Acidentes ferroviários em Portugal

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Esta lista mostra todos os acidentes ferroviários ocorridos no território português ou que envolveram companhias e/ou serviços ferroviários portugueses no estrangeiro, que tiveram alguma relevância devido ao número de feridos ou mortos, danos provocados ou importância técnica ou histórica.

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Décadas de 1860 e 1870[editar | editar código-fonte]

1862[editar | editar código-fonte]

1865[editar | editar código-fonte]

  • 18 de Setembro: Uma composição transportando trabalhadores entre Beja e Casével, na então designada Linha do Sul (actualmente Linha do Alentejo), é forçada a travar de emergência devido a sabotagem na via; os passageiros precipitam-se da composição, fazendo 3 mortos e 2 feridos graves.[2]
Descarrilamento de 11 de Outubro de 1878.

1878[editar | editar código-fonte]

Século XX[editar | editar código-fonte]

Décadas de 1900 e 1910[editar | editar código-fonte]

1902[editar | editar código-fonte]

  • Na Estação de Casa Branca, deflagrou um incêndio de grandes proporções, que destruiu uma grande quantidade de mercadorias e danificou várias infra-estruturas, incluindo o edifício de passageiros.[4]
Destroços do comboio após a explosão de 1919.

1919[editar | editar código-fonte]

Décadas de 1920 e 1930[editar | editar código-fonte]

1921[editar | editar código-fonte]

Remise da Boavista em 1909.

1928[editar | editar código-fonte]

1932[editar | editar código-fonte]

  • 11 de Janeiro: Uma das composições do Comboio do Monte descarrila e cai para um ribeiro, devido a uma falha no freio, na zona do Terreiro da Luta.[8] Na altura não existiam passageiros a bordo, mas o acidente provocou a morte do maquinista e ferimentos nos funcionários.[8]

1938[editar | editar código-fonte]

  • 2 de Maio: Desastre de Viana do Castelo - Na madrugada do dia 2 de Maio, uma camioneta de caixa aberta que transportava passageiros foi abalroada por um comboio numa passagem de nível junto a Viana do Castelo, provocando 22 mortos e cerca de 15 feridos.[9]

Décadas de 1940 e 1950[editar | editar código-fonte]

Locomotiva 248, exposta na estação de Contumil.

1940[editar | editar código-fonte]

  • 5 de Janeiro: Um deslizamento de terras no quilómetro 115,47 da Linha do Douro provocou o descarrilamento de uma composição de passageiros entre as estações de Porto-São Bento e Tua; a locomotiva a vapor, com o número 248, e o respectivo tender caíram para o Rio Douro, tendo o maquinista e o fogueiro, que operavam a locomotiva, morrido neste acidente. O tender nunca foi encontrado, mas a locomotiva foi recuperada nas oficinas da Estação de Campanhã, e colocada, como monumento, junto ao Depósito de Contumil.[10]

1949[editar | editar código-fonte]

Estação e túnel do Rossio em 1956.

1952[editar | editar código-fonte]

1954[editar | editar código-fonte]

Décadas de 1960 e 1970[editar | editar código-fonte]

1963[editar | editar código-fonte]

1964[editar | editar código-fonte]

Automotora da Série 9300 em Sernada do Vouga.

1965[editar | editar código-fonte]

1975[editar | editar código-fonte]

1979[editar | editar código-fonte]

  • 8 de Janeiro: Choque frontal de dois comboios na Linha do Douro, em Terronhas, onde faleceram dois maquinistas e um operador de apoio.

Décadas de 1980 e 1990[editar | editar código-fonte]

1984[editar | editar código-fonte]

1985[editar | editar código-fonte]

Locomotiva da Série 1400 em Portimão.

1986[editar | editar código-fonte]

1989[editar | editar código-fonte]

  • 18 de Dezembro: Um comboio de mercadorias que transportava cerca de 200 T de ferro descarrilou junto à Estação de Moita devido a um aluimento de terras, causado por condições climatérias adversas.[25] No mesmo dia, também ocorreu um descarrilamento na Linha da Beira Baixa, tendo a locomotiva do comboio de mercadorias caído ao Rio Tejo, provocando ferimentos no maquinista.[25]

1990[editar | editar código-fonte]

  • 26 de Fevereiro: Um comboio de passageiros descarrilou parcialmente após sair da estação de Estarreja, na Linha do Norte, com destino ao Porto, tendo-se arrastado ainda cerca de 100 m.[26]
  • 28 de Fevereiro: Um contentor carregado de material explosivo, que estava a ser transportado por um camião, rebentou junto à estação de Santa Apolónia, em Lisboa, provocando um morto e três feridos. Este acidente deixou um rasto de destruição na zona em redor, incluindo na estação, onde ficaram danificados três comboios e foi interrompida a circulação ferroviária.[27]
  • 10 de Março: Um comboio de passageiros colidiu com outro de mercadorias, que estava parado em plena via férrea, a cerca de 15 Km do Pombal.[26] Este acidente provocou seis feridos, não tendo causado maiores estragos devido à velocidade naquele lanço estar limitada a 30 Km/H.[26]
  • 28 de Maio: Desastre Ferroviário de Cruz da Pedra - Dois comboios de passageiros colidem no Apeadeiro de Cruz da Pedra, resultando em dois mortos e 350 feridos.[28]

