Sérgio Cabral Filho

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Sérgio Cabral
Senador Sérgio Cabral
61.º Governador do Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1 de janeiro de 2007
até 3 de abril de 2014
Antecessor(a) Rosinha Garotinho
Sucessor(a) Luiz Fernando Pezão
Senador pelo Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1 de fevereiro de 2003
até 31 de dezembro de 2006
Deputado Estadual pelo Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Período 1 de fevereiro de 1991
até 31 de janeiro de 2003
Vida
Nascimento 27 de janeiro de 1963 (53 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidade  brasileiro(a)
Dados pessoais
Cônjuge Divorciado[1]
Partido PMDB
Profissão Jornalista
Website Site oficial do Sérgio Cabral

Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho (Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 1963), é um político brasileiro filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB. Foi governador do Rio de Janeiro de 1 de Janeiro de 2007 até 03 de abril de 2014, quando renunciou ao cargo. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[2]

Filho do jornalista Sérgio Cabral, um dos fundadores de O Pasquim, Sérgio Cabral Filho é também jornalista formado pela Faculdade da Cidade (atual UniverCidade).

Carreira Política[editar | editar código-fonte]

Entrou na política no início dos anos 1980 na juventude do PMDB. Em 1982 foi articulador da campanha de seu pai Sérgio Cabral, em eleições para vereador. Em 1984, foi Coordenador do Comitê Pedro Ernesto em apoio a Tancredo Neves. Em março de 1987 ingressou na vida pública quando assumiu a Diretoria de Operações da TURISRIO - Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro, no governo de Moreira Franco.[3]

Eleições para prefeito do Rio[editar | editar código-fonte]

Em 1992 se candidatou à prefeito pelo PSDB. Aproveitando a alta popularidade do então prefeito Marcello Alencar e a impopularidade de Leonel Brizola no governo do estado, Cabral lançou o slogan "Quero ser um novo Marcello sem o Brizola para atrapalhar". Ficou à frente de Alfredo Sirkis, Amaral Neto, Francisco Dornelles, João Mendes e Regina Gordilho. Contudo ficou em quarto lugar perdendo para Cesar Maia e Benedita da Silva, que se enfrentaram no segundo turno; e para Cidinha Campos.

Em 1996, foi novamente candidato a prefeito do Rio pelo PSDB, perdendo a eleição no segundo turno para Luiz Paulo Conde, do PFL.

Em 2000, estava cotado para ser o candidato do PMDB à prefeitura do Rio de Janeiro, mas decidiu apoiar o candidato à reeleição Luiz Paulo Conde, do PFL.

Deputado[editar | editar código-fonte]

Nas eleições de 1990, foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro, sendo reeleito em 1994 e 1998.[4]

Em 1994, ao iniciar seu segundo mandato como deputado estadual, também pelo PSDB, mesmo partido do governador recém eleito Marcello Alencar, foi reeleito presidente da Assembleia Legislativa fluminense, cargo que ocupou até 2002. Nesta votação obteve 125 mil votos, sendo o deputado mais votado do Rio de Janeiro até então. Este fato o cacifou para ser eleito presidente da Casa no ano 1995, cargo para o qual foi reconduzido em 1997, 1999 e 2001.[5] . Em 1998, tornou-se o deputado estadual mais votado da história do Rio de Janeiro, até então, com 380 mil votos.

No início dos trabalhos como Deputado, Cabral foi autor de leis importantes para a população como a Lei do Passe Livre, que garante o benefício a idosos, estudantes e portadores de necessidades especiais nos transportes públicos, e a Lei que garante o direito a meia entrada em eventos culturais. 

Em 1995, Cabral solicitou uma auditoria na Alerj, culminando na determinação do primeiro teto salarial do Brasil. Ainda na presidência da Alerj, Cabral findou com a aposentadoria especial dos parlamentares.[3] Em 1999, Cabral volta para o PMDB, e ainda como presidente da ALERJ.

Como Presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj, foi o primeiro legislativo do Brasil a acabar com o voto secreto e realizar o voto aberto, no ano de 1995, assim como primeiro poder no Brasil a estabelecer o teto salarial acabando com altos salários no poder legislativo.

