Antonio Roberto Espinosa

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Antônio Roberto Espinosa é professor da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios, o campus Osasco da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), no curso de Relações Internacionais, e também um jornalista brasileiro e ex-comandante das organizações armadas VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares).[1]

Em julho de 1968, então com 21 anos e cursando o primeiro ano de filosofia na Universidade de São Paulo, ajudou a organizar a ocupação da Cobrasma (Companhia Brasileira de Material Ferroviário), na época uma das maiores metalúrgicas de São Paulo.[1]

Espinosa teria sido o coordenador do plano da VAR-Palmares de sequestrar em 1969 o então ministro Delfim Neto, símbolo do milagre econômico e à época o civil mais poderoso do governo federal. O suposto sequestro, que deveria ocorrer em dezembro daquele ano, acabou não ocorrendo porque os membros da organização começaram a ser capturados semanas antes.[2][3][4]

Referências

  1. a b «No Brasil, 68 enfraqueceu estudantes e deu impulso à luta armada». Folha Online. 30 de abril de 2008. Consultado em 13 de agosto de 2009 
  2. «Grupo de Dilma planejava sequestrar Delfim». Folha de S. Paulo (29.222). 5 de abril de 2009. pp. Caderno A – Brasil 
  3. «Aos 19, 20 anos, achava que eu estava salvando o mundo». Folha de S. Paulo (29.222). 5 de abril de 2009. pp. Caderno A – Brasil 
  4. «Ex-guerrilheira é elogiada por militares e vista como "cérebro" do grupo». Folha de S. Paulo (29.222). 5 de abril de 2009. pp. Caderno A – Brasil