Cerveja no mundo

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A cerveja é apreciada no mundo desde a antiguidade. Foi uma das primeiras bebidas alcoólicas da história da humanidade.

Cerveja em alguns países[editar | editar código-fonte]

Alemanha[editar | editar código-fonte]

Kranz Kölsch.

Com uma cultura fortemente influenciada pela cerveja, o mercado alemão é um pouco resguardado do resto do mercado cervejeiro devido à adesão dos cervejeiros alemães ao Reinheitsgebot (preceito da pureza) datado de 1516, de acordo com o qual os únicos ingredientes permitidos para cervejas são "Wasser (água), Hopfen (lúpulo) e (e) (Gersten-)Malz (cevada-malte)". Por causa desse acordo (que foi lei até 1988), as cervejas germânicas tendem a ser bem conceituadas por sua qualidade. Os alemães estão ligeiramente atrás dos tchecos no consumo per capita de cerveja. Existe uma grande variedade de diferentes estilos de cerveja alemã, tal como a Helles (Lager da Baviera), Weizen (cerveja fermentada de trigo), Kölsch (cerveja de alta fermentação da região de Colônia), Alt (uma cerveja escura consumida nas redondezas de Düsseldorf e Dortmund), Pilsner, Export (uma Pilsner abrandada) e Bockbier (uma cerveja escura forte).

Enquanto o mercado de cerveja é mais centralizado na Alemanha setentrional (com as maiores marcas: Krombacher, Warsteiner e Bitburger vendendo cada uma em torno de 400 milhões de litros), o sul tem diversas cervejeiras locais, de pequeno porte. No total, existem cerca de 1350 cervejeiras alemãs, produzindo mais de 5000 marcas de cerveja.

O conteúdo alcoólico fica geralmente entre 4,7 % e 5,4 % para as produções mais tradicionais. A Bockbier ou a Doppelbock (dupla Bockbier), contudo, podem ter um teor alcoólico acima de 12 %. A estação da Bockbier dura entre junho e julho. Diversos festivais locais de Bockbier são realizados no sul da Alemanha.

A Oktoberfest de Munique é bem conhecida pelos milhões de litros que são servidos a cada ano: 6 milhões, em média.

Austrália[editar | editar código-fonte]

No mundo em geral, a mais conhecida das cervejas da Austrália chama-se Fosters, mas no país de origem é pouco consumida. Existe uma piada entre os australianos: a Fosters seria tão ruim que decidiram exportá-la, conservando as restantes. A preferência pelas diversas cervejas australianas difere consoante os estados. Em Queensland, prefere-se a XXXX ("four-x" ou "quatro xis", numa tradução abusiva); na Austrália da Sul, bebe-se Coopers; na Nova Gales do Sul bebe-se Tooheys; em Victoria prefere-se uma VB; na Austrália Ocidental bebe-se a cerveja Swan e a Emu; na Tasmânia existe mais uma subdivisão: no norte bebem Boags, no sul bebem Cascade. Ainda que seja difícil dizer a um australiano que há a alguma outra cerveja além daquela de seu estado natal, outras bebidas populares são a Hahn e a Crown. Especialmente nas áreas de influência das maiores cidades, cervejas com características distintas começam a ser apreciadas. Incluem-se nestas uma enorme variedade de ales, constituindo algumas produtos alternativos das principais cervejarias, sendo outras provenientes de novas microcervejarias. O mesmo se passa com algumas cervejas estrangeiras.

Bélgica[editar | editar código-fonte]

Como as demais nacionalidades, os belgas orgulham-se da sua rica cultura cervejística. Há mais de 1 500 tipos de cerveja belga (incluindo cerveja com rótulo) entre as quais: Stella Artois, Alken Maes, Jupiler, Delirium tremens, Duvel, Kwak, La Binchoise, Chimay, Leffe e Hoegaarden são algumas das mais conhecidas. Geralmente é dito (principalmente pelos belgas) que as cervejas da Bélgica são particularmente excelentes. A Bélgica é a única região que onde os monges trapistas produzem a cerveja que recebe o nome da ordem (cerveja trapista). A única exceção fica na Holanda, onde são produzidas as cervejas La Trappe. Na Bélgca ficam os outros seis mosteiros que produzem a cerveja dentro de seus muros. Podem assim levar a denominação cerveja trapista.