Senador[editar | editar código-fonte]

Cabral Filho em sua última sessão no Senado, junto à colega Ideli Salvatti (PT).
Foto: Wilson Dias/ABr.

Em 2002, foi eleito senador pelo estado do Rio de Janeiro em aliança com Rosinha Garotinho (esposa de Anthony Garotinho) que ganhou a eleição para governadora. Obteve nesta votação 4,2 milhões de votos.[5]

Como senador, Cabral empenhou-se para aprovar o Estatuto do Idoso,[5] além de presidir a Comissão do Idoso.[4]

Com a renúncia ao mandato de senador para assumir o governo do Estado, foi substituído no Senado por seu segundo suplente, Paulo Duque, já que o seu primeiro suplente, Regis Fitchner, assumiu a Chefia da Casa Civil do Estado.

Governador[editar | editar código-fonte]

Em 29 de outubro de 2006, com apoio dos ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho, foi eleito, em segundo turno, governador do Rio de Janeiro pelo PMDB, em chapa com Pezão, com 5.129.064 votos (68% dos votos válidos em todo o Estado), derrotando Denise Frossard do PPS que obteve 32% dos votos válidos. Foi empossado em 1 de janeiro de 2007.

Em outubro de 2010, foi reeleito governador, ainda no primeiro turno, com mais de 66% dos votos válidos. [6]

Realizações no primeiro mandato (2007-2010)[editar | editar código-fonte]

Cumprindo o mandato de governador, Sérgio Cabral priorizou as áreas de saúde e segurança pública. Na primeira, criou e instalou as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). As UPAs são unidades 24 horas de urgências medicas e odontológicas. O objetivo é dar acesso aos pacientes que necessitam de atendimento e, com isso, desafogar as portas das emergências hospitalares. Desta forma, os hospitais podem priorizar os atendimentos mais graves ou de acordo com seu perfil. Hoje, mais de 99% dos casos são resolvidos nas UPAs. Menos de 1% precisam ser transferidos para hospitais. A primeira UPA foi inaugurada em maio de 2007, na comunidade da Maré[7] , uma das regiões mais carentes de serviços de saúde no Rio de Janeiro.  Este modelo pioneiro, inclusive, passou a ser adotado pelo governo federal e até por outros países[8] .

Ainda na área da saúde, lançou o serviço de Ressonância Magnética Móvel, que percorre todo o estado, oferecendo o exame ao cidadão, de forma gratuita, sem que ele tenha que sair de sua região de moradia.

Na área de segurança pública, foram criadas as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que têm como objetivo a retomada permanente de comunidades dominadas pelo tráfico, assim como a garantia da proximidade do Estado com a população[9] . As UPPs resultaram na queda significativa dos índices de criminalidade nessas comunidades. Na Cidade de Deus, por exemplo, os índices de homicídio, roubo de veículos e assalto a pedestres foram alguns dos que tiveram queda. O primeiro local a receber uma comunidade pacificadora foi o Santa Marta. Após a instalação da UPP, em 2008, os homicídios foram reduzidos a zero nos quatro anos subsequentes[10] . Os resultados da política de pacificação do governo Sérgio Cabral receberam elogios do New York Times, considerado o jornal mais influente do mundo[11]

A gestão também conseguiu colocar as finanças em dia, através de severos ajustes fiscais e da adoção de modernas técnicas de gestão, como o pregão eletrônico. Essas medidas fizeram com que o Rio de Janeiro fosse o primeiro estado brasileiro a receber o “grau de investimento”, concedido pela mais importante agência de risco do mundo, a Standard & Poor’s [12] . À época, a agência divulgou em nota que “a forte gestão que prevalece no Estado nos últimos três anos” e o fato de o estado se manter “apoiado por uma economia forte e diversificada, com um PIB per capita estimado em cerca de 25% acima da média do Brasil” fizeram com que o Rio merecesse a classificação global “BBB-“ e o rating de crédito em escala nacional “brAAA”.  

Seu primeiro mandato como Governador também ficou marcado pelas conquistas da comunidade LGBT, principalmente com a criação do Rio Sem Homofobia, um programa que trabalha na inclusão do combate à homofobia nas políticas públicas do Estado. Cabral também foi o primeiro governador do RJ a participar de uma Parada LGBT.   

