O Incrível Hulk (filme)

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The Incredible Hulk
O Incrível Hulk (PT/BR)
Pôster promocional
 Estados Unidos
2008 •  cor •  112 min 
Direção Louis Leterrier
Produção Avi Arad
Gale Anne Hurd
Kevin Feige
Roteiro Zak Penn
Baseado em Hulk por Stan Lee e Jack Kirby
Elenco Edward Norton
Liv Tyler
Tim Roth
William Hurt
Tim Blake Nelson
Ty Burrell
Género Ação, ficção científica
Música Craig Armstrong
Cinematografia Peter Menzies Jr.
Edição John Wrigh
Rick Shaine
Vincent Tabaillon
Companhia(s) produtora(s) Marvel Studios
Valhalla Motion Pictures
Distribuição Universal Pictures
Lançamento Estados Unidos 8 de Junho de 2008 (Anfiteatro Gibson)
Portugal 12 de Junho de 2008
Estados Unidos 13 de Junho de 2008
Brasil 13 de Junho de 2008
Idioma Inglês
Orçamento US$ 150 milhões
Receita US$ 263.427.551
Página no IMDb (em inglês)

O Incrível Hulk (no original, The Incredible Hulk) é um filme americano de super-herói de 2008 baseado no personagem Hulk da Marvel Comics, produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Universal Pictures. É o segundo filme do Universo Cinematográfico Marvel. O filme foi dirigido por Louis Leterrier, com um roteiro de Zak Penn. É estrelado por Edward Norton, Liv Tyler, Tim Roth, William Hurt, Tim Blake Nelson e Ty Burrell. Em O Incrível Hulk, uma nova história de origem é estabelecida onde Bruce Banner se torna o Hulk como um peão involuntário em um esquema militar para revigorar o programa supersoldado através da radiação gama. Em fuga, ele tenta se curar do Hulk antes de ser capturado pelo general Thaddeus Ross, mas seus piores medos são percebidos quando o solado com fome de poder Emil Blonsky se torna uma criatura similar, mas mais bestial.

O desenvolvimento do filme começou em 2006 pela Marvel. Leterrier, que havia manifestado interesse em dirigir Homem de Ferro, foi trazido para dirigir e Penn começou a trabalhar em um roteiro que seria muito mais próximo dos quadrinhos e da série de televisão de 1978. Em abril de 2007, Norton foi contratado para interpretar Banner e para reescrever o roteiro de Penn, a fim de distanciar-se do filme de 2003 e estabelecer a sua própria identidade, embora ele não foi creditado pela sua escrita. As filmagens aconteceram principalmente em Toronto, Ontário, de julho a novembro de 2007. Mais de 700 efeitos visuais tiros foram criados em pós-produção usando uma combinação de captura de movimento e imagens geradas por computador para completar o filme

O Incrível Hulk estreou em 8 de Junho de 2008, no Anfiteatro Gibson em Universal City, na Califórnia, e foi lançado nos cinemas em 13 de junho de 2008, recebendo críticas geralmente favoráveis pelos críticos após o lançamento. Elogios dos críticos foram principalmente para as sequências de acão e a representação da personagem principal. O filme foi número um na bilheteria, arrecadando mais de US$ 263 milhões em todo o mundo. Norton foi definido para reprisar o papel de Banner em Os Vingadores e qualquer outro filme do UCM com o personagem, mas ele foi substituído por Mark Ruffalo, que assinou um contrato para interpretar o personagem em todas as possíveis sequências.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Na Universidade de Culver, em Virgínia, o General Thunderbolt Ross se reune com o Dr. Bruce Banner, namorado de sua filha Dra. Betty Ross, em relação a uma experiência que Ross afirma que pretende fazer os seres humanos imunes à radiação gama. A experiência - parte de um programa de "super soldado" da era da Segunda Guerra Mundial que Ross espera recriar - falha, e a exposição à radiação gama faz com que Banner se transforme no Hulk por breves períodos de tempo, sempre que sua frequência cardíaca sobe acima de 200. O Hulk destrói o laboratório e fere ou mata as pessoas dentro. Banner se torna um fugitivo do exército americano e Ross em particular.

Cinco anos depois, Banner trabalha em uma fábrica de engarrafamentos na Rocinha, Rio de Janeiro, no Brasil, enquanto procura uma cura para sua condição. Na Internet, ele tem a colaboração de um colega cientista que ele conhece apenas como "Sr. Azul", e a quem ele é "Sr. Verde". Ele também está aprendendo técnicas de respiração meditativa para ajudar a manter o controle, e não se transformou em cinco meses. Depois de Banner cortar o dedo, uma gota de seu sangue cai em uma garrafa, e é eventualmente ingerido por um consumidor idoso em Milwaukee, Wisconsin, dando-lhe doença de gama. Usando os vestígios do engarrafamento para localizar Banner, Ross manda uma equipe especial liderada pelo capitão da Royal Marines, Emil Blonsky para capturá-lo. Banner transforma no Hulk e derrota a equipe de Blonsky. Depois de Ross explicar como Banner se transformou no Hulk, Blonsky concorda em ser injetado com uma pequena dose de um soro desenvolvido como parte da mesma operação, que lhe dá maior velocidade, força, agilidade e regeneração, mas também começa a deformar seu esqueleto.

