Parelhas

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Município de Parelhas
"Capital da telha"
"Cidade do Boqueirão"
"Paris Seridoense"
"Terra da Vaquejada"
"Cidade Sorriso do Seridó"
"Terra de Mulher Bonita""
Parelhas vista da Serra do Boqueirão.

Parelhas vista da Serra do Boqueirão.
Bandeira de Parelhas
Brasão de Parelhas
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 8 de novembro
Fundação 1926
Gentílico parelhense
Prefeito(a) Francisco Assis de Medeiros (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Parelhas
Localização de Parelhas no Rio Grande do Norte
Parelhas está localizado em: Brasil
Parelhas
Localização de Parelhas no Brasil
06° 41' 16" S 36° 39' 28" O06° 41' 16" S 36° 39' 28" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Mesorregião Central Potiguar IBGE/2008[1]
Microrregião Seridó Oriental IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Norte: Carnaúba dos Dantas e Jardim do Seridó
Sul: Equador e Seridó (PB)
Leste: Nova Palmeira (PB) e Pedra Lavrada(PB)
Oeste: Jardim do Seridó e Santana do Seridó.
Distância até a capital 232 km[2]
Características geográficas
Área 513,052 km² [3]
População 21 511 hab. (RN: 26º) –  IBGE/2012[4]
Densidade 41,93 hab./km²
Clima semiárido BSh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,676 (RN: 11°) – médio PNUD/2010[5]
PIB R$ 118 332,000 mil IBGE/2010[6]
PIB per capita R$ 4 674,84 IBGE/2008[6]
Página oficial

Parelhas é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Norte. Está localizado na região do Seridó. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2010, sua população é de 20.354 habitantes. Área territorial de 513,053 km².

História[editar | editar código-fonte]

O topônimo deste município teve origem numa competição esportiva conhecida como "parelhas", muito comum na região em meados do Século XIX. Por ter suas várzeas planas e extensas a localidade conhecida como Boqueirão, às margens do Rio Seridó, tornou-se ponto de encontro tradicional de cavaleiros da época, que disputavam corridas montados em seus cavalos, sempre em duplas ou parelhas, numa espécie de jóquei rústico. O evento atraía habitantes de todas as redondezas e chegou a ser atração domingueira para as corridas, com direito a prêmio e festejos. O local passou a ser conhecido como "Boqueirão de Parelhas".

Depois da passagem por aqui do bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1688, a primeira ocupação do solo parelhense aconteceu em 1700, com o tenente Francisco Fernandes de Souza que requereu e ganhou uma sesmaria de 3 léguas quadradas, incluindo a localidade denominada Boqueirão. Depois, só em meados do Século XIX, já com um aglomerado de casas construídas às margens do Rio Seridó, é que se tem informação mais concreta do povoamento. Foi quando estabeleceu-se epidemia do cólera morbus, que praticamente matou ou pôs debandada a pequena população local. Poucas famílias sobreviveram a doença e entre estas estavam Cosme Luiz, Sebastião Gomes de Oliveira e Félix Gomes.

Registros históricos[editar | editar código-fonte]

A partir daí os registros históricos são sequenciados, principalmente a partir de 1856, com a construção da capela de São Sebastião, em agradecimento a uma graça alcançada por Cosme Luís e Sebastião Gomes (Sebastião "Chocalho") que, segundo a história, pediram o fim da epidemia no local e foram atendidos. Neste ano de 1856 ficou oficialmente convencionado a fundação da Vila de Parelhas. Dos marcos históricos da época apenas três não são conhecidos: a Igreja Matriz de São Sebastião, o Cemitério dos Coléricos do Boqueirão e outro do povoado Juazeiro. O do Boqueirão infelizmente desapareceu em 2003 quando a Prefeitura construiu sobre ele uma praça pública.

Já no Juazeiro o cemitério memorial do coléricos ainda está preservado, com seus muros de pedra e argamassa como também a estrutura do oratório (capela) e que foi restaurado no final de 2005. Este cemitério secular foi construído por Virgínio Vaz de Carvalho, pai do patriarca Bernardino de Sena e Silva. Logo ao terminar a obra Virgínio e seu filho Manuel Vaz contraíram o cólera, vindo a falecer, sendo ali mesmo sepultados.

