Angélica (apresentadora)

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Angélica
Angélica no programa Lady Night em 2018.
Nome completo Angélica Ksyvickis
Nascimento 30 de novembro de 1973 (46 anos)
Santo André, SP
Residência Rio de Janeiro, RJ[1][2]
Nacionalidade brasileira
Estatura 1,63m
Cônjuge Luciano Huck (c. 2004)
Ocupação
Período de atividade 1987–presente
Prêmios Lista
Carreira musical
Período musical 1988–presente
Gênero(s)
Extensão vocal meio-soprano lírico
Gravadora(s)
Religião católica
Assinatura
Assinatura Angélica.png

Angélica Ksyvickis (Santo André, 30 de novembro de 1973) é uma apresentadora, atriz e ex-cantora brasileira.[3][4][5] Começou a carreira na televisão aos 13 anos na Rede Manchete, onde comandou o Clube da Criança, o Nave da Fantasia e o Milk Shake. No SBT apresentou entre 1993 e 1996 o Casa da Angélica, o TV Animal e o Passa ou Repassa. Na Rede Globo estreou em 1996 com Angel Mix e fez as telenovelas infantis Caça Talentos, Flora Encantada e Bambuluá. Mudando o foco para o público jovem, comandou o Vídeo Game, o talent show Fama e o Estrelas

Também teve destaque na música sendo contratada pela gravadora CBS aos 14 anos de idade para divulgar as músicas em seus programas de TV, seu primeiro álbum no ano de 1988 acabou lhe projetando para o sucesso nacional com o sucesso "Vou de Táxi", entre os anos de 1988 e 2001 acabou lançando 13 álbuns de estúdio, nesse período esteve nas gravadoras CBS Records, Columbia Records e Universal Music.[6]

Biografia[editar | editar código-fonte]

São Bernardo do Campo, cidade onde Angélica cresceu.

Filha da dona de casa Angelina Ksyvicks e do metalúrgico Francisco Ksyvicks, tendo ainda como irmã mais velha a empresária Márcia Marbá, Angélica nasceu em 30 de novembro de 1973. Seu nome é em homenagem à mãe Angelina que, após diversas tentativas de ter um segundo filho, conseguiu engravidar de uma menina. Nascida em Santo André, foi criada em São Bernardo do Campo. Tem uma pinta de nascença na perna esquerda, que sempre foi sua marca registrada.

Angélica possui ascendência polonesa, austríaca, russa, italiana, portuguesa, croata, lituana, romena, moldava, ucraniana e indígena piquerobi.[7][8]

Angélica estudou a pré-escola no Colégio Salete. Nesta época de sua infância, seu pai foi baleado durante um assalto, ficando hospitalizado em estado grave, o que lhe causou um trauma e fez com que desenvolvesse depressão e síndrome do pânico, o que a levou a frequentar sessões de psicoterapia. Com medo de sair de casa, seu passatempo nesta época era imitar as chacretes que via dançando na TV, já desejando ser uma artista.[9][8]

Angelina, mãe de Angélica, questionou-lhe se ela tinha vontade de participar da atração e surpreendeu-se com a resposta positiva, levando Angélica para o programa Buzina do Chacrinha na Rede Bandeirantes, em 1979 lá acaba chamando a atenção do apresentador que faz com que ela participe do programa no concurso da "Criança mais bonita do Brasil", Angélica acaba vencendo o concurso por dois anos seguidos. Em 1986. aos 12 anos, integrou o grupo infantil Ultraleve,[10] inspirado no Balão Mágico, que também trazia Rodrigo Faro e Ticiane Pinheiro, porém o grupo durou apenas seis meses, uma vez que os três foram convocados para se tornarem apresentadores em emissoras diferentes.[11]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Aos 15 anos teve seu primeiro namorado, César Filho, 13 anos mais velho, o relacionamento só foi exposto ao público em 1991, quando ela completou a maioridade, evitando sensacionalismo. Na época, Angélica era considerada um "modelo de comportamento" para os adolescentes e seu nome se tornou sinônimo de uma atitude "pura, conservadora e inocente" a apresentadora jurava que se casaria virgem. Mesmo com seu comportamento e estilo sendo considerados "apropriados" para a idade, sua imagem pública era vista por uma parte da mídia e do público como uma "estratégia de marketing". Algum tempo depois, ela declarou que perdeu a virgindade com César aos 17 anos. Eles ficaram noivos e aos 23 anos após 7 anos juntos Angélica rompeu o compromisso com César.[12] Depois, teve um relacionamento com o ator Márcio Garcia que durou três meses.[13][14] Em 1997, começou a namorar Maurício Mattar, vivendo um relacionamento conturbado, cheio de idas e vindas, e a família dela não queria o relacionamento por ele ter se envolvido com drogas. Angélica cresceu aos olhos do público e não conseguiu aproveitar a adolescência, por conta do trabalho, ela diz que a "rebeldia" veio de forma tardia só aos 22 anos percebeu que por conta do trabalho não tinha tido a sua fase adolescente e queria fazer coisas que qualquer jovem de sua idade faziam. Acreditava-se que ela era "superprotegida" por seus pais, que acompanharam sua carreira de perto desde o início. Ela negou diversas vezes na mídia e disse que, na verdade, gostava da presença de seus pais e que teve "sorte de estar bem estruturada" para lidar com a fama desde muito cedo.[15]

