Jiu-jitsu brasileiro

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Jiu-jítsu brasileiro
Ideograma kanji de jiu-jítsu
Informação geral
Prática Esporte de combate
Foco Finalização, submissão
Local de origem  Brasil,  Japão
Criador(es) Mitsuyo Maeda
Carlos Gracie
Hélio Gracie
Luiz França
Oswaldo Fadda
Técnica(s) principal(is) Ne waza
Katame waza
Técnica(s) secundária(s) Nage waza
Praticante Jujutsuka
Grafia
Outros nomes BJJ, Gracie jiu-jítsu
Relação com outras modalidades
Antecedente(s) Kodokan jujutsu
Influente(s) Luta livre
Outras informações
Esporte olímpico Não
Praticantes notórios
Alexandre Ribeiro
Antônio Rodrigo Nogueira
Antônio Rogério Nogueira
BJ Penn
Demian Maia
Fábio Gurgel
Fabricio Werdum
Família Gracie
Frank Mir
Gabriel Gonzaga
Georges St-Pierre
Glover Teixeira
Marcelo Garcia
Ronaldo Souza
Rousimar Palhares
Shinya Aoki
Vitor Belfort
Leonardo Marques
Reginaldo Brisa
Chris Weidman
Anderson Silva
Sítio oficial http://www.cbjj.com.br/
Cronologia das artes marciais  · Lista de artes marciais  · Projeto Artes Marciais

Jiu-jitsu brasileiro (em japonês: 伯柔術, Burajiru no jūjutsu), ou jiu-jitsu é uma arte marcial, estilo de judô, desenvolvido pela família Gracie, no início do século XX, que se tornou a forma mais difundida e praticada do jiu-jitsu (exceto o judô) no mundo, principalmente depois das primeiras edições dos torneios de artes marciais mistas (MMA), o UFC, nos idos da década de 1990.[1]

Apesar do nome da modalidade ser jiu-jitsu, na verdade, a modalidade foi desenvolvida como especialização e ênfase das técnicas de controle e luta de solo, ne waza e katame waza, e com menos ênfase às técnicas de luta executadas de pé, tate waza, das técnicas de judô, de Mitsuyo Maeda, representante direto do Instituto Kodokan.[2] [3] Por não serem o foco principal da modalidade, os golpes de ate waza e kansetsu waza, acabam tendo papel coadjuvante e/ou intermédio para a execução de um golpe final de submissão do adversário.[4] O nome do estilo de luta da família Gracie permaneceu como jujutsu, porque na época em que os irmãos Carlos e Hélio Gracie, principalmente, finalizaram seu repertório, o nome "judô" ainda não era de uso comum mas Kodokan jujutsu.[5]

O criador do estilo foi, em princípio, Carlos Gracie, que adaptou o judô com especial apreço à luta de solo, haja visto que seu porte físico punha-lhe em severa desvantagem contra adversários de maior porte. Partindo do princípio de que numa luta de solo, quando projeções ou mesmo chutes e socos não são eficientes, mas alavancas, sim, o porte físico dos contendores torna-se de somenor importância. Nessa situação, aquele que tiver mais técnica possuirá consequentemente a vantagem.[6]

Se não foram originais em adaptar uma arte marcial provecta, haja vista que no Japão isso já há muito ocorrera com o aiquidô e o próprio judô, oriundos do jiu-jitsu, com o caratê, oriundo do te-jutsu de Oquinaua, ou mesmo no resto do mundo como o krav maga (Israel) ou a capoeira regional (Brasil), Carlos Gracie e depois Hélio Gracie foram originais em criar um paradigma que prima pela efetividade. Comprovado ou seu sucesso em competições, o jiu-jitsu brasileiro serviu de cerne do que viria a ser a modalidade artes marciais mistas.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Começo no Brasil[editar | editar código-fonte]

No século XIX, mestres de artes marciais japonesas migraram do Japão para outros continentes, vivendo do ensino dessas artes e de lutas que realizavam.

