Clássico das Multidões (Maceió)

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Clássico das Multidões
CSA x Crb
CSA 151 vitória(s), 630 gol(s)
CRB 192 vitória(s), 699 gol(s)
Empates 164
Total de jogos 507
Total de gols 1 329
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Clássico das Multidões é um clássico do futebol brasileiro disputado entre o Clube de Regatas Brasil e o Centro Sportivo Alagoano, dois clubes de Maceió (Alagoas) que já se enfrentaram 513 vezes desde 1916. Foram 198 vitórias do CRB, 153 vitórias do CSA e 162 empates.

O CRB, vermelho e branco, e o CSA, azul e branco, possuem, juntos as cores da bandeira de Alagoas. Essas cores também são as tradicionais de um dos folguedos culturais mais populares do estado - o Pastoril, onde o Azul disputa a hegemonia com o Encarnado (vermelho).

Histórico[editar | editar código-fonte]

Em 1939 ocorreu a maior goleada do clássico, aplicada pelo CRB em cima do CSA por 6x0 no famoso jogo da Sofia. Em 1952 o CSA conseguiu sua maior vitória no clássico: 4x0 com dois gols de Dengoso no que ficou conhecido como jogo do xaxado.

A polêmica final de 1975[editar | editar código-fonte]

Em 1975 ocorreu a final mais polêmica da história do Campeonato Alagoano. O duelo entre CRB e CSA ficou marcado por diversos erros da arbitragem a favor do time azulino que se sagrou campeão estadual naquele ano. A final foi disputada em jogo único e o CSA tinha a vantagem de ser campeão mesmo com um empate por ter feito uma campanha melhor ao longo da competição. Tão pouco a partida começou e o CRB abriu o placar no Estádio Rei Pelé, com 11 minutos de jogo. Ao longo do jogo, o árbitro favoreceu o CSA em diversos momentos. No final do primeiro tempo dois jogadores do CRB foram expulssos, pois segundo o árbitro, haviam provocado a torcida rival. O CSA se aproveitou da vantagem numérica no segundo tempo para aplicar uma pressão incrível no rival, porém não conseguia fazer o gol até que o árbitro sinalizou pênalti para o time azulino aos 40 minutos do segundo tempo. No final do jogo o CRB ainda faria o gol da vitória se o juiz não finalizasse a partida antes do atacante Leando Pezão finalizar depois de ter ele já driblado o goleiro.

Anos 90[editar | editar código-fonte]

Em 1992 ocorreu uma das maiores goleadas do confronto. Vitória do CRB sobre o CSA por 5 a 2 no Campo da Pajuçara que rendeu o título antecipado ao Galo com destaque para o atacante Jerônimo que marcou três gols.

No ano seguinte o CRB conquistou o bicampeonato estudual ao derrotar o CSA na final do Campeonato Alagoano numa vitória emocionante por 3x1 com um dos maiores públicos da história do Estádio Rei Pelé.

Em 1994 o CSA se vingou e bateu o CRB na final do Estadual. No ano seguinte o CRB derrotou o seu rival na decisão.

Nos anos seguintes só deu CSA, que conseguiu superar seu rival em três finais seguidas do Campeonato Alagoano em 1996, 1997 e 1998.

2003: Clássico do Rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Em 2003 o CSA entrou em campo contra o CRB na última rodada da primeira fase do Campeonato Alagoano precisando vencer o rival para escapar do rebaixamento inédito para a segunda divisão alagoana. A partida ficou marcada pela grande rivalidade e terminou com um desfecho trágico para o time azulino, que foi derrotado pelo Galo por 4x2 e foi rebaixado para a segundona.

