Jerônimo Goergen

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Jerônimo Goergen
Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul
Período 1 de fevereiro de 2011
até a atualidade
Deputado Estadual do Rio Grande do Sul
Período 1 de janeiro de 2003
até 1 de janeiro de 2011
Dados pessoais
Nome completo Jerônimo Pizzolotto Goergen
Nascimento 20 de janeiro de 1976 (43 anos)
Palmeira das Missões, Rio Grande do Sul
Partido PP
Profissão Advogado

Jerônimo Pizzolotto Goergen (Palmeira das Missões, 20 de janeiro de 1976) é um advogado e político brasileiro, filiado ao Partido Progressista.

Biografia[editar | editar código-fonte]

É filiado ao Partido Progressista (PP).

Ingressou na política atuando na Juventude Progressista Gaúcha (JPG), entidade da qual foi seu presidente.[1] Foi deputado estadual por outras duas oportunidades na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Nas eleições de 2014, realizadas em 5 de outubro, foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul para a 55ª legislatura (2015 — 2019).[2] Em 1º de fevereiro de 2015 assumiu o cargo.[3][4]

Na Câmara, integras as comissões de Finanças e Tributação (CFT), Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Também preside a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMaq) e a Frente Parlamentar dos Aeronautas (FPAer).

A participação legislativa de Jerônimo inclui diferentes áreas. É o coordenador institucional da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA),[5] fórum que reúne mais de 250 deputados em defesa do agronegócio. Foi o idealizador da proposta que instituiu o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior (Proies); é o autor da emenda que alterou a Lei Pelé, estabelecendo regras de gestão e transparência no esporte; foi sub-relator do projeto que cria o novo Código de Processo Civil (CPC). O parlamentar também é autor do PL 4824/2012, que amplia os direitos dos aeronautas, e da nova Lei dos Motoristas, que regulamentou a carga horária dos transportadores de cargas.[6]

Em março de 2015, o deputado pediu licença da legenda para se defender da acusação de que recebeu propina da Petrobras, no escândalo conhecido como Petrolão. Em setembro de 2017, o Procurador-Geral da República arquivou o caso pela completa ausência de indícios e inocentou o parlamentar.[7]

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[8] Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[8] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[8] [9] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.[8][10]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]