Banner retorna para a Universidade de Culver e reencontra Betty, que está namorando o psiquiatra Leonard Samson. Banner é atacado pelas forças de Ross e Blonsky, acionados pelo suspeito Samson, fazendo com que ele se transforme novamente no Hulk. A batalha que se seguiu fora da universidade revela-se inútil para as forças de Ross e acabam recuando, embora Blonsky, cuja sanidade está começando a hesitar, ousadamente ataca e zomba do Hulk. O Hulk aparentemente mata Blonsky e foge com Betty. Depois que o Hulk reverte para Banner, ele e Betty vão fugir, e Banner contata o Sr. Blue, que os incita a encontrá-lo na cidade de Nova York. O Sr. Blue é, na verdade, o biólogo celular Dr. Samuel Sterns, que diz a Banner que ele desenvolveu um possível antídoto para a condição de Banner. Depois de um teste bem sucedido, ele avisa a Banner que o antídoto só pode reverter cada transformação individual. Sterns revela que ele sintetizou as amostras de sangue de Banner, que Banner enviou do Brasil, para um grande suprimento, com a intenção de aplicar seu "potencial ilimitado" à medicina. Temendo que o poder do Hulk caia nas mãos do militar, Banner quer destruir o suprimento de sangue.

Enquanto isso, Blonsky é revelado ter sobrevivido à batalha e tem sido completamente curado. Ele se junta às forças de Ross para uma terceira tentativa de levar Banner em custódia. Eles conseguem e Banner, juntamente com Betty, são levados em um helicóptero. Blonsky fica atrás e força Sterns a injetá-lo com o sangue de Banner, para obter o poder do Hulk. Sterns adverte que a combinação da fórmula do super-soldado e do sangue de Banner pode fazer com que ele se torne uma "abominação", mas Blonsky insiste. A experiência muda Blonsky em uma criatura com tamanho e força que supera a do Hulk, mas o deixa louco. Ele ataca Sterns, que recebe um pouco do sangue de Banner em um corte em sua testa, fazendo com que ele comece a mutação também. Blonsky causa um tumulto no Harlem. Percebendo que o Hulk é o único que pode parar Blonsky, Banner convence Ross para libertá-lo. Ele salta do helicóptero de Ross e transforma depois de bater no chão. Depois de uma longa e brutal batalha pelo Harlem, o Hulk derrota Blonsky. Depois de ter um pequeno e pacífico momento com Betty, o Hulk foge de Nova York.

Um mês depois, Banner está em Bella Coola, Columbia Britânica. Em vez de tentar suprimir sua transformação, ele se transforma de forma controlada. Em uma cena final, Tony Stark se aproxima de Ross em um bar local e informa que uma equipe está sendo formada.

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Elenco e personagens[editar | editar código-fonte]

