Ronaldo Nogueira

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Ronaldo Nogueira
Ministro de Estado do Trabalho
Período 12 de maio de 2016
até a atualidade
Presidente Michel Temer
Antecessor(a) Miguel Rossetto
Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul
Período 1 de fevereiro de 2015
até 12 de maio de 2016
Dados pessoais
Nome completo Ronaldo Nogueira de Oliveira
Nascimento 25 de abril de 1966 (51 anos)
Carazinho, Rio Grande do Sul
Nacionalidade Brasileiro
Alma mater Universidade Luterana do Brasil
Partido PTB
Religião Igreja Assembleia de Deus
Profissão Administrador, político e pastor evangélico
Website http://www.ronaldonogueira.com.br/

Ronaldo Nogueira de Oliveira (Carazinho, 25 de abril de 1966) é um administrador, pastor da Igreja Assembleia de Deus e político brasileiro, filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). É atualmente deputado federal licenciado e Ministro do Trabalho.

Nas eleições de 2014, foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul para a 55ª legislatura (2015 — 2019).[1] Em 1 de fevereiro de 2015 assumiu o cargo,[2] do qual se licenciou em maio de 2016, após ser escolhido pelo então Presidente interino, Michel Temer, para ocupar a chefia do Ministério do Trabalho, cargo em que permaneceu durante o governo.[3]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2016, Ronaldo Nogueira declarou, durante encontro com sindicalistas, que o governo federal pretendia enviar ao Congresso Nacional um projeto de reforma da legislação trabalhista para, entre outras medidas, autorizar a adoção de carga horária diária de até 12 horas, mediante norma coletiva, desde que o trabalhador não exceda o limite de 48 horas semanais.[4]

A declaração gerou forte reação contrária das centrais sindicais,[5] levando o Presidente Michel Temer a criticar a postura do Ministro,[6] que foi orientado a assegurar publicamente "que o Governo não vai elevar a jornada de oito horas nem tirar direitos dos trabalhadores", inclusive emitindo uma nota oficial.[7]

Em agosto de 2017 votou pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva do presidente Michel Temer, cujo índice de aprovação era o pior de um presidente desde a ditadura militar. [8][9]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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