Na época, a apresentadora chegou a viajar com o namorado escondido de sua família para o Chile (Angélica falou para sua mãe, dona Angelina Ksyvickis que iria com uma amiga), mas acabou virando capa de revista ao lado do namorado e o seu pai que não aceitava o relacionamento foi parar no hospital e Angélica teve que voltar correndo para o Brasil. Em 2001, eles se separaram.[16][17] Em 2002, Angélica começou a namorar o empresário Luís André Calainho. Com nove meses de namoro eles ficaram noivos, mas depois de alguns meses, se separaram.[18] e a apresentadora voltou a namorar o cantor Mauricio Mattar, após o cantor declarar a imprensa que Angélica era a mulher de sua vida. Eles chegaram a falar em casamento para 2004. Em julho de 2003, Angélica começa um romance com o apresentador Luciano Huck nos bastidores do filme Um Show de Verão enquanto namorava Mauricio Mattar, vindo a terminar com o cantor no dia 28 de novembro de 2003. No dia da festa, o cantor chegou a passar de carro diversas vezes em frente ao apartamento da apresentadora. Em fevereiro de 2004, Angélica e Luciano Huck são flagrados pela revista Contigo em clima de romance em Barcelona e acabam tendo que assumir o namoro.[19][20]

Angélica e Luciano em camarote do carnaval 2009

Em 30 de outubro de 2004, casou-se grávida no civil e no religioso com o apresentador de televisão Luciano Huck, com quem se relacionava desde 2003. A boda ocorreu em 30 de outubro de 2004, na Marina da Glória, na Cidade do Rio de Janeiro. O casamento foi marcado por elegância e convidados ilustres, com um rígido sistema de segurança para evitar penetras. O casamento foi abençoado por um padre, por Angélica ser católica, e por um rabino, por Luciano ser judeu. O casal passou a lua-de-mel em Nova York.[21][22] Em 2010, o apresentador Luciano Huck afirmou em entrevista na TV, no programa Irritando Fernanda Young, que já tinha ficado com sua futura mulher em 2000, durante uma matéria para o Caldeirão do Huck em Fernando de Noronha.[23] O apresentador afirma que na época tentou marcar algo com Angélica depois que voltaram de viagem e que a apresentadora marcou com ele e não apareceu, então, Luciano Huck mandou um cano com um laço para Angélica e um bilhete que dizia: "Você deu o maior cano da minha vida".[24] Os apresentadores voltaram a ter um romance depois de 3 anos. Atualmente, o casal reside no bairro nobre Joá, considerado a Beverly Hills do Rio de Janeiro.[25][26] Juntos, são considerados um dos casais de celebridades brasileiro mais bem sucedidos, influentes e famosos dos últimos tempos.[27][28]

Todos os seus três filhos nasceram por intervenção cesariana. O primeiro, Joaquim, nasceu em 8 de março de 2005 no Hospital Albert Einstein, na cidade de São Paulo.[29] O segundo, Benício, nasceu em 3 de novembro de 2007, na Casa de Saúde São José, na cidade do Rio de Janeiro.[30] Segundo a artista, essa gravidez foi planejada, diferente da anterior. A primeira menina, Eva, nasceu na Maternidade Perinatal também no Rio de Janeiro, em 25 de setembro de 2012.[31][32]