Um físico nuclear que, por causa da exposição à radiação gama, se transforma em um enorme monstro humanoide verde quando enfurecido ou agitado. David Duchovny era um dos favoritos para o filme antes da escolha de Norton.[1] Gale Anne Hurd lembrou os retratos de Norton de dualidade em Primal Fear e Fight Club,[2] enquanto Kevin Feige achou Norton parecido com Bill Bixby, que interpretou Banner na série de TV.[3] Lou Ferrigno, que interpretou o Hulk com Bixby, comentou que Norton "tem um físico semelhante e uma personalidade similar". Norton era um fã do Hulk, citando as primeiras aparições nos quadrinhos, a série de TV de Bixby, e a fase de Bruce Jones nas histórias em quadrinhos, como suas representações favoritas do personagem.[4] Ele havia expressado interesse no papel no filme de 2003. Ele inicialmente recusou o papel, recordando que "houve o fator de estremecimento ou a parte defensiva de você que recua em qual a versão ruim do que isso seria, já que ele sentia que o filme de Ang Lee "se afastou muito de uma história que era familiar para as pessoas, [...] que é uma história fugitiva". Quando ele conheceu Leterrier, ele gostou de sua visão, e acreditava que a Marvel estavam olhando para ele para orientar o projeto. Assim, Norton reescreveu o roteiro.[5] "O roteiro de Edward deu à gravidade da história real de Bruce", disse Leterrier. ""É verdade que eu não sou o diretor mais adulto, mas só porque estamos fazendo um filme de super-herói, ele não tem que atrair apenas garotos de 13 anos. Ed e eu vemos super-heróis como os novos Deuses gregos".[6] Além disso, Lou Ferrigno fornece desempenho vocal como o Hulk. Durante a New York Comic Con de 2008, Leterrier ofereceu publicamente a Ferrigno a chance de dublar o Hulk no filme.[7] Isso marca a terceira vez que Ferrigno retratou o Hulk, tendo também dublado o personagem na série animada de 1996. Originalmente, a única palavra do Hulk era "Betty" no final do filme, que teria sido sua primeira palavra. Leterrier estava ciente de que os fãs queriam que ele falasse normalmente, e acrescentou "deixe-me sozinho" e "Hulk esmaga!" A última frase recebeu elogios durante uma exibição que ele participou. [8] Ferrigno também tem uma aparição no filme como um guarda de segurança que é subornado por Banner com uma pizza.[9]
Uma bióloga celular e namorada de Bruce, de quem ele é separado como resultado de sua condição. Tyler foi atraída pela história de amor no roteiro, e era uma fã da série de TV, por causa da "humanidade e DO que [Banner] está passando".[4] Ela foi chamada para o papel enquanto dirigia para sua casa, e ela aceitou o papel depois de um dia sem ler o roteiro.[10] Tyler e Norton passaram horas conversando sobre a vida de Bruce e Betty antes dele se tornar o Hulk.[11] Ela disse que filmar o papel "foi muito físico, o que foi divertido",[12] e comparou seu desempenho com "um cervo pego nos faróis", por causa do choque de Betty com o retorno inesperado de Bruce em sua vida.[11]
Um oficial russo nascido no Reino Unido do Comando dos Fuzileiros Navais Reais emprestado ao General Ross que, desejando o poder do Hulk, é injetado com vários soros para se transformar em um monstro mais poderoso do que o próprio Hulk. Roth disse que aceitou o papel para agradar a seus filhos que são fãs de historias em quadrinhos. Quando adolescente, Roth era um fã da série de TV dos anos de 1970, e ele também achou as idéias de Leterrier "muito sombrias e muito interessantes". Roth começou a assistir o filme de 2003 para se preparar para o papel, mas parou quando ele não queria ser pego na controvérsia sobre a sua qualidade, e comparar-se a ele. Foi Roth quem sugeriu Blonsky ser um soldado, considerando que nos quadrinhos ele era um ex-agente da KGB.[13] Leterrier era um fã do trabalho de Roth, e se sentiu "ótimo assistindo a um garoto cockney normal se tornar um super-herói!",[6] mas Marvel e Norton estavam inicialmente relutantes em contratá-lo.[14] Antes que ele fosse escalado para Punisher: War ZoneRay Stevenson estava em conversações para o papel.[15] Roth se preparou para o papel aprendendo a disparar armas e entrar em salas com dois especialistas.[13] Roth achou difícil filmar as perseguições, porque para mostrar o progresso de Blonsky ele não podia trabalhar fora.[11] Ele sobretudo achou difícil correr enquanto era puxado por um arnês, que foi usado para mostrar as habilidades de Blonsky após ser injetado.[16] Cyril Raffaelli realizou algumas das acrobacias de Roth.[2] Roth gostou da captura de movimento, o que o fez lembrar do teatro, e ele contratou seu treinador de Planeta dos Macacos para ajudá-lo em retratar o movimento do monstro.[11]
Pai arrogante de Betty, que tem se dedicado a capturar o Hulk. Leterrier escolheu Hurt porque "Ross é mais físico, mais explosivo neste filme, e nenhum ator vai de zero a 100 assim como William".[6] Ele comparou Ross com o Capitão Ahab.[14] O Hulk é o super-herói favorito de Hurt, e seu filho também é um grande fã do personagem. Hurt achou a produção muito diferente da típica "ansiedade pura" de um filme de estúdio, achando a mais semelhante a um filme independente.[17] Ele descreveu Ross como "humilhado pela consciência do Hulk: ele realmente vê e reconhece que é mais desenvolvido do que o seu próprio, mesmo que ele é um patriota e um guerreiro por seu país ele está se sacrificando muito para esse propósito, mas à custa, as vezes, da sua humanidade – que ele ocasionalmente recupera."[18] Em junho de 2015, quando falou sobre como sua reprise em Capitão América: Guerra Civil foi diferente a partir deste filme, Hurt disse: "O que eu criei foi um Ross que foi à direita do romance gráfico e tipo de coisa, onde ele era tanto de um desenho animado, de certa forma, como os monstros eram. Seu ego era tão grande e seus problemas eram tão grandes. Eu realmente fiz isso conscientemente. Eu criei um General Ross para os monstros, fazendo dele um ser humano monstro. Eu trabalhei muito duro sobre a composição e o comportamento exagerado e coisas assim e uma psicose controlada". Sam Elliott, que interpretou Ross no primeiro filme, teria gostado de reprisar o papel, notando que estava vendo estranho alguém tomar a sua parte "mas eu vou estar ansioso para ver este."
O biólogo celular que desenvolve um possível antídoto para a condição de Banner. Perto do final do filme, Sters é exposto a uma substância que começa a sua transformação no Líder.
O psiquiatra em um relacionamento com Betty durante a ausência de Bruce. Burrell tinha atuado com o Norton no off-Broadway na peça Burn This, em 2003, e quando Leterrier o conheceu, ele reconheceu Burrell como o "idiota" do remake de Dawn of the Dead,[19] que foi como Samson foi caracterizado no roteiro antes que Norton o reescrevesse.[20]