Depois de ganhar a categoria de município, em 1927, Parelhas teve importante participação na política do estado, com a Revolução de 1930 durante o governo do interventor Mario Câmara que, em 1933, nomeou para prefeito de Parelhas o comerciante e fazendeiro paraibano Ageu de Castro, líder da facção Liberal ou "pelabucho", que entrou em confronto armado com os militantes do Partido Popular, conhecidos no Rio Grande do Norte como "Perrepistas". Os Perrepistas eram liderados em Parelhas pelo fazendeiro Florêncio Luciano com o apoio de toda a elite de coronéis da região.

As escaramuças partidárias culminaram com o famoso "tiroteio de 13 de agosto de 1934", durante um comício realizado na cidade pelos perrepistas. Este episódio foi noticiado na imprensa de quase todo o país.

Os efeitos da expansão urbana desordenada e a falta de políticas públicas voltadas para a área de História e Cultura e ainda a influência da ditadura militar, a partir dos anos 1960, fizeram desaparecer praticamente todo o referencial histórico e cultural de Parelhas, entre monumentos e documentários, dificultando sobremaneira o resgate e aprofundamento do Memorial do município.

O tiroteio entre Perrepistas e Pelabuchos[editar | editar código-fonte]

A revolução de 1934, que levou ao poder, o presidente Vargas, mesmo perdendo as eleições daquele ano, foi marcada por grandes acomodações políticas em todos os recantos do Brasil. No Rio Grande do Norte, a indicação para o governo do estado, do interventor Mário Câmara, polarizou o poderoso domínio político dos coronéis e da igreja. No interior do estado, as acirradas disputas pelos "currais eleitorais" ganharam requintes de guerrilha urbana como o aparecimento de jagunços e bandos armados, com fins puramente políticos, nada tendo a ver com cangaceiros de Lampião, Antonio Silva, etc.

Em Parelhas, a nomeação de Ageu de Castro para prefeito municipal, em 1934, pôs em alvoroço a política local, dominada por toda a elite de coronéis, liderada pelo ex-prefeito Florêncio Luciano, apoiado por Antão Elisiário, Laurentino Bezerra, Manoel Virgílio, Graciliano Lordão e outros, tendo como aliado da igreja o padre Vicente de Freitas.

A luta política entre Ageu de Castro e a oposição de coronéis parelhenses descambou para o confronto armado que culminou com o famoso "Tiroteio de 13 de Agosto" daquele ano.

Com certeza esta foi à quadra mais importante da história política de Parelhas, que, infelizmente nunca foi resgatada, até porque, 70 anos após existem vestígios partidários da época. Os "Perrepistas", que usavam bandeiras verdes e os "Pelabuchos" que adotavam a cor vermelha, deram origem a UND e PSP, depois ARENA e MDB e em seguida PFL E PMDB.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Parelhas está assentada sobre o Planalto da Borborema, e é cortada pelo Rio Seridó. O centro histórico da cidade, a área central, está localizado no centro. A grande maioria dos 513,052 km² da área terrestre de Parelhas é plana, além de algumas serras no canto sudoeste, com uma altitude média de 300 m. O ponto mais alto é de 710 m e está na Serra das Queimadas. A cidade possui muitos rios, canais, córregos e lagos e é conhecida por sua riqueza de recursos minerais.

Sensibilização ecológica pública está a crescer, e a cidade está investindo em uma série de projetos de proteção ambiental. A poluição em Parelhas é baixa se comparadas a outras cidades seridoenses, como Currais Novos, mas o rápido desenvolvimento nas últimas décadas, significa que ainda é alta em padrões mundiais, comparável a Caicó.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Parelhas é caracterizado tropical semiárido, tipo BSh de acordo com a classificação climática de Köppen-Geiger.[7] com sua estação chuvosa sujeita a atrasar-se para o outono, com regime irregular de chuvas, o que acontece entre os meses de fevereiro a abril, com média de precipitação pluviométrica anual de 551 milímetros (mm). O município apresenta grande amplitude térmica, com média de 26 °C, mínima de 21 °C e máxima de 31 °C.[8] Em um ano o município apresenta mais de 2 000 horas de insolação, com umidade média anual de 65%.[9] A incidência de descargas elétricas é de 2,04 raios por quilômetro quadrado (km²).[10]

Segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), referentes ao período de 1921 a 1988 e a partir de 1992, o maior acumulado de chuva registrado em 24 horas foi de 185 mm em 7 de fevereiro de 1945.[11] Outros grandes acumulados foram 145 mm em 17 de março de 1972,[12] 143 mm em 28 de março de 1947,[13] 127 mm em 28 de março de 1976,[14] 126 mm em 21 de janeiro de 1981,[15] 120 mm em 2 de abril de 1954,[16] 119,3 mm em 8 de março de 1975,[17] 115 mm em 20 de março de 1946,[18] 113 mm em 13 de março de 1980,[19] 110,5 mm de fevereiro de 1924,[20] 108,3 mm em 19 de fevereiro de 1973,[21] 108 mm nos dias 11 de maio de 2004[22] e 12 de março de 1967,[23] 105 mm em 6 de julho de 1964,[24] 104 mm em 8 de março de 1946[18] 102,5 mm em 29 de janeiro de 1992.[25] Em um mês o maior volume observado foi de 485,4 mm em abril de 1974.[26]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Parelhas Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 32,7 32,4 31,7 30,7 29,6 28,4 28,3 29,1 30,7 32,1 32,7 32,7 30,9
Temperatura média (°C) 27,3 27,1 26,8 26,2 25,6 24,7 24,4 24,7 25,8 26,7 27,2 27,2 26,1
Temperatura mínima média (°C) 22 21,9 21,9 21,8 21,7 21,1 20,5 20,4 21 21,3 21,7 21,8 21,4
Chuva (mm) 39 97 169 140 45 20 9 3 2 2 5 20 551
Fonte: Climate Data.[8]

Turismo[editar | editar código-fonte]

  • Ciclo turismo no Sítio Cidade de Pedras

Passeio de bicicleta pela região do Sítio Cidade de Pedras, com suas inusitadas formações rochosas, conhecidas como serrotes. A paisagem é bastante diferenciada e convida o turista a exercitar sua imaginação. Além das formações, podem ser visitadas casas de moradores do lugar e observação de plantas e aves típicas da caatinga.

  • Oficina de artesanato em pedra-sabão

Pequena oficina comunitária na qual um grupo de artesãos fabrica peças utilizando pedra-sabão trazida de cidades próximas. Produzem porta-retratos, pequenas esculturas, réplicas de instrumentos musicais em miniatura, porta-guardanapos, porta-lápis, dentre outros. O turista pode participar de uma pequena oficina de artesanato em pedra-sabão.

  • Apresentação cultural

Apresentação de dança folclórica dos Espontões, pelos negros da comunidade de Boa Vista. O Grupo Folclórico dos Negros do Rosário é composto por 30 integrantes que mostram a sua cultura. A dança mistura a saudação à Nossa Senhora do Rosário, o conflito entre o Branco e o Negro e a confraternização entre eles. O grupo utiliza instrumentos de batuque como caixa, bumbo, tarol e pífano.

  • O genuíno forró Pé-de-Serra

Sanfona, pandeiro, triângulo. Apresentações de forró Pé-de-Serra, principalmente na Fazenda Rajada.

  • O Sítio Arqueológico Mirador

Durante a visita são abordados aspectos ligados a geografia e história do local. Off road (jeeps) na Serra do Boqueirão.

Pinturas Rupestres[editar | editar código-fonte]

O Sítio Mirador localiza-se a 4 km da sede do município, na encosta leste da Serra das Queimadas (Boqueirão), local onde foram encontrados registros com as datações mais antigas que assinalaram a presença do homem no Rio Grande do Norte há aproximadamente 9.410 anos.

