Anthony Garotinho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Garotinho.
Gnome globe current event.svg
Este artigo ou seção é sobre um evento atual. A informação apresentada pode mudar rapidamente.
Editado pela última vez em 29 de novembro de 2016.
Anthony Garotinho
Anthony Garotinho
58.º Governador do Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1º de janeiro de 1999
a 6 de abril de 2002
Vice-
governador(a)
Benedita da Silva
Antecessor(a) Marcello Alencar
Sucessor(a) Benedita da Silva
Deputado federal pelo Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 2011
a 1º de fevereiro de 2015
Secretário de Segurança Pública do  Rio de Janeiro
Período 23 de abril de 2003
a 27 de setembro de 2004
Governador(a) Rosinha Garotinho
Antecessor(a) Josias Quental
Sucessor(a) Marcelo Itagiba
Prefeito de Campos dos Goytacazes Bandeira de Campos dos Goytacazes.png
Período 1º de janeiro de 1997
a 31 de março de 1998
Antecessor(a) Sérgio Mendes
Sucessor(a) Arnaldo Vianna
Período 1º de janeiro de 1989
a 5 de fevereiro de 1992
Antecessor(a) Zezé Barbosa
Sucessor(a) Sérgio Mendes
Secretário de Agricultura e Interior do  Rio de Janeiro
Período 5 de fevereiro de 1992
a 20 de setembro de 1993
Governador(a) Leonel Brizola
Vida
Nascimento 18 de abril de 1960 (56 anos)
Campos dos Goytacazes,  Rio de Janeiro
Nacionalidade  brasileiro(a)
Dados pessoais
Prêmio(s) Melhor prefeito do Brasil de 1998
Cônjuge Rosinha Garotinho
Partido PT (1980–1983)
PDT (1983–2000)
PSB (2001–2003)
PMDB (2003–2009)
PR (2009–presente)
Religião Presbiterianismo[1]
Profissão Radialista

Anthony William Matheus de Oliveira, mais conhecido como Anthony Garotinho (Campos dos Goytacazes, 18 de abril de 1960), é um radialista e político brasileiro. Foi o 58º governador do Rio de Janeiro e candidato à presidência da república em 2002.

Garotinho tornou-se conhecido nacionalmente ao longo dos dois mandatos em que foi o prefeito de Campos, sua cidade natal. Venceu as eleições para governador do estado do Rio em 1998, com o apoio de Leonel Brizola e amparado num programa de fortalecimento dos direitos sociais e de modernização dos serviços públicos. No início do governo, teve maior apoio popular e promoveu a criação das Delegacias Legais e investimentos em CIEPs. Com o tempo, no entanto, Garotinho baseou-se, cada vez mais, no populismo, oferecendo serviços subsidiados, como refeições, medicamentos e hospedagem, a preços simbólicos; e na imagem de líder religioso, entre os evangélicos pentecostais, para obter apoio político.[carece de fontes?]

Em 2002, foi o terceiro colocado nas eleições presidenciais, com bom desempenho atribuído à votação dos evangélicos em todo o país. Após deixar o comando do governo estadual, assumiria a Secretaria de Segurança na gestão de sua esposa, Rosinha Garotinho. O casal viu seus índices de popularidade caírem no estado, ao mesmo tempo em que se acumularam denúncias de crimes comuns e eleitorais contra eles. Deixaram o governo sem grande progresso no combate ao crime organizado, tendo a imagem afetada por acusações de conivência com a corrupção policial e pela prisão do chefe da Polícia Civil, Álvaro Lins. Garotinho foi eleito em 2010 a deputado federal pelo Partido da República do Rio de Janeiro.[carece de fontes?]

Carreira radialista[editar | editar código-fonte]

Começou sua carreira no rádio em Campos dos Goytacazes, no norte do estado Rio de Janeiro. Trabalhou na Rádio Nacional e na Rádio Tupi AM. Ganhou o apelido de "Garotinho" como radialista ao narrar, com apenas quinze anos de idade, preliminares de jogos de futebol na Rádio Cultura de Campos, imitando o radialista José Carlos Araújo, o "Garotinho", da Rádio Globo do Rio de Janeiro. Ao entrar no ar, o locutor apresentava-o desta maneira: "Agora, com vocês, o garotinho Anthony Matheus". O apelido pegou, mas rendeu a ele processo na Justiça movido por José Carlos Araújo, que havia se consagrado com aquele apelido a ponto de registrá-lo como sua marca. Este processo, à época em que Garotinho concorria a Governador do Estado, em 1998, acabou em acordo nunca cumprido pelo réu Garotinho, que durante anos produziu e apresentou na Rádio Tupi o programa "Fala Garotinho, Show do Garotinho".[carece de fontes?]