Em maio de 2015, Angélica sofreu um acidente de avião no Mato Grosso do Sul com seu marido, e seus 3 filhos e 2 babás depois de ter gravado o especial do seu programa Estrelas, no Pantanal. Apesar de alguns leves ferimentos o acidente que teve a atenção da mídia nacional, todos ficaram bem.[33] Em 2016, ela revelou em entrevista para a revista Trip que busca curar o trauma do acidente com a família através da prática de meditação.[34] Após investigações, constatou-se que o capacitor da aeronave estava invertido, o que propulsou o incidente.[35][36]

Carreira[editar | editar código-fonte]

1987–93: Início na Rede Manchete[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clube da Criança e Milk Shake

Como apresentadora, começou em 1987, aos 13 anos sendo descoberta pelo diretor Maurício Sherman nos corredores da Rede Manchete segundo o diretor, ele viu na jovem menina um grande potencial artístico. Iniciou no programa infantil Nave da Fantasia no dia 6 de abril de 1987, substituindo Simony que migrava para o SBT, e no juvenil "Shock".[37] Porém, o sucesso maior veio quando substituiu a apresentadora Xuxa no comando do Clube da Criança, a partir de 12 de outubro de 1987. Inicialmente Angélica tinha a companhia de Ferrugem na apresentação do infantil, mas logo o ator deixou o programa e Angélica passou a apresentar sozinha, alcançando grande prestígio na imprensa não apenas pela sua maneira de conduzir o Clube, com os bordões "Um Beijãozão" e "Bye que Bye Bye Bye", mas principalmente por sua beleza e charme.[38] O programa tinha brincadeiras, desenhos animados e atrações musicais, e ia ao ar nas tardes de segunda à sexta das 16h às 19h, registrando bons índices de audiência para o canal e transformando a apresentadora num dos ícones infantis da televisão brasileira nas décadas de 80 e 90 além dos desenhos animados, o programa foi o portão de desembarque para a febre Tokusatsu no Brasil, como Jaspion, Changeman, Flashman, e outros, e contava com várias assistentes de palco primeiramente intituladas de "Clubetes" , tendo a atriz Camila Pitanga e posteriormente as Angelicats, entre elas as atrizes Giovanna Antonelli, Juliana Silveira, Amanda Pinheiro e Geovanna Tominaga.[39][40] Logo a apresentadora vira marca de bonecas, brinquedos, cosméticos e personagem de revista em quadrinhos lançado pela Bloch Editores.[41][42]

A partir de 6 de agosto de 1988 paralelamente ao Clube da Criança, Angélica também passou a apresentar nas tardes de sábado da Rede Manchete o programa de atrações musicais Milk Shake, onde interpretava vários personagens, e que também serviu de vitrine para outros nomes como a apresentadora Babi Xavier, que iniciou carreira aos 14 anos no programa como assistente de palco,[43][44] o programa era feito de "uma porção de som, pitadas de humor e algumas doses de entrevistas". Milk Shake era exibido às 16h. O horário estava "órfão" do Cassino do Chacrinha, da Globo, devido ao falecimento do apresentador Abelardo Barbosa em 30 de junho. A emissora não escondeu a intenção de angariar a audiência que a concorrente havia perdido com a morte do Velho Guerreiro. De fato, o Milk Shake com Angélica conseguiu avançar contra o "exército inimigo" na guerra dos números se tornando um sucesso de audiência. O cenário era composto por carros e motocicletas da década de 1960 que dividiam espaço com letreiros em neon. Com o sucesso na TV Angélica acaba sendo contratada pela gravadora CBS Records no mesmo ano de 1988 e lança seu primeiro álbum de estúdio, que lhe rendeu o hit "Vou de Táxi" música que atinge as paradas de sucesso da época. Nos anos seguintes Angélica voltaria a lançar outros discos que acabavam tendo uma forte divulgação tanto no "Clube da Criança" quanto no "Milk Shake". A seleção musical do Milk Shake ia do samba ao rock, passando pela música sertaneja. Com apenas 14 anos de idade Angélica recebia RPM, Dominó, Egotrip, Kátia, Nico Rezende, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Fábio Junior, Pepeu Gomes, Rosanah entre muitos outros. Esta mistura de gêneros do programa rendeu elogios de Caetano Veloso, em entrevista à revista IstoÉ, o cantor elegeu o Milk Shake como seu programa musical preferido, porque tinha "de tudo". Além dos números musicais, havia também espaço para a dramaturgia. Angélica treinava seu lado atriz em esquetes relacionadas ao tema de cada episódio. Toda semana com uma proposta diferente como: Idade Média, Cinema Mudo, Espaço Intergaláctico, Novelas e uma sátira do programa de Chacrinha. Para a própria Angélica, o Milk Shake representou um grande passo para a sua carreira e uma grande contribuição para a revelação de seu talento não apenas diante das crianças, como também do público jovem.[45]

