Edi Wilson José dos Santos

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Dinho
Informações pessoais
Nome completo Edi Wilson José dos Santos
Data de nasc. 15 de outubro de 1966 (50 anos)
Local de nasc. Neópolis (SE),  Brasil
Altura 1,78 m
Apelido Cangaceiro dos Pampas
Informações profissionais
Posição Volante
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
19851986
19861991
19911992
19921993
1994
19951997
19982000
2002
Brasil Confiança
Brasil Sport
Espanha La Coruña
Brasil São Paulo
Brasil Santos
Brasil Grêmio
Brasil América Mineiro
Brasil Novo Hamburgo
00037 000(1)
000152 000(5)
00002 000(1)
000113 000(12)
00020 000(0)
000106 000(18)
000076 000(3)
00015 000(1)
Seleção nacional
1993 Brasil Brasil 00001 000(0)
Times/Equipas que treinou
20052006 Brasil Luverdense

Edi Wilson José dos Santos, mais conhecido como Dinho (Neópolis, 15 de outubro de 1966), é um treinador e ex-futebolista e atualmente político brasileiro.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira de atleta em 1985, no Confiança, clube da cidade de Aracaju. Em 1986, foi campeão sergipano e depois se transferiu para o Sport, onde sagrou-se campeão brasileiro em 1987 e campeão pernambucano em 1988 e 1990. No início da década de 1990, atuou brevemente no futebol espanhol [carece de fontes?].

Em 1992, chegou ao São Paulo FC, clube em que conquistou dois títulos da Copa Libertadores da América e dois Mundiais Interclubes, em 1992 e 1993. Foi negociado com o Santos FC, em 1994, mas não conseguiu adaptar-se ao clube praiano.

Então, no mesmo ano, o Grêmio, contratou Dinho. O jogador se adaptou rapidamente ao clube gaúcho. No Tricolor, venceu uma Copa do Brasil, uma Libertadores da América, a Recopa Sul-Americana de 1996, além do Campeonato Brasileiro deste mesmo ano. No âmbito regional, venceu o Campeonato Gaúcho de Futebol de 1995 e de 1996.

Dinho também era conhecido como "O Cangaceiro dos Pampas", por causa de suas chegadas duras, algumas vezes violentas. É considerado pela maioria dos gremistas como um dos melhores jogadores que já passaram pelo Grêmio, sendo fundamental na conquista da Libertadores da América. Eis aqui um relato do jogador Dinho: "Não gosto de ver esse Robinho, que pedala e não sai do lugar. Pra que isso? Se for em direção ao gol, tudo bem, mas pedalar por pedalar… Se fosse comigo, se ele pedalasse na minha frente, eu dava uma machadada no pescoço dele. Ele não ia se meter comigo, pode acreditar. Pergunta pro Denílson, pro Sávio e pro Edmundo, que são habilidosos e jogavam no meu tempo. Vê se eles faziam firula na minha frente."[carece de fontes?].

Na temporada 1998, Dinho seria um dos líderes do elenco, que comandaria o jovem time do Grêmio, na Copa Libertadores da América do ano. Porém passou por um fato inusitado: Antes do início da competição, o volante e ídolo da torcida, foi dispensado pela direção. Porém, o modo da dispensa foi um tanto quanto diferente do normal. O então presidente gremista, Cacalo, dispensou o atleta por um telefonema. Essa foi uma das proezas da Gestão Cacalo, que criou polemica também em outras oportunidades, como a dispensa do então veterano zagueiro Mauro Galvão, com 36 anos. A diretoria acusou que o zagueiro estaria velho demais para o clube. No entanto, Mauro ainda jogou profissionalmente até 2002, tendo vencido ainda diversos campeonatos como a Copa Libertadores, Campeonato Brasileiro, Copa Mercosul (com o Vasco da Gama) e Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (na sua volta ao Grêmio na temporada 2001).

Ainda em 1998, foi para o América Mineiro. Encerrou sua trajetória como jogador profissional no Novo Hamburgo, no ano de 2002. e na temporada 2006 inicia como treinador, no Luverdense, equipe do Mato Grosso.[1] aonde ficou até maio do mesmo ano.[2]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador
Confiança
Sport Recife
São Paulo
Grêmio

Entrada na política[editar | editar código-fonte]

Assim como seus ex-colegas de Grêmio Danrlei e Jardel, Dinho decidiu apostar na política. No pleito de 2012, tentou uma cadeira na Câmara Municipal de Porto Alegre, pelo DEM, não sendo eleito diretamente. Assumiu como suplente de vereador em julho de 2013, no lugar de Reginaldo Pujol, que tirou alguns dias de licença da Câmara para tratamento de saúde[3].

Em 2014, concorreu ao cargo de deputado estadual no Rio Grande do Sul, dessa vez pelo PRB. Com 6.414 votos obtidos, novamente não foi eleito[4].

Passado o pleito de 2014, assumiu uma vaga de vereador na Câmara de Porto Alegre, no lugar de Any Ortiz[5] (PPS, partido da mesma coalizão do PRB), a qual foi eleita deputada estadual.

Retornou ao DEM para tentar a reeleição em 2016, no mesmo partido que o elegeu vereador em 2012[6].

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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