Linux Mint

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Linux Mint  v  e 
Linux Mint Official Logo.svg
Mint 18 cinnamon.png
Linux Mint 18("Sarah") com interface Cinnamon
Desenvolvedor Linux Mint Team
Arquiteturas x86 x86-64
Modelo do desenvolvimento Software Livre
Lançado em 27 de setembro de 2006 (11 anos)
Versão estável Linux Mint 18.3 ("Sylvia") / 27 de novembro de 2017 (0 anos)
Língua natural Multilíngue
Família Debian / Ubuntu
Núcleo Linux
Método de atualização APT
Gerenciamento de pacotes dpkg
Interface Cinnamon/MATE/Xfce/KDE
Licença GNU GPL / Outras
Estado do desenvolvimento Corrente
Website www.linuxmint.com (em inglês).
Posição no Distrowatch (em inglês, em espanhol, em francês, em alemão, em tcheco/checo, em japonês e em chinês).
Origem comum  Irlanda
Portal do Software Livre

Linux Mint é uma distribuição Linux irlandesa. Possui duas versões: uma baseada em Ubuntu (com o qual é totalmente compatível e partilha os mesmos repositórios) e outra versão baseada em Debian. Suporta muitos idiomas, incluindo a língua portuguesa, e utiliza o Cinnamon como seu principal ambiente de desktop.

Se esforça para ser um "sistema operacional moderno, elegante e confortável, que é poderoso e fácil de usar" e possui suporte multimídia pronto para o uso, incluindo alguns softwares proprietários e vem com uma variedade de aplicativos gratuitos e de código aberto.[1][2][3]

História[editar | editar código-fonte]

O projeto foi concebido por Clément Lefèbvre e está sendo desenvolvido ativamente pelo Linux Mint Team e pela comunidade.[4] Começou em 2006 com uma versão beta do Linux Mint 1.0, codinome "Ada",[5] baseado no Kubuntu. Após seu lançamento, o Linux Mint 2.0 "Barbara" foi a primeira versão a usar o Ubuntu como base de código. O Linux Mint tinha poucos usuários dessas versões iniciais até o lançamento do Linux Mint 3.0, "Cassandra".[6][7]

O Linux Mint 2.0 foi baseado no Ubuntu 6.10,[8] usando seus repositórios de pacotes e usando-o como uma base de código. A partir daí, o Linux Mint seguiu sua própria base de código, construindo cada versão do seu anterior, mas continuou usando os repositórios de pacotes do último lançamento do Ubuntu. Isso resultou em tornar a base entre os dois sistemas quase idêntica, garantindo total compatibilidade entre as duas distribuições, em vez de fazer com que o Mint se tornasse um fork.

Em 2008, o Linux Mint adotou o mesmo ciclo de lançamento do Ubuntu e baixou seu número de versão menor antes de lançar a versão 5 "Elyssa". No mesmo ano, em um esforço para aumentar a compatibilidade entre os dois sistemas, o Linux Mint decidiu abandonar sua base de código e mudou a forma como construiu seus lançamentos. Começando com o Linux Mint 6 "Felicia," cada lançamento foi agora completamente baseado no último lançamento do Ubuntu, construído diretamente a partir dele, e cronometrado para aproximadamente um mês após o lançamento correspondente do Ubuntu, geralmente em maio ou novembro.

Em 2010, o Linux Mint lançou o Linux Mint Debian Edition (LMDE). Ao contrário das outras edições baseadas no Ubuntu (Ubuntu Mint), o LMDE era originalmente uma versão baseada diretamente no Debian rolling release e não estava vinculado aos pacotes do Ubuntu ou ao seu cronograma de lançamento.[9] Foi anunciado em 27 de maio de 2015 que a equipe do Linux Mint não suportaria mais a versão original(rolling release) do LMDE após 1º de janeiro de 2016.[10] O LMDE 2 "Betsy", o lançamento atual do LMDE, é uma versão de suporte de longo prazo baseada em Debian Jessie (stable).[11] Quando o LMDE 2 foi lançado, foi anunciado que todos os usuários do LMDE seriam automaticamente atualizados para novas versões do software MintTools e dos novos ambientes desktop antes de serem lançados na edição principal do Linux Mint.[12]

