Ciro Flávio Salazar de Oliveira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Ciro Flávio Salazar de Oliveira (Araguari, 26 de Dezembro de 194330 de Setembro de 1972) foi militante do PC do B. "Desaparecido desde 1972 na guerrilha do Araguaia aos 28 anos".[1] Era filho de Arédio de Oliveira e Maria de Lourdes Salazar Oliveira.

A partir do quarto ano na faculdade de arquitetura tomou parte no movimento estudantil, no período dos anos de chumbo. Incendiou uma viatura policial, e sua foto fôra publicada na revista Manchete.

Detido pelo DOPS após participar da passeata dos 100 mil, passou a viver na clandestinidade após liberado.

Em 1970 viveu na região do rio Gameleira, no Araguaia.

Segundo relatório do Ministério do Exército: "atuou como guerrilheiro no Araguaia, utilizando o codinome de Flávio, onde teria sido morto em Setembro de 1972"[2] Em abril de 1973, um slide onde se via o cadáver de Ciro, foi a prova de seu falecimento.

Referências

  1. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de março de 2008. Arquivado do original em 29 de março de 2008 
  2. * http://www.desaparecidospoliticos.org.br/detalhes1.asp?id=266 Arquivado em 2 de janeiro de 2005, no Wayback Machine.
Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.