Robert Downey, Jr. tem uma aparição sem créditos como Tony Stark no final do filme. Downey apareceu como um favor a Marvel Studios, que ele reconheceu como uma jogada inteligente por parte da Marvel, porque quando ele estava promovendo seu filme, ele também teria de mencionar a sua outra produção.[21] Co-criador do Hulk, Stan Lee fez uma aparição como um homem que fica doente quando bebe o refrigerante envenenado pelo sangue de Banner. Michael K. Williams aparece como um espectador do Harlem, um papel que foi escrito para ele por Norton, que é um fã de The Wire.[22] Paul Soles, que dublou Banner no desenho animado The Marvel Super Heroes, de 1966, aparece como Stanley, um bondoso dono de uma pizzaria e amigo de Banner. Além disso, o falecido Bill Bixby aparece, quando uma cena com Bixby na sitcom de drama e comédia The Courtship of Eddie's Father passa em uma televisão que Banner está assistindo no início do filme. Christina Cabot interpreta Kathleen Sparr, uma oficial do exército dos Estados Unidos e assistente do General Ross. Débora Nascimento faz uma breve aparição como Martina, colega de trabalho de Banner em uma fábrica de bebibas.[23] Rickson Gracie tem um pequeno papel como o instrutor de artes marciais de Bruce Banner, apesar de Gracie ser praticante de jiu-jitsu brasileiro, ele é creditado como um instrutor de Aikido.[23] Peter Mensah desempenha um pequeno papel como General Joe Gellar, um dos amigos/associados militares do General Ross. Martin Starr desempenha um estudante universitário da Universade de Culver. [24]

Produção[editar | editar código-fonte]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Na época do lançamento de Hulk de Ang Lee, o roteirista James Schamus estava planejando uma continuação, com o Hulk Cinza. Ele também considerava o Líder e o Abominável como vilões.[25] Marvel queria o Abominável porque ele seria uma ameaça real para o Hulk, ao contrário do General Ross. [26] Durante as filmagens de Hulk, o produtor Avi Arad pensou em uma data de lançamento em maio de 2005.[27] Em 18 de janeiro de 2006, Arad confirmou que a Marvel Studios estaria fornecendo o dinheiro para o orçamento de produção de O Incrível Hulk, com a distribuição da Universal,[28] porque a Universal não cumpriu o prazo para filmar uma sequência.[1] Marvel sentiu que seria melhor desviar do estilo de Ang Lee, argumentando que seu filme era como uma história em quadrinhos de um universo paralelo, e o próximo filme do Hulk precisava ser, nas palavras de Kevin Feige, "realmente o começo da franquia Hulk, da Marvel". A produtora Gale Anne Hurd também sentiu que o longa tinha de cumprir o que "todos esperam ver depois de ter lido os quadrinhos e visto a série de TV".[11]

Pré-produção[editar | editar código-fonte]

Louis Leterrier, que apreciou a série de TV quando criança e gostou do filme de 2003,[2][11] tinha manifestado interesse em dirigir a adaptação cinematográfica de Homem de Ferro. Jon Favreau tinha assumido esse projeto, então Marvel ofereceu-lhe o Hulk. Leterrier estava relutante porque não tinha certeza se poderia replicar o estilo de Lee, mas Marvel explicou que não era sua intenção.[29] A inspiração principal de Leterrier foi Hulk: Cinza de Jeph Loeb e Tim Sale (uma nova versão da primeira aparição do personagem). Ele replicou todos os painéis de quadrinhos que ele fixou durante a pré-produção, a partir de muitos quadrinhos que ele leu, no filme final. [2] Leterrier disse que planejou mostrar a luta de Bruce Banner com o monstro dentro dele,[30] enquanto Feige acrescentou que o filme exploraria "aquele elemento de realização de desejos, de superar uma injustiça ou um valentão e bater em uma força que você não percebe muito bem que tinha em si mesmo".[31] Arad também disse que o filme seria "muito mais de uma história de amor entre Bruce Banner e Betty Ross".[32]