Cada variedade da cerveja belga é servida em um copo específico. A forma e tamanho do copo varia, e tem o efeito de acentuar o sabor daquela cerveja em particular.

Brasil[editar | editar código-fonte]

O Brasil é o quarto maior mercado de cervejas do mundo, tendo produzido acima de 10 bilhões de litros em 2010[1] e tido um consuma anual per capita de 53,3 litros.[2]

O mercado brasileiro de cervejas é dominado pelas grandes fábricas, que juntas detêm 98,2% do market share. AmBev, Grupo Schincariol, Cervejaria Petrópolis e Heineken, empresas que dominam o mercado, disponibilizam basicamente cervejas do estilo Light Pilsen.

A partir de meados dos anos 90 teve início no país um movimento de revolução das micro cervejarias,[3] o qual vive um momento de ascensão, com a premiação de cervejas brasileiras em concursos internacionais[4] e a descoberta por parte do público consumidor,[5] mas que mesmo assim só representa 1,8% do mercado.

Algumas microcervejarias no Brasil

As principais cervejarias no Brasil e suas marcas:

Durante o verão, o consumo da bebida torna-se bem mais elevado. No período do Carnaval há uma grande explosão de consumo no país. Na Oktoberfest, em Blumenau, o consumo chega a ultrapassar 400.000 litros, em 18 dias de festa.

Bulgária[editar | editar código-fonte]

A Bulgária, embora seja apenas uma pequena região da Europa Oriental, tem um bom número de marcas de cerveja. As cervejarias mais populares (ambas produzindo cervejas homônimas) são a Zagorka (produzida principalmente em Stara Zagora) e Kamenitza. Outras marcas destacadas são a Stolichno (cerveja bock produzida pela Zagorka), Shumensko (ambas lager e ale verdadeira, produzidas na cidade de Shumen), Burgasko (produzida na cidade de Burgas), MM (produzida em Varna), Pirinsko (cidade de Blagoevgrad), e Plevensko (produzida na cidade de Pleven). Muitas das cervejarias búlgaras encontram-se na posse de cervejarias estrangeiras, como a Heineken.

Canadá[editar | editar código-fonte]

O Canadá tem uma longa história de produção e consumo de cerveja. O clima invernal já providenciava as condições ideiais para o fabrico de cerveja, antes de a refrigeração artificial ser inventada. São bem conhecidas, por isso, duas grandes cervejarias comerciais, a Molson, a Labatt e outras companhias menores.

Como curiosidade, os populares atores canadenses da SCTV, Bob and Doug McKenzie, associam seu amor pela cerveja Cheech and Chong à marijuana.

China[editar | editar código-fonte]

A indústria cervejeira na China é certamente dominada por marcas nacionais, mas há uma concorrência crescendo nesse mercado. O grupo INBEV, além de lançar as renomadas marcas internacionais Beck's e Brahma, lançou algumas marcas locais como as Bai Sha, Double Deer, Jinling, Jinlongquan, KK, Sedrin, Red Rock Zhujiang (Pearl River Beer), Zhujiang draught.

Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Os EUA sempre foram uma nação consumidora de grandes quantidades de cerveja. O diário de William Bradford regista que o Mayflower foi obrigado a fundear em Plymouth Rock em condições difíceis: "Não podíamos perder mais tempo a procurar… os nossos víveres estavam já quase esgotados, principalmente a cerveja." [2]

As tradições de cervejaria trazidas da Inglaterra e Holanda (tal como foram trazidas para Nova Iorque) asseguraram que as colónias fossem dominadas por bebedores de cerveja e não de vinho. Até meados do século XIX, a cerveja ale dominou a produção norte-americana. A situação mudou quando os estilos de lager, trazidos pelos imigrantes Alemães, demonstraram ser mais rentáveis no que diz respeito à sua produção e distribuição. Nomes como Miller, Pabst e Schlitz começaram a ganhar fama devido às fábricas de cerveja fundadas ou adquiridas por estas famílias - outros se seguiram. Os imigrantes Checos deram também o seu contributo para a história da cerveja dos Estados Unidos.

A cerveja lager produzida por estas companhias não era a mesma cerveja suave e de baixo teor alcoólico que se associa actualmente às modernas unidades produtoras de cerveja dos Estados Unidos. A pilsner americana era uma cerveja particularmente forte, tanto em teor alcoólico como no sabor, de forma a corresponder ao gosto tanto dos imigrantes da Europa Central, quanto dos que já viviam nos Estados Unidos.

Tudo terminou com a proibição. Apenas um pequeno número de fábricas de cerveja se manteve no negócio - produzindo quase cervejas, xarope de malte ou outras bebidas não alcoólicas produzidas a partir de cereais. A produção e transporte de álcool ficou largamente confinados a operações ilegais, nas quais os licores mais alcoólicos - rum contrabandeado ou aguardentes caseiras - se tornavam mais adequados e menos volumosos para transporte clandestino.

Cerca de cinquenta anos depois do fim da proibição, o mercado de cerveja dos Estados Unidos passou a ser dominada por grandes produtoras de cerveja, mais conhecidas pela sua uniformidade que por algum sabor em particular. Cervejas como a produzida pela Anheuser-Busch ou pela Coors seguem um estilo de pilsner muito restrito, com produção industrial em larga escala e com o uso de matérias primas de baixo-custo (como o arroz e o milho). O domínio da chamada "macrobrew" levou ao estereótipo internacional relativo à "cerveja americana", como sendo pobre em qualidade e sabor. Uma piada canadiana muito divulgada diz que a cerveja americana é como fazer amor numa canoa: "extremamente perto (ou melhor: "fucking close", no original) da água".

Contudo, desde o ressurgimento da produção comercial da indústria cervejeira na década de 1980, os Estados Unidos apresentam uma boa quantidade de tipos de cerveja, que se podem encontrar em mais de 1500 brewpubs, microcervejarias, e cervejeiras regionais como a Anchor (San Francisco) e a Samuel Adams (Boston). Em grande parte da Pensilvânia oriental, incluindo Filadélfia, o termo "lager" é sinónimo da Yuengling Traditional Lager, uma cerveja com um sabor forte de uma cervejeira regional de Pottsville, fundada em 1829, o que a torna na mais antiga cervejeira em funcionamento contínuo na América. Ainda que em volume de produção, as microcervejarias ainda dominem, os pequenos produtores são responsáveis ainda por uma grande variedade de estilos, devido a diferentes qualidades de lúpulo, entre outros ingredientes, bem como por influência de diferentes tradições de origem europeia.

A Associação de fabricantes de cerveja identificou os seguintes estilos de origem norte-americana:

O sucesso da produção comercial a grande escala de algumas fábricas permitiu que algumas fizessem também algum investimento em fábricas mais pequenas, como a Widmer, de forma a desenvolver cervejas mais complexas com um estilo próprio.

Estônia e Finlândia[editar | editar código-fonte]

Ambas as regiões são conhecidas por sua tradicional Sahti: uma cerveja feita de malte de arroz ou aveia, filtrado por raminhos de palhas e junípero. Esta é de longe a mais antiga tradição viva continuada no fabrico de cerveja, representando nada menos do que uma ligação direta com os métodos babilônicos de cervejaria.

