GLS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book-4.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade(desde fevereiro de 2012). Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Disambig grey.svg Nota: Se procura pela OpenGL Shading Language, veja GLSL.

GLS é o acrônimo de gays, lésbicas e simpatizantes. A expressão é ou foi frequentemente usada no Brasil para definir espaços, produtos, serviços e locais destinados ao público homossexual, como por exemplo, um bar ou "boate GLS". O termo simpatizante se refere a heterossexuais que não se importam em conviver com homossexuais e simpatizam com suas causas. GLS é, portanto, um conceito referente ao segmento de mercado e a expressão pode ser aplicada para classificar produtos, serviços, espaços, eventos voltados para consumidores gays, lésbicas e qualquer outro que deseje fazer uso destes, ou seja, os simpatizantes.

O termo GLS foi criado nos anos 90 pelo empresário e criador do portal MixBrasil, André Fischer [1], como um termo mercadológico de fácil aceitação pelo público do festival de filmes sobre diversidade sexual MixBrasil.

A sigla GLS algumas vezes é usada indiscriminadamente como sinônimo para a sigla LGBT, o que é uma impressão. Enquanto o primeiro se refere ao segmento de mercado, incluindo pessoas de qualquer orientação sexual, o segundo tem um caráter político-social, referindo-se ao conjunto das minorias sexuais e identidades de gênero divergente da designada no nascimento.

Apesar de adotada em 2008 em uma conferência nacional, a sigla LGBT, ainda há uma divisão muito grande no Brasil a respeito de seu uso. Diversas entidades decidiram não adotar o LGBT, continuando com o uso de GLBT e/ou GLS. Sendo GLS a sigla mais conhecida entre a comunidade LGBT e as pessoas heterossexuais, já que o Termo "Simpatizantes" se refere a qualquer pessoa independente de orientação sexual e gênero.

Apesar da ABGLT( Associação Brasileira LGBT) em um manual de comunicação, afirmar que a Sigla GLS é excludente, a decisão não foi acatada por todos da comunidade, devido ao fato de que a comunidade GLS ou GLBT ou LGBT não é centralizada. Por isso todos são livres para a adoção de qualquer sigla.

Existem iniciativas na internet para o uso da Sigla GLS, como forma de prestigiá-la como um termo legitimamente brasileiro, como a Pseudo-DPN GLS.SLG.BR[2]!

Foram publicados artigos[3] para o Marco Civil da Internet no site do Comitê Gestor de Internet no Brasil.

[4] Marco Civil da Internet- CGI.br

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Pedro Venceslau (28 de dezembro de 2007). «Especial: André Fischer dispara: "Antigamente os personagens gays das novelas morriam em explosão de shopping"». Revista Imprensa. Consultado em 27 de janeiro de 2015 
  2. NIC.GLS (23 de dezembro de 2014). «NIC.GLS». NIC.GLS. Consultado em 20 de abril de 2015 
  3. NIC.GLS (8 de janeiro de 2015). «Artigos do NIC.GLS para o Marco Civil da Internet». CGI.br. Consultado em 14 de janeiro de 2015 
  4. NIC.GLS (8 de janeiro de 2015). «Criatividade na Internet». Marco Civil- CGI.br. Consultado em 20 de abril de 2015