Zak Penn, que escreveu um rascunho do filme de Ang Lee em 1996, enfatizou que O Incrível Hulk seria mais totalmente semelhante á série de TV e a fase de Bruce Jones nos quadrinhos. Ele incluiu duas cenas de seu roteiro de 1996: Banner pulando de um helicóptero para provocar uma transformação, e percebendo que ele é incapaz de ter relações sexuais com Betty.[33] Depois que o estúdio rejeitou um tratamento de outro roteirista em 2006, Penn escreveu três rascunhos antes de sair no início de 2007 para promover o seu filme The Grand.[34] Norton, que em abril, começou discussões para interpretar Banner, e obteve o acordo que incluiu-o como um ator e um roteirista, com um esboço do roteiro que ele estava contratualmente obrigado a entregar dentro de um mês. Fez isso, e continuou a aperfeiçoar seu rascunho até a metade da fotografia principal.[34] Em novembro de 2006, uma data de lançamento para 13 de junho de 2008 foi definida.[35] Leterrier reconheceu que a única semelhança entre O Incrível Hulk e Hulk foi Bruce se escondendo na América do Sul,[2] e que o filme era um reboot único, como geralmente o público esperaria uma outra história de quarenta minutos de origem.[36] Houve discussões anteriores para definir o primeiro ato na Tailândia.[37] Leterrier sentiu que o público ficava inquieto esperando que o personagem chegasse ao filme de Lee.[36]

A história de origem faz referência à versão de Ultimate Marvel do Hulk, que também o tinha criado em uma tentativa de fazer super soldados.[38] Norton removeu Rick Jones e atenuou a presença da S.H.I.E.L.D..[11] Ele também adicionou a cena onde Banner tenta extrair uma cura de uma flor e seu e-mail com Samuel Sterns,[33] que faz referência à história de Bruce Jones.[39] Norton reescreveu cenas todos os dias.[40] Em última análise, o Writers Guild of America decidiu creditar o roteiro apenas para Penn,[41] argumentando que Norton não tinha mudado dramaticamente seu roteiro. A jornalista Anne Thompson explicou que "a Guild tende a favorecer o enredo, a estrutura e os personagens pré-existentes em relação ao diálogo".[33] Penn disse em 2008: "Eu não estava feliz com [Norton] vir à Comic-Con dizendo que ele escreveu o roteiro". Antes de Penn e Norton se juntarem ao projeto, um roteirista anônimo escreveu um rascunho e fez pressão para obter crédito.[33]

Filmagens[editar | editar código-fonte]

Leterrier teve que dirigir quatro unidades com um pé quebrado.[6] As filmagens começaram em 9 de julho de 2007. A maior parte das filmagens ocorreram em Toronto, porque o prefeito David Miller é um fã do Hulk e prometeu ser muito útil para a equipe ao fechar Yonge Street por quatro noites em setembro para filmar a luta climática do Hulk e Abominável. Apesar de bagunçar a rua com explosivos e derrubar veículos em chamas, a equipe limparia dentro de vinte minutos para que as empresas pudessem continuar como de costume todos os dias.[42] A primeira sequência de ação foi a batalha da Universidade de Culver, que foi filmada na Universidade de Toronto e Morningside Park. Os cineastas construíram uma parede de vidro sobre uma passarela na Universidade para quando os soldados prendem Banner dentro para dispararem gás lacrimogêneo nele.[16] Houve também filmagens no Distrito Financeiro.[19] Uma fábrica em Hamilton, Ontário, que devia ser demolida, era o interior da fábrica brasileira. Os andares subterrâneos do local foram usados ​​para o centro de comando militar de Ross.[42] A equipe também filmou parte da luta de Hulk e Blonsky em um backlot em Hamilton.[43] Outros locais canadenses incluíram o BFC Trenton e um glaciar em Bella Coola, Columbia Britânica.[19] Depois, houve uma semana de filmagem em Nova York e duas semanas no Rio de Janeiro.[44] Enquanto no Rio, a equipe filmou na Rocinha, Lapa, Floresta da Tijuca e Santa Teresa. As filmagens concluíram em novembro após oitenta e oito dias de filmagem.[19]

O Incrível Hulk juntou-se à iniciativa Tela-Verde de Toronto, para ajudar a reduzir as emissões de carbono e os resíduos criados durante a filmagem.[45] A produtora Gale Anne Hurd reconheceu que o Hulk, sendo verde, era uma analogia ambiental popular, e Norton era um ambientalista. Foram utilizados veículos híbridos e com baixo consumo de combustível, com diesel de baixo teor de enxofre como sua fonte de energia. O departamento de construção usou um pinho amarelo colhido de forma sustentável, localmente, em vez de lauan para os cenários, e também usou tinta com zero ou baixo teor de COV. A madeira era geralmente reciclada ou dada a organizações ambientais, e latas de tinta foram entregues para a gestão de resíduos. Além disso, usavam sacos de pano, recipientes de alimentos biodegradáveis, utensílios de cozinha de porcelana e prataria, uma caneca de aço inoxidável para cada membro da equipe de produção, um empreiteiro que removia caixotes, papel reciclado, sabão biodegradável e limpadores nos reboques e escritórios de produção. Departamento de som usou baterias recarregáveis.[19] O Incrível Hulk se tornou o primeiro filme de grande sucesso a receber o Selo Vrde da Environmental Media Association, que é exibido durante os créditos finais.[46]

Pós-produção[editar | editar código-fonte]

Visual finalizado do Abominável.

