Forrest Gump

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Forrest Gump
Forrest Gump (PT)
Forrest Gump: O Contador de Histórias (BR)
Pôster de divulgação
 Estados Unidos
1994 • p&b e cor • 142 min 
Direção Robert Zemeckis
Produção Wendy Finerman
Steve Tisch
Steve Starkey
Roteiro Eric Roth
Baseado em Winston Groom
Narração Tom Hanks
Elenco Tom Hanks
Robin Wright Penn
Gary Sinise
Mykelti Williamson
Sally Field
Género Drama
Comédia
Idioma Inglês
Música Alan Silvestri
Cinematografia Don Burgess
Edição Arthur Schmidt
Distribuição Paramount Pictures
Lançamento Estados Unidos 6 de Julho de 1994
Orçamento US$ 55 milhões
Receita US$ 677.387.716
Página no IMDb (em inglês)

Forrest Gump (Forrest Gump: O Contador de Histórias (título no Brasil) ou Forrest Gump (título em Portugal)) é um filme norte-americano de 1994, dirigido por Robert Zemeckis com Tom Hanks no papel-título e baseado no romance homônimo de 1986 escrito por Winston Groom. O filme também traz no elenco Robin Wright Penn e Gary Sinise. A história atravessa várias décadas na vida do personagem central, Forrest Gump, um homem simples do Alabama que viaja ao redor do mundo, encontra figuras históricas, influencia a cultura popular e é testemunha de alguns dos eventos históricos mais notórios da segunda metade do século XX.

O filme difere substancialmente do romance de Winston Groom, no qual foi baseado. As filmagens aconteceram em 1993, principalmente nos estados da Geórgia, Carolina do Norte e Carolina do Sul. O filme fez grande uso de imagens geradas por computador para incorporar o protagonista em filmagens antigas e no desenvolvimento de outras cenas. A trilha sonora do filme é composta de muitas faixas, e seu lançamento comercial vendeu 4,42 milhões de cópias.

Lançado nos Estados Unidos em 6 de julho de 1994, Forrest Gump foi bem recebido pelos críticos e tornou-se o maior sucesso comercial do cinema estadunidense naquele ano, arrecadando mais de US$ 677 milhões ao redor do mundo. Desde o lançamento do filme, várias interpretações têm sido feitas acerca do simbolismo político do protagonista. Em 1996, um restaurante temático baseado no filme foi aberto, e desde então expandiu-se com várias filiais ao redor do mundo. A cena de Forrest correndo através dos Estados Unidos é geralmente referenciada por indivíduos reais que tentam o desafio. Forrest Gump foi indicado a treze Oscars, o filme ganhou em seis categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor (Robert Zemeckis) e Melhor Ator (Tom Hanks).

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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O filme começa com uma pena caindo aos pés de Forrest Gump, sentado numa parada de ônibus em Savannah, na Georgia. Forrest pega a pena e coloca-a dentro de um livro, e então começa a contar a história de sua vida a uma mulher sentada próxima a ele. Os ouvintes na parada de ônibus variam.

Forrest mostra ter muito de sua vida ensinado por sua mãe. Forrest frequentemente repete suas frases favoritas, incluindo "A vida é como uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar" e "Idiota é quem faz idiotice". Outras pessoas que têm papéis importantes na vida de Forrest são Jenny Curran, uma amiga de infância que é sexualmente abusada por seu pai; Benjamin Buford "Bubba" Blue, um jovem negro pescador de camarões que serve junto com Forrest na Guerra do Vietnã e sabe "tudo que se pode saber sobre camarões"; e o Tenente Dan Taylor, que é o comandante da unidade onde Forrest e Bubba servem; Alguns anos após o encerramento da guerra, Forrest propõe o casamento a Jenny. Ela recusa. Mais tarde aquela noite eles fariam sexo. Na manhã seguinte ela iria embora. Para compensar o vazio em seu coração, Forrest corre através dos EUA por três anos e meio. Ele é chamado de "um jardineiro de Greenbow, Alabama", em noticiários sobre suas corridas.