Mitsuyo Maeda, conhecido como "Conde Koma", foi um grande praticante de Judô, nos primórdios deste. Depois de percorrer vários países com seu grupo, chegou ao Brasil em 1915 e fixou residência em Belém do Pará, existindo até hoje nessa cidade a Academia Conde Coma. Um ano depois, conheceu Gastão Gracie. Gastão era pai de oito filhos, sendo cinco homens, tornou-se entusiasta do Judô e levou seu filho Carlos Gracie para aprender a luta japonesa.

Maeda ensinou um grupo que incluía Luiz França,(link) futuro professor do mestre Oswaldo Fadda. Ambos deram início a outro ramo do jiu-jitsu no Brasil.[7]

Pequeno e frágil por natureza, Carlos encontrou no judô (na época, ainda conhecido como "Kano jiu-jitsu") o meio de realização pessoal que lhe faltava. Com dezenove anos de idade, transferiu-se para o Rio de Janeiro com a família, sendo professor dessa arte marcial e lutador. Viajou por outros estados brasileiros, ministrando aulas e vencendo adversários mais fortes fisicamente.

Em 1925, voltando ao Rio de Janeiro e abrindo a primeira Academia Gracie de jiu-jítsu, convidou seus irmãos Osvaldo e Gastão para assessorá-lo e assumiu a criação dos menores George, com quatorze anos, e Hélio Gracie, com doze. A partir daí, Carlos transmitiu seus conhecimentos aos irmãos, adequando e aperfeiçoando a técnica à condição física franzina, característica de sua família.

Também transmitiu-lhes sua filosofia de vida e conceitos de alimentação natural, sendo um pioneiro na criação de uma dieta especial para atletas, a Dieta Gracie, transformando o jiu-jitsu em sinônimo de saúde.

Detentor de uma eficiente técnica de defesa pessoal, Carlos Gracie vislumbrou no jiu-jitsu um meio para se tornar um homem mais tolerante, respeitoso e autoconfiante. Com o objetivo de provar a superioridade do jiu-jitsu e formar uma tradição familiar, Carlos Gracie desafiou grandes lutadores da época e passou a gerenciar a carreira dos irmãos.

Lutando contra adversários vinte, trinta quilos mais pesados, os Gracie logo conseguiram fama e notoriedade nacional. Atraídos pelo novo mercado que se abriu em torno do jiu-jitsu, muitos japoneses vieram para o Rio de Janeiro, porém nenhum deles formou uma escola tão sólida quanto a da Academia Gracie, pois o jiu-jítsu praticado por eles privilegiava somente as quedas (já vinham com a formação da Kodokan do mestre Jigoro Kano), já o dos Gracie enfatizava a especialização: após a queda, levava-se a luta ao chão e se usavam os golpes finalizadores, o que resultou numa espécie de luta livre de quimono.

Espada japonesa mostrando a lâmina manga habaki e a mão guarda tsuba

Ao modificar as regras internacionais do judô e jiu-jítsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de mudança de nacionalidade de uma luta, ou esporte, na história esportiva mundial.

Anos depois, a arte marcial passou a ser denominada de gracie jiu-jitsu ou brazilian jiu-jitsu, sendo exportada para o mundo todo, até mesmo para o Japão.

Hélio Gracie passa a ser o grande nome e difusor do jiu-jítsu, formando inúmeros discípulos, dentre eles Flavio Behring. George Gracie foi um desbravador, viajou por todo o Brasil, no entanto estimulou o jiu-jitsu principalmente em São Paulo, tendo como alunos nomes como Nahum Rabay, Candoca, Osvaldo Carnivalle, Romeu Bertho, Otávio de Almeida, dentre outros.

Royce Gracie e Rickson Gracie, filhos de Hélio Gracie, merecem um capítulo à parte pelo valor com que se impuseram como gladiadores e difusores da técnica e eficiência do jiu-jitsu nas arenas dos Estados Unidos e do Japão.

