Luiz Fernando Furlan

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Luiz Fernando Furlan
Furlan e Lula conversam no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/ABr
Nome completo Luiz Fernando Furlan
Nascimento 29 de julho de 1946 (71 anos)
Concórdia, SC
Nacionalidade  Brasil
Alma mater PUC-SP
Ocupação Administrador de empresas
Empresário

Luiz Fernando Furlan (Concórdia, 29 de julho de 1946) é um administrador de empresas e empresário brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formações acadêmicas[editar | editar código-fonte]

Graduado em Engenharia Química pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) e em Administração de Empresas pela FEA/PUC-SP, Luiz é um especialista em Administração financeira pela FGV e em Aprimoramento Empresarial pela Universidade de São Paulo.

Atuação como empresário e como administrador[editar | editar código-fonte]

Durante a sua vida empresarial, Luiz especializou-se em mercado de capitais bem como comércio exterior e agronegócio.

Até Luiz assumir o ministério, presidia desde 1993 o conselho de administração do grupo Sadia de cujo fundador Attilio Fontana é um neto e de cujo grupo é um acionista. Atuava no grupo desde 1976, tendo sido diretor de relações com investidores e também vice-presidente executivo.

O ingresso na vida pública como ministro de Estado[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2003, Luiz assumiu o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do governo Lula e foi mais tarde substituído por Miguel Jorge no mesmo ministério.

Cargos não-públicos mais tarde[editar | editar código-fonte]

Na área ambiental[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2007, Luiz assumiu a presidência do Conselho de Administração da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), instituição fundada pelo Governo do Estado do Amazonas e pelo Bradesco com a missão de reduzir o desmatamento na Floresta Amazônica e melhorar as condições de vida das pessoas que vivem no estado.

Retorno aos negócios familiares[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 2008, seis anos após Luiz ter deixado a Sadia para comandar o ministério, reassumiu a presidência do conselho de administração da empresa. O seu retorno foi uma resposta às perdas de R$760 milhões com apostas equivocadas em derivativos anunciadas pela Sadia pouco tempo após o estouro da bolha do subprime americano, que deu início a uma crise econômica.[1]

Referências


Precedido por
Sérgio Silva do Amaral
Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil
20032007
Sucedido por
Miguel Jorge