2006: Maior Público[editar | editar código-fonte]

Em 2006 CRB e CSA protagonizaram um dos clássicos das multidões mais emocionante da história, que contou com a maior presença de público da história do confronto, atingindo marca de 22 mil pagantes (na época o Rei Pelé tinha capacidade para 30 mil pessoas). A partida era válida pela semifinal do Campeonato Alagoano e foi bastante equilibrada, terminando com um empate por 2x2. O time azulino abriu o placar logo no início da partida com gol de Alisson, mas o CRB virou a partida ainda na primeira etapa com gols de Júnior Amorim e Bebeto, mas no segundo tempo o CSA reage e consegue o empate com gol de Alexsandro. Esse resultado foi melhor para o CSA que conseguiu a vaga para disputar a final do Campeonato Alagoano 2006.

2009: Clássico do spray[editar | editar código-fonte]

Em 02 de abril CSA e CRB iniciaram a disputa de um dos clássicos mais violentos e emblemáticos da história. A partida transcorria normalmente até os 12 minutos do 2° tempo quando o jogador Carlos Diogo, zagueiro do CSA, fez falta no meia Da Silva e acabou expulsso, pois já tinha cartão amarelo. Esse foi o segundo jogador expulsso do time azulino - aos 3 minutos da segunda etapa o atacante Júnior Amorim já havia ido embora mais cedo - o que irritou os jogadores do CSA que foram pra cima da arbitragem. A polícia teve que intervir e acabou havendo uma troca de agressões enutre um policial e o jogador Esquerdinha. Os policiais tiveram que usar spray de pimenta para conter a confusão. Devido aos efeitos do spray seis jogadores do CSA alegaram não ter condições de continuar a partida.

Nove dias depois houve a continuação do confronto. Mesmo com dois a menos o CSA abriu o placar com gol de Fábio Lopes aos 12 minutos. Após o susto o CRB pressionou e chegou ao empate aos 30 minutos com gol do atacante Calmon. No fim do jogo o mesmo Calmon voltou a marcar e virou o placar do jogo.

2009: Clássico do Rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Em 03 de maio de 2009 o CSA entrava em campo para enfrentar o CRB em um clássico decisivo, valendo a permanência do time azulino na primeira divisão e a classificação do Galo para a semifinal. O Galo saiu na frente aos 27 do primeiro tempo com gol de Calmon, artilheiro do Campeonato Alagoano, mas o CSA empatou ainda no primeiro tempo com gol de Júnior Amorim aos 44 minutos. Precisando da vitória, o Azulão se mandou pra cima do seu rival, mas logo aos 18 minutos o atacante Da Silva, ex-CSA, marcou o gol que rebaixou seu ex-clube para a segundona pela segunda vez na história. Mesmo com a vitória o CRB não conseguiu se classificar para a semifinal, uma vez que dependia também de uma derrota do ASA em casa para o Corinthians Alagoano.

2010: Empate na reinauguração do Trapichão[editar | editar código-fonte]

Em 2010 ocorreu apenas uma clássico das multidões em partida válida pela fase classificatória da Copa do Nordeste daquele ano. A partida que marcou a reinauguração do famoso Estádio Rei Pelé ou Trapichão, palco do futebol Alagoas o teve um resultado equilibrado de 2x2. O Galo saiu na frente com gol do atacante Edmar, mas não demorou muito para o CSA reagir e virar a partida com gols de Alex Sandra e Catânia. O empate do CRB veio logo depois no cruzamento de Renatinho que contou com o desvio de AndEpson Paraíba para deixar tudo igual ainda no primeiro tempo.

2011: Quebra do Tabu[editar | editar código-fonte]

Em 2011 mais uma vez o CSA enfrentou o CRB sofrendo risco de rebaixamento, mas desta vez com um desfecho diferente, tendo conseguido derrotar o rival por 1x0 com gol dramático marcado pelo atacante Washington nos acréssimos e ainda por cima quebrando o tabu de quatro anos sem vencer um clássico contra o CRB.