Forrest está esperando o ônibus porque em 30 de março de 1981, ele recebeu uma carta de Jenny que, após vê-lo na TV, convida-o para visitá-la. Forrest mostra a carta de Jenny a uma das ouvintes, uma paciente senhora idosa que mesmo após perder seu ônibus continuava a ouvi-lo; ela conta a ele que para chegar ao endereço da carta não é necessário pegar o ônibus, uma curta caminhada basta. Ele agradece a senhora e imediatamente começa a correr. Uma vez que ele encontra Jenny e seu jovem filho, Jenny conta a ele que o garoto é chamado Forrest, assim como o pai dele. Primeiramente ele pensa que ele é filho de um outro homem chamado Forrest, mas depois ela confirma que o filho é realmente dele. Ela também conta a Forrest que está infectada com um vírus (que pode ser o vírus da AIDS). Juntos, os três se mudam para Greenbow, onde Jenny e Forrest finalmente se casam, mas o casamento dura pouco por causa da morte de Jenny "numa manhã de sábado" segundo Forrest. Sua lápide dá a data de 22 de março de 1982 (na verdade o dia 22 de março de 1982 foi uma segunda-feira, não um sábado).

O filme termina com Forrest levando seu filho a um ônibus escolar; com a aproximação do ônibus, o pai pega o livro que sua mãe lia para ele, e deixa cair uma pena, que havia aparecido no início do filme; então, sem perceber isso, Forrest devolve o livro à mochila do filho e pondera sobre dizer algo ao seu filho, mas decide de última hora não dizer (provavelmente diria algo sobre não dar importância se alguém zombasse dele na escola, mas deve ter lembrado que devido ao fato dele mesmo ter sido zombado na época de escola, acabou conhecendo Jenny). Então pai e filho dizem que se amam. A pena no livro de Forrest é levada pelo vento, e flutua ao céu, como no início do filme.

Os ouvintes na parada de ônibus[editar | editar código-fonte]