Em 20 de fevereiro de 2016, o site Linux Mint foi invadido por hackers desconhecidos, que substituíram brevemente os links de download de uma versão do Linux Mint por uma versão modificada que continha malware. Os hackers também violaram o banco de dados do fórum de usuários do site.[13][14] Após o ataque, o Linux Mint foi severamente criticado por ser uma distribuição que, ao contrário de muitos outros na época, "apenas funcionou" e se tornou popular entre usuários não-técnicos, mas às custas de segurança, com algumas atualizações de segurança no Ubuntu ou Debian na lista negra de execução devido a problemas de compatibilidade.[15][16]

Visão geral[editar | editar código-fonte]

Linux Mint diferencia-se do Ubuntu e do Debian por incluir drivers e codecs proprietários por padrão e por alguns recursos que permitem fazer em modo gráfico(GUI) configurações que em ambos os sistemas são feitas através do modo texto. Utiliza por padrão o desktop Cinnamon, um derivado do GNOME, com um menu no painel inferior junto à barra de tarefas (o MintMenu), similar ao menu do KDE, ou o menu "Iniciar" do Windows. O propósito da distribuição é providenciar um sistema Linux que funcione "out-of-the-box"; isto é, esteja pronto para uso assim que terminar a instalação. Dessa maneira, o único trabalho do usuário será o de personalizar a aparência, se desejar, e instalar programas extras, caso necessite. O Mint foi apontado como uma das melhores distros para o uso em desktop.[17]

A concepção da interface de usuário é um pouco diferente, incluindo:

  • Uma interface de usuário distinta e semi-independente, incluindo um melhorado do gerenciador de boot, layout do desktop, temas de gráficos, e menu exclusivo.
  • Um forte foco em plena funcionalidade através de drivers de WiFi pré instalados, plugins para reprodução de diversos formatos de mídia e resolução de tela definido automaticamente. O Mint também possui o HTML5 habilitado por padrão para que os utilizadores possam ver sites como YouTube sem ter que instalar ou configurar nada mais.
  • As ferramentas do Linux Mint correspondem a uma coleção de utilitários de sistema cuja finalidade é tornar o sistema de gestão e administração mais fácil para usuários finais.

Lançamentos[editar | editar código-fonte]

Os lançamentos das versões do Linux Mint baseadas no Ubuntu ocorrem pouco depois do lançamento das versões equivalentes do Ubuntu. Os nomes-código eram sempre nomes de mulheres que terminavam com a letra "A". A versão 17.1, por exemplo, recebeu o codinome de "Rebecca" e a atual versão 17.3 de "Rosa",[18][19]porém, esse padrão foi "quebrado" com a versão 18, que recebeu o codinome de "Sarah".[20]

O Linux Mint não comunica datas de lançamento específicas à medida que novas versões são publicadas "quando estiverem prontas", o que significa que elas podem ser liberadas mais cedo quando a distribuição está adiantada ou atrasada quando bugs críticos são encontrados.[21] Novos lançamentos são anunciados, assim como muitos outros conteúdos, no blog do Linux Mint.[22]

Em relação ao Ubuntu, o Linux Mint tem outro sistema de atualização. Em vez de usar a atualização incremental - ou seja, instalar a nova distribuição modificando automaticamente os repositórios e substituindo os pacotes antigos pelos pacotes novos, o Linux Mint encoraja o usuário a fazer uma instalação "limpa", gravando um novo CD/DVD e reinstalando todo o sistema. Para isso, disponibiliza uma ferramenta de backup, que grava a lista de repositórios e pacotes baixados e os arquivos da pasta pessoal, desta forma poupando tempo do usuário.

Testes[editar | editar código-fonte]

Semelhante a muitas outras distribuições de Linux, o Mint tem diferentes ramos de repositórios. O ramo com os novos recursos, ou "ramo instável", é chamado de "Romeo". O Mint não o ativa por padrão, para os usuários que desejam ajudar a testar novos pacotes, poderão ativar o "Romeo e a Julieta" no APT.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

A comunidade de usuários do Linux Mint usa o Launchpad para participar da tradução do sistema operacional e no relato de bugs.[23]Parte do desenvolvimento é feito em Python e organizado on-line usando o GitHub, tornando mais fácil para os desenvolvedores fornecer patches, implementar recursos adicionais e também extrair subprojetos do Linux Mint (por exemplo, o menu Linux Mint foi portado para o Fedora). A cada lançamento, são adicionados recursos desenvolvidos pela comunidade. No Linux Mint 9, por exemplo, a capacidade de editar itens de menu é um recurso que foi contribuído por um usuário do Linux Mint.[24]

