Irmandade Muçulmana

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Irmandade Muçulmana
جمعية الأخوان المسلمون
Muslim Brotherhood Emblem.jpg

Emblema da Irmandade Muçulmana
Datas das operações 1928 - actualmente
Líder Mohammed Badie[1]
Área de atividade Mundo árabe
Ideologia Salafismo
Sunismo

A Irmandade Muçulmana ou "Fraternidade Muçulmana"[2] , (em árabe جمعية الأخوان المسلمون, Jamiat al-Ikhwan al-Muslimun, literalmente "Sociedade de Irmãos Muçulmanos", conhecida popularmente apenas como الإخوان, Al-Ikhwān, "A Irmandade") é uma organização islâmica radical, que atua em cerca de 70 países[3] e que pretende "retomar" os ensinamentos do Corão, rejeitando qualquer tipo de influência ocidental.

A Irmandade Muçulmana, que luta para estabelecer a sharia (leis do islamismo) como base para governos, é considerada a precursora do fundamentalismo islâmico contemporâneo, que, a partir de cisões, deu origem a grupos mais violentos como o Hamas e a al-Qaeda[2] , e tem o objetivo de unificar os países de população muçulmana [4] e opõe-se às tendências seculares de algumas nações islâmicas (ex: Turquia, Líbano, Egito, Marrocos) assim como rejeita as influências Sufi e o chamado "islamismo moderado".

Ela tem origem na mesma seita islâmica radical uaabita, sunita, base da sociedade da Arábia Saudita e que inspirou a milícia dos talibãs e a rede terrorista Al-Qaeda.[4]

Fundada em 1928 no Egito, com o objectivo de libertar a pátria islâmica do controle dos estrangeiros e infiéis (kafir) e estabelecer um estado islâmico unificado.[5] Duas figuras exercem uma influência poderosa sobre o pensamento da Irmandade: o seu fundador Hassan al-Banna e o escritor Sayed Outb.[6]

O lema da organização é: "Allah é o nosso objetivo, Maomé é o nosso líder, a jihad é nosso caminho. Morrer no caminho de Allah é nossa maior esperança."[3]

O seu símbolo heráldico são: duas espadas de ouro sob o Alcorão com o slogan "Prepare-se".[6]

História[editar | editar código-fonte]

A organização foi fundada por Hassan al Banna, em 1928, e surge após o fim do Império Otomano com a extinção oficial do califado turco, em 1924 em consequência da I Guerra Mundial, numa altura que o mundo árabe tinha se fragmentado em movimentos nacionalistas que lutavam contra o controle imperialista franco-britânico na região e o sionismo.[5]

O seu fundador, era um professor egípcio que, na época, denunciava "a doença que reduziu a Ummah (comunidade muçulmana) ao seu estado atual", o que o motivou, juntamente com outros cinco jovens – todos na faixa dos vinte anos – a criar a Irmandade.[5]

Limitada inicialmente à reforma moral e espiritual, a Irmandade cresceu de modo impressionante e tornou-se a mais importante organização político-integrista do mundo. Entre os anos 30 e 40, contava com cerca de 500 mil membros no Egipto, além de afiliados em todo Oriente Médio. Quando a II Guerra Mundial terminou, a Irmandade era uma força política expressiva no Egito e jogou papel fundamental na luta contra a antiga ordem colonial dos britânicos e franceses.[5]

Essa estrutura não era, entretanto, inspirado nos "camisas negras" de Mussolini chegou a organizar um braço paramilitar (cujo slogan era "acção, obediência, silêncio, fé e luta"). Na realidade, constituía um aparato secreto (al-jihaz al-sirri) e uma agência de inteligência para coordenar ataques terroristas e assassinatos de governantes coloniais britânicos e de autoridades egípcias.[5] [6]

Entre 1937 e o final da Segunda Guerra Mundial, recebeu financiamento do regime nazista[7] .

