Roberto Gómez Bolaños

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Roberto Gómez Bolaños
Roberto Gómez Bolaños
Nome completo Roberto Gómez Bolaños
Nascimento 21 de fevereiro de 1929 (82 anos)
Cidade do México, Distrito Federal
 México
Ocupação ator
escritor
comediante
compositor
Cônjuge Florinda Meza

Roberto Gómez Bolaños, conhecido como Chespirito (Cidade do México, 21 de fevereiro de 1929), é um escritor, ator, comediante, dramaturgo, compositor e diretor mexicano.[1][2] Ficou conhecido mundialmente pela criação das séries televisivas El Chavo del Ocho e El Chapulín Colorado, e com o Programa Chespirito que ganhou o título de o programa número 1 da televisão humorística as quais lhe trouxeram grande prestígio e garantiram-lhe o reconhecimento como um dos escritores comediantes mais respeitados do mundo.[3][4][5] É sobrinho do ex-presidente mexicano Gustavo Díaz Ordaz Bolaños (1911-1979).

Depois de 27 anos convivendo, Roberto Gómez Bolaños casou-se com Florinda Meza, a atriz que interpretava a maioria dos personagens femininos inclusive a Dona Florinda, no dia 19 de novembro de 2004, e comemorou com uma grande festa num restaurante da Cidade do México. Ele tem 6 filhos do primeiro casamento, mas nenhum com Florinda por ter feito uma vasectomia. Em 2000, a rede de televisão mexicana Televisa homenageou todo o elenco dos seriados Chaves, Chapolin e Chespirito com o programa "¡No contaban con mi astucia!", ano em que o seriado completava 30 anos.[6]

Índice

[editar] Origem do apelido

"Chespirito" é a forma diminutiva e castelhanizada do vocábulo inglês Shakespeare (Chekspir). Tal apelido foi dado a ele pelo diretor de cinema Agustín P. Delgado, que considerava Roberto Gómez Bolaños, que mede 1,62m, um pequeno William Shakespeare, capaz de escrever histórias tão prolíficas e versáteis quanto o autor inglês.

[editar] América celebra Chespirito

Em 2012, um evento denominado América celebra Chespirito em comemoração os quarenta anos de carreira do ator[7] foi programado para ocorrer em 17 países, entre eles Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Equador, Estados Unidos, México, Peru e Nicarágua.[8][9][10]

Em janeiro mais de 2000 bolivianos compareceram a um festival comemorativo.[11][12][13]

[editar] Dubladores no Brasil

No Brasil, Chespirito teve quatro dubladores, sendo eles:

[editar] Principais trabalhos

Os programas de Chespirito foram gravados no México pela rede Televisa entre os anos de 1968 e 1995, e exibidos em mais de 90 países.

[editar] Como ator

[editar] Como escritor

[editar] Como compositor

[editar] Livros

[editar] Discografia

  • 1980 El Chavo Canta: Eso, Eso, Eso
  • 1978 Síganme Los Buenos a La Vecindad del Chavo
  • 1977 Así Cantamos y Vacilamos en la Vencidad del Chavo
  • 1975 Chespirito y sus Canciones

[editar] Atuações políticas e polêmicas

Roberto Gómez Bolaños participou em 2006 de anúncios televisivos apoiando a campanha eleitoral do Partido da Ação Nacional. Também fez fortes críticas contra o candidato esquerdista Andrés López Obrador, acusando-o de dividir os mexicanos, e contra a esquerda em geral.

Em abril de 2007 uniu-se ao protesto de grupos católicos e conservadores que buscavam manter o aborto como um delito, frente à postura da Assembleia Legislativa, cujos representantes inclinaram-se por despenalizá-lo durante as doze primeiras semanas de gestação. Gómez Bolaños lançou anúncios em canais de televisão e chamadas telefônicas contra tal lei.

Levantou controvérsias por seus comentários sobre o famoso quadro Guernica, de Pablo Picasso, como os realizados no início de maio de 2007, na Colômbia, onde declarou que a obra "é uma caricatura".

Declarou em seu twítter ser contra as manifestações de ruas, pois elas diminuem o tempo e a capacidade para o trabalho. E afirmou votar em um candidato que impeça essas manifestações populares, apesar de dizer de que não é conservador. Essa declaração no twítter afirma o que foi declarado no episódio o "O dia da Criança" 1991.

Referências

[editar] Ligações externas

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