Câncer de mama

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Câncer de mama
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Classificação e recursos externos
CID-10 C50
CID-9 174-175
OMIM 114480
DiseasesDB 1598
MedlinePlus 000913
eMedicine med/2808
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Cancro da mama Português europeu ou câncer de mama Português brasileiro é o cancro do tecido da mama. Mundialmente, é a forma mais comum de cancro em mulheres - afetando, em algum momento de suas vidas, aproximadamente uma em cada nove[1] a uma em cada treze mulheres que atingem os noventa anos. É a segunda maior causa fatal de tumor em mulheres (depois do cancro do pulmão), e o número de casos vem crescendo significativamente desde 1970, um fenômeno parcialmente culpado pelo estilo de vida moderno do mundo ocidental.[1] [2] Uma vez que o peito é composto por tecidos idênticos em homens e mulheres, o cancro da mama também ocorre em homens, embora estes casos sejam menos de 1% do total de diagnósticos.[3]

Tipos[editar | editar código-fonte]

Histopatologia de um carcinoma ductal invasivo, o tipo mais comum de câncer.

Os carcinomas são a maioria das neoplasias malignas da mama, sendo o carcinoma ductal invasor o tipo mais comum. As neoplasias malignas, a grosso modo, se dividem em tumores epiteliais (carcinomas), que podem ser de origem ductal (90%) ou lobular, e sarcomas, que se originam no tecido conjuntivo (mesenquimal), muito raros. Os carcinomas, ainda podem ser in situ (confinado ao ducto ou ao lóbulo) ou invasores (quando acessam o estroma)

Grau histológico[editar | editar código-fonte]

O grau histológico reflete o potencial de malignidade do tumor indicando a sua maior ou menor capacidade de realizar metástase:[4]

  • Carcinoma ductal: Forma-se nos ductos que levam o leite dos lóbulos para o mamilo (papila).
    • Carcinoma ductal in situ (intraductal): Proliferação dentro de um ducto que não ultrapassa a membrana basal e não invade o estroma. Pode se apresentar como massa palpável, derrame papilar ou alteração em mamografia (microcalcificações e formação nodular não palpável). Pode ser dividido em comedocarcinoma (pior prognóstico), micropapilar, cribiforme e sólido;
    • Carcinoma ductal invasor: Representa 65 a 85% dos cânceres de mama. Forma nódulo sólido ou área de condensação no parênquima, com lesões espiculadas ou circunscritas;[4]
      • Tumor do tipo Tubular: Tumores do tipo carcinoma tubular (2% dos casos), não exibe mitoses nem necroses e suas células formam túbulos regulares e bem definidos. Apresenta excelente prognóstico, mesmo quando é multicêntrico (50% dos casos), estando a sobrevida livre da doença por 10 anos superior a 95%.[4]
      • Tumor do tipo medular: Representa 5% dos casos e possui um excelente prognóstico. Abundante em mitoses e com grande quantidade de linfócitos, geralmente só ocorre após a menopausa.[4]
      • Tumor do tipo mucionoso: Representa 5% dos casos, recebe esse nome pela quantidade de mucina que recobre um pequeno número de células tumorais bastante diferenciadas entre si. Também tem com bom prognóstico com mais de 85% de sobrevida maior que 5 anos.[4]
O carcinoma lobular invasivo é uma classe clínica e molecularmente distinta de câncer de mama, mais difícil de ser detectado e portanto normalmente só diagnosticado tardiamente.[5]
  • Carcinoma lobular: Começa nos bulbos (pequenos sacos) que produzem o leite materno e infiltra nos tecidos vizinhos;
    • Carcinoma lobular in situ: Tumor de baixa proliferação no interior de ductos terminais e lóbulos. Representa 2 a 6% dos casos. Não costuma ter qualquer manifestação clínica evidente, nem é encontrado na mamografia, sendo um achado ocasional de biópsias mamárias indicadas por imagem suspeita. É considerado marcador de risco, sendo a biópsia excisional suficiente para terapêutica. É bilateral entre 15 a 40% dos casos;[4]
    • Carcinoma lobular invasor: Apresenta-se como adensamento ou endurecimento local mal-definido; em lesões avançadas, pode haver retração de pele e fixação. Calcificações não estão comumente presentes. Representa 5 a 10% dos casos.[4]
  • Sarcoma: Forma-se nos tecidos conjuntivos.[6]

Os invasores também são chamados de infiltrantes.

