dirty, Rich" resumiu o seu tempo de auto-descoberta, em relação às drogas.[9] "Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)" trata sobre o fim de um relacionamento amoroso, e o processo de descoberta de um novo alguém.[9] "Brown Eyes", de acordo com a cantora, é a canção mais vulnerável do disco, inspirada na música da banda Queen.[9]

Gaga acreditava que a coisa mais importante que faltava na música pop contemporânea era a combinação da imagem visual do artista com a música. As suas performances ao vivo incorporam representações teatrais das canções do álbum.[16]

Eu sinto que este disco é realmente diferente, tem faixas de disco, glam dos anos 70, e até gravações de música rock. [...] The Fame não é sobre quem você é, é sobre como todo mundo quer saber quem você realmente é! Compre e ouça antes de sair ou entrar no carro. [...] Acho que realmente se tem de permitir a criatividade dos artistas. Levei um tempo, mas se pensar bem, chego à conclusão que consegui. Não poderia estar mais orgulhosa deste trabalho. Não é apenas um álbum, é um movimento de arte pop num todo. Não se trata apenas de uma canção.
 
Lady Gaga, MTV UK[10]

Composição[editar | editar código-fonte]

O álbum atraiu influências de músicos de glam rock do final dos anos 1970 como David Bowie e a banda Queen. Gaga incorporou seu som glam-rock, enquanto concebia melodias pop pegáveis e ganchos para criar o que ela apelidou de "pop teatral".[17] Canções como "Poker Face", "Just Dance" e "LoveGame" são canções de dança uptempo, com "Poker Face" carregando um som escuro com vocais suaves no coro e um gancho pop.[18] "Just Dance" é baseada em synthpop enquanto "LoveGame" tem uma batida mais dançante, e "Money Honey" tem um moderado techno groove.[19] "Paparazzi" é interpretada uma batida sensual,[20] enquanto "Summerboy" teve influências da música de Blondie.[17] "Eh, Eh" é creditada como uma balada em comparação com o resto das faixas de dança de The Fame.[2] A canção tem um sentimento de synthpop dos anos 80,[20] incorporando o gancho "Eh, Eh" do single de 2007 da cantora barbadiana Rihanna do álbum Good Girl Gone Bad, "Umbrella".[21]

Liricamente, as canções de The Fame falam sobre ser famoso e alcançar popularidade, "Poker Face" é sobre insinuações e provocações sexuais.[18] Gaga explicou em uma entrevista com o Daily Star que as letras carregam um pouco de um tom de confusão sobre amor e sexo.[22] De acordo com a BBC, o "Mum-mum-mum-mah" utilizado na música é copiado do hit de 1977 de Boney M, "Ma Baker".[23] "Just Dance" fala sobre ser intoxicado em uma festa, com letras como "What's going on on the floor?/I love this record, baby but I can't see straight anymore"[nota 1] .[24] "LoveGame" retrata uma mensagem sobre a fama, amor e sexualidade que é parecida com o tema central do álbum.[25] "Paparazzi" retrata um seguidor que está seguindo alguém que é seu ou sua maior .[26] As letras também retratam o desejo de capturar a atenção da câmera, bem como alcançar a fama.[27] Gaga explicou que:

Cquote1.svg Essa ideia de The Fame é executada por completo. Basicamente, se você não tem nada, sem dinheiro, sem fama, você ainda pode se sentir bonito e podre de rico. É sobre fazer escolhas, e ter referências — coisas que você puxa da sua vida e que você acredita em. Trata-se de auto-descoberta e ser criativo. A gravação é um pouco focada, mas também é eclética. [...] O objectivo da música é de inspirar as pessoas a sentirem-se de uma certa forma sobre si mesmas, de modo que vão ser capazes de abranger em suas próprias vidas, uma sensação de fama interior que pode ser projectada para o mundo, e a natureza despreocupada do álbum é um reflexo daquela aura. Eu gosto de fundir ideias interessantes para o resto do mundo através de uma lente pop. Cquote2.svg
Lady Gaga em entrevista a MTV[16]

Lançamento e repercussão[editar | editar código-fonte]

Avaliação da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 71/100
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 4.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar half.svg[2]
BBC Online favorável[28]
The Boston Globe favorável[29]
Entertainment Weekly B−[30]
The Guardian 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[3]
The Phoenix 3 de 4 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svg[31]
PopMatters 7 de 10 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svgStar empty.svg[20]
Slant Magazine 2.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar half.svgStar empty.svgStar empty.svg[32]
URB 3.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svg[33]
The Washington Post desfavorável[21]

