Silas Rondeau

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Silas Rondeau
Silas Rondeau, em 2007. foto: José Cruz/Agência Brasil
Presidente da Centrais Elétricas Brasileiras do  Brasil
Período Julho de 2005 até maio de 2007
Dados pessoais
Nascimento 15 de dezembro de 1952 (64 anos)
Brasília, DF, Brasil Brasil
Profissão Engenheiro elétrico

Silas Rondeau Cavalcante Silva (lê-se Rondô) (Barra do Corda, 15 de dezembro de 1952) é um engenheiro eletricista brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Ocupou diversos cargos em empresas estatais de geração e distribuição de energia elétrica até ser indicado para o cargo de ministro de Minas e Energia pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, em julho de 2005, permanecendo no mesmo até maio de 2007.

É formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com especialização em engenharia de linhas de transmissão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Presidente da Eletrobras[editar | editar código-fonte]

Em 12 de maio de 2004 foi nomeado presidente e membro do conselho de administração da Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras) por José Sarney. Anteriormente, fora presidente da Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte).

Demissão da Eletrobras[editar | editar código-fonte]

Em 22 de maio de 2007 Silas Rondeau entregou uma carta de demissão ao então presidente Lula devido ao seu envolvimento em esquemas de fraudes em licitações para realização de obras públicas.[1] Segundo a investigação da Polícia Federal, foram feitas gravações que comprovariam o envolvimento de Silas com a empreiteira Gautama.[2]

Acusações de corrupção[editar | editar código-fonte]

Operação Navalha[editar | editar código-fonte]

Quando foi denunciado na Operação Navalha, em maio de 2008, Rondeau já era alvo de outro inquérito da PF, desta vez destinado a apurar tráfico de influência em órgãos públicos e outros ilícitos, também com o envolvimento do empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP), de quem Rondeau é amigo e aliado político.

Escândalo dos atos secretos[editar | editar código-fonte]

Após o escândalo dos atos secretos, foi descoberto também que a filha de Silas Rondeau, a jovem Nathalie Rondeau, de 23 anos, foi nomeada em 26 de agosto de 2005, por meio de um ato secreto, para trabalhar no Conselho Editorial do Senado.[3]

Operação Lava Jato[editar | editar código-fonte]

Em março de 2016, Delcídio acusou em delação premiada os ex-ministros Antonio Palocci, Erenice Guerra, e Silas Rondeau, de envolvimento num esquema de R$ 45 milhões.[4]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Mauricio Tolmasquim
Ministro de Minas e Energia do Brasil
2005 — 2007
Sucedido por
Nelson José Hubner Moreira


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