Paralelamente, Luiz França também fixou-se no Rio de Janeiro onde ensinava a "arte suave" na zona norte da cidade.[8] Em 1937, começou a ensinar a arte para Oswaldo Fadda, que conquistou a faixa (obi) de cor preta cinco anos depois. Fadda abriu sua academia em Bento Ribeiro em 1950.[9] Em 1954 desfiou os Gracie e foram organizadas lutas entre os alunos das duas escolas. Os alunos de Oswaldo Fadda venceram a maioria destas lutas.[10]

Deste ramo do jiu-jitsu brasileiro iniciado por França e Fadda vem, dentre outros, os mestres Wilson Mattos [11] (da "Equipe Mestre Wilson"),[12] Wendell Alexander (co-fundador da Academia Nova União junto com André Pederneiras) [13] e Júlio Cesar Pereira, um dos fundadores da GFTeam (Grappling Fight Team).[14] Em suas academias/equipes, hoje presentes em vários países, estes mestres formam atletas de destaque tanto no BJJ quanto no MMA (tais como: José Aldo, Leonardo Santos, BJ Penn, Ronaldo Souza,Renan Barão entre outros).

O jiu-jítsu, hoje, é o esporte individual que mais cresce no país: possui cerca de 350 mil praticantes, com 1 500 estabelecimentos de ensino somente nas grandes capitais. Na parte de educação, o ensino do jiu-jítsu ganhou cadeira como matéria universitária (Universidade Gama Filho).

Com a criação da Federação de Jiu-Jítsu Brasileiro, as regras e o sistema de graduação foram sistematizados, dando início a era dos campeonatos esportivos. Hoje mais organizado, o Jiu-Jítsu Brasileiro já conta com uma Confederação e uma Federação Internacional, fundadas por Carlos Gracie Jr. como presidente (das duas entidades) e José Henrique Leão Teixeira Filho como vice-presidente da CBJJ, os dois partiram para uma organização nunca vista antes em competições de jiu-jítsu, as competições nacionais e internacionais que vem sendo realizadas, confirmam a superioridade dos lutadores brasileiros, considerados os melhores do mundo, e projetaram o jiu-jitsu ou brazilian jiu-jitsu, como a arte marcial que mais cresce no mundo atualmente.

Desde 1996, o Mundial de jiu-jítsu sempre foi disputado no Rio de Janeiro, exceto em 2007, quando ocorreu nos Estados Unidos da América.

Jiu-jítsu brasileiro em Portugal[editar | editar código-fonte]

O Jiu-jítsu chegou a Portugal em 1996 pelas mãos do professor Lauro Figueirôa, que foi com o objetivo de difundir o jiu-jítsu Gracie. Apesar de pouco ou quase nenhum recurso, conseguiu angariar bastantes alunos.

Em 1997, foi quando se realizou o primeiro capeonato da modalidade, realizado dentro da discoteca Bafureira Beach Club (antigo Scala), em São Pedro do Estoril.

Em 1998, o professor Lauro Figueiroa em conjunto com o Grupo SuperStar promoveu o primeiro confronto de vale-tudo em Portugal, entre o o próprio professor, representando o jiu-jítsu e o Mestre Pichote, representando a Capoeira (luta demonstração).

Em 2000, houve a disputa do primeiro Cinturão português de Vale-tudo, entre o Lauro, contra o tricampeão francês de Free-Fight, Eurico Soares. Luta vencida por Lauro por nocaute aos 30 segundos do primeiro round. Compareceram ao evento mais de 4 000 pessoas.

Em 2001, em viagem ao Rio de Janeiro, o Lauro Figueiroa recebeu o convite do Grande Mestre Carlos Gracie Jr. para representar oficialmente a família Gracie em Portugal. Em 2002, devido ao grande crescimento do jiu-jítsu em Portugal e à imigração de muitos professores de Jiu-jítsu, Lauro funda a Associação Luso-Brasileira de Jiu-Jitsu e realiza a 25 de abril deste ano o 1º Campeonato Nacional de Jiu-jítsu Brasileiro. Neste mesmo ano, o Profº Lauro F. organiza e prepara a primeira seleção portuguesa de Jiu-jítsu, que viaja com ele para o Campeonato Mundial no Rio de Janeiro - Brasil, trazendo, como resultado, uma medalha de prata da atleta Carolina Prado e um quarto lugar.