  • Uma moça negra,com cerca de 30 anos, que não presta atenção em Gump e lê uma revista People enquanto ele fala sozinho.
  • Assim que a moça negra sai, uma mulher (com uma criança de colo), que ouvia a história começa a puxar papo a partir do fato que Forrest menciona o atentado ao ex-governador do Alabama, George Wallace.
  • Quando a mulher pega o seu ônibus, um senhor,gordo e de meia-idade, continua a a ouvir a história com Forrest.
  • Quando o senhor gordo sai (às gargalhadas por não crer que Gump tenha fundado a empresa de camarão junto com o Tenente Dan),uma paciente senhora idosa continua a ouvir Forrest. Mesmo após perder seu ônibus continuava a ouvi-lo. Ela é a última a ouvi-lo e, emocionada com a história, é quem informa a Forrest que ele não precisa ir de ônibus até a casa de Jenny.
Tom Hanks como Forrest Gump
Gary Sinise como Tenente Dan Taylor
Gump se encontrando com pessoas famosas
  • Ele é um descendente de Nathan Bedford Forrest, general confederado e fundador da Ku Klux Klan. Isto pode ser considerado uma ironia pois Forrest se torna amigo de um negro chamado Bubba, que ele conhece no exército. Porém, também pode não ser irônico, uma vez que Nathan B. Forrest rapidamente se desiludiu com o que criou e rapidamente tentou se dissociar do seu passado.
  • Ele encontra Elvis Presley quando Elvis estava na sua casa como um hóspede. Suas tentativas curiosas de dançar com um aparelho nas pernas inspiraram os famosos movimentos de quadril de Elvis.
  • Enquanto corria para escapar de um grupo de arruaceiros, a velocidade de Forrest é notada pelo técnico Bear Bryant da University of Alabama. Forrest é recrutado pelo técnico Bryant para jogar futebol americano, que ele joga por cinco anos, na posição de retornador. Sendo assim, ele fez parte da equipe que venceu o Campeonato da NCAA em 1961. Também significa que ele jogou com Joe Namath. Jogando por Alabama, Forrest impressiona Bryant com sua velocidade, mas o incomoda com sua estupidez. As habilidades de Forrest o levam a ser escolhido à equipe das estrelas.
  • Ele encontra o presidente John Kennedy após a equipe das estrelas do futebol americano universitário ser convidada à Casa Branca. Uma vez que era de graça, Forrest bebeu 15 garrafas de Dr Pepper. Após apertar a mão do presidente Kennedy, este pergunta como ele sentia, Gump respondeu: "Estou apertado".
  • Ele depois encontraria o presidente Lyndon Johnson, que o presenteia com a medalha de honra pelo resgate heróico de seus colegas soldados. Após Forrest contar a Johnson sobre seu ferimento, Johnson diz que gostaria de ver o ferimento alguma hora. Nisso, Forrest hesitantemente, mas obedientemente abaixa suas calças e mostra o ferimento em suas nádegas. Presidente Johnson vai embora, murmurando, "Caramba, filho."
  • Num protesto em Washington, Gump encontra Abbie Hoffman e faz um discurso que não se ouve devido a problemas técnicos (um oficial militar puxa os fios do microfone dos alto-falantes e do sistema de som). A multidão acaba por aplaudir Gump após a reação emocionada do líder do protesto ao final do discurso. De acordo com Tom Hanks, Gump diz: "Algumas vezes quando as pessoas vão ao Vietnã, elas vão pras casas de suas mamães sem suas pernas. Algumas vezes elas nem voltam para casa. Isso é muito mau. E isso é tudo o que tenho a dizer sobre esse assunto."
  • Finalmente, após fazer parte da equipe de tênis de mesa dos Estados Unidos, ele encontra o presidente Richard Nixon, que pergunta a Gump onde ele está hospedado, e então oferece a Forrest um hotel muito melhor, que era o complexo de escritórios e hotel de Watergate. Forrest liga para a recepção após perceber várias lanternas numa outra sala, chamando atenção ao que seria o Caso Watergate, que precipitaria a queda de Nixon.
  • Ele encontra Dick Cavett e John Lennon no programa de entrevistas de Cavett, e suas visões da China inspiram Lennon a compor Imagine
  • No DVD da edição de colecionador há mais duas cenas deletadas. Numa, Forrest joga tênis de mesa com George H. W. Bush, na época embaixador na China. Noutra, Forrest salva a marcha pelos direitos civis de Martin Luther King brincando com os cães da polícia.
  • O barco de pesca de camarões de Forrest Gump foi o único a sobreviver a fúria total do Furacão Carmen, um furacão de categoria 4 que veio pela Louisiana em 1974.
  • Ele, além de ser dono da industria de pesca Bubagump, também é acionista da industria tecnológica Apple Inc., porém ele não sabe muito bem disso, pois quando recebe a carta de Tenente Dan dizendo que fez investimentos na industria ele diz que " O Tenente Dan investiu em um negócio de frutas".
  • E quando estava correndo pelos Estados Unidos Gump serviu de inspiração para a frase de parachoque mais iconica do mundo e para a camisa com um smile e a frase have a nice day imortalizada pela banda Bon Jovi
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Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Papel
Tom Hanks Forrest Gump
Robin Wright Penn Jenny Curran
Gary Sinise Tenente Dan Taylor
Mykelti Williamson Benjamin Buford "Bubba" Blue
Sally Field Mãe de Forrest
Michael Conner Humphreys Jovem Forrest Gump
Hanna R. Hall Jovem Jenny Curran
Haley Joel Osment Forrest Gump Jr.
Sam Anderson Diretor Hancock
Geoffrey Blake Wesley, organizador do SDS
David Brisbin Jornalista
Peter Dobson Elvis Presley
Siobhan Fallon Dorothy Harris, motorista do ônibus escolar
Osmar Olivo Sargento
Brett Rice Técnico de futebol americano colegial
Sonny Shroyer Técnico Paul "Bear" Bryant
Kurt Russell voz de Elvis Presley
Harold G. Herthum Médico