Classificação por estágios[editar | editar código-fonte]

O estadiamento do câncer de mama é feito usando o sistema TNM (Tumor-Nodo-Metástase) , que avalia o nível de comprometimento causado pelo tumor, a presença de comprometimento dos linfonodos e a presença de metástase distante do tumor original.[4]

Assim como qualquer tipo de cancro, o cancro da mama pode se espalhar para outras partes do corpo, ocorrendo a chamada metástase. Por esta razão, é muito importante detectá-lo o quanto antes, principalmente nos estágios iniciais, aumentado assim, as chances de tratamento menos agressivo e de cura. Em casos mais avançados, aconselha-se a quimioterapia como forma de combate ao tumor. Os locais mais comuns de metástases a distância ou disseminação do cancro de mama são a pele , linfonodos, ossos , pulmão e fígado.

No homem[editar | editar código-fonte]

Homens também podem desenvolver câncer de mama, mas sem a genética favorável o risco é de menos de 1%. No homem o risco está exclusivamente associado a alterações no BRCA2 (gene nomeado pelo nome em inglês: BReast CAncer 2), quando o risco sobe para 7% de desenvolver a doença. Alteração no gene BRCA1 não aumentam o risco.[7]

Epidemiologia[editar | editar código-fonte]

Número de mortes por câncer de mama a cada 10.000 habitantes.[8]
  Sem informação
  Menos de 2
  2-4
  4-6
  6-8
  8-10
  10-12
  12-14
  14-16
  16-18
  18-20
  20-22
  Mais de 22

Todos os anos ocorrem mais de 1 milhão de casos novos no mundo, tornando o câncer de mama a neoplasia maligna mais comum nas mulheres e sendo responsável por 18% de todos as neoplasias femininas. As estatísticas indicam um aumento de sua freqüência deste diagnóstico tanto nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento.[9] É o segundo tipo de câncer mais comum no mundo, depois do câncer de pele.[10]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

É o tipo de câncer mais comum nas mulheres seguido pelos cânceres de colo uterino, cólon e reto, pulmão e estômago. Segundo a OMS esse é um índice similar nos países desenvolvidos. É também uma das causas mais comuns de mortes por câncer em mulheres, mesmo não sendo o mais letal, em virtude da grande quantidade de casos.[11]

A maioria dos casos de câncer de mama no Brasil ocorrem em São Paulo (39.8% dos casos), depois vem o Rio de Janeiro (28.7%), Rio Grande do Sul (19.8%), Bahia (14.3%), Roraima (9.7%), Pará (7.7%), Acre (4.8%), Rio Grande do Norte (2.1%) e Espírito Santo (0.9%).[carece de fontes?]

Entre 2000 e 2008 o número de casos em São Paulo aumentou 41,8%, sendo 44.312 dos casos registrados em mulheres e 397 em homens, a grande maioria dos casos entre mulheres de 40 a 60 anos, sendo apenas 10% dos casos em mais jovens.[12] Em 2003 São Paulo teve a maior quantidade de novos casos diagnosticados, com 94 a cada 100.000 habitantes, seguida pelo Distrito Federal com 86,1/100.000 e Porto Alegre com 66,5/100.000.[13] Um dos motivos possíveis para esse elevado número de casos nas capitais é o alto consumo de álcool e tabaco e maior intoxicação com estimulantes dos hormônios femininos e com pesticidas nos alimentos.[14]

Prognóstico[editar | editar código-fonte]

A idade é um importante fator prognóstico, sendo os de melhor prognóstico os casos entre os 40 e 60 anos e os de pior prognóstico os mais precoces (antes dos 35) e os mais tardios (após os 75).[15] [16]

A expressão aumentada do oncogeneI V cerbB-2 indica maior atividade metastática e ocorre em 20% dos casos, indicando maior risco de recidiva precoce.[17] Outro fator importante é a expressão do gene p53, que pode indicar pior prognóstico quando elevada.[18]

Especula-se que os genes BRCA1 (localizado no cromossomo 17q 12-21) e BRCA2 (localizado no cromossomo 13q 12-13) atuem como genes supressores de tumor. Mutações em um desses genes e no alelo remanescente deixariam o organismo vulnerável.[19]

A catepsina é outro fator prognóstico potencialmente importante, para qual aplicações clínicas porém os resultados sobre sua significância são contraditórios.[20] [21]

Mortalidade[editar | editar código-fonte]

Apesar de ser a neoplasia que mais mata mulheres, está longe de ser a doença mais letal tanto em quantidade quanto em gravidade. No mundo, tanto problemas cardíacos quanto derrame cerebral matam mais de dez vezes mais do que câncer de mama. Além disso, cerca de 22% dos casos regride mesmo sem intervenção.[22]

Segundo o INCA, o câncer de mama é responsável por apenas 6,6% de todas as mortes por câncer no Brasil.[23] Mais de 85% das vítimas deste câncer sobrevivem mais de 5 anos após o surgimento do tumor.[24]

Hormônios femininos[editar | editar código-fonte]