O álbum recebeu críticas geralmente favoráveis. Obteve uma pontuação colectiva de 71 de 100 do Metacritic.[34] Mateus Chisling da Allmusic declarou: "Abastecido por faixas de dança pesadas e batidas electrónicas, The Fame [...] é uma amostra bem trabalhada do anti-pop atrevido em alta qualidade. [...] Lady Gaga tira todas as paradas em The Fame, injetando sintetizadores contundentes e batidas slicks e grooves. Desde a sua faixa de abertura até onde se fecha, The Fame falha em ser breve em sons funkys para divertir os fãs desse gênero de dança."[2] Nicole Powers da URB elogiou as "influências disco dos anos 70 e o electro pop dos anos 80" do álbum e "as letras carregadas de ironia, entregues em um estilo que deve alguma coisa a Gwen Stefani", acrescentando que "Gaga escreve cantigas deluxe que obrigam o ouvinte a 'Just Dance'.[nota 2] [33] Mikael Wood da Entertainment Weekly deu um B- a The Fame, dizendo que é notavelmente (e exaustivamente) puro em sua visão de um mundo em que nada supera ser bonito, sujo e rico. Nesta economia, porém, o seu escapismo tem seus encantos".[30] Alexis Petridis do The Guardian elogiou Gaga por ser boa em melodias. De acordo com ela, "The Fame" chega embalando uma melodia imensamente viciante ou um gancho inescapável, praticamente tudo o que soa como um outro hit single [...] The Fame certamente soa como se pudesse ser grande."[3] Evan Sawdey do PopMatters escreveu negativamente sobre as faixas "Eh Eh", "Paper Gangster" e "Brown Eyes", mas o chamou de "um álbum de dance sólido", observando que "muito do sucesso do álbum pode ser atribuído ao produtor RedOne."[20]

Joey Guerra do jornal Houston Chronicle comentou que "embora as canções presentes no álbum não são inovadoras, Gaga merece crédito por trazer a música de dança real à multidão.[35] Genevieve Koski do The AV Club e Sal Cinquemani da Revista Slant fizeram uma comparação dos vocais de Gaga com os de Gwen Stefani. Koski disse que o álbum é "alimentado por uma energia cheia-de-purpurina, incitada-por-dança que se equipa bem para extended club play, que é realmente o destino."[24] Cinquemani disse que "as letras de Gaga alternam entre baratas [... ] e [...], absurdas e as suas performances vocais são desiguais na melhor das hipóteses [...] [as] músicas que trabalham incluem "Poker Face", "Starstruck", "Paper Gangsta" e "Summerboy" — o resto quase que exclusivamente produz ganchos ágeis de cantar."[32] Freedom du Lac do The Washington Post criticou o álbum por falta de originalidade.[21] Sarah Rodman do The Boston Globe escreveu que "[...] as confecções de disco de Lady GaGa poderiam ser facilmente confundidas com o isco descuidado de, digamos, as The Pussycat Dolls. [...] Mas ouça um pouco mais às escondidas, glam grooves nessa estreia fogosa e você vai ouvir que esta spice girl que se apresentava na baixa da Cidade de Nova Iorque tem pelo menos algumas coisas em sua mente suja."[29] O crítico Robert Christgau disse que o álbum foi "superficial em sua maioria de princípios."[36] Daniel Brockman do The Phoenix, observou que no álbum "Gaga levanta o ante em termos de composições cativantes e puras [sic] [...]."[31]

Prémios e nomeações[editar | editar código-fonte]

The Fame recebeu no seu total 13 nomeações, das quais ganhou 11. Recebeu 2 nomeações aos Grammy Awards na sua 52 edição que ocorreu em 2 de Dezembro de 2009. Foi nomeado para Álbum do Ano e ganhou Melhor Álbum Electronic/Dance.[6] [37] Recebeu uma nomeação na categoria Álbum Pop/Rock Favorito nos American Music Awards de 2009, perdendo para Michael Jackson com o álbum de compilação, Number Ones. Ganhou um Premio Oye! de Álbum do Ano em 2009 e o BRIT Award de Melhor Álbum Internacional e o Fonogram Award de Álbum Pop/Rock Internacional Moderno em 2010. Nem todas as nomeações foram favoráveis. Conseguiu uma nomeação para Pior Álbum nos NME Awards, perdendo para os Jonas Brothers com o seu quarto álbum de estúdio, Lines, Vines and Trying Times.

Ano Prémio Categoria Resultado
2009 American Music Awards[38] American Music Award para Álbum Pop/Rock Favorito Nomeado
Billboard Year-End Chart Awards[39] Melhor Álbum número um Electronic/Dance Venceu
Melhor Álbum número um na European Top 100 Albums[39] Venceu
Premios Oye![40] [41] [42] [43] Álbum do Ano Venceu
Teen Choice Awards[44] Melhor Álbum (Artista Feminina) Nomeado
Virgin Media Music Awards[45] Melhor Álbum Venceu
2010 Billboard Year-End Chart Awards[39] Melhor Álbum número um Electronic/Dance Venceu
Melhor Álbum número um na European Top 100 Albums Venceu
BRIT Awards[46] Melhor Álbum Internacional Venceu
Echo Awards[47] [48] Álbum do Ano Internacional/Nacional Nomeado
Fonogram Awards[49] Álbum Pop/Rock Internacional Moderno Venceu
Grammy Awards[50] [51] Álbum do Ano Nomeado
Melhor Álbum Electronic/Dance Venceu
NME Awards[52] [53] [54] Pior Álbum Nomeado
NRJ Music Awards[55] Álbum Internacional do Ano Nomeado
World Music Awards[56] Melhor Álbum do Ano do Mundo Venceu
2011 Billboard Music Awards[57] [58] [59] Melhor Álbum número um Electronic/Dance Venceu
Melhor Álbum número um Pop Nomeado

Desempenho nas paradas[editar | editar código-fonte]

Desempenho de The Fame na Austrália.