Ainda na Rede Manchete, protagonizou em 1991 a minissérie O Guarani, no papel de Cecília de Mariz, onde foi muito elogiada por sua atuação.[46] A apresentadora permaneceu na Rede Manchete por 6 anos, de 1987 até 1993, sendo esse considerado um período de muito sucesso. Em dezembro de 1992, a Rede Manchete (seria vendida para o grupo IBF), Angélica acabou renovando seu contrato com a emissora em janeiro de 1993, porém o mesmo foi rescindido em 22 de março. Os projetos da apresentadora no canal foram suspensos em razão de sua ida para o SBT. A apresentadora já havia recebido um convite de Silvio Santos em 1988, mas, na época recusado,[47] estava também em negociações com a Globo. Contudo, a emissora-líder pretendia mantê-la apenas em um programa musical no estilo Milk Shake, e desvincular sua imagem de apresentadora infantil para aproveitá-la como atriz em um papel na novela O Mapa da Mina. Angélica resistiu a proposta pois não pretendia abandonar o público infantil naquele momento e assinou o contrato com o canal de Silvio Santos. No dia que assinou o contrato, recebeu uma correspondência de Adolpho Bloch (dono da Rede Manchete) dizendo que ela não deixasse a emissora, porque ele havia reassumido o controle da empresa, mas, à essa altura Angélica já havia assinado contrato com o SBT.[45]

1993–96: SBT[editar | editar código-fonte]

O ingresso de Angélica no SBT se deu em abril de 1993, em 9 de agosto a apresentadora estreia na emissora com o Casa da Angélica, o programa começou marcando 8 pontos, índice já alto na época, e subindo para 12.[48] O programa era levado ao ar à tarde a partir das 15h e tinha desenhos animados, musicais, brincadeiras com a plateia e quadros de humor, dos quais Angélica participava com vários personagens: "Anjôlica", onde ela imitava Jô Soares; "Angélia", imitação da culinarista Ofélia Anunciato; "Angelicastrid", imitação de Astrid Fontenelle, na época apresentadora/VJ da MTV Brasil; o "Taxista Bernadão", que recebia diversas celebridades em seu táxi; sua prima malvada "Cycy", que tinha um problema de dicção e que fazia diversas maldades com Angélica por ter inveja da prima; também interpretava outros personagens que, porém, eram menos frequentes no programa. Ainda satirizava trechos de novelas mexicanas da emissora com exagero nas emoções e figurinos, como a malvada Catarina Cruel, do sucesso Ambição e possuía matérias de interesse infantil, com o repórter Otaviano Costa.[49]

Alguns anos depois em abril de 1995,[50] Angélica passou a substituir Gugu nos programas Passa ou Repassa e TV Animal que passam a ser exibidos diariamente. Não demorou muito para se firmar, ainda mais, como ídolo das crianças e adolescentes e se tornar a menina dos olhos de Silvio Santos. Pesquisa da época revelavam esta ser a apresentadora feminina com mais espaço na TV, onde comandava três programas Casa da Angélica que nesse período foi transferido para às 7h da manhã, já a sequência vespertina TV Animal e Passa ou Repassa batia a Sessão da Tarde em audiência, com isso, recebe novamente a atenção dos diretores da Rede Globo com a promessa de ocupar diariamente as manhãs do canal, a apresentadora acaba aceitando o convite e deixa o SBT em 11 de maio de 1996, frustrando os planos de Silvio Santos que havia cobrido a proposta e pretendia lançá-la também em um programa dominical.[51][52]

1996–01: Rede Globo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Angel Mix, Caça Talentos e Bambuluá