Foi também durante o primeiro mandato do governador Sergio Cabral Filho, que a cidade do Rio de Janeiro foi escolhida sede dos Jogos Olímpicos de 2016, se tornando a primeira cidade sul-americana a conquistar este feito. Cabral  participou da articulação que uniu as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), um dos pontos destacados no relatório de candidatura, superando inclusive as exigências do COI. A escolha foi anunciada no dia 02 de outubro de 2009, em Copenhague, Dinamarca.   

Realizações no mandato 2011-2014[editar | editar código-fonte]

Com a situação econômica mais favorável, priorizou a melhoria de serviços e expansão industrial e turística no Sul Fluminense; região tradicionalmente proletária, e na Região dos Lagos,[13] região balneária do estado que sofre com a falta de infraestrutura urbana. Abriu o Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos em Rio Claro, o primeiro do gênero no país,[14] investiu R$ 250 milhões em 180 empreendimentos industriais e 54 turísticos, todos estaduais, de 23 municípios pequenos e médios.[15] [16] Promoveu a instalação da primeira fabrica da Land Rover no Brasil em Itatiaia[17] . Estudou e expandiu o projeto de asfalto-borracha em rodovias intermunicipais[18] . E investiu cerca de 211 bilhões de reais nos 15 portos do estado, e incluindo a construção do Porto do Açu em São João da Barra.[19] [20]

Lançou também vários serviços na área da saúde como o mamógrafo móvel e a tomografia computadorizada móvel, facilitando o atendimento e levando exames de qualidade para as diversas regiões do Estado.

Em dezembro de 2011, inaugurou o Rio Imagem[21] , o primeiro Centro de Diagnóstico por Imagem do Estado, que reúne em um só lugar equipamentos de última geração para atender aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). No centro são realizados gratuitamente exames como tomografias computadorizadas, ressonâncias magnéticas e exames de ultrassom.

Também criou os programas Renda Melhor e Renda Melhor Jovem, parte integrantes do Plano de Erradicação da Pobreza Extrema no Rio de Janeiro, e alinhados ao Programa Bolsa Família, do Governo Federal.[carece de fontes?]

Problemas com obras[editar | editar código-fonte]

Durante seu governo obras tiveram atrasos ou não foram concluídas como Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, obra necessária para diminuir engarrafamentos da Ponte Rio-Niterói e Rodovia Presidente Dutra: as obras iniciaram-se em 2008 com previsão de término para 2010, mas agora só ficarão prontas em 2014, e o custo dobrou de R$ 536 milhões em 2007 para mais de R$ 1 bilhão em 2012.[22] . Outro grande atraso é o da Transbaixada: a obra inicialmente seria inaugurada em 2012 [23] , mas o projeto atrasou. Em 2012 a Transbaixada não havia sequer sido licitada, e não há previsão da entrega da obra. Outros atrasos são a instalação de trens novos na Supervia, produzidos na China, que foram comprados em 2009 e só em 2012 viu-se o primeiro trem entrar em operação [24] ; e a extensão da Via Light até Madureira, na Zona Norte do Rio, que até hoje não saiu do papel, embora tenha sido propagandeada em 2008.[25] ; e da Linha 3 do Metrô do Rio de Janeiro, entre Niterói, São Gonçalo e a Visconde de Itaboraí (bairro distante do centro do municipio de Itaboraí), que foi propagandeada por Sérgio Cabral na campanha de seu primeiro mandato em 2006, e até hoje as obras sequer começaram. Estas obras foram embargadas no Tribunal de Contas e no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro onde foram questionados os impactos urbanisticos e ambientais uma vez que o projeto segundo moradores de São Gonçalo criticos ao projeto alegavam que esta linha fecharia vários acessos a diversos bairros e não atenderia a vários moradores de São Gonçalo dos corredores Via Rua Dr. March e via Alameda São Boaventura, bem como a estação terminal de Visconde de Itaboraí que é longe do centro do municipio, e por isso a linha não saiu do papel. [26] [27]

O atraso na obras de duplicação e modernização da Estrada Rio-São Paulo ou BR-465, traz problemas de logística para o estado.[28]