Nos Estados Unidos, The Fame estreou no número dezassete na Billboard 200, com vendas de 24 mil exemplares em 15 de Novembro de 2008.[60] [61] Depois subir na parada, o álbum chegou a número dez em 7 de Março de 2009.[62] Em seguida, atingiu um pico de número dois na parada.[63] O álbum também liderou a Billboard Dance/Electronic Albums, ficando nessa posição por 103 semanas não consecutivas.[64] Em Março de 2010, o álbum foi certificado três vezes platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) pela venda de três milhões de cópias.[65] Em 2009, The Fame vendeu 2.238 mil cópias nos Estados Unidos, sendo o quarto álbum mais vendido nesse ano, ficando no topo o álbum Fearless de Taylor Swift.[66] No ano seguinte, The Fame vendeu 1.591 mil cópias, uma baixa em relação ao ano anterior, ficando em sexto lugar nos álbuns mais vendidos do ano, ficando no topo o álbum Recovery de Eminem.[67] Este álbum já vendeu mais de 4.4 milhões de cópias nos Estados Unidos e é o segundo álbum digital mais vendido por lá, vendendo 961 mil cópias digitais.[68] [69] [70] Com o lançamento de The Fame Monster, que também foi combinado com The Fame como uma edição deluxe, o álbum saltou de trinta e quatro para seis na Billboard 200, com vendas de 151 mil exemplares.[71] Em 16 de Janeiro de 2010, The Fame mudou-se para um novo pico de dois na Billboard 200 após ficar na parada por 62 semanas.[72]

No Canadá, o álbum alcançou o número um, e foi certificado sete vezes platina pela Music Canada para embarque de 560 mil cópias, e vendeu 390.000 cópias em Dezembro de 2009.[73] [74] [75] O álbum estreou no número seis,[76] e atingiu um pico de número dois na Nova Zelândia, além de ser certificado com dupla platina pela Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ).[77] Na Austrália, o álbum estreou no número doze[78] e atingiu um pico de três.[79] Foi certificado três vezes platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA) pela as transferências de 210 mil cópias.[80]

The Fame estreou no número três no Reino Unido.[81] Depois de passar 10 semanas no top dez, substituiu Songs for My Mother de Ronan Keating na posição máxima.[82] Desde então, o álbum ficou por quatro semanas consecutivas em número um.[83] Foi certificado quatro vezes platina pela British Phonographic Industry (BPI),[84] e vendeu 2.540.000 cópias até 1 de Março de 2011.[85] Também tornou-se o primeiro álbum a alcançar a certificação de platina com base em vendas digitais depois de vender 300.000 unidades no Reino Unido.[86] Na Irlanda, o álbum entrou nas paradas no número oito,[87] e na sua quinta semana subiu para número um por duas semanas consecutivas.[88] Na Europa continental, o álbum alcançou a posição número um na European Top 100 Albums,[89] na Austrian Albums Chart e na German Albums Chart.[90] [91] Também alcançou o top vinte no México, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Hungria, Itália, Países Baixos, Noruega, Polônia, Rússia e Suíça.[92] No mundo todo, o álbum já vendeu 12 milhões de cópias.[4] [5]

Publicidade e promoção[editar | editar código-fonte]

Logótipo de "Beautiful, Dirty, Rich.

Para promover o álbum, Gaga fez várias apresentações em todo o mundo. Sua primeira aparição na televisão foi nos NewNowNext Awards na Logo TV em 7 de Junho de 2008.[93] Ela também se apresentou nos programas de televisão So You Think You Can Dance,[94] Jimmy Kimmel Live![95] e The Tonight Show with Jay Leno.[96] Ela se apresentou no Vietname para o concurso de beleza Miss Universo 57 durante a competição de fatos de banho.[97] Em 31 de Janeiro de 2009, ela se apresentou na televisão na Irlanda no show Tubridy Tonight que vai ao ar na RTÉ One.[98] Três músicas de The Fame foram utilizadas na segunda temporada da série de televisão do The CW, Gossip Girl: "Paparazzi" no episódio "Summer, Kind of Wonderful",[99] "Poker Face" em "The Serena Also Rises",[100] e "Honey Money" em "Remains of the J".[101] Gaga também cantou "Poker Face" no American Idol na sua oitava temporada em 1 de Abril de 2009.[102] Para celebrar o lançamento da série Dirty Sexy Money, a American Broadcasting Company (ABC) criou um vídeo musical da canção de Gaga "Beautiful, Dirty, Rich", dirigido por Melina Matsoukas. Foi inicialmente anunciado como o segundo single de Gaga, mas "Poker Face" foi escolhido em seu lugar.[103] Houve dois vídeos lançados para a música  — o primeiro foi composto por vídeos de Dirty Sexy Money, e o segundo foi o vídeo musical actual.[104] A canção entrou na UK Singles Chart devido a downloads digitais e chegou ao número 83.[105]

The Fame Ball Tour[editar | editar código-fonte]

Logótipo da The Fame Ball Tour.