No dia 16 de setembro de 1996 Angélica estreia na Rede Globo com o programa infanto-juvenil Angel Mix, o programa inicialmente com apenas meia hora de duração, era exibido após a TV Colosso, às 11h. A partir de janeiro de 1997, com o sucesso de audiência o programa ocupou toda a manhã da Rede Globo, entrando no ar das 8h30 às 11h30. No início, o Angel Mix era composto apenas por brincadeiras e gincanas entre as equipes Azul e Laranja, cerca de 500 crianças ficavam acomodadas em um cenário que tinha uma arquibancada e duas passarelas de dois andares, montadas no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro, onde o programa era gravado – antes de as gravações serem transferidas para o Projac, e musicais com artistas convidados e exibição de desenhos de sucesso como Pernalonga, O Máskara, Luluzinha, Mickey e Donald, Power Rangers entre outros.[53] A partir das 11h30, entrava no ar a novelinha infantil, Caça Talentos, no qual Angélica interpretava a protagonista fada Bela, uma órfã de origem humana que devia decidir entre viver na realidade ou no mundo da fantasia. A qual dobrou a média de audiência da emissora.[54]

As músicas que embalavam a trama — "Fada Bela" "Dança da Fadinha" e "Amor de Fada" — fizeram grande sucesso. Caça Talentos ficou no ar por três temporadas, completando mais de 500 capítulos inéditos exibidos. Em dezembro de 1996, a novelinha de Angélica ganhou um especial de fim de ano no horário nobre com uma hora e meia de duração, que foi o segundo maior em audiência naquele ano. O último capítulo da história teve direito a clipe no Fantástico.[55][56] Em março de 1998, o programa Angel Mix foi reformulado e passou a ter a praia como tema central em seu cenário, nas datas festivas, o ambiente era transformado, ganhando o clima da comemoração em questão, como a Copa do Mundo, as Festas Juninas ou a chegada da Primavera. Com a expansão do programa nas manhãs da emissora integraram outros quadros como o da sereia Serena e o do polvo Zé Polvolho (já tinha sido feito por Angélica no Clube da Criança da TV Manchete); além de matérias externas onde a apresentadora brincava, conversava, praticava esportes e se divertia com várias crianças tinha espaço também para musicais convidados e entrevistas com celebridades no palco do programa.> Angélica contava com auxilio das quatro "Angels" (nome antigo era Angelicats) — Micheli Machado, Juliana Silveira, Geovanna Tominaga e Mirella Tronkos — e mais dois "Angélicos" — Caio César Bonafé e Daniel Florenzano.[57]

Com quatro horas diárias na programação da Rede Globo e fazendo sucesso entre crianças e jovens Angélica passou a ter sua própria empresa de produção a Angélica Produções, o nome da apresentadora se transforma em uma marca de sucesso, foi o período em que Angélica liderava o ranking de licenciamentos com cerca de 400 produtos que levavam seu rosto chegando a movimentar 100 milhões de reias com sua marca, com inúmeros licenciamentos como revistas e vários itens, que iam desde uma sandália até uma linha de cereais.[58] No mês de julho, de 1999 foi ao ar o Angel Mix Férias, com gravações externas nas quais Angélica abordava diferentes assuntos, sob a ótica das crianças, em várias regiões do Brasil. Em outubro de 1999 entra no ar seu segundo seriado, Flora Encantada, com uma temática ecológica e que revelou o ator Leonardo Miggiorin. A série utilizava fantoches para contracenar com os atores.[59] Em 30 de junho de 2000 após muitas reformulações o programa Angel Mix deixou de ir ao ar, dando lugar ao Férias Animadas onde Angélica fazia viagens e apresentava desenhos como o sucesso Digimon ficou até meados de agosto, e em 9 de outubro estreia como protagonista de Bambuluá, seu terceiro seriado infantil que era exibido de segunda a sexta às 09h30. Angélica, dividia a cena com as crianças que interpretavam os Cavaleiros do Futuro, combatendo o Senhor Dumal e seus comparsas de Magush. Angélica também era âncora da TV Globinho que nesta atração virou um quadro do programa com esquetes e desenhos.[60] Em 2001 integrou a telenovela Um Anjo Caiu do Céu como a arcanja Angelina, um dos papeis centrais da trama. No mesmo ano, em 21 de dezembro, insatisfeita em ser apenas atriz, Angélica decidiu por fim no Bambuluá para dedicar-se como apresentadora.[61]

2001–presente: Amadurecimento[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Video Game, Fama e Estrelas

