Organização Odebrecht

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Organização Odebrecht
Tipo Empresa de capital fechado
Indústria Construção e Engenharia, Energia, Química e Petroquímica
Gênero Privada
Fundação 1944 (72 anos)
Fundador(es) Norberto Odebrecht
Sede Salvador, BA, Brasil Brasil

São Paulo, SP, Brasil Brasil (holding)[1]

Áreas servidas Américas, Europa, África, Oriente Médio
Locais São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro
Pessoas-chave Newton Sergio de Souza (Diretor-Presidente)
Emílio Odebrecht Jr. (Presidente do Conselho de Administração)[2]
Empregados 181.000 mundial (2013)
Produtos Serviços de construção pesada, saneamento, petroquímicos, químicos, biotecnologia, bioenergia, mobilidade urbana, infraestrutura, defesa, empreendimentos imobiliários e outros
Subsidiárias Construtora Norberto Odebrecht S.A.
Consórcio Maracanã
Fonte Nova Negócios e Participações S.A.
Arena Pernambuco Negócios e Investimentos S.A.
Odebrecht Óleo e Gás
Foz do Brasil
Odebrecht Realizações Imobiliárias S.A.
Odebrecht Infraestrutura
Odebrecht Agroindustrial
Braskem S.A.
Odebrecht Administradora E Corretora De Seguros Ltda.
Odeprev Odebrecht Previdência
Fundação Odebrecht
Mectron
Odebrecht Energia.
Lucro Aumento R$ 497,6 milhões (2014)[3][4]
Faturamento Lucro R$ 107,7 bilhões (2014)[4]
Página oficial www.odebrecht.com.br

A Organização Odebrecht (ou apenas Odebrecht ou Grupo Odebrecht) é um conglomerado brasileiro de capital fechado que atua em diversas partes do mundo nas áreas de construção e engenharia, químicos e petroquímicos, energia, saneamento, entre outros. A empresa foi fundada pelo engenheiro pernambucano Norberto Odebrecht, no ano de 1944, em Salvador, no estado da Bahia, e atualmente está presente em 21 países distribuídos por todo o Continente Americano, na África, na Europa e no Oriente Médio. Envolvida em escândalos de corrupção, tem seu principal executivo (herdeiro do fundador) preso e negocia com os Estados Unidos, Suíça e Brasil o maior acordo de leniência do mundo[5][6][7].

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro Odebrecht a chegar ao Brasil foi Emil Odebrecht. Ele veio em 1856, no auge da imigração germânica, para o Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Engenheiro formado pela Universidade de Greifswald, na Prússia, participou ativamente da demarcação de terras, de levantamentos topográficos e da construção de estradas no sul do Brasil.[carece de fontes?] Casado com Bertha Bichels, teve quinze filhos. Emílio Odebrecht, um de seus netos e pai de Norberto Odebrecht, foi um dos pioneiros no uso do concreto armado no Brasil.

Em 1918, Emílio Odebrecht, após cursar a Escola Politécnica do Rio de Janeiro, transferiu-se para o Recife, cidade que se modernizava e se expandia com o desenvolvimento da economia canavieira. No ano seguinte, fundou no Recife sua primeira empresa, a construtora Isaac Gondim e Odebrecht Ltda.[8] Em 1923, criou a Emílio Odebrecht & Cia., responsável pela construção de várias edificações no período entre guerras, nos estados de Pernambuco, Alagoas, Ceará e Bahia. Em 1926, transferiu-se para Salvador em busca de novas oportunidades.

Com o início da Segunda Guerra Mundial, os materiais de construção, vindos da Europa, tornaram-se caros e escassos, deflagrando uma crise no sector. Desgostoso, Emílio Odebrecht fechou a antiga empresa e retirou-se dos negócios.