A The Fame Ball Tour é a digressão de estreia de Lady Gaga. Foi a primeira digressão de Gaga como artista principal, visto que ela havia se apresentado em uma digressão dos New Kids on the Block intitulada New Kids on the Block: Live, e uma para as The Pussycat Dolls intitulada World Domination Tour.[106] Esta digressão ajudou a promover o seu álbum de estúdio de estreia, The Fame. Ela foi oficialmente anunciada pela sua conta no MySpace em 12 de Janeiro de 2009. Gaga começou a planeá-la enquanto estava em digressão com as The Pussycat Dolls.[107] Os shows norte-americanos começaram em 12 de Março de 2009 em San Diego, Califórnia,[108] seguidos pelos shows na Oceânia[109] e uma caminhada a solo pela Europa.[110] Foram seguidas pelas apresentações na Ásia, bem como duas apresentações no V Festival da Inglaterra e dois shows na América do Norte que haviam sido adiados para Abril. Gaga descreveu-a como um show do estilo de museu viajante incorporando o conceito de arte performance-pop do artista Andy Warhol.[111] [112] Os bilhetes foram distribuídos também para a caridade. Versões alternativas do show com variações mínimas foram planeadas por Gaga para acomodar diferentes locais.[113]

O show consistiu em quatro segmentos, com cada segmento sendo seguido por um interlúdio de vídeo para o próximo segmento, e terminou com um bis. O show principal começou com um interlúdio chamado "The Heart".[114] O set list é composto somente por músicas de seu álbum de estreia, no entanto, "Fashion", que faz parte da trilha sonora do filme Confessions of a Shopaholic, foi interpretada.[113] Gaga apareceu no palco em trajes novos, incluindo um vestido inovador feito inteiramente de bolhas e estreou uma canção inédita chamada "Future Love".[115] [116] Um set list alternativo com pequenas alterações foi realizado nas datas europeias. O espectáculo recebeu apreciação crítica positiva com os críticos elogiando a sua clareza vocal e senso de moda, bem como a sua capacidade de retirar teatralidade como uma artista profissional.[117]

Não é realmente uma digressão, é mais uma festa viajante. Eu quero que ela seja uma experiência desde [o] minuto que você entra [pela] porta da frente até [ao] minuto que eu começo a cantar. E quando tudo estiver acabado, todo mundo vai pressionar rebobinar e revivê-la novamente [...] Vai ser como se você estivesse andando em Nova Iorque por volta do ano de 1974: Há uma instalação de arte na entrada, um DJ tocando as suas gravações favoritas na sala principal, e de seguida, o desempenho mais memorável que você já viu no palco. [...] Eu estou no telefone a cada minuto de cada dia, conversando com as pessoas, sendo criativa, planeando este Ball (em português: Baile), e meu manager de digressão constantemente dizendo: "Venha, nós temos que ir, temos que ir agora". [...] Mas para mim, o Ball é tão importante. Quero tanto fazer valer a pena cada dólar de depressão que toda a gente gasta em meu show, e sim, eu estou pagando muito por isso — com o meu próprio bolso. Mas tudo bem eu não me importo com dinheiro.
 
Lady Gaga, MTV News[107]

Faixas[editar | editar código-fonte]

Edição padrão[editar | editar código-fonte]

Versão padrão na Austrália e Canadá
# Título Compositor(es) Produtor(es) Duração
1. "Just Dance" (com participação de Colby O'Donis e Akon) Stefani Germanotta, Nadir Khayat, Aliaune Thiam RedOne 4:01
2. "LoveGame"   Germanotta, Khayat RedOne 3:31
3. "Paparazzi"   Germanotta, Rob Fusari Rob Fusari, Lady Gaga* 3:28
4. "Beautiful, Dirty, Rich"   Germanotta, Fusari Fusari 2:52
5. "Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)"   Germanotta, Martin Kierszenbaum Martin Kierszenbaum 2:55
6. "Poker Face"   Germanotta, Khayat RedOne 3:59
7. "The Fame"   Germanotta, Kierszenbaum Kierszenbaum 3:42
8. "Money Honey"   Germanotta, Khayat, Bilal Hajji RedOne 3:06
9. "Again Again"   Germanotta, Fusari Rob Fusari 3:04
10. "Boys Boys Boys"   Germanotta, Khayat RedOne 3:20
11. "Brown Eyes"   Germanotta, Fusari Rob Fusari, Lady Gaga* 4:02
12. "Summerboy"   Germanotta, Brian Kierulf, Josh Schwartz Brian & Josh 4:13
Duração total:
42:15

* denota co-produtor(a)

Singles[editar | editar código-fonte]