1991[editar | editar código-fonte]

  • 8 de Janeiro: Dois comboios de mercadorias chocaram no lanço entre São Comba Dão e Mortágua, na Linha da Beira Alta, fazendo dois feridos ligeiros. Um dos comboios ficou sem travões e passou descontrolado pela estação de Santa Comba Dão, tendo o chefe da estação avisado a gare de Mortágua de forma a evitar a colisão, mas o outro comboio já tinha partido.[29]
  • 28 de Julho: Um comboio colidiu contra uma carrinha na Passagem de Nível da Lapa do Lobo, na Linha da Beira Alta, provocando a morte aos cinco ocupantes do veículo.[29]

1992[editar | editar código-fonte]

  • 12 de Março: Desastre Ferroviário de Albergaria dos Doze - Dois comboios de passageiros colidiram frontalmente perto de Albergaria dos Doze devido a erro humano, provocando três mortos e 35 feridos.[30]
  • 21 de Novembro: Um comboio Intercidades de Braga para Lisboa colidiu contra um automóvel numa passagem de nível sem guarda perto da Azambuja, ferindo gravemente o condutor do automóvel e provocando a morte do passageiro.[30]
  • 29 de Dezembro:' Um comboio da empresa Caminhos de Ferro Portugueses que transportava cimento descarrilou numa passagem de nível, colidindo com um automóvel que estava parado junto à via férrea, matando o condutor.[30]

1993[editar | editar código-fonte]

  • 1 de Março: Desastre Ferroviário de Irivo - Uma automotora colheu uma carrinha numa passagem de nível junto ao Apeadeiro de Irivo, na Linha do Douro, fazendo seis mortos e três feridos entre os ocupantes do veículo automóvel.[31]
  • 25 de Maio: Um comboio de passageiros embateu contra um camião de brita perto do Apeadeiro de Santa Iria, na Linha do Norte, provocando um morto (o maquinista do comboio) e trinta feridos.[31]
  • 5 de Julho: Desastre Ferroviário de Trindade - Uma automotora proveniente de Vilar do Pinheiro entrou de forma desgovernada e a alta velocidade na estação de Porto-Trindade, na Linha da Póvoa, e subiu a plataforma, acabando por parar apenas no meio da rua em frente da estação.[31] Este acidente causou um morto e cinco feridos.[31]
  • 2 de Agosto: Um comboio de passageiros colidiu contra um automóvel numa passagem de nível sem guarda no sítio de São Pedro, no concelho de Tavira, no Algarve, provocando a morte a um dos ocupantes da viatura.[31]

1994[editar | editar código-fonte]

1997[editar | editar código-fonte]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Décadas de 2000 e 2010[editar | editar código-fonte]

2000[editar | editar código-fonte]

Locomotiva 1407, a mesma envolvida no desastre Ferroviário de Ermida, aqui mostrada na Estação de Tua, em 1993.

2002[editar | editar código-fonte]

Automotora da Série 0350 no Entroncamento, em 2009.
  • 4 de Abril: Uma automotora colheu um automóvel numa passagem de nível em Casal dos Rios, no Ramal da Lousã, provocando apenas ferimentos ligeiros no condutor.[38]
  • 4 de Abril: Desastre Ferroviário da Lousã - Duas automotoras da Série 0350 colidem junto à localidade de Casal do Espírito Santo, numa secção de via única do Ramal da Lousã, resultando em cinco vítimas mortais e 11 feridos.[38]
  • 29 de Novembro: um comboio Intercidades que fazia a ligação entre Guarda e Lisboa descarrila perto de Muxagata, na Linha da Beira Alta, devido a um desabamento de terras e pedras.[39] Os passageiros apenas ficaram ligeiramente feridos, mas a locomotiva e uma das 5 carruagens ficaram muito danificadas.[39]
  • Uma carruagem de tipo ML99 do Metropolitano de Lisboa foi destruída num incidente No PMO II.

2003[editar | editar código-fonte]

2005[editar | editar código-fonte]

  • 20 de Maio: Colisão (às 20:34) de um comboio regional procedente de Coimbra com o atrelado de um camião, bloqueado na passagem de nível junto da estação de Gouveia, na Linha da Beira Alta. O motorista do camião, apercebendo-se de que o mesmo era demasiado alto para passar por baixo do cabo da catenária, esvaziou parcialmente os pneus, após o que o camião ficou imobilizado na via férrea, tendo vindo a ser colhido pela composição que se aproximava. Da colisão não resultaram ferimentos graves, apenas danos materiais significativos nos dois veículos e na via férrea.