2012: O clássico das cadeiras[editar | editar código-fonte]

Em 21 de abril CSA e CRB protagonizaram um clássico emocionante no Rei Pelé em partida válida pela 9° rodada do Segundo Turno do Campeonato Alagoano. O CRB teve um começo melhor e conseguiu abrir vantagem de 2x0 no primeiro tempo com gols dos laterais Elsinho e Jadílson. Após o fim da primeira etapa os torcedores do alvirubro começaram a provocar o adversário com o canto "Uh! Papai chegou!" e passaram a chamar o rival de time pequeno. O CSA ouviu as prorrogações e voltou "mordido" para o segundo tempo, conseguindo uma surpreendente reação eempatando a partida com dois gols do atacante Roni. Além disso o time azulino ainda teve um gol anulado. Após o término da partida os toradores do CRB em protesto contra o clube arrem essa ramo as cadeiras do Rei Pelé no gramado, num episódio que deu nome ao jogo.

2013: A Final no centenário do CSA[editar | editar código-fonte]

Em 2013 CRB e CSA se enfrentaram na final do Campeonato Alagoano depois de 11 anos sem decidirem o título estadual. O jogo de ida terminou com uma grande vitória do time regatiano por 4x2, porém o CRB não podia cochilar, pois qualquer derrota no jogo de volta levaria a disputa para os pênaltis. Por isso, o CRB foi pra cima do CSA no jogo da volta, mas não conseguiu abrir o placar e acabou sofrendo um gol no final da partida. Com o resultado de 1x0 a favor dos azulinos, o título foi decidido nos pênaltis e terminou com o CRB sagrando-se campeão estadual pela 27° vez. Antes da final houveram dois clássicos entre CRB e CSA pelo hexagonal do Campeonato Alagoano. O primeiro terminou empatado em 1x1 com gol do atacante Denilson do CRB nos minutos finais do jogo. Já o outro terminou com vitória do time regatiano por 1x0.

2014: Eliminação do CSA[editar | editar código-fonte]

Em 2014 CRB e CSA se enfrentaram na última rodada da fase classificatória com o CSA precisando vencer para se classificar à próxima fase e conseguir uma vaga para a Série D, porém foi o CRB que se deu bem vencendo o clássico por 1x0 com gol de Diego Rosa. Antes deste confronto CRB e CSA já haviam se enfrentado uma vez em partida válida pelo primeiro turso do Campeonato Alagoano e terminou empatado com placas de 1x1, gols de Diego Clementino (CSA) e Paulo Vitor (CRB).

2015: rivalidade e o "clássico da prisão"[editar | editar código-fonte]

Em 2015 CRB e CSA protagonizaram um clássico violento, que terminou com a expulssão e prisão do jogador Preto do CSA, que nem sequer entrou em campo, saindo do banco de reservas direto para a viatura. A confusão foi gerada por uma reclamação do time do CSA, que alegou que o árbitro estava beneficiando o CRB por ter deixado de marcar uma falta a favor do time azulino. A partida terminou com vitória do CRB por 1x0. Este jogo ocorreu logo em sequência à emocionante vitória do CRB por 2x1 de virada sobre o CSA no Rei Pelé, com o time azulino abrindo o placar com gol do atacante Reinaldo Alagoano aproveitando o rebate no chute do meia Elyeser e o CRB conseguindo a virada no segundo tempo com gols de Zé Carlos e Fernando.

2016: O "Cadê vocês?" e título do CRB[editar | editar código-fonte]

Em 2016 a rivalidade aumentou com a vitória marcante do CSA sobre o rival pelo placar de 4x1, pois nas comemorações os jogadores do CSA provocaram o rival com o famoso "CADÊ VOCÊ?" (gesto provocativo no qual os jogadores levam as mãos ao rosto representando um binócolo) enquanto a torcida azulina adaptou a famosa canção Metralhadora da Banda Vingadora e criou o canto "TRA TRA TRA TRA TRA, NO C... DO DO GALO EU VOU BOTAR!". Nesse mesmo ano o CRB conquistou o título estadual ao derrotar o mesmo CSA na decisão por 2x0 no jogo de ida e 1x0 no jogo da volta, respodendo as provocações do rival. Após o término da partida os torcedores de ambas equipes invadiram o campo e protagonizaram cenas de vandalismo e violência que ganharam repercussão internacional nos jornais mais famosos do mundo. As cenas fortes mostraram torcedores do CSA cercando e espandando um torcedor do CRB. Apesar da demora do atendimento, a confusão não tomou proporções maiores. Cinco pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas ao HGE-AL.