Um fator já bem estabelecido é o dos receptores de estrogênio (RE) e progesterona(RP). Os pacientes com tumores com receptores de estrogênio positivos tendem a ter um prognóstico mais favorável que àqueles com receptores negativos.[25] Por outro lado, pacientes com altos níveis de receptores de estrogênio experienciam um grande benefício com o uso adjuntivo da terapia hormonal.[26]

Medicamentos para bloquear a ação dos hormônios femininos frequentemente são usados para evitar que o câncer retorne. Quanto maior a fase reprodutiva maior a chance de desenvolver câncer. Assim induzir a menopausa artificialmente pode ser uma medida preventiva em casos de risco muito elevado.[27]

Sintomas[editar | editar código-fonte]

A retração é explicada pela presença de fibrose peritumoral que fixa o tumor firmemente os músculos (fáscia) superficiais e/ou profundos do músculo peitoral, puxando a pele para dentro.

O cancro não causa dor física a não ser indiretamente estágios avançados. Por essa razão é importante que se faça o auto-exame da mama para sua identificação precoce. O cancro da mama pode apresentar diversos sintomas:[28]

  • Aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou debaixo do braço;
  • Mudança no tamanho ou no formato da mama;
  • Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da aréola;
  • Secreção contínua por um dos ductos;
  • Retração da pele da mama ou do mamilo;
  • Inchaço significativo ou distorção da pele e ou mucosas.

Prevenção[editar | editar código-fonte]

Mulheres com mais de 40 anos devem fazer o auto-exame pelo menos uma vez por ano.

No ano de 1990 no Brasil apenas 8% das mulheres acima de 40 anos fizeram mamografias pelo SUS (sistema que atende 70% dos brasileiros).[29] No Hospital do Câncer I do Instituto Nacional de Câncer (INCA1), no ano de 1998, 44,8% das mulheres só foram diagnosticadas no estágio III e 16,3% no estágio IV. Apenas 6,3% foram o seu diagnóstico nos estágios 0 ou I.[30]

A susceptibilidade ao câncer de mama ocorre por herança tanto paterna quanto materna, e o risco aumenta de acordo com o número de indivíduos afetados na família. O carcinoma é mais comum em mulheres com sobrepeso e que fazem pois dietas gordurosas aumentam a presença de bactérias capazes de converter colesterol e estrógeno.[28]

Em caso de suspeita ou anualmente após os 40 anos deve ser feita uma mamografia, porém, no Brasil, mais de 75% dos mamógrafos estão em clínicas particulares, restritos apenas aos que possuem planos de saúde ou condições financeiras para pagar o exame.[31] A dificuldade na realização de mamografia e a demora no atendimento hospitalar desmotiva muitas mulheres a fazerem diagnósticos preventivos.

Em caso de pacientes de alto risco, (Casos na família, hormônios femininos elevados e genes BRCA1 ou/e BRCA2), o Cancer Genetics Consortium (CGSC) pode ser feito uma mastectomia e retirada dos ovários preventivamente.

Tratamento[editar | editar código-fonte]

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O tratamento depende do estadiamento do câncer e pode ser feito com radioterapia, quimioterapia e/ou cirurgias. Frequentemente é necessário realizar uma mastectomia no seio afetado.

Apoio psicológico[editar | editar código-fonte]

O bem estar emocional é muito importante para manter um organismo saudável com um sistema imunológico eficaz e uma regeneração mais rápida de doenças. 15% das pacientes desenvolvem um episódio de depressão maior em menos de 10 dias após o diagnóstico. Outros transtornos psicológicos como transtornos de ansiedade também são comuns. Pacientes depressivas e desesperançosas tinham prognóstico pior mesmo quando as outras variáveis eram levados em conta.[32]

Reconstrução da mama[editar | editar código-fonte]

Reconstrução feita em uma mulher de 57 após câncer de mama bilateral com mastectomia sem danos aos mamilos.

Para facilitar a reconstrução o cirurgião pode fazer cirurgias menos invasivas poupando o mamilo e planejando o tamanho e localização da cicatriz para menor dano estético. A área de mais difícil restauração é o mamilo, por isso pode-se negociar com o médico sobre as possibilidades de minimizar o dano ao local.

