Ângelo Calmon de Sá

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Ângelo Calmon de Sá (Salvador, 1935) é um ex-banqueiro brasileiro. Foi ministro da Indústria e Comércio durante o governo de Ernesto Geisel e secretário de Desenvolvimento Regional durante o governo de Fernando Collor de Mello.[1] Ficou conhecido quando o Banco Econômico sofreu intervenção no ano de 1995.

Condenação[editar | editar código-fonte]

Ângelo foi condenado a treze anos e quatro meses de prisão em regime fechado pela Justiça Federal no dia 3 de outubro de 2007[2], mais de doze anos após a intervenção, por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. O ex-vice-presidente José Roberto David de Azevedo também foi condenado e recebeu uma pena de seis anos, também em regime fechado.

Na sentença, o juiz considerou Ângelo o principal estrategista das irregularidades. "Promotor e mandante dos fatos da denúncia, além de destinatário dos recursos ilicitamente captados no exterior e desviados para o banco, em última análise, em seu próprio benefício", disse o juiz.

Porém em entrevista com Mário Kertész no dia 10/04/08, completando sua terceira etapa da entrevista. Afirmou não ter passado de uma perseguição politíca, além de ser uma ação violenta do Banco Central, deixando assim cinco milhões de clientes, do Banco Econômico, durante nove meses sem saber do paradeiro do dinheiro, acusando Ângelo Calmon de Sá de o ter desviado. Inclusive a Rede Globo que tinha sua conta principal no Banco Econômico, junto com o seu elenco.

Referências

  1. A doce vida dos caloteiros. Correio Braziliense e Estado de Minas, 11 de julho de 2004.
  2. Diário do Comércio