Interpretação do filme[editar | editar código-fonte]

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A história contada no filme comporta interpretações opostas: pode ser vista como uma crítica à mediocridade da sociedade norte-americana, em que alguém nas condições de Forrest, ou seja, uma pessoa portadora de debilidade mental (segundo o filme, Forrest tem um QI de apenas 75, valor abaixo da média) acaba por se tornar um herói e um ídolo, interferindo decisivamente na História dos Estados Unidos em diversas ocasiões, sendo até mesmo sugerido que Forrest, "um simples idiota", seria o causador dos fatos mais relevantes na vida americana dos últimos 30 anos; ou pode ser vista, como parece ter sido a intenção do diretor e como o fez o público, em sua maioria, como uma fábula em que o personagem principal, com seu esforço, consegue superar seus problemas individuais e vencer na vida, o que rendeu ao filme não poucas críticas a respeito de um suposto olhar conservador e reacionário que potencialmente possuiria, interpretação que pode se reforçar pelo fato do puro Forrest terminar, afinal, bem-sucedido, e os demais personagens, estes transgressores (Jenny, Tenente Dan), em contrapartida, terem sido "punidos" pela narrativa do filme com a morte, no primeiro caso, e a mutilação, no segundo.

Outra interpretação possível seria que não é possível saber se o que acontece na vida é fruto de um destino predeterminado ou obra do acaso.

Forrest Gump também pode ser visto como uma crítica ao típico "cidadão comum", que passa pela vida alienado da política e dos conflitos sociais. Forrest Gump não seria um herói para seu criador, mas sim um anti-herói fadado a viver ao sabor dos ventos, sem nunca ter o controle de sua vida devido a sua alienação doentia. Forrest não é um exemplo a ser seguido, o diretor nos diz ao mostrar seu filho, ao final, como alguém mais consciente e seguro de suas limitações, diferentemente do pai. Entretanto, Forrest é um ser humano e merece ser respeitado e amado por isso. O humanismo crítico e a social-democracia encontram no filme um veículo poderoso de sua ideologia.

Efeitos visuais[editar | editar código-fonte]

Ken Ralston e sua equipe foram os responsáveis pelos efeitos visuais. Usando técnicas de computação gráfica foi possível que Tom Hanks encontrasse presidentes mortos e até apertar suas mãos.

Imagens de arquivo foram usadas e com a ajuda de técnicas como chroma key, Tom Hanks foi integrado a elas. Este esforço foi recompensado com um Oscar por melhores efeitos visuais.

A remoção das pernas de Gary Sinise após a amputação sofrida por seu personagem, foi alcançada cobrindo suas pernas com um tecido verde, que depois facilitou o trabalho da equipe de efeitos.

Dick Cavett interpretou a si mesmo nos anos 1970 aplicando maquiagem para aparentar jovialidade.

Música[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora de Forrest Gump tem uma variedade de músicas dos anos 50, 60, 70 e do começo dos 80 executadas por artistas americanos. Vendeu 12 milhões de cópias, e se tornou um dos álbuns mais vendidos nos Estados Unidos.[1] Além disso, um álbum apresentando somente a música original por Alan Silvestri também foi lançado.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Nas palavras de Tom Hanks, "O filme é não-político e não faz julgamentos". Ainda assim, em 1994, o programa Crossfire, da CNN debateu se o filme tinha uma posição de direita ou esquerda. O produtor Lloyd Kaufman notou que os sucessos de Gump resultaram a partir do que outros falaram, nunca mostrando nenhuma iniciativa própria, em contraste com a personagem revoltada de Jenny que é mostrada descendo em direção às drogas, prostituição e morte.[2]

O filme recebeu uma maioria críticas positivas na época de seu lançamento, com Roger Ebert dizendo, "O roteiro de Eric Roth tem a complexidade da ficção moderna… a performance de Hanks é um notável balanço entre comédia e tristeza, numa história rica em grandes risadas e tristes verdades… que filme mágico".[3] Porém, o filme recebeu críticas notáveis de diversos analistas, incluindo The New Yorker e Entertainment Weekly (que disse que o filme "reduz o tumulto das últimas décadas a um parque temático de realidade virtual: uma versão da Disney para os baby boomers".).[4] Em setembro de 2007, o filme possui uma taxa de aprovação de 71% dos críticos no Rotten Tomatoes.[5]