Leterrier citou retratos de captura de movimento de Andy Serkis de Gollum e King Kong em O Senhor dos Anéis e King Kong, respectivamente, como o padrão que ele estava buscando.[29] Norton e Roth filmaram 2500 takes de diferentes movimentos que os monstros fariam (como os "trovões" do Hulk).[19] A pintura facial fosforescente aplicada aos rostos dos atores e à iluminação estroboscópica ajudaria a registrar os maneirismos mais sutis no computador.[47] Outros, incluindo Cyril Raffaelli, forneceram captura de movimento para acrobacias e lutas,[13] depois que os atores principais fizeram vídeos de referências.[48] Leterrier contratou Rhythm and Hues para fornecer o CGI, em vez de Industrial Light & Magic que criou os efeitos visuais para Hulk de Ang Lee. A empresa de efeitos visuais, Image Engine, passou mais de um ano trabalhando em uma cena onde o sangue irradiado de Banner cai por três andares da fábrica em uma garrafa.[49] No geral foram criados 700 cenas de efeitos. A captura de movimento ajudou na colocação e sincronização dos movimentos, mas a animação geral do quadro-chave por Rhythm and Hues forneceu a "sutileza [e] qualidade de super-herói".[50] Muitos dos animadores e o próprio Leterrie fizeram vídeo de referência para a luta climática.[16]

A arte dos quadrinhos de Dale Keown do Hulk era uma inspiração para seu design.[29] Leterrier achou que o primeiro Hulk tinha "muita gordura [e] as proporções estavam um pouco fora". Ele explicou: "O Hulk está além do perfeito, então há zero gramas de gordura, todo cinzelado, e seu músculo e força define essa criatura, então ele é como um tanque."[29] O supervisor de efeitos visuais Kurt Williams imaginou o físico do Hulk como um linebacker ao invés de um fisuculturista. Uma altura de nove pés foi escolhida para o personagem, já que eles não queriam que ele fosse muito desumano. Para torná-lo mais expressivo, foram criados programas de computador controlando a inflação de seus músculos e a saturação da cor da pele. Williams citou flushing facial como um exemplo da cor da pele dos seres humanos sendo influenciado por suas emoções.[19] Os animadores sentiram que o sangue verde tornaria sua pele mais escura do que mais leve, e seus tons de pele, dependendo da iluminação, se assemelhavam a uma azeitona ou mesmo a ardósia cinza.[47] Seu modelo de animação foi concluído sem o conhecimento total da empresa de efeitos do que ele teria que fazer: ele foi definido para fazer o que eles imaginassem, caso o modelo fosse usado no filme Os Vingadores.[50] O cabelo de comprimento médio do Hulk foi modelado na arte de Mike Deodato.[50] Ele originalmente tinha um corte de cabelo curto, mas Leterrier decidiu que o cabelo de comprimento médio o impregnava com mais caráter.[48] Leterrier citou Um Lobisomem Americano em Londres como a inspiração para a transformação de Banner, querendo mostrar como era doloroso para ele mudar. Como um assentimento á série de TV em live action, os olhos de Banner mudam de cor quando ele transforma.[51] Leterrier mudou o visual do Abominável dos quadrinhos porque sentiu que o público iria questionar por que ele se parecia com um peixe ou um réptil, em vez de um "über-humano" como o Hulk. Em vez disso, sua hediondez é derivada de ser injetado várias vezes em sua pele, músculos e ossos; Criando uma criatura com uma espinha protrusão e ossos afiados que ele pode usar para esfaquear. Sua pele verde é pálida, e reflete a luz, assim ele aparece laranja por causa do fogo ao redor durante a batalha climática.[14] Os artistas de captura de movimento, incluindo Roth, tentaram fazer o personagem se comportar menos graciosamente que o Hulk. Eles modelaram sua postura e a maneira como ele vira a cabeça em um tubarão.[26] O personagem também compartilha as tatuagens de Roth.[52] Uma altura de onze pés foi escolhida para o personagem.[19] Leterrier tentou trabalhar nas orelhas pontudas do personagem, mas percebeu que o Hulk iria mordê-las (usando o exemplo de Mike Tyson quando ele lutou com Evander Holyfield), e sentiu ignorando que faria o Hulk parecer estúpido.[53]