A duplicação da Rodovia Rio-Santos não está prevista até hoje, embora se faça necessária por motivos de tráfego e de segurança devido à usina nuclear de Angra dos Reis, e Cabral seja aliado do governo federal, o que facilita a entrada de investimentos no Estado. Já o trecho paulista da rodovia, que é administrado pelo Governo de SP, receberá duplicação em 172 km, entre Ubatuba e Bertioga.[29]

Ocupa Cabral[editar | editar código-fonte]

Após a série de protestos realizados no Brasil em junho de 2013, no Rio o movimento contra o governador do Estado do Rio de Janeiro ganhou força e tomou conta pelas ruas. Chamado de Ocupa Cabral, um movimento de jovens políticos e supra-partidários passou a ocupar as ruas Aristides Espínola, onde mora Sérgio Cabral, e Delfim Moreira, ambas no Leblon, bairro com o metro quadrado mais caro do Brasil. O grupo manifestava-se contra o governador por considerar autoritária a sua forma de administrar o Estado do Rio de Janeiro, utilizando o cargo para interesses próprios, e por suspeitas de corrupção em sua gestão.

Dentre os pontos específicos, o movimento protestava contra

  • a relação do governador com vários empresários, como Eike Batista, que participou do grupo vencedor da concessão do Estádio do Maracanã, pelo prazo de 35 anos[30] [31]  ;
  • o uso de helicópteros do Estado para fins pessoais (inclusive para transportar o cachorro de seu filho)[32] ;
  • a mulher de Cabral ser sócia-proprietária de um escritório de advocacia que presta serviço a empresas concessionárias de transporte público do Rio, como a SuperVia[33] e o Metrô Rio[34] ;
  • a brutalidade da Polícia Militar.
  • o favorecimento ao seguimento das empresas de ônibus principalmente querendo acabar com as vans de lotação de transporte alternativo que tinha um apoio politico do ex-governador Anthony Garotinho.
  • as relações do governador de favorecimeto ao presidente do Comitê Olimpico Brasileiro Carlos Arthur Nuzman desde os Jogos Pan-Americanos de 2007 e os Jogos Olímpicos de Verão de 2016 que destruiu o Autódromo de Jacarepaguá onde a população é contra estes eventos esportivos e a truculencia do governador contra greves de bombeiros e professores e servidores públicos e do descaso com a saúde e educação em que toda a verba do Estado está sendo entregue para o COB.

A recepção para o Papa, em 22 de julho de 2013, no Palácio Guanabara, Rio de Janeiro, foi marcada por protestos no entorno.[35]

Com todos esses problemas, a popularidade de Cabral caiu drasticamente. Em novembro de 2010, o governador tinha 55% de aprovação da população fluminense.[36] Em junho de 2013, o índice despencou 30 pontos, passando a 25%. Em julho de 2013, caiu ainda mais e, com 12% de aprovação, Cabral obteve a pior avaliação entre os governadores dos estados brasileiros.[37] Em novembro de 2013, uma nova pesquisa apontou pequena recuperação, e a aprovação do governo Cabral passou a 18%.[38]

Renúncia[editar | editar código-fonte]

Em 3 de abril de 2014, Sérgio Cabral deixou o cargo de governador do Rio de Janeiro. Na sua carta de renúncia, enviada à Assembleia Legislativa do Estado, Cabral citou artigo da Constituição Federal que diz que chefes do Executivo têm que deixar o cargo caso queiram se candidatar nas eleições.[39]

Condecorações[editar | editar código-fonte]

Em 14 de setembro de 2009, Sérgio Cabral recebeu a Medalha Légion d'Honneur (Ordem Nacional da Legião de Honra), a condecoração máxima do governo francês. A solenidade de entrega aconteceu em Paris, no Senado Francês. 

Em 8 de maio de 2008, Cabral recebeu o título Personalidade Cidadania 2008  por sua trajetória de conquistas políticas e sociais ao longo de seus mandatos nos poderes Legislativo e Executivo. Ele foi escolhido por 4.327 representantes de diversos segmentos da sociedade civil, em votação direta e espontânea. O prêmio foi uma iniciativa da Folha Dirigida, Unesco e Associação Brasileira de Imprensa (ABI). O governador recebeu a placa das mãos de sua mãe, a museóloga Magaly Cabral. 

