José Múcio Monteiro

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José Múcio Monteiro
Foto:Ricardo Stuckert/PR
Ministro do Tribunal de Contas da União
Período 20 de outubro de 2009
até 31 de dezembro de 2020
Nomeado por Luiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a) Marcos Vilaça
Sucessor(a) Jorge Oliveira
Ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais
Período 26 de novembro de 2007
até 28 de setembro de 2009
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Antecessor(a) Walfrido dos Mares Guia
Sucessor(a) Alexandre Padilha
Deputado federal de Pernambuco
Período 1 de fevereiro de 1991
até 28 de setembro de 2009
(5 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nascimento 25 de setembro de 1948 (72 anos)
Recife, PE
Alma mater Escola Politécnica de Pernambuco
Esposa Margot Monteiro
Partido ARENA (1966-1979)
PDS (1980-1991)
PFL (1991-2001)
PSDB (2001-2003)
PTB (2003-presente)

José Múcio Monteiro Filho (Recife, 25 de setembro de 1948) é um engenheiro civil e político brasileiro filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Entre outros cargos, foi deputado federal por Pernambuco, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais e ministro e presidente do Tribunal de Contas da União (TCU).

Biografia[editar | editar código-fonte]

Engenheiro civil pela Escola Politécnica de Pernambuco em 1971, trabalhou na iniciativa privada.

Vice-prefeito, foi eleito prefeito, mas não assumiu o mandato de prefeito para assumir a presidência da CELPE e depois a Secretaria de Transporte, entre 1982 e 1985, foi filiado a partir de 1980 ao Partido Democrático Social (PDS), migrando depois para o Partido da Frente Liberal (PFL), renomeado Democratas (DEM), em 2007.

Presidiu a Companhia Energética de Pernambuco antes de tornar-se candidato ao governo de Pernambuco, em 1986, mas perdeu a eleição para o ex-governador Miguel Arraes de Alencar.

Câmara dos Deputados[editar | editar código-fonte]

Em 1990, elege-se pela primeira vez deputado federal pelo PFL de Pernambuco. Obteve, em seguida, quatro reeleições consecutivas (1994, 1998, 2002 e 2006). Em 2001, teve rápida passagem pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e, em 2003, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Notabilizou-se por ser líder do PTB no auge do que ficou conhecido como o Escândalo do Mensalão, tendo atuado como defensor do então presidente de seu partido, o deputado Roberto Jefferson, que teve o mandato cassado.

Ministro[editar | editar código-fonte]

Em 23 de novembro de 2007, líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, recebeu e aceitou o convite do presidente para assumir o cargo de ministro das Relações Institucionais, no lugar de Walfrido dos Mares Guia (PTB/MG), que pediu demissão ao ter seu nome envolvido junto ao de políticos tucanos de Minas Gerais, no chamado "Mensalão tucano".

TCU[editar | editar código-fonte]

Em 2009, foi indicado para compor o Tribunal de Contas da União (TCU), na vaga aberta pela aposentadoria do também pernambucano Marcos Vilaça, havendo assim deixado o ministério e renunciado ao mandato de deputado federal. Por 46 votos seu nome é aprovado pelo Senado Federal[1] assumindo o cargo em 20 de outubro de 2009. Em 11 de dezembro de 2018, foi empossado na presidência do TCU. Em 31 de dezembro de 2020, deixou o TCU.[2]

Referências

  1. Terra, 22/9/2009
  2. Ribeiro, Luci (31 de dezembro de 2020). «Jorge Oliveira é exonerado de ministério e nomeado para vaga no TCU». Universo Online. Consultado em 31 de dezembro de 2020 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Walfrido dos Mares Guia
Ministro das Relações Institucionais do Brasil
2007–2009
Sucedido por
Alexandre Padilha