2017: Clássico do Silêncio[editar | editar código-fonte]

Em 19 de fevereiro de 2017 CSA e CRB protagonizaram, pela primeira vez na história, um clássico com portões fechados. O ocorrido se deu por conta de uma punição imposta pelo TJD-AL devido às cenas de vandalismo que ambas torcidas protagonizaram na final do Campeonato Alagoano 2016. A partida era válida pela 6° rodada da primeira fase do Campeonato Alagoano 2017 e terminou empatada por 1 a 1 com gols de Flávio Boaventura para o CRB e Cleyton para o CSA.

Em 26 de março, ainda por conta da punição, os rivais voltaram a realizar mais um clássico sendo torcida. Desta vez válido pela 10° rodada da primeira fase do Campeonato Alagoano. Novamente a partida acabou empatada (0 a 0) mostrando o equilíbrio entre as equipes na temporada.

2017: Clássico com torcida única[editar | editar código-fonte]

Em 09 de abril de 2017 ocorreu o primeiro clássico das multidões com torcida única. A partida era válida pelo Hexagonal Decisivo do Campeonato Alagoano 2017 e mais uma vez acabou empatada por 0 a 0, mostrando mais uma vez o equilíbrio entre as duas equipes.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Há meios de comunicação que citam que CSA e CRB protagonizaram 506 partidas na história centenária de confrontos entre os dois maiores clubes alagoanos, entretanto historiadores do futebol alagoano contradizem esses dados, tendo em vista que esse número de partidas contabiliza supostos jogos ocorridos antes de 1927, esses dados são incertos pois documentalmente se tem dados do clássico apenas a partir de 1927, totalizando 25 vitórias a mais para o CRB, diferente das mais de 40 vitórias a mais sobre o CSA veiculadas pela mídia alagoana.

Títulos[editar | editar código-fonte]

CSA[editar | editar código-fonte]

Único time de Alagoas a disputar um torneio internacional a conhecida Copa Conmebol de 1999, foi a ultima edição deste torneio internacional de futebol interclubes organizado pela Confederacão Sul-americana de Futebol. O campeão foi o Talleres (Argentina), que na final venceu a equipe do CSA (Brasil) que sagrou-se vice-campeã.

Estaduais[editar | editar código-fonte]

  • Alagoas Torneio Início: 14
(1927, 1928, 1929, 1930, 1933, 1935, 1940, 1946, 1949, 1957, 1961, 1965, 1972)

CRB[editar | editar código-fonte]

É o único clube alagoano a ganhar um título interestadual disputado contra os times paraibanos que concedeu acesso para segunda divisão do campeonato brasileiro. CRB é o segundo clube mais velho do Estado, sendo pioneiro no Estado no tocante as participações nas series A(1972) e B(1971) do Campeonato Brasileiro, também foi o primeiro a vencer um campeonato alagoano em 1927 e a ganhar títulos regional 1975(Copa do Nordeste). CRB foi o primeiro clube de Alagoas a construir estadio particular, e o primeiro campeão no estádio Rei Pelé. CRB chegou a final da serie C em 2011 e foi vice campeão da Copa do Nordeste em 1994.

Regionais[editar | editar código-fonte]

CAMPEÃO DO TORNEIO JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO 1975

Torneio de times de 3 estado naquele ano, a CBF não reconheceu o título como "Copa do Nordeste", mas é costume dos alvir rubros, denominar o torneio dessa forma, é fico apenas como título Regional

Interestaduais[editar | editar código-fonte]

CAMPEÃO DA SELETIVA AL/PB EM 1993

Estaduais[editar | editar código-fonte]

(1927, 1930, 1937, 1938, 1939, 1940, 1950, 1951, 1961, 1964, 1969, 1970, 1972, 1973, 1976, 1977, 1978, 1979, 1983, 1986, 1987, 1992, 1993, 1995, 2002, 2012, 2013, 2015, 2016)
  • Alagoas Torneio Início: 16
(1936, 1937, 1939, 1943, 1944, 1945, 1946, 1951, 1956, 1958, 1962, 1963, 1966, 1969, 1970, 1973)