2006[editar | editar código-fonte]

Automotora da Série 0450 na Bifurcação de Lares, em 2009.
Automotora da Série 9500 no Tua, em 2008.
  • 28 de Outubro: A colisão entre um veículo ligeiro e uma automotora da Série 0450 numa passagem de nível sem guarda junto a Leiria, na Linha do Oeste, provoca três mortos e um ferido.[43]
  • 26 de Novembro: uma composição Intercidades que fazia a ligação entre Guarda e Lisboa colidiu com um automóvel na passagem de nível de Oliveirinha, na Linha da Beira Alta; este acidente provocou danos na locomotiva, mas não houve vítimas a registar, tendo o único ocupante da viatura abandonado o veículo quando se apercebeu da chegada do comboio.[44]

2007[editar | editar código-fonte]

2008[editar | editar código-fonte]

  • 11 de Março: Uma viatura de transporte de doentes é colhida por uma composição numa passagem de nível na localidade de Montijos, em Leiria, provocando a morte a quatro indivíduos.[42]
  • 4 de Maio: Uma composição do Metro do Porto descarrilou após uma colisão com um automóvel numa rotunda junto ao Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, provocando 14 feridos ligeiros.[47]
  • 22 de Agosto: Acidente Ferroviário de Brunheda - O descarrilamento de uma automotora da Série 9500 na Linha do Tua provoca uma vítima mortal.[48]

2009[editar | editar código-fonte]

  • 1 de Setembro: Acidente ferroviário de Baião - Uma colisão entre um automóvel e uma automotora da Série 0650 numa passagem de nível sem guarda na Linha do Douro resultou em cinco mortos e dois feridos.[49]

2010[editar | editar código-fonte]

2012[editar | editar código-fonte]

Acidente ferroviário de Caxias, a 2 de maio de 2012. Aqui, a unidade que efetuava o semi-rápido Cais do Sodré–Cascais, com os passageiros na via.

2013[editar | editar código-fonte]

Locomotiva 5613, dois anos antes do acidente de 2013.

2014[editar | editar código-fonte]

  • 15 de Maio: um vagão de um comboio de mercadorias da Takargo descarrila e danifica 6 quilómetros de via entre Mortágua e Luso, levando ao corte da Linha da Beira Alta entre Mortágua e Pampilhosa.[58] O troço foi reaberto em 18 de Maio, mas com velocidade máxima de 30km/h (e 10 km/h nas pontes). A velocidade máxima seria gradualmente aumentada à medida que a REFER concluísse as obras de reparação.[59]
  • 28 de Maio: dois vagões de um comboio de mercadorias da CP Carga descarrilam na Ponte de Trezói (perto do apeadeiro de Trezói, Linha da Beira Alta), precisamente no mesmo troço onde 15 dias antes tinha descarrilado um comboio da Takargo. Os danos foram menores pois o comboio circulava a 10 km/h, pois ainda estavam a decorrer as obras de reparação da linha devido ao acidente de 15 de Maio de 2014.[60]
  • 2 de Julho: um comboio de mercadorias da Takargo descarrilou cerca das 22h 30m perto da estação de Celorico da Beira, na Linha da Beira Alta,[61] levando ao corte da circulação ferroviária entre Fornos de Algodres e Celorico da Beira.[62]

2015[editar | editar código-fonte]

2016[editar | editar código-fonte]

2017[editar | editar código-fonte]

  • 6 de Janeiro: Um comboio de mercadorias da Medway (antiga CP Carga) descarrilou às 16h 27m em Vila Franca das Naves, destruindo 500 metros de via e levando ao corte da Linha da Beira Alta entre Celorico da Beira e Guarda.[68] A circulação foi retomada no dia seguinte.[69] O acidente destruiu a linha 1 da estação de Vila Franca das Naves, pelo que nesta estação os comboios passaram a circular pela linha 2.[70] A reparação só foi totalmente concluída em Maio e custou 510 mil euros.[70]

2018[editar | editar código-fonte]

  • 20 de Fevereiro: Um comboio de mercadorias da Medway[71] descarrilou às 17h 27m[71] entre as estações de Nelas e Mangualde, na Linha da Beira Alta.[72]
  • 4 de Março: Um comboio Intercidades que fazia a ligação entre Guarda e Lisboa-Santa Apolónia descarrilou às 08h 35m à entrada e dentro do Túnel do Coval, entre as estações de Santa Comba Dão e Mortágua, na Linha da Beira Alta.[73] O comboio circulava a menos de 60 km/h e o acidente não provocou feridos, mas levou ao corte da Linha da Beira Alta.[73] O descarrilamento parece ter sido provocado por um deslizamento de terras: a chuva intensa fez cair um talude que estava desprovido de vegetação devido aos incêndios de 15 de outubro de 2017.[74] A circulação na Linha da Beira Alta foi retomada na madrugada de 5 de Março, mas foi novamente interrompida às 08:00h devido a um novo deslizamento de terras junto ao Túnel do Coval. A circulação foi retomada às 14:00h de 5 de Março.[75]

Ver também[editar | editar código-fonte]


Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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  • SANTOS, Luís Filipe Rosa (1995). Os Acessos a Faro e aos Concelhos Limítrofes na Segunda Metade do Séc. XIX. Faro: Câmara Municipal. 213 páginas 
  • SANTOS, Luís Filipe Rosa (1997). Faro: um Olhar sobre o Passado Recente. (Segunda Metade do Século XIX). Faro: Câmara Municipal. 201 páginas