No fim de 2001, decidida a retomar a carreira de apresentadora, apresentou para a emissora o projeto de um game show voltado ao público jovem, o qual faria a passagem dela do público do infantil.[62][63] Em 10 de dezembro daquele ano passa a comandar o game show Video Game, um programa de jogos envolvendo artistas e seus conhecimentos sobre a programação da Rede Globo exibido após o Vídeo Show como uma extensão deste. Para a apresentadora o simples quadro era a chance de mostrar seu potencial diante do público de uma outra faixa etária, seu desempenho na atração acada lhe rendendo prêmios e elogios por parte da imprensa.[64][65] Em abril de 2002 passou a comandar também o talent show Fama, programa voltado à descobrir novos talentos musicais no qual ficou por quatro temporadas, até o final de 2005, também participou em alguns capítulos do Sítio do Picapau Amarelo, disfarçada de cuca no episódio "A pedra mágica de Tupã".[66] A partir de abril de 2003, Angélica e André Marques passam a apresentar juntos a edição especial de sábado do extinto Vídeo Show, que exibia os melhores momentos do programa, nessa fase os apresentadores começaram a fazer sátiras de outros apresentadores, e reproduzir cenas e aberturas marcantes das novelas da emissora de forma bem-humorada.[67]

Em 8 de abril de 2006, Angélica passa a substituir o Vídeo Show nas tardes de sábado com seu próprio programa, Estrelas, no qual entrevistava artistas em locais que faziam parte do dia a dia ou da história da personalidade. A apresentadora visitava a casa dos convidados, acompanhava em passeios ou em atividades que fazia parte de sua rotina.[68] Nas férias de janeiro e julho, o Estrelas exibia suas temporadas de verão e inverno. Viagens nacionais e internacionais eram comuns nessa época. A atração contava com diversos quadros, mas apenas o Sabores era fixo. Nele o convidado preparava algum prato especial enquanto conversava com a apresentadora. Angélica entrevistou grandes artistas da televisão brasileira no programa e também nomes da música, esporte e culinária. No final de 2011, o quadro Video Game deixou a programação após 10 anos no ar, Angélica dedicou-se apenas ao Estrelas.[69]

No ano de 2008, foi convidada por Miguel Falabella para protagonizar a novela Negócio da China, visando reabilitar sua carreira de atriz na televisão, a qual não tinha dado continuidade desde a novela Um Anjo Caiu do Céu; no entanto, recusou, uma vez que ainda estava de licença-maternidade e não queria abandonar a carreira de apresentadora. A personagem Lívia ficou, portanto, com a atriz Grazi Massafera.[70][71] Em 2010, é convidada pelo diretor Daniel Filho para protagonizar um dos episódios da série As Cariocas no episódio "A Traída da Barra" exibido em 21 de dezembro.[72] Ainda em 2010, recebe, através da revista Istoé Gente o prêmio "Personalidade do Ano na Televisão" e a série Caça Talentos passa a ser reprisada pelo Canal Viva, permanecendo na programação até 2014.[73][74] Em abril de 2017, o seu programa Estrelas passa por uma grande reformulação mudando sua estrutura passou a ser exibido em duas temporadas: a primeira, "Estrelas Solidárias", estreou em 8 de abril de 2017 nos 11 anos do programa e terminou em 18 de agosto. Angélica e os convidados passaram a viajar o Brasil para conhecer diversos projetos sociais e pessoas que buscam transformar a vida dos brasileiros através do voluntariado.[75][76] Em 26 de agosto de 2017, o programa passou a se chamar Estrelas do Brasil, em que Angélica e seus convidados viajavam para conhecer lugares e pessoas que faziam sucesso em seus estados e regiões.[77][78][79]

Entre 6 e 24 de novembro de 2017, Angélica volta ao comando do quadro Vídeo Game do Vídeo Show, 6 anos depois de seu fim em uma rápida temporada de três semanas, numa tentativa de reverter a baixa audiência do Vídeo Show, porém, a volta do quadro não conseguiu salvar o programa, que continuou registrando baixos índices.[80][81] Em 28 de abril de 2018 o Estrelas foi cancelado.[82]

