Zéfiro

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Na mitologia grega, Zéfiro (em grego Ζέφυρος, Zephyros) é o vento do Oeste. É um dos filhos de Aurora e Astreu, sendo seus irmãos Bóreas, Noto e Eurus.[1] Foi casado com Íris e vivia numa caverna da Trácia. Na mitologia romana, este deus era associado a Favônio

O mito do vento Zéfiro diz que este fecundava as éguas de certa região da Lusitânia tornando os cavalos dessa zona invulgarmente velozes. Consta na Ode Marítima de Avieno.

Zéfiro e Flora, por William Adolphe Bouguereau (1875).

Um outro dos mitos em que Zéfiro aparece mais proeminentemente é o de Jacinto, um belo e atlético príncipe espartano. Zéfiro enamorou-se de Jacinto e cortejou-o, tal como Apolo. Ambos competiram pelo seu amor, que veio a escolher Apolo, fazendo que Zéfiro enlouquecesse de ciúmes. Mais tarde, ao surpreendê-los praticando o lançamento do disco, Zéfiro soprou uma rajada de vento sobre eles, fazendo com que o disco golpeasse Jacinto na cabeça ao cair. Quando Jacinto morreu, Apolo criou a flor homonima com o seu sangue.

Na história de Psiquê foi Zéfiro quem serviu a Eros transportando Psiquê até sua morada.

Zéfiro é também considerado uma brisa suave ou vento agradável, pois era o mais suave de todos os ventos tido por benfazejo, frutificante e mensageiro da Primavera.

O seu equivalente na mitologia romana é Favónio (Favonius, ‘favorável’), que exercia o domínio sobre as plantas e flores.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Higino, Fabulae, Prefácio
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