Ventos (mitologia)

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Zéfiro, o deus grego do vento oeste e a deusa Chloris, de uma pintura de 1875 de Bouguereau

Na mitologia grega, os ventos (em grego, Άνεμοι — "Anemoi") eram comandados por Éolo , deus dos ventos; tanto as brisas leves quanto as piores tempestades. A cada um era atribuído uma direção cardinal. Em especial a genealogia dos Quatro Grandes Ventos é controversa, por vezes são colocados como titãs, portanto filhos de Urano, o céu e Gaia, a terra. Entretanto existem outras descrições.

Em Hesíodo, os filhos de Astreu e Eos que são ventos são apenas três: Zéfiro, Bóreas e Noto.[1]

Quatro Grandes Ventos[editar | editar código-fonte]

  • Bóreas (N), o vento norte, frio e violento; em Latim Aquilon.
  • Zéfiro (O), o vento oeste, suave e agradável; para os romanos Favonius[2]
  • Euro (L), o vento leste,[3] criador de tempestades; para os marinheiros romanos Vulturnus[4]
  • Noto (S), o vento sul, quente e formador de nuvens; em Latim Auster[5]

Segundo Aulo Gélio, Bóreas (em grego) ou Áquilo (em Latim) é o vento que sopra a partir da direção do sol nascente no solstício de verão.[6]

Vento menores[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Hesíodo, Teogonia, Os Deuses Titãs, 378-382
  2. Aulo Gélio, Noctes Atticae, Livro II, Capítulo 22, Informação sobre o vento chamado Iapyx e sobre os nomes e os quadrantes de outros ventos, derivados dos discursos de Marco Favônio, 12
  3. Aulo Gélio, Noctes Atticae, Livro II, Capítulo 22, Informação sobre o vento chamado Iapyx e sobre os nomes e os quadrantes de outros ventos, derivados dos discursos de Marco Favônio, 7
  4. Aulo Gélio, Noctes Atticae, Livro II, Capítulo 22, Informação sobre o vento chamado Iapyx e sobre os nomes e os quadrantes de outros ventos, derivados dos discursos de Marco Favônio, 8
  5. Aulo Gélio, Noctes Atticae, Livro II, Capítulo 22, Informação sobre o vento chamado Iapyx e sobre os nomes e os quadrantes de outros ventos, derivados dos discursos de Marco Favônio, 14
  6. Aulo Gélio, Noctes Atticae, Livro II, Capítulo 22, Informação sobre o vento chamado Iapyx e sobre os nomes e os quadrantes de outros ventos, derivados dos discursos de Marco Favônio, 9