Em 2003, novamente o professor Lauro Figueiroa leva uma delegação portuguesa para o Campeonato Mundial no Rio de Janeiro - Brasil, trazendo mais uma medalha de prata da atleta Carolina Prado e no mesmo ano no Campeonato Master e Senior leva atletas onde conquintam uma medalha de ouro e outra de bronze.

O jiu-jítsu começou a ter maior número de praticantes a partir de 2000/2001, quando se abriram varias academias na zona de Lisboa.

Em 2003, a academia Brigadeiro perdeu o professor Marcos Koji e chegaram a Portugal os professores Marcelo Bernardo e Arnaldo "Pitbull" Santos para dar continuidade ao trabalho feito por Koji.

Em 2004, a Associação Luso-Brasileira de Jiu-Jítsu dirigida pelo professor Lauro, em parceria com a Confederação Brasileira e a Federação Internacional de Jiu-Jítsu, realiza o 1º Campeonato Europeu de Jiu-Jítsu da história e, com grande sucesso, conseguem a participação de atletas de mais de dez países oriundos não só da Europa, como também das Américas e da Ásia.

Neste mesmo ano, Lauro Figueirôa passa a representar a International Budo Union e recebe o cargo de delegado para todo Brasil a convite do grande mestre Pedro Dabauza, nono dan de Jiu-jitsu tradicional.

Atualmente, o Jiu-jítsu está espalhado por Portugal por conta de muitos alunos formados para o ensino do Jiu-Jítsu Brasileiro, entre outros professores que imigraram.

Graduação[editar | editar código-fonte]

Adotam-se as seguintes divisões de faixas no jiu-jitsu desportivo brasileiro para seus praticantes, conforme suas experiências e habilidades:

  • Branca (iniciante, qualquer idade)
  • Cinza (4 a 6 anos)
  • Amarela (7 a 15 anos)
  • Laranja (10 a 15 anos)
  • Verde (13 a 15 anos)
  • Azul (16 anos ou mais (até 4 grau)
  • Roxa (16 anos ou mais (até 4 grau)
  • Marrom (18 anos ou mais (até 4 grau))
  • Preta (19 anos ou mais (até o sexto grau)
  • Vermelha e Preta (sétimo grau -Título de mestre)
  • Vermelha e Branca (oitavo grau) (Criada pela IBJJF em 2012)
  • Vermelha (nono e décimo graus. O último grau foi dado somente aos criadores do Jiu-Jitsu brasileiro; somente os mestres Carlos Gracie, George Gracie, Oswaldo Gracie, Gastão Gracie, Julio Secco, Hélio Gracie, Armando Wriedt (ainda em vida).

Os critérios de graus na faixa preta são:

  • 1º ao 3º - três anos cada, nove ao todo
  • 4º ao 6º - mais cinco anos cada, quinze ao todo
  • 7º ao 8º - mais dez anos cada, vinte ao todo
  • 9º - mais quinze anos
  • 10º - reservada apenas aos criadores da modalidade

Associações no Brasil[editar | editar código-fonte]

Técnicas, golpes e regras[editar | editar código-fonte]

O jiu-jítsu brasileiro tradicionalmente é lutado com quimono trançado (embora haja a modalidade "jiu-jítsu sem quimono") e as técnicas visam a levar o adversário a uma posição chamada de "finalização", o que significa que, se levada adiante, causaria a fratura de um osso ou a morte por estrangulamento/esganamento. A posição de finalização pode ser:

  • reconhecida intencionalmente e manifestamente pelo derrotado através de três tapas seguidos com a mão (ou, se as duas mãos estiverem presas, com o pé) no solo (tatame), no próprio corpo ou no do adversário; ou ainda por qualquer manifestação verbal que indique o desejo de parar a luta.
  • reconhecida não intencionalmente pelo derrotado, através de gritos como "ai".
  • requerida pelo técnico ou treinador do derrotado.
  • avaliada pelo árbitro (nocaute técnico).

