Brizola Neto

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Brizola Neto
Brizola Neto em 2012
Deputado federal pelo  Rio de Janeiro
Período 1 de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2011
Ministro do Trabalho e Emprego do  Brasil
Período 3 de maio de 2012
até 15 de março de 2013
Presidente Dilma Rousseff
Antecessor(a) Paulo Roberto dos Santos Pinto (interino)
Sucessor(a) Manoel Dias
Dados pessoais
Nascimento 11 de outubro de 1978 (39 anos)
Porto Alegre, RS
Partido PDT

Carlos Daudt Brizola, mais conhecido como Brizola Neto (Porto Alegre, 11 de outubro de 1978), é um político brasileiro.

Ex-presidente nacional da Juventude Socialista do PDT (2005-2007), é neto de Leonel Brizola, que foi Governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, além de irmão de Leonel Brizola Neto e de Juliana Brizola.

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Brizola Neto nasceu quando seu avô, Leonel Brizola, no exílio, recebia o ultimato para deixar o Uruguai. Por parte de pai, é sobrinho-neto do ex-presidente João Goulart. Por parte de mãe, é neto do capitão da Aeronáutica Alfredo Daudt[1], foi um dos que impediram a decolagem dos jatos da FAB que bombardeariam o Palácio Piratini, na Campanha da Legalidade.

Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro em 1982, quando da eleição do avô Leonel Brizola ao governo fluminense. Aos 16 anos, Brizola Neto foi trabalhar como secretário particular do avô.[2]

Vida política[editar | editar código-fonte]

Vereador[editar | editar código-fonte]

Eleito em 2004, Brizola Neto assume seu primeiro mandato parlamentar como vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em 2005. Nos dois anos de mandato, pois foi eleito em 2006 para deputado federal, vários projetos foram apresentados por ele na Câmara, muitos deles ainda estão em debate e tramitação pelas comissões ou ainda aguardam pauta para entrar em votação no plenário, como o que fixa tempo de atendimento a clientes em agencias bancárias e o que reduz a altura dos degraus nos ônibus.

Deputado federal[editar | editar código-fonte]

Eleito deputado federal no final de 2006, com 62.091 votos, Brizola Neto, assume o mandato em 1 de fevereiro de 2007.

Em seu primeiro mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro, para o período de 2006 a 2010, Brizola Neto tornou-se um dos 100 “cabeças” do Congresso Nacional. Em 2009 e 2010, integrou a lista do DIAP como um dos parlamentares mais atuantes do Brasil.[3]

Foi o relator do projeto que cria sistema de credenciamento de cursos de graduação, para evitar o demorado processo de reconhecimento de diplomas na área do Mercosul.[4] No pleito de 2010, obteve 55.564 votos, mas atuou como Deputado Federal, por alguns períodos na legislatura, e assumiu cargo no Governo Federal. Já no pleito de 2014, obteve 23.720 votos, mas mesmo assim permaneceu na 1a suplência de deputado federal do PDT-RJ.

Ministério do Trabalho e Emprego[editar | editar código-fonte]

Em 30 de abril de 2012 foi anunciado pela presidência da República, o novo ministro do Trabalho e Emprego, tomando posse em 3 de maio de 2012.[5][6]

Em 15 de março de 2013, o Palácio do Planalto anunciou a saída de Brizola Neto do cargo de ministro do Trabalho e Emprego. Em seu lugar entrou Manoel Dias, então secretário-geral do PDT e presidente do partido em Santa Catarina.[7]

Notas e Referências

  1. Mattos, Pompeo de. «Falecimento do Coronel Alfredo Daudt». Câmara dos Deputados do Brasil. Consultado em 17 de março de 2017 
  2. «Os caminhos que a vida escolheu e os caminhos que eu escolhi: Brizola Neto 1234». 18 de julho de 2010. Consultado em 18 de março de 2017 
  3. Foreque, Flavia. «DIAP divulga relação dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso». DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar 
  4. «PL 4872/2009 - Projeto de Lei». www.camara.gov.br. Câmara dos Deputados. 19 de março de 2009. Consultado em 18 de março de 2017 
  5. «Presidência anuncia Brizola Neto como novo ministro do Trabalho». Política. 30 de abril de 2012 
  6. «Novo ministro do Trabalho toma posse nesta quinta». Política. 3 de maio de 2012 
  7. «Palácio do Planalto anuncia três novos ministros». G1. 15 de março de 2013. Consultado em 15 de março de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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