Em 1948, depois de desempenhar papel central na mobilização de voluntários para lutarem na guerra contra os sionistas na Palestina, para impedir a criação de um estado judeu, lançasse numa tentativa de golpe de estado contra a monarquia egípcia. Em 18 de dezembro desse ano, o primeiro-ministro do rei Faruque, Nuqrashi Pasha estancou-a. Menos de três semanas depois, a Irmandade retaliou e assassinou-o. O governo, por sua vez, desencadeou uma perseguição à Irmandade, assassinando Al Banna e muitos de seus agentes em 12 de fevereiro de 1949.[5]

Mesmo assim estava longe de ser destruída, sob a liderança do ainda mais radical de Sayyid Qutb, ela continuou a lutar pela tomada do poder e reorganizou-se. Em 1952, com a ajuda da agência americana CIA, apoiaram os "Oficiais Livres" liderados por Gamal Abdel Nasser, Mohamed Naguid e Anuar El Sadat, na destituição a monarquia do Rei Faruque, que abandonou o Egito e foi substituído por seu filho Ahmad Fouad, cuja posição de monarca tornou-se meramente decorativa, porque o país passou a ser controlado pelos militares nacionalistas. Em 1953, Fouad foi finalmente deposto, a monarquia extinta e criada a actual república, com Mohamed Naguid colocado na presidência.[5]

A Irmandade Muçulmana, foi afastada pelo então presidente Gamal Abdel-Nasser de qualquer influência no novo regime que ajudaram a implantar, aderiram à luta armada para derrubá-lo. Em fevereiro de 1954, a Irmandade foi tornada ilegal e em outubro do mesmo ano seus membros tentaram assassinar Nasser.

Em 1954, o presidente Gamal Abdel-Nasser proibiu a Irmandade após culpá-la por uma fracassada tentativa de assassinato contra ele. Líderes foram executados e milhares de seus membros presos, muitas vezes submetidos a tortura.[6] Qutb, seu principal líder, foi sentenciado a dez anos de prisão.[5] Milhares de integrantes do movimento fugiram para outros países árabes como Síria, Arábia Saudita, Jordânia e Líbano e isso ajudou a internacionalizar o movimento[7] .

Qutb foi sucedido por Muhammad al-Mahmud al-Hudeibi, que adotou uma postura mais moderada e,[5] em 1973, estabeleceu um acordo com Anwar Sadat, o novo presidente da república do Egipto, que incluiu a renúncia formal ao uso da violência. Isso permitiu uma redução das atividades repressivas, embora muitos integrantes tenham sido presos no período.

Após o assassinato de Sadat, em 1981, muitos integrantes foram libertados por Hosni Mubarak, que assumiu o poder.[6]

Na metade dos anos 80 foi autorizada a participação de partidos políticos da oposição nas eleições e no início da Década de 1990, eles passaram a controlar muitos sindicatos por meio de eleições sindicais, mas Mubarak contra-atacou, intervindo em sindicatos e prendendo membros da Irmandade.

No início do século XXI, o grupo passou a concorrer com candidatos independentes nas eleições parlamentares e obteve sua maior vitória em 2005, quando seus candidatos ganharam um quinto das cadeiras do Parlamento, apesar de confrontos quando as forças de segurança tentavam impedi-los de votar. Na época, o regime de Mubarak acusou o grupo de incitar a violência, e prendeu alguns de seus principais líderes, incluindo al-Shater.

O êxito eleitoral da Irmandade gerou uma reação por parte do regime que resultou na prisão centenas de membros, e na instituição de uma série de reformas legais para combater seu ressurgimento, que incluíram uma alteração na Constituição para estipular que a atividade política ou os partidos políticos não poderiam se basear em qualquer fundo ou fundação religiosa, o que permitiu que candidatos independentes foram proibidos de concorrer à presidência, além disso foi estabelecida uma legislação anti-terrorista que deu às forças de segurança amplos poderes para deter suspeitos e restringir reuniões públicas[8] .

Em 2011, a sua liderança não aderiu ao início dos protestos em massa contra Mubarak, que tiveram início no dia 25 de janeiro, mas os membros mais jovens começaram a participar, e depois de alguns dias na rua a cúpula da organização passou a apoiar os protestos. Youssef Qaradawi, considerado um dos clérigos mais influentes da organização, declarou, após semanas de protestos, em um sermão na Praça Tahrir, que os os manifestantes que morreram por desafiarem o governo Mubarak seriam mártires[2] .