Quando o tempo da luta se exaure sem que haja uma finalização, é declarado vencedor aquele que ganhou mais pontos ou, em caso de empate, mais vantagens. Se persistir o empate, há a contagem por punições e, sucessivamente, uma avaliação subjetiva da arbitragem.

São contados dois pontos para queda, dois pontos para raspagem (derrubada de adversário já no solo), três pontos para passagem de guarda (situação em que o lutador consegue transpor as pernas do adversário, chegando à posição lateral, terminando numa imobilização estabilizada em três segundos), quatro pontos para montada ou ataque pelas costas colocando os ganchos.

São contadas vantagens para passagens ou montadas não estabilizadas, bem como golpes encaixados que não resultem em finalização.

A punição pode ocorrer em várias situações, notadamente, em caso de pouca combatividade ("amarração") de quem estiver em vantagem, aproveitando-se de tal situação para deixar o tempo passar sem risco de reversão, mesmo após três advertências ocorrerá a eliminação do atleta.

Alguns dos golpes mais conhecidos:

  • De braço: arm-lock, chave americana, chave kimura (americana invertida), chave de bíceps, omoplata.
  • De mão: mão de vaca.
  • Estrangulamentos: mata-leão, triângulo, ezequiel.

Golpes proibidos (CBJJ)[editar | editar código-fonte]

Exemplo de luta

De 4 a 12 anos[editar | editar código-fonte]

  • Chave de bíceps
  • Triângulo puxando (sem puxar a cabeça)
  • Mata leão
  • Ezequiel
  • Chave de panturrilha
  • Gravata técnica de frente
  • Kanibasami (tesoura)
  • Chave de calcanhar
  • Omoplata de mão

De 13 a 15 anos[editar | editar código-fonte]

  • Chave de bíceps
  • Triângulo puxando a cabeça
  • Chave de pé (todas as formas)
  • Cervical
  • Mata leão de frente
  • Ezequiel
  • Chave de panturrilha
  • Kanibasami (tesoura)
  • Chave de calcanhar

De 16 a 17 anos e adulto faixa branca[editar | editar código-fonte]

  • Cervical
  • Chave de bíceps
  • Mata leão no pé
  • Kanibasami (tesoura)
  • Chave de calcanhar
  • Chave de pé reta

De adulto a sênior 5 (faixas azul e roxa)[editar | editar código-fonte]

  • Mata leão no pé
  • Bate estaca
  • Cervical
  • Chave de bíceps
  • Chave de panturrilha
  • Kanibasami (tesoura)

Adulto a sênior 5 (faixas marrom e preta)[editar | editar código-fonte]

  • Cervical
  • Kanibasami (tesoura)
  • Chave de calcanhar

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Walder, Marc. Brazilian Jiu Jitsu (em inglês). Londres: New Holland, 2008. ISBN 1845377605
  2. [1]
  3. [2]
  4. Wells, Garrison. Brazilian Jiujitsu (em inglês). [S.l.]: Lerner, 2011. ISBN 0761389210
  5. [3]
  6. Gracie, Renzo; Danaher, John. Mastering Jujitsu (em inglês). Champaign: Human Kinetics, 2003. ISBN 0-7360-4404-3
  7. Thiago Merlo - Mestre Fadda – A História Perdida do Brazilian Jiu-Jitsu. (Acessado em 31/07/2013).
  8. Associação Fernandes de Jiu-Jitsu - HISTÓRIA DO JIU-JITSU - A ARTE DAS TÉCNICAS SUAVES. (Acessado em 31/07/2013).
  9. BJJ Heroes - Biografia de Oswaldo Fadda. (Acessado em 31/07/2013).
  10. Fadda Jiu-Jitsu - The History of Fadda Jiu-Jitsu. (Acessado em 31/07/2013). (em inglês)
  11. Equipe Mestre Wilson - Biografia. (Acessado em 31/07/2013).
  12. Site da Equipe Mestre Wilson - (Acessado em 31/07/2013).
  13. Upper Brasil - Nova União. (Acessado em 31/07/2013).
  14. GFTeam - História. (Acessado em 31/07/2013).

Bibliografia

Ligações externas[editar | editar código-fonte]