Logótipo de "Poker Face".
  • "Poker Face" foi lançado como o segundo single do álbum. Também foi bem recebida pelos críticos, muitos dos quais têm elogiado o gancho robótico e o coro.[125] O single alcançou maior sucesso do que "Just Dance" ficando no topo das paradas em quase todos os países em que foi lançado.[126] "Poker Face" tornou-se o segundo número um consecutivo de Gaga na Hot 100.[127] [128] Em 2 de Dezembro de 2009, "Poker Face" recebeu três nomeações ao Grammy nas categorias de Canção do Ano, Gravação do Ano, e ganhou o prémio de Melhor Gravação Dance.[6]
Logótipo de "LoveGame".
  • "LoveGame" foi lançado como o terceiro single nos Estados Unidos, Canadá e alguns países europeus. Foi o quarto single na Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido. A canção foi criticamente apreciada pela sua melodia cativante e o gancho "I wanna take a ride on your disco stick"[nota 3] .[28] A canção alcançou o top dez em países como os Estados Unidos, Austrália e Canadá, e os vinte melhores em outros.[130] [131]
  • "Paparazzi" foi anunciado como o terceiro single no Reino Unido e Irlanda com a data de lançamento prevista para 6 de Julho de 2009, o quarto single nos Estados Unidos, e o quinto single em geral.[132] A canção alcançou o top cinco na Austrália, Canadá, Irlanda e Reino Unido.[133] Também alcançou o top dez nos Estados Unidos. A canção foi apreciada pela sua natureza divertida e é considerada a canção mais memorável do álbum.[27] O vídeo musical da canção foi filmado como um mini-filme com Gaga estrelando como uma actriz condenada que é quase morta por seu namorado, mas no final se vinga e recupera sua fama e popularidade.[134]

The Fame Monster[editar | editar código-fonte]

Logótipo de The Fame Monster.
Logótipo da The Monster Ball Tour.

Originalmente destinado a ser um re-lançamento de The Fame com oito faixas adicionais, Gaga e sua gravadora anunciaram que The Fame Monster seria um álbum independente que contém oito novas canções. Lançado em 18 de Novembro de 2009 pela Universal Music, se tornou o terceiro extended play de Lady Gaga.[135] [136] A edição deluxe do álbum contém em sua totalidade The Fame, juntamente com The Fame Monster.[137] O álbum trata do lado negro da fama vivido por Gaga ao longo de 2008 a 2009 enquanto viaja ao redor do mundo, e são expressas através de uma metáfora de um monstro. Gaga comparou a sensação de seu álbum de estreia e The Fame Monster com o conceito Yin e yang. A capa foi feita por Hedi Slimane e tem um olhar gótico que Gaga teve que convencer sua editora discográfica a lançar. A composição se inspira em música gótica e desfiles de moda.[138] Os críticos contemporâneos deram uma revisão positiva ao álbum, com a maioria deles elogiando as canções "Bad Romance", "Telephone" e "Dance in the Dark".[139] Em alguns países o álbum entrou nas paradas em conjunto com The Fame, enquanto em outros, como os Estados Unidos, Canadá e Japão, entrou como um álbum separado. Já chegou no topo das paradas na Austrália, Alemanha, Irlanda, Nova Zelândia, Polónia e Reino Unido como também chegando no top dez na maioria dos principais mercados. Ela anunciou a The Monster Ball Tour para apoiar o álbum, que começou em 27 de Novembro de 2009,[140] e continuou até à 6 de Maio de 2011.

"Bad Romance" foi lançado como o primeiro single do álbum, liderando as paradas do Canadá,[141] do Reino Unido[142] e da Irlanda,[143] enquanto alcançava o número dois na Austrália,[144] Estados Unidos[145] e Suécia.[146] Mais singles lançados foram "Telephone" e "Alejandro" com ambos alcançando o top dez nos Estados Unidos e Reino Unido.[147] [148] Em 13 de Fevereiro de 2011, o álbum e suas músicas receberam três prêmios Grammy, o conjunto como um todo foi nomeado para Álbum do Ano e ganhou Melhor Álbum Pop Vocal.[149]

Cquote1.svg No meu relançamento The Fame Monster, eu escrevi tudo o que eu não escrevi em The Fame. Ao viajar o mundo por dois anos, eu encontrei vários monstros, cada um representado por uma canção diferente no novo álbum: meu "Medo do Monstro Sexo", meu "Medo do Monstro Álcool", meu "Medo do Monstro Amor", meu "Medo do Monstro Morte", meu "Medo do Monstro Solidão", etc. Passei muitas noites na Europa Oriental, e este álbum é uma experimentação pop com batidas industriais/góticas, melodias de dance music dos anos 90, uma obsessão com o génio lírico do pop melancólico dos anos 80. Escrevi as canções enquanto assistia a desfiles de moda mudos e eu sou obrigada a dizer que a minha música foi marcada por eles. Cquote2.svg
Lady Gaga explicando a origem do álbum em uma entrevista ao Yahoo!.[150]

Hitmixes[editar | editar código-fonte]