França[editar | editar código-fonte]

Apesar do mercado francês ser dominado pelas cervejarias industriais, o Norte/Pas-de-Calais possui uma tradição cervejeira forte, compartilhada com seus vizinhos belgas. A Alsácia também possui uma forte tradição na produção de cerveja com leveduras de baixa fermentação (bottom fermenting yeasts) ao estilo alemão.

Atualmente, há cada vez mais microcervejarias a produzir a cerveja da moda, especialmente nas regiões com um forte sentimento de identidade (Cervejaria Lancelot na Bretanha, cerveja Pietra na Córsega…)

Grã-Bretanha[editar | editar código-fonte]

Segundo um estereótipo relativo aos britânicos, acredita-se que estes apreciam "cerveja quente". De fato, sua cerveja é geralmente servida em torno de 12 graus Celsius - não tão fria quanto a maioria dos drinques gelados, mas ainda gelada o suficiente para ser refrescante. Os pubs contemporâneos mantêm sua cerveja constantemente nesta temperatura, mas originalmente a cerveja devia ser servida na temperatura do porão no qual estava armazenada. Defensores da cerveja britânica dizem que isso realça sabores sutis que não existem nas cervejas de outras nações, e que estes apenas se produzem a temperaturas que poderiam fazer as demais cervejas parecerem ásperas. Caso existam sabores ásperos na cerveja (principalmente naquelas fabricadas em Yorkshire), os mesmos são habitualmente suavizados servindo a cerveja por uma bomba manual (sifão) ligada a um sparkler (espumante), acessório que mescla o ar com a cerveja, oxidando-a levemente e suavizando o sabor. Hoje, somente a ale verdadeira tende a ser servida com a bomba manual, até porque este não é o modo típico de servir as cervejas de produção industrial, que são vendidas em garrafas ou extraídas de uma torneira graduadora (válvula) de dióxido de carbono. A ale verdadeira é defendida pela Campaign for Real Ale (Campanha pela Ale verdadeira). Como a produção de lúpulo é característica das regiões meridionais, em particular, de Kent, as cervejas meridionais tradicionais, tal como a London Pride, a sul de uma linha que pode ser traçada do Canal de Bristol até Wash (na costa oeste da Inglaterra), contêm mais lúpulo do que aquelas encontradas a norte desta linha, como a Boddingtons.

Índia[editar | editar código-fonte]

Em várias partes do nordeste da Índia, a cerveja de arroz é bem popular. Diversos festivais têm esta bebida como parte principal das celebrações. O arroz é fermentado em tonéis que, às vezes, são enterrados em subterrâneos.

Irlanda[editar | editar código-fonte]

A Irlanda é mais conhecida pela stout (forte), da qual a Guinness é a marca mais largamente vendida e mais largamente distribuída. A Guinness também produz a mais largamente distribuída lager irlandesa - a Harp. Recomenda-se que a Guinness seja servida depois de vertida, descansando por três minutos e então cortada. Junto à Guinness há também a Murphy´s, Caffrey´s e Beamish.

Japão[editar | editar código-fonte]

A cerveja é a bebida alcoólica preferida no Japão. Foi aí introduzida no início da Era Meiji a partir da Alemanha. Os maiores fabricantes são: Asahi, Kirin, e Sapporo, enquanto pequenas cervejarias locais oferecem diferentes e saborosas cervejas. As tipo Lager são as mais comuns, mas cervejas feitas com baixo conteúdo de grãos, chamadas "Happoushu" (bebida alcoólica espumante) captaram uma grande fatia do mercado, já que os impostos são mais baixos para tais produtos. Bebericar cerveja com feijões cozidos salgados edamame é o passatempo de verão favorito dos adultos.