Logo após a queda de Mubarak, em 11 de fevereiro de 2011, os militares que tomaram o poder suspenderam a proibição. Isso permitiu que A Irmandade, rapidamente, legalizasse o seu primeiro partido político, o Partido Liberdade e Justiça (PLJ), inicialmente liderado por Mohamed Morsi.[6]

Nas primeiras eleições parlamentares após a queda de Mubarak, o PLJ ganhou quase metade dos assentos na Assembleia do Povo, além disso, o também islâmico-salafista, Partido Nour ficou em segundo lugar, o que deu aos islâmicos cerca de 70% dos assentos na câmara baixa, os resultados foram semelhantes na escolha dos integrantes da Câmara Alta (Conselho Shura). Isso permitiu que os islâmicos controlassem a escolha dos 100 integrantes da Assembleia Constituinte, gerando tensões com os liberais, secularistas, os cristãos coptas, os jovens e as mulheres, que se queixaram de que a Assembleia Constituinte não refletir a diversidade da sociedade egípcia[8] .

A plataforma oficial do PLJ declarava que o Egito deveria ser um "estado civil democrático, com uma base islâmica", que aceitava os preceitos da democracia liberal, como a existência de eleições livres, a transferência de poder e a soberania dos órgãos eleitos no estabelecimento de leis. Mas, durante a elaboração da Constituição pós-Mubarak, juntamente com outros muçulmanos, incluiu cláusulas prevendo que as leis aprovadas pelo parlamento não poderiam contradizer a Sharia (lei islâmica) [6] .

Em 2012, Mohammed Morsi, presidente do PLJ, venceu as primeiras eleições presidenciais democráticas no Egito. Com 51% dos votos no segundo turno, derrotou Ahmed Shafiq, ex-comandante da Força Aérea. Morsi procurou tranquilizar os adversários, declarando que, como presidente, queria construir um "Estado democrático, civil e moderno" que garantisse a liberdade de religião e o direito de protesto pacífico[8] .

Em novembro de 2012, ainda durante a elaboração da nova constituição do Egito, Morsi emitiu uma declaração constitucional provisória que concedeu amplos poderes a si mesmo, o que gerou grandes protestos. Após dias de protestos, Morsi cedeu à pressão e reduziu o alcance da declaração controversa. Ao final do mês de novembro, a assembleia constituinte encerrou os trabalhos, aprovando um texto questionado por liberais, secularistas e pelos cristãos coptas, que não protegeria a liberdade de expressão e de religião.

Diante de grandes protestos contra o texto aprovado, Morsi emitiu um decreto autorizando as Forças Armadas a proteger as instituições nacionais e os locais de votação para a realização de um referendo sobre a nova constituição, que foi realizado em dezembro de 2012, e aprovou o novo texto.

No final de abril de 2013, teve início o movimento Tamarod (rebelde), que iniciou uma coleta de assinaturas contra o governo de Morsi.

Em 30 de junho de 2013, data do primeiro aniversário da posse de Morsi, milhares de pessoas saíram às ruas para exigir a sua demissão.

No dia 1º de julho, a cúpula dos militares deu um ultimato para que Morsi atendesse às demandas do público dentro de 48 horas e acabasse com a crise política.

Em 3 de julho, foi efetivado o golpe militar que suspendeu a nova Constituição, que sofreu a oposição de partidários da Irmandade, que montaram um acampamento na Praça Nahda, junto à Mesquita Rabaa al-Adawiya.

No dia 14 de agosto, depois de semanas de impasse, as forças de segurança invadiram o acampamento de protesto e impuseram um estado de emergência nacional[8] .

O homem que acredita-se seja o membro mais poderoso era o vice de Badie, Khairat el-Shater, um rico empresário que era inicialmente o candidato da Irmandade para presidência até ser desclassificado por causa de ter estado preso.[6]

Por defender um estado com caráter religioso, encontra resistências entre as minorias religiosas, como os cristãos no Egito[4] .

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A irmandade tem representantes em 70 países. Eles afirmam ter tido ação relevante na maioria dos conflitos pró-islâmicos, desde as guerras árabes-israelitas e a guerra da independência argelina até os recentes conflitos no Afeganistão e na Caxemira.