Leterrier tinha planejado usar maquiagem protética e animatrônica para complementar as imagens geradas por computador que foram usadas exclusivamente no filme de 2003.[54] Os maquiadores que trabalharam em X-Men: O Confronto Final foram definidos para retratar a transformação gradual de Blonsky,[40] coisa que Zak Penn disse que retrataria Blonsky "não [estando] acostumado a ter essas propriedades. Como ele é muito mais pesado, e nós falamos sobre como quando ele anda pela calçada, seu peso destrói a calçada e ele está tropeçando. [É tudo sobre] a humanização destes tipos de personagens de super-heróis, mostrando os efeitos que a física pode realmente ter sobre [eles]."[55] Tom Woodruff, Jr. da Amalgamated Dynamics (que criou todos os figurinos da franquia Alien desde Alien 3) estava em negociações, e criou dois bustos do Hulk e mãos protéticas para agir como stand-ins para o personagem. Um animatrônico completo nunca foi criado porque foi decidido que complicaria a produção para montar um plano para um fantoche e, em seguida, um gráfico de computador.[56] Um animatrônico foi usado para a "cabeça mutante" de Sterns, no entanto.[43] A destruição foi na maioria das vezes feita praticamente. Um modelo de uma máquina de engarrafamento foi esmagado através de uma parede para quando o Hulk escapa da fábrica. Os cineastas usaram vapor e gelo seco para o gás usado para fumaçar o Hulk, e eles destruíram um Humvee real, deixando cair um peso nele quando atirando durante a batalha na Universidade de Culver. As tubulações fundiram o fogo para quando o Hulk golpeia abaixo o helicóptero gerado por computador. Quando Banner cai do helicóptero para se transformar no Hulk na luta contra o Abominável, Norton foi colocado a uma superfície mantida por uma barra que girou 90 graus enquanto a câmera foi puxada para o teto para simular a queda. Leterrier comentou brincando que fazer Norton cair essa distância, obviamente, o tornaria incapaz de agir.[16]

Edição[editar | editar código-fonte]

Setenta minutos de filmagens, principalmente relacionados à origem, não foram incluídos no corte final.[20] Grande parte dessa história de fundo foi improvisada e os cineastas nunca tiveram certeza de incluí-la no corte final e consideraram lançar alguns desses clipes na internet.[9] O editor Kyle Cooper, criador do logo da Marvel (com as páginas de folheto) e a montagem detalhando a biografia do Homem de Ferro naquele filme, editaram grande parte dessa filmagem nos créditos iniciais.[9] Leterrier explicou que uma sessão de teste negativa, onde flashbacks foram colocados em todo o filme e o público achou muito semelhante a Hulk, resultou em comprimir estes para o início do filme.[20] Isso substituiu a abertura original, onde Banner chega ao Ártico para cometer suicídio. Quando a cena termina, em um instante o corpo congelado do Capitão América é parcialmente visto no gelo. Leterrier disse que não queria que essa cena fosse perdida em meio à montagem de abertura.[20]

Norton e Leterrier disputaram com os produtores sobre o tempo de duração final: queriam que fosse cerca de 135 minutos, enquanto os produtores queriam que o filme fosse menos de duas horas. Isso foi tornado público e os rumores espalhados que Norton "deixou claro que ele não vai cooperar com planos de publicidade, se ele não está feliz com o produto final".[57] Norton rejeitou isso: "Nosso processo saudável [de colaboração], que é e deve ser um assunto privado, foi deturpado publicamente como uma "disputa", apreendida por pessoas que procuram uma boa história, e foi distorcida a tal ponto que ele corre o risco de se distrair do próprio filme, que Marvel, Universal e eu nos recusamos a deixar acontecer. Sempre tive a minha firme convicção de que os filmes devem falar por si mesmos e querer saber muito sobre como eles são feitos diminui a magia de vê-los.[58]

Música[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: O Incrível Hulk (trilha sonora)

A partitura do filme foi composta por Craig Armstrong, que foi o arranjador de Massive Attack, uma banda que Leterrier gostava e tinha colaborado no filme Unleashed, de 2005. Armstrong foi sua primeira escolha, o que surpreendeu a Marvel, sem saber se ele havia feito um filme de ação (ele compôs o Kiss of the Dragon, de 2001).[59] Na sugestão de Leterrier, a trilha sonora foi lançada em um álbum de dois discos, que Armstrong pensou ser uma piada até que ele compilou o álbum e Marvel perguntou-lhe por que eles receberam apenas um disco.[60]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

O Incrível Hulk estreou em 8 de junho de 2008 no Anfiteatro Gibson em Universal City, Califórnia[61] e foi lançado nos cinemas em 13 de junho.[35]

Marketing[editar | editar código-fonte]

"Sabemos que o Hulk de 2003 não satisfez os fãs, e tivemos que reconhecer isso, enfatizamos a paixão que os fãs ainda têm por esse personagem e que esse é o filme que as pessoas sempre quiseram"

