Liszt Vieira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Liszt Benjamin Vieira ([onde?],[quando?]) é um professor universitário, sociólogo[1], e político brasileiro, ligado ao movimento ambientalista[2]

Formado em direito e estudante de de ciências sociais, quando da edição do Ato Institucional Número Cinco, em dezembro de 1968. Participante ativo do movimento estudantil, participou da luta para a instauraçao de um governo de esquerda[3] sendo integrante da Vanguarda Popular Revolucionaria (VPR) .Participou ativamente no sequestro do cônsul japonês Nobuo Okushi em fevereiro de 1970. [4] Foi preso, torturado e obteve sua liberdade em julho de 1970 na negociaçao da vida do embaixador alemão que havia sido sequestrado no Rio de Janeiro no mês anterior .Foi banido para a Argélia. onde depois se mudou para Cuba; Chile;Argentina e França, onde concluiu o mestrado em ciências sociais na Universidade de Paris.

De volta ao Brasil, apos a Lei da Anistia foi eleito deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT-RJ) em 1982 durante a ditadura militar tendo como Presidente da Republica nomeado João Figueiredo.[5] Participou diretamente da campanha das Diretas Já, dos debates sobre a Constituinte de 1988, e da campanha presidencial de 1989. Na década de 1990 foi coordenador do Fórum Global da ECO-92, do Fórum Brasileiro e do Fórum Internacional de ONGs, de 1991 a 1995. Presidente do Jardim Botanico do Rio de Janeiro de 2002 a 2013 onde lutou pela remoçao dos moradores da vila de servidores do Jardim Botanico [6]

Ministrou curso de política ambiental na pós-graduação de Ciência Ambiental da Universidade Federal Fluminense, em 2000 e 2001. Desde 2004 é professor de sociologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. É doutor em sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ).[7]

Esteve entre os fundadores da Rede Sustentabilidade, contudo, deixou o partido junto com Luiz Eduardo Soares, Miriam Krenzinger, Marcos Rolim, Tite Borges, Carla Rodrigues Duarte e Sonia Bernardes. A causa da saída foi a pouca definição política da Rede. [8]

Bibliografia parcial[editar | editar código-fonte]

  • Cidadania e Globalização (1997)[9]
  • Os Argonautas da Cidadania (2001)[10]
  • Fragmentos de um Discurso Ecológico (1990)[10]
  • A Busca - Memórias da Resistência[11]
  • Ecologia: Direito do Cidadão (1993, co-autor)
  • Cidadania e Política Ambiental (1998, co-autor)[12]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]