No topo da hierarquia está o "guia geral", no Egipto, actualmente Mohammed Badie. A liderança executiva é exercida pelo "Conselho de Orientação", composto de 16 a 19 membros. O guia geral e os membros do conselho de orientação são escolhidos pelo "Conselho Shoura", a versão do grupo para uma legislatura composta de 75 a 90 membros escolhidos pelos conselhos regionais de todo o país.[6]

Na base da hierarquia estão os demais membros da Irmandade, que fizeram um juramento para "ouvir e obedecer" à liderança do grupo, configurando estrutura hierárquica rígida. Esses elementos se agrupam em "usra" ou "famílias", que constituem pequenos grupos de estudo que se reúnem regularmente, possibilitando a construção de laços pessoais, que também levam à integração dos filhos na organização e à promoção de casamentos entre pessoas que pertencem a famílias ligadas à organização. Além disso o grupo mantém uma ampla rede de caridade, que inclui a prestação de cuidados médicos gratuitos ou baratos, alimentação e outros serviços para os pobres[6] .

Trata-se de uma estrutura que permitiu à organização se preservar e se fortalecer a décadas de repressão[6] .

Líderes[editar | editar código-fonte]

  • Hassan al-Banna - fundador da organização, era um professor primário e imame[2] que fundou a Irmandade para resistir tanto ao domínio colonial da Grã-Bretanha e ao avanço do secularismo na sociedade egípcia, era profundamente conservador e tinha uma grande capacidade organizativa. Enfatizou a ideia de que a pregação e o ativismo espalhariam a palavra do Islã. Foi assassinado em 1949.
  • Sayed Outb - era um escritor secular que se tornou muçulmano e chegou à liderança entre as décadas de 1950 e 1960. Defendia uma visão linha dura, segundo a qual o Islã deveria transformar a sociedade e se a sociedade que não seguisse os preceitos islâmicos, estaria na "Jahiliya", ou idade pagã pré-islâmica. Sua ideologia teve uma forte influência sobre os grupos jihadistas modernos. Foi executado pelo regime de Nasser em 1966[6] .
  • Muhammad al-Mahmud al-Hudeibi - sucessor de Outb que adotou uma postura mais moderada. Em 1973 estabeleceu um acordo com Anwar Sadat, o novo presidente da república do Egipto, que incluiu a renúncia formal ao uso da violência. Isso permitiu uma redução das atividades repressivas, embora muitos integrantes tenham sido presos no período[6] [5] .
  • Mohamed Morsi - em 2012 foi o primeiro presidente eleito em eleições livres no Egito, mas ficou apenas um ano no poder, tendo sido deposto pelos militares em 3 de Julho de 2013[9] .
  • Youssef Qaradawi - em 2011 vivia no Qatar e era considerado um dos clérigos mais influentes da organização, declarou, após semanas de protestos, em um sermão na Praça Tahrir, que os os manifestantes que morreram por desafiarem o governo Mubarak seriam mártires. Admitia que as mulheres trabalhassem fora de casa e que os muçulmanos pudessem contratar hipotecas, mas advogava o apedrejamento de homossexuais e o assassinato de crianças israelenses que, inevitavelmente, seriam soldados ao alcançar a maioridade[2] .
  • Mohammed Badie - em 2010 foi escolhido como "Guia Geral", nasceu em 1943 em al-Mahalla al-Kubra (ao norte do Cairo), formado como veterinário foi professor universitário, esteve preso por longos períodos na prisão. Foi objeto de uma ordem de prisão expedida em 10 de julho de 2013, sob a acusação de incitar o assassinato de manifestantes anti-Morsi, que se efetivou no dai 20 de agosto, dias depois de seu filho, Ammar, ter sido morto nos distúrbios no Cairo. Em 28 de abril de 2014 foi sentenciado à pena de morte, juntamente com 682 outros partidários da Irmandade Muçulmana.
  • Mahmoud Ezzat - liderança de destaque desde 1960, em 2014 era considerado o "o guardião" das finanças e dos segredos da organização e um "linha dura", integrante da organização desde os 18 anos de idade, em 2010 foi escolhido como vice-guia, foi preso várias vezes, após a detenção do Sr. Badie em 20 agosto, assumiu a liderança da organização, em dezembro de 2012 foi apontado como "homem mais perigoso" da organização pelo acadêmico Saad al-Din Ibrahim, que o descreveu como um "grande enigma".
  • Khairat al-Shatir - engenheiro, empresário e ativista político islâmico, em 2014 era considerado como um dos elementos mais influentes e um importante financiador, esteve preso durante o governo de Hosni Mubarak. Foi lançado como candidato a presidente em 2012, mas teve sua candidatura cassada, foi preso em 5 de julho de 2013, e teve seus bens congelados.
  • Mohammed al-Beltagi - em 2013 era o Secretário-geral do PLJ e ex-deputado, esteve a bordo do navio Mavi Marmara que integrou a Flotilha de Gaza em 2010. Foi objeto de uma ordem de prisão expedida em 10 de julho de 2013, quatro dias depois foi objeto de outra ordem para o congelamento de seus ativos financeiros. Mesmo após a ordem de prisão, aparecia, quase todos os dias fazendo discursos no acampamento junto à Mesquita Rabaa al-Adawiyah, foi detido em 29 de agosto de 2013, em um subúrbio de Gizé em 29 de agosto. Foi objeto de diversas críticas na mídia egípcia, que o acusavam de estar por trás atos de violência.
  • Ahmad Arif - era o porta-voz para a mídia árabe, dentista e um especialista em teologia islâmica e cristã, era considerado um moderado. Foi preso em 22 de agosto de 2013.
  • Essam el-Erian ou Isam al-Iryan - em 2013 era o vice-presidente do PLJ. Foi preso em 30 de outubro de 2013. No período de legalidade, dava diversas declarações à imprensa, em uma delas acusou o Israel de racista, de invadir terras e de cometer crimes de guerra, e pediu aos judeus de origem egípcia em Israel para retornar. Também fez declarações contra a possibilidade do Irã obter armas nucleares[10] .