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

1939: Jogo da Sofia[editar | editar código-fonte]

A maior vitória do clássico alagoano pertence ao CRB. A partida do dia 1º de outubro de 1939 ficou conhecida como o "Jogo da Sofia", quando o CRB venceu o rival por 6 a 0 na decisão do Campeonato Alagoano. Diz a história que o jogador Arlindo (um dos destaques do CRB na partida) era adepto do jogo do bicho e criava uma cabra chamada Sofia. De vez em quando, ele cantava uma uma modinha com todos os bichos do jogo, e ao chegar na cabra, ele dava uma paradinha e relembrava o jogo.[34]

  • Ficha técnica - CRB 6 x 0 CSA
  • Competição: Segundo Turno do Campeonato Alagoano de 1939
  • Data: 01 de outubro de 1939
  • Gols: Arlindo (2 vezes), Duda (2 vezes), Regis e Ramalho.
  • Árbitro: Artur Reis
  • Local: Estádio da Pajuçara

Jogo do Xaxado[editar | editar código-fonte]

Em 1952,o jogo do Xaxado foi um dos que mais emocionou a torcida azulina. Não somente pelo resultado de 2×0, que o clube deu no seu tradicional adversário em sua própria casa, o CRB. Foi um baile, um olé. Jamais se pensou em desrespeitar o adversário, mas era gostoso observar a bola de pé em pé com os alvirrubros na roda a torcida azulina batendo palmas e gritando, ritmicamente, a palavra xaxado. Muitos gols foram perdidos. Dida depois de driblar toda a defesa do CRB, inclusive o goleiro Levino, quase na linha de gol, preferiu voltar e passar a bola para um companheiro. Oscarzinho também esteve para marcar e terminou sentando na bola na linha do gol.

Campeonato Alagoano 1952

16 de setembro de 1952
CRB Alagoas 0 – 4 Alagoas CSA Estádio Severiano Gomes Filho, Maceió

Gol marcado Gol marcado Edgar
Gol marcado Gol marcado Dengoso
Árbitro: Waldomiro Brêda

CSA: - Almir, Bem e Arestides, Oscarzinho, Zanélio e Neu, Napoleão (Ié), Biu Cabecinha, Dida, Dengoso e Edgar (Bemvindo).
CRB: - Levino (Luiz), Helio Ramires (Ferrari) e Miguel Rosas, Netinho, Castanha e Moura, Sansão, Arroxelas (Santa Rita), Dario, Mourão (Zé Cicero) e Zeca.

Artilheiro[editar | editar código-fonte]

Silva "Cão", ponta, artilheiro dos Campeonatos Alagoanos de 1968 (11 gols), 1972 (21 gols) e 1977 (16 gols) pelo CRB, mas que também jogou no CSA. Fez sessenta e dois gols na história do maior confronto do estado.

Casos de Vandalismo e Violência[editar | editar código-fonte]

Durante as partidas dos clássicos tem se notado o acontecimento de casos de vandalismo, com ônibus depredados, depredação do estádio, e briga entre as torcidas organizadas.[1]

Na decisão do Campeonato Alagoano de 2016, aos 46 minutos do segundo tempo, perante a vitória do CRB e, consequentemente, o título estadual, houve uma invasão do campo por parte das duas torcidas, e uma pancadaria generalizada tomou conta do Estádio Rei Pelé.[2] Apesar das imagens fortes, que mostram um grupo de torcedores azulinos cercando e espancando um torcedor do CRB que estava caído no gramado, apesar da demora da polícia militar em agir a confusão não se tornou algo maior. Cinco pessoas ficaram feridas, todas encaminhadas ao HGE. As cenas de violência tiveram destaque internacional, e repercutiram em alguns dos maiores jornais esportivos do mundo, como a Gazetta dello Sport e o Olé.[3]

Referências