Luís XIV de França
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| Luís XIV | ||
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Rei de França e de Navarra, Co-príncipe de Andorra, Conde da Provença, Conde de Valentinois, Conde de Diois, Conde de Barcelona, Conde de Cerdagne, Conde de Rousillon, Conde de Forcalquier e das ilhas adjacentes e Dauphin do Viennois. |
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| Títulos: | Rei da França e Navarra Co-príncipe de Andorra |
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| Ordem: | 46.º Rei de França | |
| Reinado: | 14 de Maio de 1643 - 1 de Setembro de 1715 | |
| Predecessor: | Luís XIII | |
| Sucessor: | Luís XV | |
| Dinastia: | Bourbon | |
| Data de Nascimento: | 5 de Setembro de 1638 | |
| Local de Nascimento: | Saint-Germain-en-Laye, França | |
| Data de Falecimento: | 1 de Setembro de 1715 | |
| Local de Falecimento: | Versalhes, França | |
| Pai: | Luís XIII | |
| Mãe: | Ana de Áustria | |
| Consorte: | Maria Teresa de Espanha | |
| Descendencia: | Luís, o grande delfim de França Ana Isabel de França Maria Ana de França Maria Teresa de França Felipe Carlos de França Luis Francisco de França |
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| Residência: | Palácio do Louvre Palácio de Versalhes |
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| Herdeiros: | Luis de França (1661-1711) Luis da França (1711-1712) Luis de França (1711-1715) |
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| Assinatura: | ||
| Nome de Batismo: | Luis Dieudonné | |
| Nome em Navarra: | Luis III | |
| 2ª Função: | Rei da Navarra | |
| Inicio da 2ª Função: | 14 de maio de 1643 | |
| Fim da 2ªFunção: | 1 de setembro de 1715 | |
| Predessessor: | Luis II | |
| Sucessor: | Luis IV | |
| 3ª Função: | Co-príncipe de Andorra | |
| Inicio da 3ª Função: | 14 de maio de 1643 | |
| Fim da 3ª Função: | 1 de setembro de 1715 | |
| Predessessor: | Luis XIII | |
| Sucessor: | Luis XV | |
Luís XIV de Bourbon, francês Louis XIV (5 de Setembro de 1638, Saint-Germain-en-Laye, França - 1 de Setembro de 1715, Versalhes), conhecido como "Rei-Sol", foi o maior monarca absolutista da França, e reinou de 1643 a 1715.
A ele é atribuída a famosa frase: "L'État c'est moi" (O Estado sou eu), apesar de grande parte dos historiadores achar que isso é apenas um mito. Construiu o Palácio dos Inválidos e o luxuoso palácio de Versalhes em Versalhes, perto de Paris, onde faleceu em 1715.
Índice |
[editar] Biografia
Acredita-se a ele a frase "Eu quase que esperei". Dizia isso, mesmo com todas as suas carruagens chegando à hora marcada, pontualmente. Isso demonstra bem o carácter absolutista e a visão de Rei-sol que ele tinha de si mesmo. Uma das grandes obras de Luís XIV é a construção de Versalhes e a organização da vida cortesã segundo um modelo que os seus descendentes seguem.
Outro traço marcante para a cultura da época e que é parcamente citado em biografias sobre o Rei Sol, é o facto de ter lançado uma moda que se prolongou por no mínimo 150 e anos nas cortes européias e nas colônias do novo mundo, que nada mais é do que a moda das elaboradas perucas. Como um monarca, sua imagem estava em constante apreciação e, consequentemente, sendo copiada. O fato é que Luís XIV estava ficando careca! Então, resolveu pedir ao cabelereiro da corte que lhe arranjasse perucas para esconder a calvície. E a novidade foi tão bem assimilada pelos súditos que logo se tornou mania entre os nobres e os mais abastados. Perucas eram sinal de estirpe, nobreza e ostentação, haja vista que custavam pequenas fortunas, algo impossível para os cidadãos comuns.