Hitmixes
EP de Lady Gaga
Lançamento 25 de Agosto de 2009 (2009-08-25)
Gênero(s) Dance-pop
Duração 30:23
Idioma(s) Inglês
Formato(s) Download digital
Gravadora(s) Universal Music
Produção Chew Fu, Guéna LG, Moto Blanco, RedOne, Robots to Mars, Space Cowboy
Cronologia de Lady Gaga
Último
Último
The Cherrytree Sessions
(2009)
The Fame Monster
(2009)
Próximo
Próximo

Foi lançado um extended play (EP) de remisturas para The Fame. Hitmixes, como foi denominado, foi lançado em 25 de agosto de 2009 somente no Canadá através da Universal Music canadense. O álbum possui versões realizadas por vários músicos, como RedOne e Space Cowboy, que trabalharam com Gaga anteriormente. O EP é influenciado pela música dos anos 80 e é derivado do estilo musical house. O trabalho recebeu opiniões positivas dos críticos do Calgary Herald e da revista Blare, estreando na posição oito da Canadian Albums Chart.

Antecedentes e composição[editar | editar código-fonte]

The Fame foi lançado em 19 de Agosto de 2008;[151] ele rendeu cinco singles: "Just Dance", "Poker Face", "Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)", "LoveGame" e "Paparazzi". "Eh, Eh" não foi lançado na América do Norte, sendo assim não remixado e não incluído em Hitmixes. Os outro quatro singles, todos alcançaram o top três na Canadian Hot 100.[152] A faixa homônima do álbum, "The Fame", também foi remixada e incluída no EP. RedOne, principal produtor de Gaga, produziu um remix de "Just Dance" para ser incluído na gravação; outros produtores foram Robots to Mars, Space Cowboy, Moto Blanco e Guéna LG. Hitmixes foi lançado exclusivamente no Canadá em formato compact disc. A Universal Music Canada lançou o álbum em 25 de Agosto de 2009 no país.[153] [154] O remix de Moto Blanco para "Paparazzi" e o remix de Glam as You para "The Fame" possuem influências de música dos anos 80, enquanto o "LoveGame" Chew Fu Ghettohouse Fix e o mix de Space Cowboy para "Poker Face" possuem estilos house, incluindo incorporações de trance e dos sintetizadores.[155] O cantor de rock Marilyn Manson e o rapper Kardinal Offishall contribuem com vocais adicionais para o EP como artistas convidados.[156]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Já que foi lançado somente no Canadá, Hitmixes não recebeu muitas críticas profissionais. Apesar disso, o Calgary Herald afirmou que as faixas foram "remisturadas artisticamente e decadentemente".[157] Dan Ranking da Blare Magazine deu ao álbum três estrelas e meia, dizendo que os mixes mostraram "variados graus de sucesso".[155] Hitmixes debutou e alcançou a posição oito na Canadian Albums Chart.[158] [159] Depois, o álbum desceu até a posição 23, onde obteve sua última semana na parada.[160]

Faixas

# Título Compositor(es) Produtor(es) Duração
1. "LoveGame" (Chew Fu Ghettohouse Fix (com Marilyn Manson) Lady Gaga, RedOne Chew Fu 5:21
2. "Poker Face" (Space Cowboy Remix) Lady Gaga, RedOne Space Cowboy 4:54
3. "Just Dance" (RedOne Remix) (com Kardinal Offishall) Lady Gaga, RedOne, Aliaune Thiam RedOne 4:19
4. "Paparazzi" (Moto Blanco Remix) (versão de rádio) Lady Gaga, Rob Fusari Moto Blanco 4:06
5. "The Fame" (Glam as You Remix) (versão de rádio) Lady Gaga, Martin Kierszenbaum Guéna LG 3:56
6. "Just Dance" (Robots to Mars Mix) Lady Gaga, RedOne, Thiam Robots to Mars 4:38
7. "LoveGame" (Robots to Mars Remix) Lady Gaga, RedOne Robots to Mars 3:14
Duração total:
30:22
Notas

Créditos[editar | editar código-fonte]

Créditos adaptados do portal Allmusic.[161]

  • Jon Cohen – teclado
  • Rob Fusari – compositor
  • D. Harrison – programador, produtor, misturador
  • Vincent Herbert – produtor executivo, A&R
  • Martin Kierszenbaum – compositor, misturador, A&R
  • Lady Gaga – compositor
  • Moto Blanco – programador, produtor, misturador
  • Robert Orton – misturador de áudio
  • Simon Paul – director de arte
  • RedOne – compositor
  • A. Smith: programador, produtor, misturador
  • Aliaune "Akon" Thiam: compositor
  • Tony Ugval: engenheiro de áudio

Créditos[editar | editar código-fonte]

Fonte:[1]

Recepção geral[editar | editar código-fonte]

Posições nas paradas

Vendas e certificações[editar | editar código-fonte]

