Dríade

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A dríade, de Evelyn De Morgan.

Na mitologia grega, as dríades (em grego: Δρυάδες, Dryádes, de δρῦς, drýs, "carvalho") eram ninfas associadas aos carvalhos.[1] De acordo com uma antiga lenda, cada dríade nascia junto com uma determinada árvore, da qual ela exalava. A dríade vivia na árvore ou próxima a ela. Quando a sua árvore era cortada ou morta, a divindade também morria. Os deuses frequentemente puniam quem destruía tal árvore.

A palavra dríade é também usada num sentido geral para as ninfas que viviam na floresta, embora as alseídes também sejam ninfas associadas aos bosques e florestas[2][3]. As ninfas de outras árvores são chamadas de hamadríades.

Representações na cultura[editar | editar código-fonte]

Desenho de uma dríade em sua árvore.
A ninfa da floresta (La nymphe de la forêt), de Guillaume Seignac (1870-1924).

No balé Dom Quixote, o personagem tem uma visão de dríades com Dulcineia.

Nos livros As Crônicas de Nárnia, de C.S. Lewis, bem como em suas adaptações para o cinema, as dríades vivem na floresta narniana, assim como os faunos, com quem dançam em alegres noites de canções, segundo o relato do fauno Sr. Tumnus;[4] no filme Príncipe Caspian, o segundo da série, aparecem sob a forma de silhuetas formadas por folhas rosadas ao vento, saudando os irmãos Pevensie através de graciosos acenos.[5]

Referências

  1. «Dríade». Encyclopædia Britannica Online (em inglês). Consultado em 1 de janeiro de 2020 
  2. Homer. Odyssey, 10.348.
  3. Homer. Iliad, 20.4.
  4. As Crônicas de Nárnia: o Leão a Feiticeira e o Guarda-Roupa (filme de 2005).
  5. As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (filme de 2008).
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