[editar] Juventude
Quando nasceu, em 1638, seus pais, Luís XIII e Ana de Áustria, consideraram-no uma bênção divina, já que o casal ainda não tivera nenhum filho em vinte e três anos de matrimônio. Por isso alguns historiadores acreditam que ele não era filho biológico de Luís XIII. Foi batizado Louis-Dieudonné ("Luís, o presente de Deus") e recebeu além do tradicional título de Delfim o de Premier Fils de France ("Primogênito da França").
Luís XIII e Ana tiveram um segundo filho, Filipe I, duque de Orleans. O rei não confiava em sua mulher e procurou evitar que ela ganhasse influência sobre o país. Porém, após a morte do rei em 1643, Ana tornou-se regente. Ela confiou todos os poderes do Estado ao cardeal italiano Giulio Mazarino, que era odiado pela maioria dos círculos políticos franceses.
Ao mesmo tempo que a Guerra dos Trinta Anos acabava em 1648, uma guerra civil francesa conhecida como Fronda começou. O cardeal Mazarino deu continuidade à centralização do poder iniciada pelo seu antecessor, o Cardeal Richelieu. Ele tentou aumentar o poder da Coroa às custas da nobreza. Ele impôs uma taxa aos membros do Parlamento, na época composto na maior parte por membros do Alto Clero e da Nobreza. O Parlamento não só se recusou a pagar como anulou todos os éditos financeiros anteriores promulgados por Mazarino. Quando Mazarino mandou prender os membros do Parlamento, Paris foi tomada por revoltas. Luís XIV e a corte tiveram que deixar a cidade. Quando o tumulto começou a passar foi assinada a Paz de Westphalia, que restaurou o controle da Coroa sobre o Exército Francês, e que foi sucedida pela Paz de Rueil, que encerrou os conflitos temporariamente.
[editar] Começo do reinado
O período de regência exercido pela mãe de Luís terminou oficialmente em 1651, quando ele tinha 13 anos. Luís assumiu o trono, mas Mazarino continuou a controlar os assuntos de estado até 1661. Outros membros do governo esperavam que fosse substituído por Nicolas Fouquet, o superintendente de finanças. Ele não só não assumiu como foi preso por má administração do Tesouro francês. O rei anunciou em seguida que não indicaria outro primeiro-ministro e assumiria ele próprio o governo do reino. Seu conselho, o conseil d'en haut, contava com nomes de prestígio como Jean-Baptiste Colbert, Hugues de Lionne e François-Michel le Tellier. Nenhum destes pertencia a alta aristocracia, o que levou o grande memorialista do fim do reinado, o Duque e Par do Reino Louis de Rouvroy, Duque de Saint-Simon a chamar o governo de "Reino da pequena burguesia".
O Tesouro estava perto da falência quando Luís XIV assumiu o poder. As coisas não melhoraram já que ele gastava dinheiro extravagantemente, dispendendo vastas somas de dinheiro financiando a Corte Real. Felizmente, parte desse dinheiro ele gastou como patrono das artes, financiando nomes como Moliere, Charles Le Brun e Jean-Baptiste Lully. Também gastou muito em melhorias no antigo Palácio do Louvre, que acabou por abandonar em favor da nova fundação de Versalhes, construído sobre um antigo pavilhão de caça de Luís XIII.
Em 1665, Luis XIV nomeou Jean-Baptiste Colbert para a chefia da Controladoria Geral. Colbert reduziu o défice da França através de uma reforma fiscal, que tornou os impostos mais eficientes. Seu plano fiscal incluia os aides e douanes (ambos taxas comerciais), a gabelle (imposto sobre o sal) e o taille (imposto sobre as terras). Por outro lado, Colbert não aboliu a isenção fiscal de que se valia o clero e a nobreza. O método de coleta de impostos também foi melhorado por Colbert.
Colbert fez planos de longo prazo para o desenvolvimento da França através do comércio. Sua administração criou novas indústrias e encorajou os fabricantes e inventores a produzir. Colbert também modernizou a Marinha, as estradas e os aquadutos. Ele é considerado um dos pais da escola de pensamento conhecida como mercantilismo, sendo que na França "Colbertinismo" é um sinônimo de mercantilismo.
