Economia do Benim

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Economia do Benim
Moeda Franco CFA
Organizações de comércio OMC, União Africana, ECOWAS
Estatísticas [1]
Produto Interno Bruto US$ 8 419 milhões (2005)
% de cresc. do PIB 3,5% (2005)
PIB per capita US$ 1100 (2005)
PIB por setor agricultura (31,6%), indústria (13,8%), comércio e serviços (54,6%) (2004)
Inflação anual 3,5%
População abaixo da linha da pobreza 33% (2001)
Força de trabalho 3,211 milhões
Trabalhadores por setor agricultura N/D, indústria N/D, comércio e serviços N/D
Taxa de desemprego N/D
Principais indústrias têxtil, alimentos, materiais de construção, cimento
Parceiros comerciais [2]
Exportações (US$) 826,9 milhões f.o.b. (2005)
Principais parceiros China 31,3%, Indonésia 8,1%, Índia 7,4%, Níger 6%, Togo 4,8%, Tailândia 4,8%, Nigéria 4,6% (2005)
Importações (US$) 1 043 milhões (2005)
Principais fornecedores França 21,8%, Gana 7,1%, Costa do Marfim 7%, China 6,7%, Reino Unido 5,2%, Bélgica 4,9%, Togo 4,5%, Tailândia 4,2%, Nigéria 4% (2005)
Finanças públicas [3]
Dívida externa US$ 1 600 milhões (2000)
Receitas (US$) 776,8 milhões
Despesas totais 1 017 milhões
Ajuda externa recebida (US$) 342,6 milhões (2000)

A economia do Benim é pouco desenvolvida e depende da agricultura de subsistência. O cultivo do algodão corresponde a 40% do PIB e aproximadamente 80% do volume de exportação. O Benim também exporta produtos têxteis, produtos artesanais e cacau.

O milho, o feijão, o arroz, o amendoim, o caju, o abacaxi e a mandioca são os principais produtos de subsistência. Benim começou a produzir uma quantidade modesta de petróleo em outubro de 1982. A produção foi cessada em anos recentes devido ao esgotamento das reservas, mas a exploração de locais novos é questão de tempo.

Uma frota modesta de barcos fornece peixes e outros alimentos marinhos para a subsistência local e para exportação, principalmente para a Europa.

As atividades comerciais antes controladas pelo governo foram privatizadas. As empresas de pequeno porte do Benim estão nas mãos de conterrâneos enquanto as de grande porte, em sua maioria, estão nas mãos de estrangeiros, principalmente franceses e libaneses.

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