Região Certificador Certificação
(limiares de vendas)
Vendas Referência
 Alemanha BVMI Gold.png 9× Ouro 900.000 [203]
 Austrália ARIA Triple Platinum.png 3× Platina 280.000 [80]
 Áustria IFPI Quadruple Platinum.png 4× Platina 80.000 [204]
 Bélgica BEA Double Platinum.png 2× Platina 60.000 [205]
 Brasil ABPD Double Platinum.png 2× Platina 140.000 [206]
 Canadá Music Canada Platinum.png 7× Platina 470.000 [74]
 Dinamarca IFPI Platinum.png Platina 30.000 [207]
 Espanha PROMUSICAE Platinum.png Platina 60.000 [208]
 Estados Unidos RIAA Triple Platinum.png 3× Platina 3.000.000 [209]
União Europeia IFPI Double Platinum.png 2× Platina 3.000.000 [210]
 Finlândia IFPI Platinum.png Platina 20.000 [211]
 França SNEP Diamond2.png Diamante 600.000 [212]
 Grécia IFPI Platinum.png Platina 12.000 [213]
 Hungria MAHASZ Double Platinum.png 2× Platina 10.000 [214]
 Irlanda IRMA Platinum.png 9× Platina 135.000 [215]
 Itália FIMI Platinum.png Platina 120.000 [216]
 Japão RIAJ Triple Platinum.png 3× Platina 600.000 [217]
 México AMPFV Platinum.png Platina + Gold.png Ouro 60.000 [218]
 Noruega IFPI Gold.png Ouro 15.000 [219]
 Nova Zelândia RIANZ Platinum.png 5× Platina 80.000 [220]
 Polónia OLIS Triple Platinum.png 3× Platina 100.000 [221]
 Portugal AFP Platinum.png Platina 20.000 [222]
 Reino Unido BPI Quadruple Platinum.png 4× Platina 2.700.000 [84]
 Rússia IFPI Quadruple Platinum.png 4× Platina 80.000 [223]
 Suécia IFPI Gold.png Ouro 20.000 [224]
Suíça IFPI Quadruple Platinum.png 4× Platina 60.000 [225]

Gráficos de Sucessão[editar | editar código-fonte]

Gráficos de sucessão
Precedido por
Kala por M.I.A.
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
15 de Novembro de 2008 – 17 de Janeiro de 2009
Sucedido por
Slumdog Millionaire por A. R. Rahman
Precedido por
Dark Horse por Nickelback
Álbuns número um na Canadá Canadian Albums Chart
24 de Janeiro de 2009 – 31 de Janeiro de 2009
Sucedido por
Dark Horse por Nickelback
Precedido por
Working on a Dream por Bruce Springsteen
Álbuns número um na República da Irlanda Irish Albums Chart
12 de Fevereiro de 2009 – 19 de Fevereiro de 2009
Sucedido por
Blue Lights on the Runway por Bell X1
Precedido por
Slumdog Millionaire por A. R. Rahman
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
14 de Fevereiro de 2009 – 7 de Março de 2009
Sucedido por
Slumdog Millionaire por A. R. Rahman
Precedido por
No Line on the Horizon por U2
Álbuns número um na República da Irlanda Irish Albums Chart
20 de Março de 2009 – 27 de Março de 2009
Sucedido por
Songs for My Mother por Ronan Keating
Precedido por
Slumdog Millionaire por A. R. Rahman
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
21 de Março de 2009 – 2 de Maio de 2009
Sucedido por
Sounds of the Universe por Depeche Mode
Precedido por
No Line on the Horizon por U2
Álbuns número um na Áustria Austrian Albums Chart
25 de Março de 2009 – 2 de Abril de 2009
Sucedido por
Nichts Passiert por Silbermond
Precedido por
Sounds of the Universe por Depeche Mode
Álbuns número um na República da Irlanda Irish Albums Chart
2 de Abril de 2009 – 9 de Abril de 2009
Sucedido por
Eoghan Quigg por Eoghan Quigg
Precedido por
Songs for My Mother por Ronan Keating
Álbuns número um na Reino Unido UK Albums Chart
5 de Abril de 2009 – 26 de Abril de 2009
Sucedido por
Together Through Life por Bob Dylan
Precedido por
Eoghan Quigg por Eoghan Quigg
Álbuns número um na República da Irlanda Irish Albums Chart
16 de Abril de 2009 – 23 de Abril de 2009
Sucedido por
Listen por Christy Moore
Precedido por
No Line on the Horizon por U2
Álbuns número um na União Europeia European Top 100 Albums
2 de Maio de 2009 – 9 de Maio de 2009
Sucedido por
Sounds of the Universe por Depeche Mode
Precedido por
Ellipse por Imogen Heap
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
16 de Maio de 2009 – 5 de Setembro de 2009
Sucedido por
Ocean Eyes por Owl City
Precedido por
Ocean Eyes por Owl City
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
19 de Setembro de 2009 – 31 de Outubro de 2009
Sucedido por
The Fame Monster por Lady Gaga
Precedido por
The Fame Monster por Lady Gaga
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
5 de Dezembro de 2009 – 12 de Dezembro de 2009
Sucedido por
This Is Happening por LCD Soundsystem
Precedido por
This Is Happening por LCD Soundsystem
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
19 de Dezembro de 2009 – 29 de Maio de 2010
Sucedido por
Streets of Gold por 3OH!3
Precedido por
Reality Killed the Video Star por Robbie Williams
Álbuns número um na Alemanha German Albums Chart
8 de Janeiro de 2009 – 29 de Janeiro de 2009
Sucedido por
Schall & Wahn por Tocotronic
Precedido por:
The Element of Freedom por Alicia Keys
Álbuns número um na Suíça Swiss Albums Chart
10 de Janeiro de 2010 – 14 de Fevereiro de 2010
Sucedido por:
Soldier of Love por Sade
Precedido por:
I Dreamed a Dream por Susan Boyle
Álbuns número um na União Europeia European Top 100 Albums
16 de Janeiro de 2010 – 20 de Fevereiro de 2010