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • (em inglês) Coexisting Contemporary Civilizations Vol. 1 : Arabo-Muslim, Bharati, Chinese, and Western, Guy C. Ankerl, Inu Press, 2000, ISBN 9782881550041
  • (em inglês) See No Evil: The True Story of a Ground Soldier in the Cia's War on Terrorism, Robert Baer, Three Rivers Press, 2002. ISBN 9781400046843
  • (em inglês) Political Parties in the West Bank under the Jordanian Regime, 1949-1967, Amnon Cohen, Biblioceros Books, 1982. ISBN 9780801413216
  • (em inglês) Devil's Game: How the United States Helped Unleash Fundamentalist Islam, Robert Dreyfuss, Henry Holt and Company, 2005. ISBN 9780805076523
  • (em inglês) Zionism and Arabism in Palestine and Israel. Sylvia G. Haim e Elie Kedourie, Routledge, 2012. ISBN 9781135780302
  • (em inglês) The Muslim Brotherhood and Egypt's Succession Crisis: The Politics of Liberalisation and Reform in the Middle East, Mohammed Zahid, I. B. Tauris, 2012. ISBN 9781780762173

Referências

  1. Egypt Muslim Brotherhood leader Mohamed Badie arrest ordered (em inglês). BBC News (10 de Julho de 2013). Página visitada em 2013-07-17.
  2. a b c d e A fraternidade muçulmana, acesso em 10 de agosto de 2014.
  3. a b Egypt's Muslim Brotherhood is not to be trusted, em inglês, acesso em 24 de agosto de 2014.
  4. a b c Movimento fundado no Egito em 1928 atua em diversos países do mundo árabe e defende adoção de lei islâmica, Ultimo Segundo
  5. a b c d e f g h i j Origem dos movimentos islâmicos revolucionários, por Luis Milman, Revista Espaço Acadêmico, n.º 35, Abril de 2004
  6. a b c d e f g h i j k l m Conheça a história e a estrutura da Irmandade Muçulmana egípcia, G1, 05/07/2013 07h00 - Atualizado em 10/07/2013 15h32
  7. a b Islamic Terrorism's Links To Nazi Fascism, em inglês, acesso em 22 de agosto de 2014.
  8. a b c d Profile: Egypt's Muslim Brotherhood, em inglês, acesso em 24 de agosto de 2014.
  9. Profile: Egypt's Mohammed Morsi em inglês, acesso em 24 de agosto de 2014.
  10. Who's who in Egypt's Muslim Brotherhood, em inglês, acesso em 24 de agosto.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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