As pinturas rupestres simbolizam, principalmente, a vida cotidiana da pré-história, às vezes trágica e violenta, com figuras possuídas de grande agitação e outras que representam um mundo lúdico e brincalhão, registrados pelo movimento de dança e agilidade das figuras acrobáticas.

Durante a visita, são abordados aspectos ligados à caatinga, à exploração mineral, tipos de rocha e solo, além de informações históricas e geográficas do lugar.

A Cidade[editar | editar código-fonte]

É um município que detém inúmeros recursos minerais, tendo destaque a produção de turmalina, água-marinha, granada, ametista, entre outras pedras semipreciosas. O Planalto da Borborema, um conjunto de serras - das Queimadas, da Coruja, da Areia, do Tibiri, da Maniçoba, das Gargantas, do José Elias e do Maribondo -, revela a beleza virgem do lugar e as diversas oportunidades de passeios: caminhadas, trilhas para jipeiros, cavalgadas e o que a sua imaginação pedir, até sentar-se, calmamente, para se deliciar com o mais belo pôr-do-sol. Imagem que purifica nossa mente e emociona de verdade.

Mais da Cidade[editar | editar código-fonte]

Com mais de 22 mil pessoas.Localizada na costa do seridó oriental, na foz do Rio Seridó, a cidade é administrada como um município Popular do RN com um estatuto do nível de uma província. Originalmente uma vila cuja economia era baseada na pesca e no setor têxtil, Parelhas cresceu de importância no século XXI devido à sua localização favorável e como uma das cidades abertas ao comércio exterior em 1990 pelas aparições em redes de TV, como a Rede Globo e o SBT. A cidade floresceu como um centro de comércio entre o oriente e o ocidente do seridó e tornou-se um hub de negócios no ano de 2010. As reformas econômicas em 1990 resultaram em um intenso desenvolvimento da cidade e, em 2005, Parelhas começou a ser considerada Paris

A cidade é um destino turístico famoso por seus marcos históricos, como as Serras, as pinturas rupestres, o moderno e em constante expansão centro de Parelhas, onde está localizada varias lojas, e por sua nova reputação como um centro cosmopolita da cultura e do design. Hoje, Parelhas é o maior centro comercial e financeiro do seridó oriental e tem sido descrita como o grande exemplo da pujança da economia do Seridó.

Bairros[editar | editar código-fonte]

Parelhas possui 8 bairros em sua área urbana:

  • Maria Terceira;
  • Boqueirão;
  • Dinarte Mariz;
  • Ivan Bezerra;
  • São Sebastião;
  • Cruz do Monte;
  • Centro.
  • José Clóvis de Medeiros

Esporte[editar | editar código-fonte]

Nos anos 80 a cidade era bastante conhecida pelos desportistas da região devido a supremacia futebolística do Centenário Esporte Clube, "papão" de títulos no futebol de campo, chegando a conquistar um tricampeonato nos anos de 88-89-90. A equipe foi um dos principais responsáveis por revelar grandes jogadores como Didi Ex-jogador do Corinthians. A revelação de craques sempre foi algo constante na cidade fazendo dela um "celeiro" perfeito para clubes de todo Brasil. Alguns registros apontam que os possiveis primeiros atletas da cidade a se "aventurarem" nos gramados brasileiros foram Aluísio Medeiros ( o zerão ) atuando no gol do Bangu-RJ e Paperó pelo Bonsucesso. Mais recentemente alguns atletas vem fazendo sucesso até mesmo no futebol internacional, são os casos de Luís Eduardo, que atuou por algumas temporadas vestindo a camisa 9 em clubes do futebol búlgaro e Geová Azevedo, goleiro que jogou no futebol iraniano onde foi campeão da Azadegan League (liga correspondente a segunda divisão do Irã), jogando pela equipe do Tractor Club. Histórias como estas vem sendo cada vez mais frequentes no esporte da cidade.

No segundo semestre do ano de 2010 a equipe do Centenário Esporte Clube filiou-se a Federação Norte-rio-grandense de Futebol, onde disputou a segunda divisão do campeonato potiguar. O clube obteve uma campanha razoável onde chegou inclusive a liderar parte da competição mas não conseguiu manter o bom ritmo e acabou deixando escapar o acesso já nas rodadas finais.