Precedido por
Sunny Side Up por Paolo Nutini
Álbuns número um na República da Irlanda Irish Albums Chart
21 de Janeiro de 2010 – 11 de Fevereiro de 2010
Sucedido por
Crazy Love por Michael Bublé
Precedido por
Glee: The Music, Volume 1 por Glee
Álbuns número um na Reino Unido UK Albums Chart
28 de Fevereiro de 2010 – 7 de Março de 2010
Sucedido por
Lights por Ellie Goulding
Precedido por:
Brother por Boyzone
Álbuns número um na Reino Unido UK Albums Chart
21 de Março de 2010 – 28 de Março de 2010
Sucedido por:
Brother por Boyzone
Álbuns número um na Reino Unido UK Albums Chart
11 de Abril de 2010 – 18 de Abril de 2010
Sucedido por:
The Defamation of Strickland Banks por Plan B


Precedido por
A Curious Thing por Amy Macdonald
Álbuns número um na União Europeia European Top 100 Albums
24 de Abril de 2010 – 1 de Maio de 2010
Sucedido por
Iron Man 2 por AC/DC
Precedido por
Streets of Gold por 3OH!3
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
12 de Junho de 2010 – 10 de Julho de 2010
Sucedido por
Maya por M.I.A.
Precedido por
Maya por M.I.A.
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
24 de Julho de 2010 – 31 de Julho de 2010
Sucedido por
The Remix por Lady Gaga
Precedido por
The Remix por Lady Gaga
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
7 de Agosto de 2010 – 14 de Agosto de 2010
Sucedido por
The Fame Monster por Lady Gaga
Precedido por
Tron: Legacy por Daft Punk
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
28 de Agosto de 2010 – 11 de Dezembro de 2010
Sucedido por
I Am the Dance Commander + I Command You to Dance: The Remix Album por Kesha
Precedido por
Szanuj por Star Guard Muffin
Álbuns número um na Polónia Polish Albums Chart
17 de Janeiro de 2011 – 23 de Janeiro de 2011
Sucedido por
Picking up the Pieces por Aga Zaryan
Precedido por:
I Am the Dance Commander + I Command You to Dance: The Remix Album por Kesha
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
26 de Fevereiro de 2011 – 2 de Abril de 2011
Sucedido por:
Tron: Legacy Reconfigured por Daft Punk
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
16 de Abril de 2011 – 23 de Abril de 2011


Precedido por
The Fall por Gorillaz
Álbuns número um na Estados Unidos Billboard Dance/Electronic Albums
14 de Maio de 2011 – 4 de Junho de 2011
Sucedido por
Born This Way por Lady Gaga
Precedido por
 —
Álbuns de estúdio de Lady Gaga
2008 – 2011
Sucedido por
Born This Way

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

País Data Formato Editora discográfica
 Canadá 19 de Agosto de 2008[226] CD, LP, download digital Universal Music
 Portugal 1 de Setembro de 2008[227] Download digital (edição internacional)
1 de Outubro de 2008[228] CD Interscope
29 de Dezembro de 2009[229] Download digital (edição internacional revisada) Universal Music
 Austrália 5 de Setembro de 2008[230] CD, download digital (edição padrão)
28 de Outubro de 2008[231] CD, download digital (edição internacional)
 Estados Unidos CD, LP, download digital Streamline, Kon Live, Interscope, Cherrytree
 Itália 31 de Outubro de 2008[232] CD, download digital (edição padrão) Universal Music
20 de Janeiro de 2009[233] CD, download digital (edição internacional)
 Alemanha 2 de Dezembro de 2008[234] CD, download digital
 Reino Unido 12 de Janeiro de 2009[235] [236] Polydor
 Argentina 16 de Fevereiro de 2009[237] CD Universal Music
 Espanha 24 de Fevereiro de 2009[238] CD, download digital
 Brasil 31 de Março de 2009[239] CD
 Chile 4 de Maio de 2009[240]
 Japão 20 de Maio de 2009[241]
22 de Julho de 2009[242] [243] [244] CD, DVD

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. Em português: O que está acontecendo no chão?/Eu amo essa gravação, baby mas eu não consigo ver mais direito".
  2. "Just Dance" em português significa "Simplesmente Dance".
  3. Em português: "Eu quero fazer um passeio em seu disco stick"
Citações
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