—Stephanie Sperber, vice-presidente da Universal Studios Partnerships

Esforço foi feito para promover a história como tendo um romance e um antagonista físico, e o título foi usado para trocadilhos promocionais (tais como "Incrível Gole" de slurpee da 7-Eleven, e "Incrível Pai" de presentes temáticos para o dia dos pais na Kmart). Burger King também promoveu o filme, e a General Nutrition Centers usou o Hulk como um modelo para o treinamento de força.[62] Hasbro criou a linha de brinquedos, que lançaram em 3 de maio de 2008,[63] enquanto Sega lançou um jogo eletrônico em 5 de junho de 2008.[64] O filme foi promovido em um episódio de Gladiadores Americanos em 9 de junho 2008, que foi hospedado por Hulk Hogan e apresentou Lou Ferrigno.[65]

Após a disputa de edição, Adam Fogleson da Universal e Norton planejaram um turnê promocional que evitaria entrevistas constantes da mídia e, portanto, perguntas desconfortáveis. Ele participou da estréia, participou de uma esquete no Jimmy Kimmel Live! e também promoveu o filme no Japão.[33] No entanto, durante o lançamento do filme ele escolheu fazer trabalho de caridade na África. [66]

Home media[editar | editar código-fonte]

O Incrível Hulk foi lançado em Blu-ray e DVD em 21 de outubro de 2008. Ele inclui featurettes dos bastidores, comentário de áudio, cenas deletadas e uma abertura alternativa.[67][68] O filme foi o número um em vendas quando lançado em DVD e Blu-ray em 21 de outubro de 2008, nos Estados Unidos (tendo sido disponível no Reino Unido desde 13 de outubro). Existem edições de ecrã único com ecrã panorâmico e ecrã inteiro; uma edição especial de três discos; e um pacote de dois discos de Blu-ray. O primeiro disco contém um comentário de áudio por Leterrier e Roth, enquanto o segundo vem com extras especiais e cenas excluídas, e o terceiro com uma cópia digital do filme. A edição de Blu-ray comprime o conteúdo dos dois primeiros DVDs em um, enquanto o segundo contém a cópia digital.

O filme também foi coletado em um box set de 10 discos intitulado "Marvel Cinematic Universe: Phase One - Avengers Assemble", que inclui todos os filmes da Fase Um no Universo Cinematográfico Marvel.[69] Foi lançado pela Walt Disney Studios Home Entertainment em 2 de abril de 2013.[70]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Bilheteria[editar | editar código-fonte]

O Incrível Hulk ganhou US$ 134,8 milhões na América do Norte, assim como US$ 128,6 milhões internacionalmente para um total mundial de US$ 263,4 milhões.[71] O filme, mesmo que mal passou o filme de 2003, e igualou se o orçamento menor de Hulk for levado em conta, ainda é considerado bem sucedido. O analista de entretenimento David Davis disse ao The Hollywood Reporter: "O primeiro Hulk tinha expectativas tão altas depois da fusão da NBC Universal e era suposto ser o blockbuster comercial favorito de Ang Lee. Com o novo filme do Hulk, a Marvel conseguiu subestimar a importância do sucesso após o grande sucesso de Homem de Ferro neste verão. Assim, o novo entrega, relativa à sua subvalorização."[72]

América do Norte[editar | editar código-fonte]

Em seu fim de semana de abertura, o filme arrecadou US$ 55,4 milhões em 3,505 cinemas nos Estados Unidos e no Canadá, ficando em primeiro lugar na bilheteria.[73] O filme de 2003 ganhou US$ 62,2 milhões em seu fim de semana de abertura, mas caiu 70% em seu segundo fim de semana.[74] Por comparação, O Incrível Hulk caiu 60% em seu segundo fim de semana. Após Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, foi a segunda maior queda de um filme lançado durante um fim de semana do Dia dos Pais.[75] O filme superou as expectativas da indústria de uma abertura de US$ 45 milhões, após a decepcionante recepção de Hulk. Universal acreditava que o boca-a-boca contribuiria para que o filme quebrasse recorde mesmo eventualmente.[76]

Fora da América do Norte[editar | editar código-fonte]

Também abriu em outros trinta e oito países, somando US$ 31 milhões à abertura total. O filme ultrapassou o filme de 2003 na Coréia do Sul, enquanto suas aberturas no México e na Rússia criaram recordes para a Universal.[77] O filme arrecadou 24 milhões de yuans (cerca de US$ 3,4 milhões) em sua abertura chinesa em 26 de agosto, ultrapassando o total bruto de Hulk de dez milhões de yuans.[78]

Crítica[editar | editar código-fonte]

The Incredible Hulk teve recepção geralmente favorável por parte da crítica especializada. Em base de 38 avaliações profissionais, alcançou metascore de 61% no Metacritic. Por votos dos usuários do site, atinge uma nota de 7.5, usada para avaliar a recepção do público.[79]

O filme foi nomeado para melhor filme de super-herói no National Movie Awards de 2008 e para Melhor Filme de Ficção Científica no Saturn Awards, mas perdeu para The Dark Knight e Homem de Ferro, respectivamente.[80][81]

Referências[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]