Porém, o filme é comumente visto como um marco para o público, com a Entertainment Weekly escrevendo em 2004, "Quase uma década após lucrar 'gazilhões' e pegar vários Oscars, o ode a América do século 20 ainda representa uma das mais claras linhas divisórias do cinema. Alguns o vêem como uma peça artificial de melodrama pop, enquanto o resto o aclama como uma doce caixa de chocolates".[6] O filme também ficou na posição 76 na lista de 2007 dos melhores filmes de todos os tempos do American Film Institute.

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

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No total, o filme Forrest Gump recebeu 38 prêmios, além de mais 44 indicações, entre eles:

Oscar 1995 (EUA)[7]

6 vitórias de 13 indicações
Indicações

Globo de Ouro 1995 (EUA)

  • Venceu nas categorias de Melhor Filme - Drama(Wendy Finerman), Melhor Diretor (Robert Zemeckis) e Melhor Ator - Drama (Tom Hanks).
  • Indicado nas categorias Melhor Trilha Sonora (Alan Silvestri), Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise), Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright) e Melhor Roteiro (Eric Roth).

BAFTA 1995 (Reino Unido)

  • Venceu na categoria de Melhores Efeitos Especiais (Ken Ralston, George Murphy, Stephen Rosenbaum, Doug Chiang e Allen Hall).
  • Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Atriz Coadjuvante (Sally Fields), Melhor Edição (Arthur Schmidt), Melhor Filme (Wendy Finerman, Steve Tisch, Steve Starkey e Robert Zemeckis), Melhor Roteiro Adaptado (Eric Roth) e Melhor Fotografia (Don Burgess).

Prêmio Saturno 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)

  • Venceu na categoria de Melhor Filme de Fantasia e Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise).
  • Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Diretor (Robert Zemeckis), Melhor Música (Alan Silvestri), Melhores Efeitos Especiais (Ken Ralston), Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright Penn) e Melhor Roteiro (Eric Roth).

Academia Japonesa de Cinema 1996 (Japão)

  • Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Screen Actors Guild Awards 1995 (EUA)

  • Venceu na categoria de Atuação Extraordinária de um Ator em Papel Principal (Tom Hanks).
  • Indicado nas categorias de Atuação Extraordinária de uma Atriz em Papel Coadjuvante (Sally Field e Robin Wright Penn) e atuação Extraordinária de um Ator em Papel Coadjuvante (Gary Sinise).

Prêmio Eddie 1995 (American Cinema Editors, EUA)

  • Venceu na categoria de Filme Melhor Editado.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • O diretor Robert Zemeckis e Alan Silvestri fizeram a trilogia de De Volta Para o Futuro.
  • Ao receber o Oscar de melhor ator por Forrest Gump, Tom Hanks igualou a marca de Spencer Tracy, que até então era o único ator a ter ganho o Oscar por dois anos consecutivos.
  • O ator Haley Joel Osment, que seis anos depois seria indicado ao Oscar de "Melhor Ator Coadjuvante" por sua atuação em O sexto sentido, tinha cinco anos e fez uma ponta no final do filme.
  • Jim, o irmão mais moço de Tom Hanks, foi dublê do ator em muitas das seqüências de corrida.
  • Sally Field, que fez o papel de mãe de Forrest, é apenas dez anos mais velha que Tom Hanks.
  • A garota de cabelo vermelho no ônibus escolar é Elizabeth, a filha de Tom Hanks.
  • O filme estreou no Brasil em agosto de 1994 e permaneceu em cartaz até meados de abril do ano seguinte.
  • A cidade cinematográfica onde Forrest conta as suas histórias é a mesma cidade cinematográfica De Volta Para o Futuro que também é dirigido por Robert Zemeckis.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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