Carlos Gomes da Silva

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Antonio Carlos Gomes da Silva (Saúde, Bahia, 13 de junho de 1972) é um político brasileiro. É filiado ao Partido Republicano Brasileiro (PRB)[1].

Trajetória política[editar | editar código-fonte]

Candidatou-se pela primeira vez a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2006, pelo Partido Popular Socialista (PPS), e foi eleito[2] com 66.454 votos[3], para a 52ª legislatura da Assembleia Legislativa do RS.

Durante o exercício de seu mandato, trocou o PPS pelo PRB. A Justiça Eleitoral chegou a cassar seu mandato, por infidelidade partidária.

Em 2010, concorreu novamente a deputado estadual, já no PRB, e foi reeleito para o cargo com 59.144 votos[4].

Nas eleições de 2014, realizadas em 5 de outubro, foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul para a 55ª legislatura (2015 — 2019).[5] Em 1 de fevereiro de 2015 assumiu o cargo.[6]

Foi um dos 71 deputados que, em 27 de maio de 2015, alterou seu voto sobre o financiamento privado das eleições no Brasil, dado no dia anterior. Na terça, 26 de maio, em sessão do Congresso, Antonio Carlos Gomes da Silva votou contra o financiamento privado das eleições no Brasil. No dia 27, sem explicações maiores e após o presidente da câmara recolocar o tema em votação, votou a favor[7].

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[8] Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[8] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[8] [9] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.[8][10]

Referências

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