Carlos Orleans Brandão Junior

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Carlos Brandão
Vice-governador do  Maranhão
Período 1º de janeiro de 2015
até atualidade
Governador Flávio Dino
Antecessor(a) cargo vacante
Deputado federal pelo  Maranhão
Período - 1º de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2011
- 1º de fevereiro de 2011
29 de dezembro de 2014
Dados pessoais
Nascimento 2 de junho de 1958 (59 anos)
Colinas, MA
Partido PRB
Profissão Empresário

Carlos Orleans Brandão Júnior (Colinas, 2 de junho de 1958) é um empresário e político brasileiro. Filiado ao PRB, é o atual vice-governador do Maranhão. Anteriormente, exerceu os cargos de deputado federal pelo estado do Maranhão por dois mandatos consecutivos e chefe do gabinete militar do Maranhão.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Começou a carreira política em 2000 ao se candidatar a vice-prefeito de São Luís na chapa encabeçada por João Castelo ainda como membro do PL, sendo derrotado por Jackson Lago.

Nomeado chefe do gabinete militar do Maranhão em 2002, renunciou ao cargo em 2006 para se candidatar a deputado federal pelo PSDB. Elegeu-se deputado federal nas eleições de 2006, sendo reeleito em 2010.[1]

Vice-governador do Maranhão[editar | editar código-fonte]

Nas eleições de 2014, foi eleito vice-governador do Maranhão na chapa encabeçada por Flávio Dino (PCdoB). Apoiou Aécio Neves no primeiro e no segundo turno. No entanto, Flávio apoiou Dilma Rousseff.

Rompimento com o PSDB[editar | editar código-fonte]

Nas eleições internas do partido em novembro de 2017, ocorrendo a disputa pela presidência do PSDB no Maranhão, Carlos se candidatou à reeleição para o posto, mas perdeu para o senador Roberto Rocha,[2] que é pré-candidato ao governo do estado em 2018. Tal situação representou o fim de sua candidatura à reeleição como vice-governador do Maranhão pela legenda tucana. O PSDB anunciou divergências ideológicas com o governador e críticas à postura deste por ser de esquerda, por ter liderado um manifesto entre governadores do Nordeste contra o Processo de impeachment de Dilma Rousseff e na defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva[3]. O rompimento contou com apoio de grandes nomes do partido como João Doria (prefeito de São Paulo) e Aécio Neves (senador e até então presidente nacional do PSDB).[4][5]

Filiação ao PRB[editar | editar código-fonte]

Devido à opção do PSDB em romper com o governador Flávio Dino (PCdoB)[6], um grupo de filiados da base governista decidiu pela desfiliação da legenda e posterior filiação ao PRB. O grupo é constituído por Carlos Brandão (vice-governador), Neto Evangelista (secretário de desenvolvimento social e deputado estadual), Luís Fernando Silva (prefeito de São José de Ribamar), Vianey Bringel (prefeita de Santa Inês (Maranhão)) e os deputados estaduais Sérgio Frota e Marcos Calda. [7] De tal forma que Carlos poderá se candidatar a reeleição como vice na chapa do atual governador em 2018.

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Referências