Usuários individuais e empresas que utilizam o sistema operacional atuam como doadores,[25] patrocinadores[26] e parceiros[27] da distribuição. O Linux Mint confia no feedback do usuário para tomar decisões e orientar seu desenvolvimento. O blog oficial geralmente apresenta discussões em que os usuários são solicitados a expressar sua opinião sobre os recursos mais recentes ou decisões implementadas para os próximos lançamentos. Ideias podem ser submetidas, comentadas e avaliadas pelos usuários através do site da comunidade Linux Mint.[28]

Edições[editar | editar código-fonte]

Linux Mint[editar | editar código-fonte]

Há duas edições principais do Linux Mint desenvolvidas pela equipe de desenvolvimento principal e usando o Ubuntu como base. Uma inclui o próprio Cinnamon do Linux Mint como ambiente de desktop enquanto a outra usa o MATE. O Linux Mint também desenvolve uma versão adicional que apresenta o ambiente de desktop Xfce por padrão, mas geralmente tem prioridade secundária e geralmente é lançada um pouco depois das duas principais edições. Todas elas têm versões de 32 e 64 bits.[29]

Começando com o lançamento do Linux Mint 19, a edição com KDE será oficialmente descontinuada; no entanto, os lançamentos 17.x e 18.x continuarão sendo suportados até 2019 e 2021, respectivamente.[30]

Linux Mint Debian Edition (LMDE)[editar | editar código-fonte]

A versão baseada em Debian Stable,[31] oficialmente batizada "Linux Mint Debian Edition" (LMDE), utiliza os repositórios Debian e dos próprios mantenedores do Linux Mint. Considerando os codecs e plugins automaticamente instalados, determinadas aplicações específicas e temas visuais para o sistema, o LMDE é uma distribuição Linux sem maiores modificações de um sistema Debian, com algumas diferenças para a versão Linux Mint[32][33]:

  • Não é recomendada para iniciantes
  • Utilizará somente o ambiente de desktop Cinnamon
  • Não é compatível com o sistema de PPAs do Ubuntu
  • É um pouco mais rápida
  • Utiliza pacotes de versões mais novas
  • Um pouco mais difícil de usar e de achar suporte

Recursos[editar | editar código-fonte]

O Linux Mint usa principalmente software livre e de código aberto, fazendo exceções para alguns softwares proprietários, como plug-ins e codecs que fornecem reprodução de Adobe Flash, MP3 e DVD. A inclusão de softwares proprietários no Linux Mint é incomum; muitas distribuições Linux não incluem software proprietário por padrão, já que um objetivo comum para algumas distribuições Linux é aderir ao modelo de software livre e de código aberto.[34][35][36]

Softwares desenvolvidos pelo Linux Mint[editar | editar código-fonte]

Cinnamon[editar | editar código-fonte]

Um fork do GNOME Shell baseado nas inovações feitas no Mint Gnome Shell Extensions (MGSE). Lançado como um add-on para o Linux Mint 12 e disponível como ambiente de desktop padrão desde o Linux Mint 13.[37]

Loja de aplicativos no Linux Mint 18.3.

MintTools[editar | editar código-fonte]