Festas[editar | editar código-fonte]

Festa de Janeiro

Todo ano parelhas é palco da Festa do padroeiro São Sebastião, uma das mais tradicionais do estado, que ocorre entre os dias 10 a 20 de janeiro. É sem duvidas o evento religioso e social mais aguardado da cidade. Dentro da programação social da festa destaca-se o "Bode Elétrico" uma micareta com trio elétrico por algumas ruas da cidade, este evento vem se consolidando como uma das maiores micaretas da região atraindo foliões de várias partes do nordeste e do Brasil.

As tradicionais Vaquejadas

A cidade conta com dois parques de vaquejada, são eles: "Parque Evandro Bezerra" e "Haras Luiza". Durante muito tempo o nome da cidade de Parelhas esteve ligado a eventos como vaquejadas e rodeios com grandes festas durante o meio do ano, chegando inclusive a receber durante cerca de três dias um rodeio de grande estrutura com touros e peões de Barretos.

Parelhas Moto Fest

Mesmo tendo sido criado apenas no ano de 2010, o Parelhas Moto Fest vem ganhando cada vez mais seu espaço no calendário de eventos do Rio Grande do Norte, atraindo pessoas, motoqueiros e Moto clubes de vários lugares do Brasil. A programação é recheada de aventura e muito Rock n' Roll e ritmos alternativos, acontece em setembro.

Encontro de Jipeiros

Forró Folia e Arraia da Zona Sul

São eventos ligados as festividades de São João. O Forró Folia traz cinco dias de muita festa para parelhenses e pessoas das cidades circunvizinhas, ocorre no mês de Maio e é considerado uma "prévia" do Arraia da Zona Sul uma das festas juninas mais tradicionais da região seridoense que ocorre na cidade durante o mês de julho.

Festa dos Caminhoneiros

Todos os anos entre os meses de novembro a cidade de Parelhas é palco da Festa do Caminhoneiros, o evento é coordenado pela Associação dos Caminhoneiros de Parelhas, o Acampar. O evento conta com gincanas, feira de negócios, muita festa; no domingo o tradicional Festival do Chopp encerra a programação do evento.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. FEMURN. Distâncias dos Municípios do Rio Grande do Norte a Natal-RN. Página visitada em 10 de agosto de 2011.
  3. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  4. ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2012 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (30 de agosto de 2011). Página visitada em 31 de agosto de 2012.
  5. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 6 de agosto de 2013.
  6. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  7. Idema (2012). Aspectos físicos do RN. 2012. Página visitada em 18 de novembro de 2012.
  8. a b Clima: Parelhas. Climate Data. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  9. CPTEC - Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Agosto/2013). Monitoramento Climático do Brasil. Página visitada em 2013.
  10. INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Agosto/2012). Ranking de descargas elétricas. Página visitada em 2013.
  11. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1945). Chuvas - médias diárias - 2/1945. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  12. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1972). Chuvas - médias diárias - 3/1972. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  13. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1947). Chuvas - médias diárias - 3/1947. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  14. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1976). Chuvas - médias diárias - 3/1947. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  15. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1954). Chuvas - médias diárias - 1/1981. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  16. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1954). Chuvas - médias diárias - 4/1954. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  17. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1975). Chuvas - médias diárias - 3/1975. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  18. a b Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1946). Chuvas - médias diárias - 3/1946. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  19. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1980). Chuvas - médias diárias - 3/1980. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  20. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1924). Chuvas - médias diárias - 2/1924. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  21. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1973). Chuvas - médias diárias - 2/1973. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  22. Ocorrência de Chuvas (mm) - 2004 - Posto: PARELHAS(EMATER). Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (2004). Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  23. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1967). Chuvas - médias diárias - 3/1967. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  24. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1964). Chuvas - médias diárias - 7/1964. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  25. Ocorrência de Chuvas (mm) - 1992 - Posto: PARELHAS(EMATER). Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1992). Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.
  26. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (1974). Chuvas - médias mensais - 4/1974. Agência Nacional de Águas. Página visitada em 23 de julho de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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