Após ingressar na política, Garotinho continuou a trabalhar no rádio, com destaque para as inserções na Rádio Melodia, de cunho político e religioso.

Vida política, social e familiar[editar | editar código-fonte]

Esposa de Garotinho, Rosinha Garotinho.

Garotinho e sua esposa são frequentemente considerados políticos populares, pois mantêm forte base eleitoral entre as camadas de baixa renda da população – sendo, de fato, o herdeiro político do eleitorado histórico trabalhista de Leonel Brizola. Alguns dos seus críticos, utilizando-se da tese estruturalista da USP ou de concepções clássicas do liberalismo conservador, o intitulam de "populistas" (ou como seguidores do populismo) por conta de suas políticas sociais voltadas aos estratos marginalizados, através do assistencialismo estatal – uma das marcas do trabalhismo.[2]

Tornou-se uma marca registrada das ações políticas de Garotinho os chamados "programas de um real", isto é, programas pelos quais serviços públicos são fornecidos a preços subsidiados à população – por exemplo: os restaurantes populares onde uma refeição é vendida a um real; o hotel de pernoite para trabalhadores de baixa renda que não possam deslocar-se diariamente a uma moradia na periferia, com uma diária também de um real e o desjejum a 35 centavos vendido em algumas estações ferroviárias. É necessário que se diga que as aplicações em tais programas tem-se realizado através de recursos orçamentários do fundo de pobreza, de saúde pública e de proteção ao meio ambiente.[carece de fontes?]

Garotinho e Rosinha também são evangélicos. Tem nove filhos, sendo a Clarissa Garotinho um deles. Dos nove, cinco são adotivos.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Ingressou na política, como filiado ao PT, mas logo transferiu-se para o PDT em 1983. No PDT, ele atuaria na Juventude Socialista, sendo eleito Coordenador Nacional no V Congresso Nacional da JS, realizado em Brasília no dia 23 de junho de 1989. Garotinho ainda atuaria no PDT até 2000, quando se filiaria ao PSB. Como radialista, em Campos dos Goytacazes, adquiriu fama por um programa assistencialista.

Foi prefeito de Campos, cidade do interior fluminense, por duas vezes: 19891992 e 19971998 (abandonou o cargo em 1998 para se candidatar a governador). Na ocasião, a recém-descoberta riqueza petrolífera da Bacia de Campos e o apoio político de Leonel Brizola, de quem foi Secretário de Estado de Agricultura, lhe alavancaram a carreira política.

Governador do Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

Em 1994, concorreu ao governo estadual do Rio de Janeiro, sendo o segundo candidato mais votado (o eleito, na ocasião, foi o ex-prefeito da capital Marcello Alencar). Quatro anos depois, concorreu novamente e, com uma ampla coalizão de partidos de esquerda (incluindo PDT, PT, PSB e PCdoB), foi eleito, derrotando no segundo turno, Cesar Maia.

Segundo o jornalista Jânio de Freitas da Folha de S. Paulo, no dia 3 de abril de 2005, não houve na história dos governos do Rio de Janeiro quem tivesse mais investido recursos em segurança que os governos Garotinho e Rosinha.

Propôs à Assembléia Legislativa lei que criava a autonomia de gestão das verbas do Poder Judiciário, iniciativa inédita no Brasil e que mereceu reconhecimento público do presidente do Tribunal e Desembargador Miguel Pachá em matéria na Isto É, em 11 de janeiro de 2003.[3]

Também foi reconhecido pelo projeto "Delegacia Legal", indicado pela ONU para o prêmio em Dubai de Boas Práticas e elogiado pelo Assessor da ONU para direitos humanos, Nigel Rodley, em 2001, como um modelo a ser imitado,[4] No seu governo foi inaugurada a estação Siqueira Campos da Linha 1 do Metrô do Rio de Janeiro e no de sua esposa Rosinha a estação de Cantagalo.[5]

Foi na gestão de Anthony Garotinho que se viu no transporte público a entrada em massa do serviço de vans e Kombis de lotação, inclusive foi o primeiro governo no país a determinar um regramento sobre o transporte alternativo, apesar de enfrentar resistência dos empresários de transporte de ônibus e inclusive de ser questionada a legalidade deste decreto em face ao Código de Trânsito Brasileiro, que não previa a entrada destes veículos como transporte de passageiros.

