Dinaelza Coqueiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Dinaelza Coqueiro
Nascimento 22 de março de 1949
Vitória da Conquista, Brasil
Morte 8 de abril de 1974 (25 anos)
Araguaia, Brasil
Nacionalidade Brasil brasileira
Ocupação guerrilheira
Influências

Dinaelza Soares Santana Coqueiro ou "Mariadina" (Vitória da Conquista, 22 de março de 1949Araguaia, 8 de abril de 1974) foi uma guerrilheira brasileira, militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e integrante da Guerrilha do Araguaia.

Dinaelza fez o estudos secundários em Jequié, no interior da Bahia, onde participou de grupos de discussão política conhecendo Vandick Coqueiro, com quem se casou, e Luzia Reis, dois estudantes que seriam seus companheiros de guerrilha. Mudando-se para a capital baiana para estudar Geografia na PUC de Salvador, foi integrante do Diretório Central dos Estudantes da universidade.[1]

Dinaelza foi para o Araguaia em 1971, onde usava o codinome 'Mariadina' e integrou o destacamento C, baseado na área conhecida como Gameleira.

Esteve junto dos companheiros de guerrilha pela última vez em 30 de dezembro de 1973, e foi vista presa tempos depois por moradores da região na base dos militares em Xambioá, onde insultava e cuspia nos oficiais que a interrogavam, incluindo o Major Curió.[2][3]

Foi executada por agentes do CIEx e seu corpo enterrado na Serra das Andorinhas. Nunca encontrado, é dada como desaparecida.[4]. Seu nome foi dado a uma avenida de Vitória da Conquista, sua cidade natal.[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. MEPR
  2. TorturaNuncaMais/RJ
  3. STUDART, Hugo - A Lei da Selva — Estratégias, Imaginário e Discurso dos Militares Sobre a Guerrilha do Araguaia, Geração Editorial, ISBN 8575091395
  4. Centro de Documentação Eremias Delizoicov
  5. Telelistas

Bibliografia[editar | editar código-fonte]