Coube ao seu filho Norberto Odebrecht, nascido no Recife e formado pela Escola Politécnica da Bahia, substituí-lo e fundar a Construtora Norberto Odebrecht, na primeira metade dos anos 40. Em 2005, a empresa montou uma exposição na sede da empresa em Salvador com imagens e histórias da sua trajetória de sucesso nacional e internacional. É a maior empresa de construção civil do Brasil e indicada a uma das melhores para se trabalhar.[4][9]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • 19441945: Norberto Odebrecht estabelece uma empresa de propriedade privada, o marco de fundação do Grupo Odebrecht. A empresa se torna a Norberto Odebrecht Construtora Ltda.
  • 19571965: Norberto Odebrecht paga todas as dívidas pertencentes a Emílio Odebrecht & Cia (empresa de seu pai). A empresa muda seu nome para a Construtora Norberto Odebrecht SA.
  • 19701973: É criada a Fundação Odebrecht, focado no fornecimento de prestações de segurança social aos trabalhadores da Odebrecht. Além disso, a Odebrecht compromete-se em grandes projetos de construção na região sudeste do Brasil.
  • 19791980: Odebrecht começa a se expandir internacionalmente e a diversificar seus negócios. CBPO se funde com o Grupo Odebrecht.
  • 1981: Odebrecht S.A. é criada.
  • 1990: Odebrecht entra no mercado dos EUA e torna-se a primeira empresa brasileira a ganhar um contrato do governo federal dos EUA.
  • 1999: Odebrecht concentra-se no desenvolvimento sustentável das micro regiões, no nordeste do Brasil e marca 40 anos de contribuições para a cultura e a arte brasileira.
  • 2000: Odebrecht é classificada como melhor empresa de engenharia e construção da América Latina e um dos 30 maiores exportadores de serviço do mundo pela Engineering News-Record.
  • 2002: Odebrecht estabelece a Braskem como a maior produtora petroquímica da América Latina. O grupo alcança o marco de 1.000 membros dentro de 25 anos de serviço.
  • 20042007: O Grupo Odebrecht celebra o seu 60º aniversário. ETH Bioenergia é criada para produzir etanol de açúcar, açúcar e energia.
  • 2013: Odebrecht junto com a EBX, empresa de Eike Batista faz parte do consórcio que irá administrar o Maracanã, pelos próximos 30 anos.

Estrutura do grupo[editar | editar código-fonte]

A Construtora Norberto Odebrecht foi fundada por Norberto Odebrecht, em 1944, na cidade de Salvador, Bahia. Desde 2007, a Braskem S.A. investe no setor de Bioenergia, concentrada na produção de etanol e açúcar e na co-geração de energia a partir da produção de açúcar e álcool. A Tecnologia Empresarial Odebrecht, conhecida como TEO, é a base de todas as acções da organização, em quaisquer dos seus negócios.[10] A Construtora Norberto Odebrecht é juntamente com a Vale, uma das duas multinacionais brasileiras com maior presença na África e no Oriente Médio, sendo que boa parte dos brasileiros que residem nestas regiões do planeta, são funcionários da companhia. Em Angola, a subsidiária Odebrecht Angola é a maior empregadora particular do país.

Ela é formada pela holding Odebrecht S.A., fundado em 1981, que administra a Construtora Norberto Odebrecht S.A., Foz do Brasil (Saneamento básico e tratamento de resíduos industriais), Braskem S.A. Petroquímica que é a maior empresa petroquímica da América Latina, a quinta maior do mundo, com exportações para 60 países em todos os continentes do mundo. Por receita a Braskem é a quarta maior das Américas e o décimo sétimo no mundo, Odebrecht Realizações Imobiliárias (controladora da Bairro Novo Empreendimentos Imobiliários Lda.), a Odebrecht Investimentos em Infra-estrutura Lda. e a Agroindustrial (que atua na produção de açucar, etanol e energia elétrica, com participação acionária da japonesa Sojitz Corporation). A Odebrecht presta serviços de engenharia e construção na maioria dos países da América do Sul, na América Central, nos Estados Unidos, em Angola, em Portugal e no Oriente Médio.

Divisões[editar | editar código-fonte]

A Odebrecht S.A. divide-se essencialmente nas seguintes subsidiárias:

  • Odebrecht Energia (energia) – investe, constrói e gerencia projetos do setor elétrico brasileiro e mundial, tais como usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares.
  • Odebrecht TransPort - Atua no setor ferroviário, rodoviário, de transporte urbano, de infraestrutura de logística (portuária e dutos) e aeroportuário. Proprietária da SuperVia e Embraport (Empresa Brasileira de Terminais Portuários).
  • Odebrecht Engenharia Industrial (engenharia industrial) – constrói e monta instalações industriais no Brasil e no exterior, atendendo a clientes de uma gama de diferentes setores.
  • Odebrecht América Latina e Angola (América Latina e Angola) – lidera investimentos e obras nas regiões que serviram como pioneiros para uma expansão internacional da Odebrecht.
  • Odebrecht Venezuela – investe e conclui projetos nos setores de segurança de infra-estrutura, imobiliário, industrial, petróleo e gás, petroquímica e alimentos no país.
  • Odebrecht International – reúne membros de 65 nacionalidades diferentes, mantendo uma qualidade única padrão e respeitando as características únicas de cada região.
  • Odebrecht Óleo e Gás S.A. (óleo e gás) – explora e produz óleo e campos de gás, Opera plataformas e oferece serviços integrados para outras empresas do setor.
  • Odebrecht Realizações Imobiliárias S.A. (empreendimentos imobiliários) – desenvolve empreendimentos residenciais, empresariais, de comerciais e de Turismo.
  • Foz do Brasil S.A. – fornece água e serviços de tratamento de resíduos.
  • Odebrecht Agroindustrial-(ETH Bioenergia S.A.) – produz álcool combustível (etanol), energia elétrica e uso da cana de açúcar.
  • Cetrel S.A. – empresa de referência em serviços de engenharia ambiental no Brasil, fornece água, serviços de tratamento de resíduos, faz monitoramento do ar e oceanico, executa diagnósticos e remediação ambiental.[11][12]
  • Braskem S.A. – produz matéria-prima de forma integrada, como etano, propano e cloro, e produtos petroquímicos segunda geração, como resinas termoplásticas.
  • Odebrecht Properties (Participações e Investimentos) – Proprietária majoritária com 90% do "Consórcio Maracanã". Responsável pela gestão, operação e manutenção do Complexo do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, pelo período de 35 anos. Ainda onduz operações em setores de infraestrutura diversificada, investe em transporte, logística, energia, outras arenas esportivas e irrigação.
  • Odebrecht Administradora e Corretora de Seguros Ltda. - protege os ativos dos acionistas por identificação, mitigação e gerenciamento de riscos.
  • Odeprev – concebe e Opera planos de previdência complementar para os membros da Organização Odebrecht, preparando-os para a aposentadoria.
  • Fundação Odebrecht (Fundação) – promove a educação dos jovens para a vida, através do trabalho e para valores, bem como o desenvolvimento sustentável de cadeias produtivas.
  • Odebrecht Defesa e Tecnologia - criada em 2011, a Odebrecht Defesa e Tecnologia provê soluções inovadoras que contribuem para a autonomia tecnológica brasileira e das Forças Armadas por meio de projetos, tecnologias e produtos de alta complexidade de uso militar e civil

Operações[editar | editar código-fonte]

As principais áreas de negócio são Engenharia & Construção, Indústria, Imobiliário e no desenvolvimento e operação de projetos de Infraestrutura e Energia.

O Grupo desenvolve e gerencia projetos de infra-estrutura, em colaboração com parceiros públicos e privados. Desde 2007 tem havido um maior investimento no setor de bioenergia, com base em açúcar, etanol e energia elétrica originada da biomassa.[13] Além disso, a Odebrecht está envolvida nos negócios de petróleo e gás, coleta de lixo, bem como transporte e construção em Portugal[14] e do sector imobiliário, agronegócio e de mineração em Angola.[15]No total, o grupo possuí negócios em 21 países, alcançando quatro continentes.[16]

No ano fiscal de 2009, o Grupo teve mais de metade de suas vendas no mercado interno. No entanto, a empresa é principal exportador de serviços, especialmente em outros países emergentes e em desenvolvimento. A Odebrecht fora do Brasil alcançou vendas principalmente no resto da América Latina e no Caribe (2009: 21,3%) e África (11,3%), especialmente nas ex-colônias portuguesas de Angola e Moçambique. Na América do Norte e na Europa em 2009 representavam apenas 5,1% e 4,0% respectivamente das receitas.[17]

Problemas Legais[editar | editar código-fonte]

Envolvimento com a Operação Lava Jato[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Petrolão

Em novembro de 2014, a Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Lava Jato, que envolveu buscas em grandes empreiteiras, como a Construtora Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e outras empreiteiras companhias.[18] Além de corromper funcionários do alto escalão da Petrobras, foi descoberto indícios de cartel entre construtoras na agenda do executivo Márcio Faria, ligado à Construtora Odebrecht. Márcio Faria foi diretor da Construtora Norberto Odebrecht e, segundo os procuradores, era o representante do grupo no "clube vip" de empresas que apossaram de contratos bilionários da Petrobras entre 2004 e 2014. Segundo denúncia do Ministério Público Federal, eram oferecidas vantagens indevidas, propina, para que funcionários da estatal não só se omitissem na adoção de providências contra o funcionamento do “clube”, como também para que estivessem à disposição sempre que fosse necessário para garantir que o interesse das cartelizadas fosse atingido.[19] [20]