Também ocorreu em sua gestão a polêmica redução tarifária das passagens dos ônibus fluminenses, sem que fosse mexida a carga fiscal que vinha em decorrência da tarifa. Muitas operadoras de transporte tiveram problemas operacionais, tendo inclusive a vida de utilização de seus carros elevada e até falindo empresas de ônibus neste período.

Candidatura a presidência[editar | editar código-fonte]

Deixou o PDT em novembro de 2000, por divergências com Brizola (principalmente sobre as eleições municipais daquele ano), passando para o PSB.[6] Por este partido, concorreu à presidência da República em 2002[7] e lançou a candidatura de sua esposa Rosinha Matheus à própria sucessão, no mesmo ano. Perdeu a presidência (sendo o terceiro mais votado, com quinze milhões de votos), mas Rosinha foi eleita no primeiro turno.

Secretário de Segurança[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2003, assumiu o cargo de secretário de Segurança do Rio de Janeiro.[8] Em agosto do mesmo ano, mudou novamente de partido, ingressando no PMDB[9].

Secretário estadual de Governo[editar | editar código-fonte]

Em 2006, exerce o cargo de secretário estadual de Governo do Rio de Janeiro e é presidente do PMDB no estado. Garotinho foi escolhido no dia 19 de março como candidato do PMDB à presidência da República por meio de uma consulta, aprovada pela Direção do Partido, apesar da polêmica judicial sobre sua realização. Porém, com a decisão do TSE em favor da verticalização das coligações partidárias, o partido optou por não lançar candidato à Presidência e se aliar ao candidato a presidente Lula. Apóia a candidatura de Heloísa Helena, no primeiro turno[10], e de Geraldo Alckmin, no segundo.[11]

Em junho de 2009 Garotinho deixou o PMDB por divergências com o governador Sérgio Cabral Filho e optou pelo PR, assumindo a presidência regional desta legenda.[12]

Deputado federal[editar | editar código-fonte]

Garotinho foi candidato a Deputado Federal, sendo eleito com a maior votação já registrada para o cargo de Deputado Federal no Estado do Rio. Garotinho obteve 694.862 votos (8,69%), sendo o 2º mais votado do Brasil, ficando atrás apenas do humorista Tiririca, também do PR.[13]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2010, Garotinho foi considerado inelegível por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social nas eleições de 2008. O TRE-RJ também cassou o mandato de Rosinha Garotinho, prefeita da cidade de Campos dos Goytacazes, por abuso do poder econômico. O TRE entendeu que ela teria sido beneficiada por publicações e por programas favoráveis na rádio O Diário. A decisão tornou inelegíveis a prefeita, o ex-governador e mais três radialistas.[14]

Em 28 de junho de 2010, o TRE-RJ manteve a decisão de deixar o casal inelegível até 2011, após julgar os embargos interpostos que buscavam modificar a decisão do colegiado do próprio tribunal.[15] Dois dias depois, Garotinho desistiu de ser candidato ao governo do Rio De Janeiro e foi substituído por Fernando Peregrino.[16]

Condenação criminal[editar | editar código-fonte]

Em 29 de maio de 2008, o ex-chefe de polícia de seu governo, o deputado Álvaro Lins, foi preso pela Polícia Federal em seu apartamento, tendo o MPF pedido o indiciamento de Garotinho por formação de quadrilha armada.[17] Em agosto de 2010, Garotinho foi condenado por formação de quadrilha, junto com o ex-deputado estadual Álvaro Lins. A Justiça Federal aplicou uma pena de dois anos e meio de prisão, convertidos em serviços à comunidade e suspensão de direitos políticos. Álvaro Lins foi condenado a vinte e oito anos de prisão por formação de quadrilha armada, corrupção passiva e lavagem de bens.[18]

Garotinho também foi acusado de recebimento de dinheiro impróprio para as suas campanhas, devido a isso, ele se declarou vítima de parte da imprensa (Veja e Globo e do próprio "governo Lula"), que, diz ele, não deram o mesmo espaço para a sua defesa como o que é dado para as denúncias. Em protesto, Garotinho resolveu entrar em uma greve de fome, iniciada em 30 de abril, que durou apenas 11 dias. O processo contra Garotinho tramita na justiça.[19]

Eleições[editar | editar código-fonte]

2010[editar | editar código-fonte]

Nas Eleições de 2010, tudo indicava que Garotinho seria novamente candidato ao governo do Rio de Janeiro.

Em 2009 matérias publicadas em seu blog, e comentários feitos em seu programa na rádio, davam a entender que Garotinho seria novamente candidato a governador. Especulou-se na época seu ingresso no PTB, o que não aconteceu.