  • Loja de aplicativos (mintInstall): Projetado para instalar o software dos repositórios de software Ubuntu e Linux Mint, bem como os PPAs do Launchpad. Desde o Linux Mint 18.3, também foi capaz de instalar software a partir de controles remotos Flatpak e é configurado com o Flathub por padrão. Ele possui uma interface fortemente inspirada no GNOME Software e é construída sobre o GTK3.[38][39]
  • Gerenciador de Atualizações (mintUpdate): Projetado para impedir que usuários inexperientes instalem atualizações desnecessárias ou que exijam um certo nível de conhecimento para serem configuradas corretamente. Atribui às atualizações um nível de segurança (de 1 a 5), com base na estabilidade e necessidade da atualização. As atualizações podem ser definidas para notificar os usuários (como é normal), ser listados, mas não notificados ou ocultos por padrão. Além de incluir atualizações especificamente para a distribuição do Linux Mint, a equipe de desenvolvimento testa todas as atualizações de todo o pacote.
  • Menu Principal (mintMenu): Criado para o ambiente de área de trabalho MATE. É um menu de opções, incluindo filtragem, instalação e remoção de software, links de sistema e locais, favoritos, gerenciamento de sessão, itens editáveis, locais personalizados e muitas opções de configuração.
  • Ferramenta de backup (mintBackup): permite ao usuário fazer backup e restaurar dados. É possível fazer o backup dos dados antes de uma nova instalação de uma versão mais recente e, em seguida, restaurá-la.
  • Gerenciador de uploads (mintUpload): define serviços de upload para servidores FTP, SFTP e SCP. Os serviços ficam disponíveis na bandeja do sistema e fornecem zonas nas quais eles podem ser automaticamente enviados para os destinos correspondentes. A partir do Linux Mint 18.3, este software não é mais instalado por padrão, mas ainda está disponível nos repositórios de software do Linux Mint.[40]
  • Bloqueador de Domínios (mintNanny): Uma ferramenta de controle parental de bloqueio de domínio básico introduzida com v6. Permite que o usuário adicione manualmente os domínios a serem bloqueados em todo o sistema. A partir do Linux Mint 18.3, este software não é mais instalado por padrão, mas ainda está disponível nos repositórios de software do Linux Mint.[41]
  • Configurações da área de trabalho (mintDesktop): uma ferramenta para configuração da área de trabalho.
  • Tela de boas-vindas (mintWelcome): Introduzido no Linux Mint 7, um aplicativo que inicia no primeiro login de qualquer nova conta. Ele fornece links para o site do Linux Mint, guia do usuário e site da comunidade.
  • USB Image Writer / Formatador USB Stick (mintStick): Uma ferramenta para gravar uma imagem em uma unidade USB ou formatar um pendrive.
  • Relatórios do Sistema (mintReport): Introduzido no Linux Mint 18.3, o objetivo do System Reports é permitir que o usuário visualize e gerencie relatórios de falhas de aplicativos gerados automaticamente.

Instalação[editar | editar código-fonte]

Mint4Win é um método de instalação do Linux Mint em dual-boot. A instalação por esse método é muito mais fácil, segura e rápida, podendo inclusive ser feita por quem não têm um conhecimento muito avançado de informática. A instalação cria um disco rígido virtual, sendo que o Linux Mint é instalado dentro dele, evitando assim a necessidade de particionamento do disco. Está disponível na versão 32 bits (x86) e 64 bits (x64) do Linux Mint e é suportado no Windows XP, Vista, 7 e 8 (tanto versões x86 como x64).

Para realizá-la basta montar a imagem ISO do Linux Mint com um programa emulador (Por exemplo: Daemon Tools), executar o arquivo mint4win.exe e clicar em "Instalar a partir do Windows". Digite um nome de usuário e senha, escolha o tamanho do disco virtual (até 30GB), selecione instalar na partição do Windows (C:) e clique em "Instalar". Ao reiniciar o computador, a opção de boot já estará disponível. Porém, na primeira vez, o computador levará cerca de 20 minutos para realizar a instalação.

Requisitos[editar | editar código-fonte]

Para instalar o Linux Mint são recomendados[42]:

Requisito Desktop
Memória RAM 2 GB
Disco rígido (espaço livre) 20 GB
Mídia Pendrive com a mídia de instalação(ISO)