No dia 8 de março de 2016, o então presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na Operação Lava Jato. Na sentença de 234 páginas, o juiz Sérgio Moro destrincha os argumentos do MPF, das defesas dos executivos e as informações do Ministério Público suíço sobre contas controladas pela Odebrecht no exterior para concluir que Marcelo Odebrecht foi o “mandante” dos crimes praticados pelo grupo empresarial. Foram sentenciados com a mesma pena e pelos mesmos crimes no processo os executivos Márcio Faria e Rogério Araújo, ex-diretores da Odebrecht. Também foram condenados os executivos César Ramos Rocha e Alexandrino Alencar, ligados à Odebrecht. Marcelo Odebrecht, Márcio Faria e Rogério Araújo estavam presos desde 19 de junho de 2015 quando foi deflagrada a Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato.[21] [22]

Compra de banco estrangeiro para pagar propina[editar | editar código-fonte]

Em 20 de junho, o delator da Operação Lava Jato Vinícius Veiga Borin afirmou a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) que a Odebrecht, através de funcionários e terceiros, chegou a comprar a cota majoritária de um banco em Antígua, arquipélago no Caribe usado como paraíso fiscal, para operar recursos de propina no exterior. De acordo com Borin, foi movimentado US$ 1,6 bilhão no Meinl Bank Antiqua, sendo a maior parte dos valores ilícitos.[23] Alvo da 26ª fase da operação, Borin foi representante no Brasil de dois bancos com sede na região e disse, em delação, que movimentava dinheiro no exterior a pedido de operadores ligados ao grupo.[24] Borin trabalhou em São Paulo na área comercial do Antigua Overseas Bank (AOB), entre 2006 e 2010. Ele e outros ex-executivos do AOB se associaram a Fernando Migliaccio e Luiz Eduardo Soares, então executivos do Departamento de Operações Estruturadas, nome oficial da central de propinas da empreiteira da Odebrecht para adquirir a filial desativada do Meinl Bank, de Viena, em Antígua, um paraíso fiscal no Caribe.[25] A Odebrecht informou que não vai se manifestar a respeito das declarações de Borin. A empresa e os executivos negociam acordos de colaboração premiada com a Justiça.[23][26]

Expropriação por parte do Equador[editar | editar código-fonte]

O Poder Público do Equador expropriou a Odebrecht em setembro de 2008 (um aeroporto regional, dois projetos de energia hidrelétrica, com um valor total de US$ 800 milhões[27]) e enviou tropas para evitar que os funcionários da empresa deixassem o país.[28]

Compromisso social[editar | editar código-fonte]

Fundação Odebrecht[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Fundação Odebrecht

Ativa desde 1965 e inicialmente chamada de Fundação Emílio Odebrecht, a Fundação Odebrecht é uma das mais antigas fundações empresariais do mundo, sendo uma instituição sem fins lucrativos e considerada sendo de grande utilidade pública. Serve como braço social da Organização Odebrecht e apoia, hoje, inúmeras instituições sociais e é coordenadora do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade. A fundação conta com muitos recursos financeiros e transferência de tecnologia, visando desenvolver capital Humano, Social, Produtivo e Ambiental. [29] A Fundação Odebrecht promove educação, saúde, projetos ambientais e iniciativas culturais. A instituição está sediada no Baixo Sul da Bahia, onde é sua principal atuação.[30]

Qualidade de vida dos Funcionários[editar | editar código-fonte]

Em todas as áreas de negócios os funcionários da empresa são submetidos a programas de educação especial. Além disso, a educação profissional é incentivada e oferece oportunidades para a expansão e melhoria dos conhecimentos e competências profissionais.[31]

Principais obras[editar | editar código-fonte]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

  • Miami-Dade Metrorail, Miami;
  • Conexão Miami Intermodal Center-Earlington Heights Station, Miami;
  • MIA Mover (transporte hectométrico), Miami;
  • FIU Stadium, Miami;
  • Aeroporto Internacional de Miami, Miami;
  • Adrienne Arsht Center (para artes de espectáculo), Miami;
  • I-40, Albuquerque;
  • The Ritz Carlton Hotel, Várias cidades dos Estados Unidos;
  • Key Biscayne, Condado de Miami-Dade;
  • Aeroporto Internacional de Orlando, Orlando;
  • AmericanAirlines Arena, Miami;
  • Garcon Point Bridge, Condado de Santa Rosa;
  • SR 826 Palmetto, Miami;
  • Seven Oaks Dam, Mentone (Califórnia);
  • Merrill Barber Bridge, Condado de Indian River.

Em Portugal[editar | editar código-fonte]

Em Angola[editar | editar código-fonte]

  • Usina Hidrelétrica de Laúca, Kwanza-Norte.[32]
  • Hidrelétrica de Cambambe, Kwanza-Norte.
  • Usina Hidrelétrica de Capanda, Kwanza-Norte.