Em setembro de 2009 Garotinho filou-se ao PR. Até a véspera da convenção partidária Garotinho ocupava o 2º lugar nos principais institutos de pesquisa. Mas para a surpresa de muitos, Garotinho anuncia sua candidatura a deputado federal e lança o presidente do Instituto Republicano Fernando Peregrino que havia ocupado diversos cargos no governo do casal Garotinho como candidato ao governo estadual.

O resultado das eleições não foi surpresa alguma, como já era de se imaginar e as pesquisas mostravam, Garotinho foi o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro e segundo mais votado do Brasil, ficando atrás apenas do palhaço Tiririca também do PR.

Garotinho recebeu 694.862 votos (8,69%), sua filha Clarissa Garotinho se elegeu deputada estadual com 118.863 (1,43%), ficando em 5º lugar.

E o candidato a Governador apoiado por Garotinho ficou em 3º lugar com 883.220 (10,81%), perdendo para Fernando Gabeira e Sergio Cabral Filho.

2014[editar | editar código-fonte]

No dia 25 de Janeiro de 2014, Garotinho se lançou como candidato a governador do estado do Rio De Janeiro na convenção nacional do PR, que reuniu cerca de 7000 militantes. No mesmo evento, Garotinho distribuiu material de campanha, e atacou e então governador Sérgio Cabral Filho e o vice Pezão, que já era pré-candidato ao governo do estado.[20]

A primeira pesquisa eleitoral de intenções de voto ao governo do RJ, realizada pelo IBOPE, mostrava que Anthony Garotinho liderava com 18% dos votos, tecnicamente empatado com Crivella, que aparecia com 16%.[21] Ao longo do tempo, as intenções de voto em Garotinho foram crescendo, até chegar a 28% dos votos em uma pesquisa Datafolha, divulgada no dia 4 de setembro,[22] porém, as intenções de voto em Pezão cresceram em ritmo mais acelerado, até que o atual governador ultrapassou Garotinho na pesquisa do dia 23 de Setembro, feita pelo IBOPE.[23]

Na última pesquisa divulgada, Garotinho aparecia tecnicamente empatado com Crivella, enquanto Pezão liderava isoladamente com 36% dos votos válidos.

Garotinho conseguiu 1.576.511 votos, ficando com 18,22% dos votos válidos, e não conseguiu chegar ao segundo turno, pois ficou atrás de Pezão, que obteve 40,57% dos votos válidos, e Crivella que ficou com 20,26%.[24]

Prisão[editar | editar código-fonte]

Em 16 de novembro de 2016, foi preso pela Polícia Federal, onde agentes da delegacia da PF em Campos de Goytacazes, a 270 km do Rio, reduto eleitoral de Garotinho, cumpriram o mandado na residência do ex-governador no Flamengo, zona sul do Rio.

A prisão foi pedida pelo Ministério Público Eleitoral. Segundo o juíz Glaucenir Silva de Oliveira, Garotinho comandava com “mão de ferro” um “verdadeiro esquema de corrupção eleitoral” em Campos dos Goytacazes, no norte do Estado, cidade onde ele e sua família formaram uma espécie de clã político. As palavras são do juiz Glaucenir Silva de Oliveira, da 100ª Zona Eleitoral, que assina a ordem de prisão preventiva contra o ex-chefe do Executivo fluminense.[25] Na sentença, Glaucenir relata que os crimes foram cometidos por Garotinho e outros denunciados, como os vereadores Miguel Ribeiro Machado (PSL) e Ozéias Martins (PSDB), estes foram presos em 19 de outubro de 2016, e consistiam no cadastramento ilegal de membros do programa Cheque Cidadão. Em troca, os beneficiários prometiam votar nos candidatos que operavam o esquema.[26]

Em 18 de novembro, Sidney Madruga, da Procuradoria Regional Eleitoral, encaminhou uma denúncia à PF de que Garotinho e seu filho, Wladimir Matheus, ofereceram indiretamente propinas de até R$ 5 milhões ao juiz para influenciar em suas decisões, ou seja, evitar a prisão de ambos, configurando um caso explícito de corrupção.[27]

Família na política[editar | editar código-fonte]

Em 2008 sua esposa e ex-governadora Rosinha Garotinho foi eleita prefeita de Campos dos Goytacazes, e sua filha Clarissa Garotinho, foi eleita vereadora na cidade do Rio em 2008 ,atualmente é deputada federal ,sendo a 2 mais votada no estado. [carece de fontes?]