Referências

  1. a b Laurance, Jeremy. "Breast cancer cases rise 80% since Seventies", The Independent, 2006-09-29. Página visitada em 2006-10-09.
  2. Breast Cancer: Statistics on Incidence, Survival, and Screening Imaginis Corporation (2006). Visitado em 2006-10-09.
  3. Male Breast Cancer Treatmeant - National Cancer Institute National Cancer Institute (2006). Visitado em 2006-10-16.
  4. a b c d e f g h Abreu E, Koifiman S. Fatores prognósticos no câncer da mama feminina. Revista Brasileira de Cancerologia, 2002 - inca.gov.br http://www1.inca.gov.br/rbc/n_48/v01/pdf/revisao.pdf
  5. Katz, Artur; Teixeira, Carlos Henrque A; Saad, Everardo D. Quimioterapia no carcinoma lobular invasivo: qual a evidência? / Chemotherapy in lobular invasive breast cancer: is there an evidence? Rev. bras. mastologia;17(1):29-34, mar. 2007. tab.
  6. Carlos H. Menke e cols.. Rotinas em Mastologia. [S.l.]: Artmed, 2006. ISBN 9788536307343.
  7. Penson RT; Seiden MV; Kristen MS et al. Communicating Genetic Risks: Pros, Cons, and Counsel. The Oncologist; 5(2):152-161, 2000.
  8. WHO Disease and injury country estimates World Health Organization (2009). Visitado em Nov. 11, 2009.
  9. McPherson K; Steel CM; Dixon JM. Breast Cancer – epidemiology, risk factors, and genetics. BMJ 321:624-628, 2000.
  10. Haddad N, da Silva MB. Mortalidade por neoplasmas em mulheres em idade reprodutiva - 15 a 49 anos - no estado de São Paulo, Brasil, de 1991 a 1995. Rev Assoc Med Bras. 2001;47(3):221-30.
  11. Maximiliano Ribeiro Guerra, Cláudia Vitória de Moura Gallo, Gulnar Azevedo e Silva Mendonça. Risco de câncer no Brasil: tendências e estudos epidemiológicos mais recentes. Revista Brasileira de Cancerologia 2005; 51(3): 227-234. http://www.eteavare.com.br/arquivos/81_392.pdf
  12. [1]
  13. Instituto Nacional de Câncer; Ministério da Saúde. Câncer no Brasil: dados dos registros de base populacional, vol 3. Rio de Janeiro (Brasil): INCA; 2003.
  14. Koifman S, Koifman RJ, Meyer A. Human reproductive system disturbances and pesticide exposure in Brazil. Cad Saúde Pública. 2002;18(2):435-45. Epub 2002 ago 16.
  15. Host H, Lund E. Age as a prognostic factor in breast cancer. Cancer 1986;57:2217-21.
  16. Kroman N, Jensen M, Wohlfahrt J, Mouridsen HT, Andersen PK, Melbye M. Factors influencing the effect of age on prognosis in breast cancer: population based study. BMJ 2000;320:474-9.
  17. De Potter CR, Schelfhout AM. The neu protein and breast cancer. Virchows Arch 1995;426:107-15.
  18. Clark GM. Prognostic and predictive factors. In: Harris JR, Lippman ME, Morrow M, Hellman S, editors. Diseases of breast. 5th ed. Philadelphia: Lippincott-Raven; 1996. p.461-70.
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  20. Ravdin PM. Evaluation of cathepsin D as a prognostic factor in breast cancer. Breast Cancer Res Treat 1993;24:219-26.
  21. Tetu B, Brisson J, Cote C, Brisson S, Poatvin D, Roberge N. Prognostic significance of cathepsin-D expression in node positive breast carcinoma: an immunohistochemical study. Int J Cancer 1993;55:429-35.
  22. Aschwanden, Christie (17 August 2009). "The Trouble with Mammograms". The Los Angeles Times. http://articles.latimes.com/2009/aug/17/health/he-breast-overdiagnosis17
  23. [3]
  24. Jemal A, Siegel R, Ward E et al. (2008).Cancer statistics, 2008. CA Cancer J Clin 58 (2): 71–96. doi:10.3322/CA.2007.0010. PMID 18287387.
  25. Alexieva-Figusch J, Van Putten WL, Blankenstein MA, Der Wijst J, Klijn JG. The prognostic value and relationships of patient characteristics, estrogen and progestin receptors, and site of relapse in primary breast cancer. Cancer 1988;61:758-68.
  26. Thorpe SM, Christensen IJ, Rasmussen BB, Rose C. Short recurrence-free survival associated with high estrogen receptor levels in the natural history of postmenopausal, primary breast cancer. Eur J Cancer 1993,29A:971-7.
  27. decisões sobre oferta, demanda, preço, distribuição e investimentos não são feitos pelo governo
  28. a b Câncer de Mama. In: Tratado de Ginecologia (vol.II). Halbe HW. Segunda Ed.. Editora Roca SP, 1993.
  29. Instituto Nacional de Câncer (Brasil). Produção ambulatorial do SUS. Datasus 1999. Disponível em: http://www.datasus.gov.br.
  30. Instituto Nacional de Câncer (Brasil). Estimativas 2000 de incidência e mortalidade por câncer no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Câncer; 2000.
  31. Kock HA, Peixoto JE, Neves ALE. Análise da infra-estrutura para a mamografia. Radiol Bras 2000;33:23-9.
  32. Watson M et al. Influence of Psychological Response on Survival in Breast Cancer: A Populationbased Cohort Study. Lancet 16:1331-1336, 1999.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]