Referências

  1. «About». Linux Mint. Consultado em 24 de dezembro de 2015. 
  2. «FAQ». Linux Mint. Consultado em 24 de dezembro de 2015. 
  3. Khamlichi, M.el. «Q&A: Clement Lefebvre: The man behind Linux Mint». Unixmen. Consultado em 24 de dezembro de 2015. 
  4. von Eitzen, Christopher. «Linux Mint History and Development». Network World. Consultado em 24 de dezembro de 2015. 
  5. «Linux Mint 2.0 "Barbara" - Main Edition» 
  6. «Happy birthday LinuxMint!». 27 de agosto de 2007. Consultado em 2 de junho de 2013. 
  7. «Linux Mint Releases». Consultado em 17 de julho de 2014.. Arquivado do original em 15 de julho de 2014  Linux Mint Web site, download page linking to all Linux Mint versions, page updated as new versions are released
  8. «Linux Mint 1.0 beta "Ada" - Main Edition» 
  9. «Linux Mint Releases». Consultado em 17 de julho de 2014.. Arquivado do original em 15 de julho de 2014  Linux Mint Web site, download page linking to all Linux Mint versions, page updated as new versions are released
  10. «The Linux Mint Blog». The Linux Mint Blog 
  11. Carlos Porto of Design Drifter. «Releases - Linux Mint». linuxmint.com 
  12. «The Linux Mint Blog». The Linux Mint Blog 
  13. «Linux Mint hit by malware infection on its website, forum after hack attack». Ars Technica. Consultado em 22 de fevereiro de 2016. 
  14. «Linux Mint website hacked, ISO downloads replaced with backdoored operating system». PC World. IDG. Consultado em 22 de fevereiro de 2016. 
  15. James Sanders (24 de fevereiro de 2016). «Why the Linux Mint hack is an indicator of a larger problem». TechRepublic. Consultado em 1 de julho de 2016. 
  16. «Linux Mint downloads (briefly) compromised». LWN. 21 de fevereiro de 2016 
  17. Wallen, Jack. «How to Find the Best Linux Distribution for a Specific Task». linux.com (em inglês). Consultado em 3 de novembro de 2014. 
  18. «Lançamento Oficial do Linux Mint 17 "Qiana"». Consultado em 8 de Junho de 2014. 
  19. «Linux Mint Releases». Consultado em 17 de julho de 2014.. Arquivado do original em 15 de julho de 2014  Linux Mint Web site, download page linking to all Linux Mint versions, page updated as new versions are released
  20. «Linux Mint 18 codenamed "Sarah"» 
  21. Jelic, Ivan (10 de junho de 2009). «Linux Mint 7 "Gloria"». Consultado em 2 de junho de 2013. 
  22. «Linux Mint blog, with announcements of new releases and other information» 
  23. «Linux Mint on Launchpad». 2010. Consultado em 12 de maio de 2010. 
  24. «Example of a user-contributed feature». 2010. Consultado em 12 de maio de 2010. 
  25. «Linux Mint Donors» 
  26. «Linux Mint Sponsors» 
  27. «Linux Mint Partners» 
  28. «Linux Mint Community Website - Idea module». 2010. Consultado em 12 de maio de 2010. 
  29. «Download - Linux Mint». Linux Mint. Consultado em 29 de outubro de 2013. 
  30. «Monthly News – October 2017 – The Linux Mint Blog». blog.linuxmint.com (em inglês). Consultado em 24 de janeiro de 2018. 
  31. «LMDE Information». Linux Mint. Consultado em 24 de dezembro de 2015. 
  32. Drifter, Carlos Porto of Design. «Download - Linux Mint». www.linuxmint.com. Consultado em 22 de abril de 2018. 
  33. «Monthly News – October 2017 – The Linux Mint Blog». blog.linuxmint.com (em inglês). Consultado em 19 de maio de 2018. 
  34. «Linux Mint FAQ: What about proprietary software?» 
  35. Vaughan-Nichols, Steven (6 de janeiro de 2012). «Fedora, Mint, openSUSE, Ubuntu: Which Linux desktop is for you? - Computerworld». Computerworld. Consultado em 17 de julho de 2012. 
  36. «DistroWatch.com: Linux Mint». Arquivado do original em 15 de novembro de 2016 
  37. «The Linux Mint Blog » Blog Archive » Introducing Cinnamon». blog.linuxmint.com. 2 de janeiro de 2012. Consultado em 10 de janeiro de 2012. 
  38. «Monthly News – October 2017 – The Linux Mint Blog». blog.linuxmint.com (em inglês). Consultado em 24 de janeiro de 2018. 
  39. «Monthly News – July 2017 – The Linux Mint Blog». blog.linuxmint.com (em inglês). Consultado em 24 de janeiro de 2018. 
  40. Drifter, Carlos Porto of Design. «New features in Linux Mint 18.3 Cinnamon - Linux Mint». www.linuxmint.com. Consultado em 24 de janeiro de 2018. 
  41. Drifter, Carlos Porto of Design. «New features in Linux Mint 18.3 Cinnamon - Linux Mint». www.linuxmint.com. Consultado em 24 de janeiro de 2018. 
  42. https://blog.linuxmint.com/?p=3457

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Linux Mint