Referências

  1. Remigio, Marcelo (09/08/2014). «Ataques de fé em nome de voto, Garotinho responde critica de Crivela». O Globo. Consultado em 03/02/2016. 
  2. "Trabalhismo", Nossas bandeiras, BR: PDT, http://pdt.org.br/nossas-bandeiras/trabalhismo .
  3. «A população agradece». Achanoticias.com.br. 
  4. «Para ONU, Delegacia Legal está entre "melhores práticas». Comunidadesegura.org. 
  5. «Rosinha inaugura estação Cantagalo em Copacabana». Assmoradorescantagalo.org.br. 
  6. «Garotinho deixa o PDT mesmo sem definir nova sigla». Folha Ilustrada. 16 de novembro de 2000. Consultado em 20 de março de 2016. 
  7. «Garotinho é candidato (informal) do PSB a presidente». Estadão. 22 de fevereiro de 2001. Consultado em 20 de março de 2016. 
  8. «Garotinho assume Secretaria da Segurança do Rio de Janeiro». Folha Online. 23 de abril de 2003. Consultado em 20 de março de 2016. 
  9. «Garotinho e Rosinha anunciam ingresso no PMDB». Folha Ilustrada. 18 de agosto de 2003. Consultado em 20 de março de 2016. 
  10. «Contra César Maia, Garotinho declara voto em Heloísa Helena». Folha de S.Paulo. 28 de julho de 2006. 
  11. «Garotinho afirma que deu apoio, porque Alckmin pediu». G1. 5 de outubro de 2006. 
  12. «Garotinho deixa PMDB pelo PR e promete apoiar Dilma». Estadão. 10 de junho de 2009. Consultado em 20 de março de 2016. 
  13. «Garotinho é candidato a deputado federal mais votado no Rio». G1. 3 de outubro de 2010. Consultado em 20 de março de 2016. 
  14. «TRE do Rio de Janeiro torna Anthony Garotinho inelegível». Terra. 27 de maio de 2010. Consultado em 20 de março de 2016. 
  15. «TRE rejeita recursos de Anthony e Rosinha Garotinho». Estadão. 28 de junho de 2010. Consultado em 20 de março de 2016. 
  16. «Garotinho desiste de se candidatar ao governo do Rio». O Globo. 30 de junho de 2010. Consultado em 20 de março de 2016. 
  17. «Ex-chefe da Polícia Civil Álvaro Lins é preso pela Polícia Federal. Garotinho é denunciado». iG. Extra. 29 de maio de 2008. Consultado em 20 de março de 2016. 
  18. «Justiça Federal condena Garotinho e Álvaro Lins por corrupção». Terra. 24 de agosto de 2010. Consultado em 20 de março de 2016. 
  19. «MP processa casal Garotinho e Deborah Secco por desviar verba». Terra. 4 de março de 2010. Consultado em 20 de março de 2016. 
  20. «Garotinho se lança candidato ao governo do Rio». VEJA. 25 de Janeiro de 2014. Consultado em 15 de Outubro de 2014. 
  21. «No RJ, Garotinho tem 18%, Crivella, 16%, e Pezão, 13%, aponta Ibope». G1. 17 de Julho de 2014. Consultado em 15 de Outubro de 2014. 
  22. «No RJ, Garotinho tem 28%, Pezão 23% e Crivella 18%, diz Datafolha». G1. 4 de Setembro de 2014. Consultado em 15 de Outubro de 2014. 
  23. «Pezão tem 29%, Garotinho, 26%, e Crivella, 17%, aponta Ibope». G1. 23 de Setembro de 2014. Consultado em 15 de Outubro de 2014. 
  24. «Eleição para o governo do RJ terá Pezão (PMDB) e Crivella (PRB) no 2º turno». UOL. 5 de outubro de 2014. Consultado em 15 de Outubro de 2014. 
  25. (2016-10-19) "Vereadores são presos em operação contra compra de votos em Campos". Norte Fluminense.
  26. "Garotinho comandava com mão de ferro corrupção eleitoral no RJ, diz juiz - Notícias - Política". Política.
  27. Thomé, Clarissa (19 de novembro de 2016). «Juiz acusa Garotinho de ter oferecido propina de até R$ 5 milhões». O Estado de S. Paulo (Rio de Janeiro: Agência Estado). Consultado em 19 de novembro de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
José Carlos Vieira Barbosa
43.° Prefeito de Campos dos Goytacazes
1989–1993
Sucedido por
Sérgio Mendes
Precedido por
Sérgio Mendes
48.º Prefeito de Campos dos Goytacazes
1997–1998
Sucedido por
Arnaldo Vianna
Precedido por
Marcello Alencar
58.º Governador do Rio de Janeiro
1999–2002
Sucedido por
Benedita da Silva