Luís XIV ordenou a construção do complexo conhecido como Hôtel des las Invalides (Palácio dos Inválidos) para servir de moradia a militares que o serviram lealmente em combate, mas que foram dispensados por motivo de ferimento de guerra ou idade avançada - e que até então tinham como alternativas apenas a mendicância e o banditismo.
No seu reinado foi construído o Canal Midi que uniu o Mediterrâneo e o Atlântico e foi muito importante para o desenvolvimento econômico da França e da Europa sendo considerado fundamental para a Revolução Industrial. O Canal tem 240 quilômetros foi projetado por Pierre Paul Riquet e inaugurado em 1681.
[editar] Casamento
Enquanto, a guerra com Espanha continuava,os franceses receberam apoio militar da Inglaterra, dirigida por Oliver Cromwell. A aliança Anglo-francesa venceu a guerra em 1658na Batalha das Dunas. O resultado da guerra foi o Tratado dos Pirineus que fixou a fronteira entre Espanha e França. A Espanha cedeu varias provincias e cidades a França nos Países Baixos Espanhóis e em Rousillon. Como meio de fixar ainda mais a paz e as fronteiras dos dois reinos, uma união entre as duas famílias reais, de Espanha e de França, foi proposta. Tal proposta estava seduzindo imensamente Ana de Áustria, a mãe de Luís XIV, que sempre desejou ver seu filho casado com uma parente sua da Casa de Habsburgo. Entretanto, a hesitação espanhola conduziu a um esquema em que o Cardeal Jules Mazarin, primeiro ministro da França, fingia procurar uma união para o rei com Catarina de Bragança. Quando Felipe IV de Espanha ouviu sobre a reunião em Lyon entre as casas de França e de Portugal, ele exclamou: "Esta união Luso-francesa não pode ser, e não será”. Então durante a viagem do jovem rei, em 7 de Novembro de 1659, os Espanhóis aceitam assinar o tratado dos Pirineus que fixa as fronteiras entre a França e a Espanha. Do seu lado, Luís XIV aceita de boa vontade, respeitar uma das cláusulas do tratado: Casar com Maria Teresa de Espanha a infanta, filha de Felipe IV, rei da Espanha, e Isabel da França.O casamento tem lugar em 9 de Junho de 1660 em Saint-Jean-de-Luz.Luís conhece a sua mulher apenas há três dias, está não fala uma palavra de francês, mas o rei consuma impetuosamente, seu casamento na noite de núpcias.
[editar] Personalidade do Rei
[editar] O Sol como Emblema
Luís XIV escolhe para emblema o sol. É o astro que dá vida a qualquer coisa, mas é também o símbolo da ordem e da regularidade. Ele reinou como um sol sobre a corte, sobre os cortesãos e sobre a França. Com efeito, todos assistiam ao dia do rei , como se fosse a corrida diária do sol.
[editar] Luis XIV, uma força da natureza
Dizia-se que o rei não era um homem grande– media 1.61 m – mas que o Rei era de uma grande elegância e impunha pela sua presença, sua beleza e magnitude. Ele era robusto: nunca cansado não temia nem o calor nem o frio, nem a chuva nem o granizo, e não compreendia o que se possa sofrer. Como todos os Bourbons, o Rei era dono de um voraz apetite. Ele amava a Dança, os Espetáculos de Balet, e o jeu de paume. Como toda a sua familia era um dançarino incansavel. Era um homem curioso por tudo aquilo que o rodeava.Graças a sua Guarda Suíça que espionava a tudo e a todos no Palácio de Versailles, ele estava sempre a par dos acontecimentos.
[editar] Um amante fogoso
Luis XIV teve três amantes em titulo, são elas: Louise de La Vallière, Madame de Montespan e Madame de Maintenon (Que foi secretamente esposa do rei após a morte da rainha. O casamento aconteceu em 9 ou 10 de Outubro de 1683, na presença de Père de La Chaise que deu a benção nupicial). Na adolecencia, o rei teve um romance com uma sobrinha de Mazarin, Maria Mancini. Houve entre eles uma grande paixão, contrariada pelocardealque, consciente dos intéresses da França, preferiu faze-lo se casar com A Infanta de Espanha. Em 1670, Jean Racine se inspirou na historia de Luís e Maria Mancini para escrever "Bérénice".