Referências

  1. «Organização Odebrecht - 60 anos» (em português). Consultado em 15 de julho de 2009. 
  2. Versal: Emílio Odebrecht jr.
  3. Odebrecht teve lucro de R$ 490,7 milhões em 2013, Veja Online, 24 de abril 2014
  4. a b c Análise: Prisão de Odebrecht é evento mais emblemático da Lava-Jato, Valor, 19 de junho de 2015
  5. «Odebrecht negocia maior acordo de leniência do mundo com EUA, Suíça e Brasil». Revista IstoÉ. São Paulo. 8 de novembro de 2016. Consultado em 11 de novembro de 2016. 
  6. «Odebrecht negocia maior acordo de leniência do mundo». Revista Veja. São Paulo. 8 de novembro de 2016. Consultado em 11 de novembro de 2016. 
  7. «Acordo de lenênica da Odebrecht pode ser o maior do mundo». Agência Reuters. São Paulo. 8 de novembro de 2016. Consultado em 11 de novembro de 2016. 
  8. Organização Odebrecht História, odebrecht.com, visitado em 2 de março 2015
  9. «Odebrecht é a quarta empresa mais desejada para se trabalhar, segundo revista». Odebrecht. Consultado em 20 de junho de 2015. 
  10. Tecnologia Empresarial Odebrecht
  11. Odebrecht compra empresas ambientais da Braskem por R$ 652 milhões, dci.com.br, visitado em 2 de março 2015
  12. Cetrel - Unidades, odebrechtambiental.com, visitado em 2 de março 2015
  13. «Odebrecht - Etanol e Açúcar». Odebrecht Online. Consultado em 20 de junho de 2015. 
  14. «Odebrecht em Portugal». odebrecht-ec.com. 9 de abril de 2009. Consultado em 22 de julho de 2012. 
  15. «Odebrecht em Angola». odebrecht-ec.com.br. 13 de outubro de 2009. Consultado em 22 de julho de 2012. 
  16. «Presença no Mundo». Odebrehct. Arquivado desde o original em 30 de junho de 2015. Consultado em 16 agosto de 2015}. 
  17. «Odebrecht S.A. - SWOT Analysis». reportlinker.com. Consultado em 22 de julho de 2012. 
  18. «Entenda a Operação Lava Jato, da Polícia Federal». Folha de S.Paulo. 14 de novembro de 2014. Consultado em 9 de março de 2016. 
  19. Fausto Macedo. «Lava Jato vê indícios de cartel em agenda de executivo da Odebrecht». Estadão. Consultado em 9 de março de 2016. 
  20. «Moro condena Marcelo Odebrecht a 19 anos de prisão». Valor Econômico. Consultado em 9 de março de 2016. 
  21. Fausto Macedo. «Marcelo Odebrecht é condenado a 19 anos e 4 meses de prisão na Lava Jato». Estadão. Consultado em 9 de março de 2016. 
  22. Fausto Macedo. «Moro diz que não é necessário ‘domínio do fato’ para condenar Odebrecht». Estadão. Consultado em 9 de março de 2016. 
  23. a b Fernando Castro (20 de junho de 2016). «Odebrecht comprou banco para pagar propina no exterior, diz delator». G1. Globo. Consultado em 21 de junho de 2016. 
  24. «Executivos da Odebrecht planejaram fechar banco, diz delator». Valor Econômico. 20 de junho de 2016. Consultado em 21 de junho de 2016. 
  25. «Odebrecht adquiriu banco para propina, diz delator». UOL. 20 de junho de 2016. Consultado em 21 de junho de 2016. 
  26. HuffPost Brasil (20 de junho de 2016). «Lava Jato: Segundo delator, Odebrecht 'inovou' e adquiriu banco para propinas». Brasilpost. Consultado em 21 de junho de 2016. 
  27. «Após expulsar Odebrecht, Equador ameaça não pagar empréstimo». G1. 24 de setembro de 2009. Consultado em 22 de julho de 2012. 
  28. «Equador manda Exército controlar bens da Odebrecht». G1. 23 de setembro de 2008. Consultado em 22 de julho de 2012. 
  29. «http://www.odebrecht.com/pt-br/sustentabilidade/iniciativas/fundacao-odebrecht».  Ligação externa em |title= (Ajuda)
  30. «Quem somos». Fundação Odebrecht. Consultado em 22 de julho de 2012. 
  31. «Desenvolvimento Social». odebrecht.com.br. Consultado em 22 de julho de 2012. 
  32. que terá o arranque em 2017.html Barragem hidroeléctrica de Laúca, a maior de Angola, Investir em, 25 de outubro de 2012

Ligações externas[editar | editar código-fonte]