É recipiente da Medalha do Mérito Desportivo Militar[40] .

Referências

  1. http://www1.folha.uol.com.br/poder/940654-sergio-cabral-e-advogada-formalizam-divorcio-consensual.shtml
  2. «Época - NOTÍCIAS - Os 100 brasileiros mais influentes de 2009». revistaepoca.globo.com. Consultado em 20 de Dezembro de 2009. 
  3. a b Sérgio Cabral. «Biografia». Consultado em 04/06/2009. 
  4. a b G1. «SÉRGIO CABRAL(PMDB)» [S.l.: s.n.] Consultado em 04/06/2009. 
  5. a b c Uol Eleições 2006. «Campeão de votos, Cabral tenta ganhar cargo majoritário» [S.l.: s.n.] Consultado em 04/06/2009. 
  6. http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/sergio-cabral-e-reeleito-governador-do-rio-de-janeiro.html
  7. «Governo do estado inaugura superposto da Maré». Consultado em 2015-10-02. 
  8. «Informação Pública». www.rj.gov.br. Consultado em 2015-10-02. 
  9. «O que é a UPP?». 
  10. «UPP Santa Marta completa 4 anos e comemora redução de criminalidade». Consultado em 2015-10-02. 
  11. Barrionuevo, Alexei. (2010-01-16). "With World Watching, Rio Focuses on Security". The New York Times. ISSN 0362-4331.
  12. http://www.valoronline.com.br/?online/brasil/5/6186838/s-&-p-concede-grau-de-investimento-ao-rio-de-janeiro
  13. http://www.rj.gov.br/web/sea/exibeconteudo?article-id=330843
  14. http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/06/cidade-em-ruina-do-rj-vira-primeiro-parque-arqueologico-do-pais.html
  15. http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,79652,Interior-do-estado-do-Rio-vai-receber-US$-130-milhoes-em-investimentos.html#axzz2lx6P86SZ
  16. http://www.sergiocabral.com.br/turismo-recebe-investimentos-no-interior-do-rio-de-janeiro/
  17. http://veja.abril.com.br/noticia/economia/fabrica-da-land-rover-sera-em-itatiaia-com-investimentos-de-r-1-bi
  18. http://www.rheoset.com.br/Projeto-de-pavimentacao-com-asfalto-borracha-em-rodovias-do-RJ-ganha-premio-internacional-98-ver.html
  19. http://rio-negocios.com/investimentos-no-estado-do-rio-crescem-67-de-2012-a-2014/
  20. http://tnpetroleo.com.br/noticia/estado-do-rio-ganha-nova-base-logistica-com-investimentos-de-r-200-milhoes-da-ge/
  21. «Rio ganha um avançado centro de imagens». O Globo. 2011-11-27. Consultado em 2016-05-19. 
  22. Arco Metropolitano atrasa 4 anos e dobra de preço
  23. Previsão inicial da inauguração era 2012
  24. Trens novos atrasam muito
  25. Obras prometidas
  26. Cabral ainda nem iniciou obras da Linha 3
  27. Congresso suspende repasse para Linha 3
  28. Atrasos em obras causam congestionamentos frequentes na Via Dutra
  29. Rio-Santos terá trecho duplicado em 2013
  30. Grupo com Eike vence licitação e vai administrar o Maracanã por 35 anos
  31. Sérgio Cabral viajou em jato de Eike para festa de empresário com quem tem contratos de R$ 1 bilhão
  32. Sergio Cabral e os voos da alegria
  33. Sérgio Cabral volta a beneficiar cliente de sua mulher
  34. Veja: escritório de mulher de Cabral multiplica receita com concessionárias
  35. Manifestação no Palácio Guanabara tem tumulto entre PM's en ativistas
  36. Aprovação de Cabral despenca 30 pontos
  37. Sérgio Cabral atinge 12% de aprovação e é o político mais avaliado do Brasil
  38. Sérgio Cabral atinge 18% de aprovação
  39. Sérgio Cabral renuncia ao cargo de governador do Rio. Terra,3 de abril de 2014
  40. Almanaque

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por
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Governador do Rio de Janeiro
20072014
Sucedido por
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1995 — 2002
Sucedido por
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