[editar] Suas amantes e favoritas
- Louise Françoise de La Baume Le Blanc, duquesa de La Vallière e de Vaujours
- Françoise-Athénaïs de Rochechouart de Mortemart, Marquesa de Montespan
- Bonne de Pons Marquise d'Heudicourt
- Françoise d'Aubigné Marquesa de Maintenon, viúva do poeta Scarron. Após a Morte da rainha o Rei desposou-a
- Marie Mancini, Sobrinha do cardeal Mazarin
- Olympe Mancini, Condessa de Soissons, Sobrinha do cardeal Mazarin
- Hortense Mancini,Sobrinha do cardeal Mazarin
- Louise de Nesles, Condessa de Mailly
- Lucie de La Motte-Argencourt
- Isabelle de Ludres
- Anne Julie de Rohan-Chabot, princesa de Soubise
- Mademoiselle de Thianges
- Lydie de Rochefort-Théobon
- Marie Angélique de Scoraille de Roussille, Marquesa e depois Duquesa de Fontanges
- Henrieta Ana Stuart, sua cunhada e Duquesa de Orleáns
- Claude de Vin des Œillets,Mademoiselle des Œillets
- Catherine Charlotte de Gramont, Princesa de Monaco
[editar] Guerras e conflitos
Durante o seu longo reinado, que na prática exerceu de 1661 a 1715 (54 anos), reorganizou e equipou o exército francês, tornando-o o mais poderoso da Europa, e iniciou suas investidas militares com a invasão dos Países Baixos espanhóis em 1667, que considerava serem herança de sua esposa. Conseguiu êxito nessa invasão, podendo ditar as condições de paz à Espanha e à Áustria. Nos anos seguintes iniciou guerras contra a Áustria (1672-1678), os Países Baixos (1688 - 1697), a Espanha (1701-1714) e Luxemburgo. Perseguiu os protestantes neerlandeses e franceses na tentativa de polarizar novamente a Europa, opondo as nações católicas às protestantes, no entanto falhou nesse objetivo e acabou por voltar países de ambas as religiões contra a França. A nova guerra (Guerra da Grande Aliança) que durou de 1688 a 1697, terminou com a França tendo de ceder territórios aos países vencedores pelo Tratado de Rijswijk. Alguns anos após a guerra, assinou o Édito de Fontainebleau, que anulava o Édito de Nantes (1685), o qual protegia os protestantes, começando de novo a perseguição aos huguenotes, agora com o objetivo de unificar a França sob uma única religião julgando que assim o país ficaria mais estável. Muitos dos artistas e artesãos deixaram a França. Na guerra da sucessão espanhola (1701-1714) colocou seu neto Filipe V de Espanha no trono espanhol, porém infligiu altos custos econômicos e humanos à França. Seu governo, um dos mais importantes da história da França, durou 54 anos e tornou-se conhecido pelo absolutismo monárquico, onde o rei controlou totalmente o estado.
Um dos seus maiores arquitectos militares foi Sébastien Le Prestre de Vauban, que muniu o reino francês de inúmeras fortificações nas suas fronteiras, inaugurando o estilo Vauban. Ver sobre este assunto em poliorcética.
[editar] Filhos, netos e bisnetos
- Luís, o grande delfim de França (1 de Novembro de 1661 - 14 de Abril de 1711) casou com Maria Ana da Baviera, Princesa da Baviera(17 de Novembro de 1660 - 20 de Abril de 1690) no ano de 1680.
- Ana Isabel de França, Princesa de França (18 de Novembro de 1662 – 30 de dezembro de 1662)
- Maria Ana de França, Princesa de França (16 de novembro de 1664 – 23 de dezembro de 1664)
- Maria Teresa de França, Princesa de França(2 de janeiro de 1667 - 1 de março de 1672)
- Felipe Carlos de França, Duque de Anjou (5 de agosto de 1668 - 10 de julho de 1671)
- Luís Francisco de Bourbon,Duque de Anjou (14 de junho de 1672 – 4 de novembro de 1672)
- Luís, delfim de França, duque de Borgonha (6 de Agosto de 1682 - 18 de Fevereiro de 1712) casou com Maria Adelaide de Sabóia, Princesa de Sabóia (6 de Dezembro de 1685 - 12 de Fevereiro de 1712) no ano de 1697.