México[editar | editar código-fonte]

Hoje, maior parte das cervejas mexicanas são produzidas por dois gigantes, FEMSA e Grupo Modelo. FEMSA, uma cervejaria internacional, é responsável pelas seguintes marcas: Tecate, Sol, Dos Equis, Carta Blanca, Superior, Indio, Bohemia e Noche Buena. Grupo Modelo tem menos marcas mas com maior mercado de exportação; Corona, Corona Light, Negra Modelo, Modelo Especial, Modelo Light e Pacífico são as marcas de exportação. Outras marcas do Grupo Modelo voltadas exclusivamente ao mercado local são a Victoria, Estrella e León e Montejo.

Sal e limão: É comum servir um pedaço de limão e um pouco de sal na boca da garrafa, especialmente com as cervejas mais leves vomo a Corona. Existe uma bebida tradicional conhecida como michelada, que é composto basicamente de cerveja leve com bastante suco de limão e molho picante.

As cervejas mexicanas são exportadas para diversos países.

Nova Zelândia[editar | editar código-fonte]

O povo indígena da Nova Zelândia (maori) não conhecia a cerveja. O principal ingrediente da cerveja, a cevada, só foi introduzido na Nova Zelândia com a chegada dos europeus em meados do século XIX. A história recente da cerveja na Nova Zelândia é caracterizada pela dominação de três grandes cervejarias. A dominação dessas cervejarias foi ajudada pela compra de pequenas cervejarias locais. A partir de meados da década de 1980, pequenas lojas ou microcervejarias começaram a emergir. Consequentemente, a gama de estilos de cerveja aumentou. Alguns pubs operam sua própria cervejaria, quase sempre localizada dentro do próprio pub. O consumo de vinho e de outras bebidas alcoólicas diferentes da cerveja está aumentando. Com isso, vem diminuindo a quantidade de cerveja consumida pelos neozelandeses.

Polônia[editar | editar código-fonte]

A cerveja sempre foi extremamente importante para os Polacos. Um líder Polonês, encorajado pelo Papa para tomar partido na cruzada, se recusou, porque, como escreveu ao pontífice, a terra santa não tinha cerveja. A cerveja Polonesa tradicional é sempre de pilsen, lager ou porter. As marcas mais populares Polonesas são Żywiec, EB, Lech, Lezajsk, e Tyskie.

Portugal[editar | editar código-fonte]

O mercado da cerveja em Portugal é, basicamente, oligopolizado pela luta entre a Sagres da Central de Cervejas e a Super Bock.

Em 2012, foram consumidos em Portugal 483 milhões de litros de cerveja[6] .

Em 2013, o consumo de cerveja 'per capita' em Portugal foi de 49 litros (a média europeia é de 73 litros)[7] .

República Checa[editar | editar código-fonte]

O tipo Pilsener de cerveja originou-se na cidade de Plzeň na Boêmia. De fato, os tchecos fazem cervejas muito bem conhecidas e as mais bem consideradas nesse estilo, incluindo a Pilsner Urquell, Staropramen, e Budweiser original. Os tchecos são frequentemente apresentados como o povo que responde pelo maior consumo per capita de cerveja.

Romênia[editar | editar código-fonte]

A cerveja romena é conhecida na Europa Central e Oriental pelo seu sabor e baixo preço. Ursus é a rainha da cerveja romena desde 1879 (uma marca da Cervejarias Sul-Africanas). Outras marcas tradicionais de cervejas romenas são Timisoreana, Bucegi e Neumarkt.

Sérvia e países vizinhos[editar | editar código-fonte]

Veja Cerveja na Sérvia e países vizinhos

Bebidas relacionadas[editar | editar código-fonte]

Cervejas e bebidas similares feitas de matérias-primas diferentes de cevada incluem:

Referências

  1. [1] - Brasil é o quarto no ranking mundial de produção de cerveja
  2. Data - Swivel
  3. Estadão - Pequenas cervejarias se profissionalizam
  4. Revista Beerlife
  5. Blog O Outro - PUC Minas
  6. Quanto bebem os Portugueses por dia?.
  7. Consumo interno de cerveja recupera após 7 anos a cair.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]