Outras atividades[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

No cinema, estreou em 1988 no filme Heróis Trapalhões, Uma Aventura na Selva. No filme, ela interpreta a apresentadora de programas infantis (que era ela mesma), que acabou sendo sequestrada por um fanático, mais de 3.639.000 foram aos cinemas.[83] No ano seguinte participou de Os Trapalhões na Terra dos Monstros, que teve mais de 3 500 000, interpretando uma jovem cantora que ganha um concurso de talentos.[83] Em 1990, atuou em outra obra como a protagonista Tamí junto com Supla e também com a trupe de Renato Aragão, no filme Uma Escola Atrapalhada, que teve mais de 2 571 000 espectadores, um de seus filmes de maior destaque.[84] No ano de 1998, volta ao cinema a convite de Renato Aragão para uma pequena participação interpretando ela mesma em Simão, o Fantasma Trapalhão.[85][83] Ainda em 1998, Angélica produziu e protagonizou o filme Zoando na TV, uma comédia romântica onde a apresentadora interpreta o personagem Angel, uma jovem sonhadora apaixonada pelo personagem de Márcio Garcia, que sonhava entrar para a TV. O filme levou, em circuito nacional, mais de 900 000 pessoas aos cinemas.[86][87]

Em 2001, interpretou a fada Melissa no filme Xuxa e os Duendes, encerrando de vez os boatos de rivalidade com a apresentadora Xuxa.[88][89] No ano de 2004, Angélica atuou como a personagem principal Andréa no filme Um Show de Verão, fazendo par romântico com seu futuro marido, Luciano Huck.[90][91] Em 2009, foi convidada novamente por Xuxa para interpretar Rapunzel no filme Xuxa e o Mistério de Feiurinha.[92][93] Em 2020, Angélica voltará aos cinemas numa participação no filme De Perto, Ela Não é Normal, da atriz Suzana Pires, interpretando Rebecca.[94][95]

Música[editar | editar código-fonte]

Em carreira musical, Angélica vendeu cerca de 5 milhões de cópias, com canções que mesclavam os segmentos infantil e pop romântico, a fim de que elas estabelecer vínculo com o trabalho de apresentadora na TV. De modo geral, seus discos (sobretudo os do início da carreira) sempre obtiveram uma forte divulgação em programas de várias emissoras do Brasil como Rede Globo, SBT, Rede Record, CNT/Gazeta e na Rede Manchete. No total, há 13 álbuns de inéditas, lançados entre 1988 e 2001, 07 coletâneas e uma trilha sonora. "Vou de Táxi" é o primeiro single lançado por Angélica, resultado de seu primeiro trabalho musical, o álbum homônimo Angélica.[96] Com influência infantil e Pop, foi produzido por Marco Mazzola e é recorde em vendagens em sua carreira de cantora.[97] Lançando em 1988, vendeu mais de um milhão cópias, rendendo a Angélica, já em sua estreia, certificação de disco de platina. A música foi uma das 10 mais tocadas no ano de 1988, sendo a responsável, portanto, por alavancar a carreira da apresentadora, tornando-a um dos maiores nomes no cenário musical pop brasileiro da época. No início da década de 90, tornou-se a artista feminina com o maior número de shows realizados pelo Brasil e com recordes de público. Foi a primeira artista nacional a inaugurar seus shows com microfone livre.[98]

Apesar de não serem tão expressivos quanto o primeiro single, Angélica teve outras canções de destaque ao longo da carreira. Em 1991, lançou seu quarto disco homônimo, Angélica, por intermédio da Sony, e fez grande sucesso com a música "Amor Amor" e "Algodão Doce e Guaraná". No ano de 1992, os singles "Quis Fazer Você Feliz", com a participação do grupo Roupa Nova, e o hit "Blue Jeans", do seu quinto álbum, garantem respectivos sucessos. Em 1993, após migrar para o SBT, a cantora lança "Meu Jeito de Ser", rendendo o sucesso "Flecha de Amor", composta por Evandro Mesquita e Vinicius Cantuária. Houve um clipe exibido na MTV à época, o qual figurou no top 10 da emissora. No ano de 1999, a música "Vou de Táxi" foi relançada com uma nova roupagem para o álbum Angel Hits & Amigos, com a participação da dupla Claudinho & Buchecha. O álbum também rendeu o sucesso do single "Meu Herói", com a participação do amigo Rodrigo Faro.[99]