- Luís, Duque da Bretanha (25 de Junho de 1704 - 13 de Abril de 1705)
- Luís, Duque da Bretanha (8 de Janeiro de 1707 - 8 de Março de 1712)
- Luís XV de França (15 de Fevereiro de 1710 - 10 de Maio de 1774) Casou com Maria Leszczynska, princesa da Polônia (23 de Junho de 1703 - 24 de Junho de 1768) no ano de 1725.
- Filipe V de Espanha (19 de Dezembro de 1683 - 9 de Julho de 1746) Casou com Maria Luisa, Princesa de Sabóia (17 de Setembro de 1688 - 14 de Fevereiro de 1714) em 1701 e com Isabel Farnésio,princesa de Parma, 25 de Outubro de 1692 - 11 de Julho de 1766) em 1714.
- Luís I de Espanha (25 de Agosto de 1707 - 31 de Agosto de 1724) Casou com Luisa Isabel de Orleans, mademoiselle de Montpensier (11 de Dezembro de 1709 - 16 de Junho de 1742) no ano de 1723.
- Filipe Luis de Bourbon, Infante da Espanha (1709 - 1709)
- Filipe Pedro Gabriel de Bourbon, infante da Espanha (1712 - 1719)
- Fernando VI de Espanha (23 de Setembro de 1713 - 10 de Agosto de 1759) Casou Maria Bárbara de Bragança, infanta de Portugal (4 de Dezembro de 1711 - 27 de Agosto de 1758) no de 1729.
- Carlos III de Espanha (20 de Janeiro de 1716 - 14 de Dezembro de 1788) Casou com Maria Amália, princesa del Saxe (24 de Novembro de 1724 - 27 de Setembro de 1760) no ano de 1738.
- Francisco de Bourbon, Infante da Espanha (1717 - 1717)
- Mariana Vitória de Bourbon, infanta de Espanha (31 de Março de 1718 - 15 de Janeiro de 1781)Casou com o Rei José I de Portugal no ano de 1729
- Filipe I, duque de Parma (15 de Março de 1720 - 18 de Julho de 1765)
- Maria Teresa de Borbón, infanta de Espanha (11 de Junho de 1726 - 1746) Casou com Luis, delfim de França, Duque de Bourbon (4 de Setembro de 1729 - 20 de Dezembro de 1765).
- Luis de Borbón, 13º Conde de Chinchon (25 de Julho de 1727 - 7 de Agosto de 1785) Casou com Maria Teresa de Villabriga (1758 - 1820)
- Maria Antonieta de Borbón, infanta de Espanha (17 de Novembro 1729 - 19 de Setembro de 1785) Casou com o Rei Vitor Amadeu III da Sardenha (26 de Junho de 1726 - 16 de Outubro de 1796).
- Carlos de França, Duque de Berry e Duque de Alençon (31 de Agosto de 1686 - 4 de Maio de 1714) casou com Maria Luísa Isabel de Bourbon, mademoiselle de Chartres (20 de Agosto de 1695 - 21 de Julho de 1719) no ano de 1710.
- Carlos, Duque de Alençon (26 de Março de 1713 - 16 de Abril de 1713)
- Maria Luísa Isabel de Bourbon (16 de Junho de 1714 - 17 de Junho de 1714).
- Luís, delfim de França, duque de Borgonha (6 de Agosto de 1682 - 18 de Fevereiro de 1712) casou com Maria Adelaide de Sabóia, Princesa de Sabóia (6 de Dezembro de 1685 - 12 de Fevereiro de 1712) no ano de 1697.
| Precedido por Luís XIII |
Rei de França 14 de maio de 1643 — 1 de setembro de 1715 |
Sucedido por Luís XV |
| Precedido por Luís de Bourbon futuro Luís XIII de França |
Delfim de França 1638 — 1643 |
Sucedido por Luís de Bourbon |

