Economia da Venezuela
| Economia da Venezuela | ||
|---|---|---|
| Moeda | Bolívar Venezuelano | |
| Ano fiscal | Ano calendário | |
| Organizações de comércio | OMC, Unasur, Mercosul | |
| Banco Central | ||
| Bolsa de Valores | ||
| Estatísticas [1] | ||
| Produto Interno Bruto | US$ 350,1 mil milhões (33º lugar) (2009) | |
| % de cresc. do PIB | -2,9% (2009) | |
| PIB per capita | US$ 13.100 (86º lugar) (2009) | |
| PIB por setor | agricultura 4%, indústria 34,6%, comércio e serviços 61,4% (2009) | |
| Inflação anual | 27,1% (2009) | |
| População abaixo da linha de pobreza | 37,9% (2005) | |
| Força de trabalho | 12,67 milhões (2009) | |
| Força de trabalho por setor | agricultura 13%, indústria 23%, serviços 64% (1997) | |
| Desemprego | 10,9% (2009) | |
| Principais indústrias | petróleo, materiais de construção, processamento de alimentos, têxtil; mineração de ferro, produção de aço e alumínio; montagem de veículos a motor | |
| Parcerias comerciais [1] | ||
| Exportações (US$) | 51,99 mil milhões f.o.b. (2009) | |
| Principais produtos exportados | petróleo, bauxita e alumínio, aço, produtos químicos, produtos agrícolas, manufaturados básicos | |
| Principais mercados | Estados Unidos 39,8%, Antilhas Holandesas 7,6%, República Popular da China 4,6% (2008) | |
| Importações (US$) | 41,04 mil milhões (2009) | |
| Principais produtos importados | matérias primas, máquinas e equipamentos, equipamentos de transporte, materiais de construção | |
| Principais parceiros | Estados Unidos 26,1%, Colômbia 12,6%, Brasil 10,7%, República Popular da China 6,9%, México 4,8% (2008) | |
| Finanças públicas [1] | ||
| Dívida externa | US$ 43,41 mil milhões (2009) | |
| Receitas totais (US$) | 65,14 mil milhões | |
| Despesas (US$) | 92,04 mil milhões | |
| Relação Dívida/PIB | n/d | |
| Relação Receitas/PIB | n/d | |
| Ajuda econômica recebida | US$ 48,66 milhões (2005) | |
A economia da Venezuela passou, depois da Primeira Guerra Mundial, de uma economia essencialmente agrícola para uma economia centrada na produção e exportação de petróleo. É esta a atividade que continua a dominar, sendo responsável por cerca de um terço do PIB, por cerca de 80% das receitas de exportação e por mais de metade do financiamento da administração pública. Os responsáveis venezuelanos estimam que o PIB cresceu 2.7% em 2001. Uma forte subida nos preços internacionais de petróleo alimentou a economia, depois da grave recessão de 1999. A Venezuela participa também da OPEP.
Apesar disso, um setor não petrolífero relativamente fraco e fugas de capital e uma queda temporária nos preços do petróleo - prejudicaram a recuperação. No início de 2002, o governo alterou o regime de taxas de juro de um regime indexado para um sistema de flutuação livre, o que fez com que o bolívar desvalorizasse significativamente.
O Presidente Chavez começou em 2003 a canalizar os proventos do petróleo obtidos pela companhia estatal PDVSA para financiar programas sociais. Os opositores da medida afirmam que ela vai minar o estatuto de independência dos bancos e da companhia petrolífera, e que é uma clara tentativa de aumentar o seu apoio público.
Apesar dos esforços do governo de Chávez para a distribuição das riquezas geradas pelo petróleo, 37,9% da população ainda vive abaixo da linha de pobreza (final de 2005, est.); seu coeficiente de Gini foi estimado pela ONU em 48.2 (2003), um dos trinta piores resultados no planeta. Alguns países que possuem produção petrolífera muito acima de seu consumo e baseiam sua economia nisso (alguns países árabes por exemplo), costumam ter sua riqueza extremamente mal distribuída (geralmente concentrada nas mãos de uma pequena elite), e não desenvolvem outros potenciais econômicos pela facilidade demasiada que a extração de petróleo proporciona.[2]
[editar] Moeda
A moeda da Venezuela é o bolívar (alusão a Simón Bolívar, prócer da independência de grande parte da América espanhola).
Em 2008, três zeros foram cortados do bolívar, criando o bolívar forte.