No ano de 2001, a apresentadora decidiu lançar seu décimo terceiro e último trabalho musical, Angélica, por intermédio da Universal Music. O álbum traz um amadurecimento na voz e na imagem de Angélica; diferente dos outros, esse disco não foi pensando para apresentações em seus programas. Contendo doze faixas, houve destaque para o single "Se A Gente Se Entender", uma versão da canção "Linger" banda The Cranberries.[100][101] Em 2015, após anos afastada da música, aceita o convite do grupo Roupa Nova para participar do projeto Todo Amor do Mundo, na faixa "Você, o Surf e Eu".[102]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Cargo / Personagem Nota
1979 Buzina do Chacrinha Participante Quadro: "A Criança Mais Bonita do Brasil"
1982 Avenida Paulista Anamaria Scorza (jovem) Episódio: "10 de maio"
1987 Nave da Fantasia Apresentadora
1987–93 Clube da Criança
1988–93 Milk Shake
1990 Um Sonho de Menina Ela mesma Especial de final de ano
1991 O Guarani Cecília
1993–96 Casa da Angélica Apresentadora
1995–96 Passa ou Repassa
TV Animal
1996 Sai de Baixo Ela mesma Episódio: "Chez Cassandra"
1996–00 Angel Mix Apresentadora
1996–98 Caça Talentos Fada Bela
1997 Alice no País da Música Alice Especial de final de ano
1998 Leitura nas Férias Apresentadora Especial de férias
Asas Pra Que Te Quero Angel Especial de final de ano
1999–00 Flora Encantada Flora
2000 Férias Animadas Apresentadora Especial de férias
Angélica na Estrada Angélica Especial de férias
TV Ano 50 Apresentadora Episódio: "Auditório & Musicais"
2000–01 Bambuluá Angélica
2001 Um Anjo Caiu do Céu Angelina Querubim
2001–11 Video Game Apresentadora
2002 Sítio do Pica Pau Amarelo Cuca disfarçada de Angélica Episódio: "A Pedra Mágica de Tupã"
2002–05 Fama Apresentadora
2003–08 Vídeo Show Retrô Especiais de final de ano
2004 Celebridade Ela mesma Episódio: "5 de abril"
2006–18 Estrelas Apresentadora
2009 Casseta & Planeta, Urgente! Vários personagens Episódio: "14 de abril"
2010 As Cariocas Maria Teresa Episódio: "A Traída da Barra"
2011 Fina Estampa Ela mesma Episódio: "30 de setembro"
2014 Geração Brasil Episódio: "14 de julho"
2017 Tá no Ar: a TV na TV Episódio: "7 de fevereiro"
Video Game Apresentadora
2019 Detetives do Prédio Azul Rexy Rowlands Episódio: "Rexy, a Ex"
A Dona do Pedaço Ela mesma Episódios: "8–29 de outubro"
Vai que Cola Episódio: "Mix de Angel"

Cinema[editar | editar código-fonte]

Ano Título Personagem Notas e referências
1988 Os Heróis Trapalhões - Uma Aventura na Selva Angélica
1989 Os Trapalhões na Terra dos Monstros
Pumuckl II Fleur (voz) Dublagem
1992 Angélica e o Mágico de Oz Angélica (voz)
1990 Uma Escola Atrapalhada Tami Azeredo de Castro
1994 Astros do Desenho Animado contra as Drogas Corey (voz) Dublagem
1998 A Princesa Encantada 2: O Segredo do Castelo Odete (voz)
Simão, o Fantasma Trapalhão Ela mesma / Simão disfarçado
1999 Zoando na TV Angel
2001 Xuxa e os Duendes Fada Melissa
2004 Um Show de Verão Andréa Avelar
2009 Xuxa e o Mistério de Feiurinha Rapunzel
2020 De Perto, Ela Não é Normal Rebeca [103][104]

Vídeos[editar | editar código-fonte]

Ano Título
1996 Fique em Forma com Angélica
Faça Step com Angélica

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Angélica

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmio Ano Categoria Nomeação Resultado
Troféu Imprensa 1988 Revelação do Ano Cantora Indicado
1992 Melhor Programa Infantil Clube da Criança Venceu
2005 Melhor Apresentadora ou Animadora Vídeo Game Indicado
2007 Melhor Apresentadora ou Animadora Vídeo Game Indicado
2008 Melhor Apresentadora ou Animadora Vídeo Game Indicado
Melhor Programa de Entrevistas Estrelas Indicado
2009 Melhor Apresentadora ou Animadora Vídeo Game Venceu
2010 Melhor Apresentadora ou Animadora Vídeo Game Indicado
2011 Melhor Apresentadora ou Animadora Vídeo Game Indicado
Prêmio Extra de Televisão 2004 Melhor Programa de Auditório Vídeo Game Indicado
2005 Melhor Programa de Auditório Vídeo Game Indicado
Troféu ISTOÉ Gente 2010 Personalidade do Ano Televisão Venceu

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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