Diálogo inter-religioso

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Para as relações entre as igrejas cristãs:

Diálogo inter-religioso é a denominação dada, em especial pelas igrejas cristãs para as suas relações com outras denominações religiosas não-cristãs.

O diálogo inter-religioso é uma forma tolerante de escolher uma religião respeitando e aceitando as outras mutuamente[carece de fontes?]. O diálogo inter-religioso tem como objetivo o respeito perante outras religiões[carece de fontes?].

Algumas instâncias isoladas e notáveis, como a do imperador mogol, Akbar abriram caminho para o estabelecimento de fóruns permanentes de diálogo religioso, como o Parlamento Mundial de Religiões, fundado em 1893.

Princípios para o diálogo inter-religioso[editar | editar código-fonte]

Entre 6 a 9 de setembro de 2003, um Encontro Internacional de Teólogos Pluralistas e Estudiosos da Religião reuniu 35 especialistas em religião, provindos da Ásia, Europa e Estados Unidos. Neste encontro, os participantes estabeleceram os princípios para o diálogo inter-religioso, divulgados em uma Nota de Imprensa, no dia 10 de setembro de 2003:[1]

  1. O diálogo e o compromisso inter-religioso devem ser a forma pela qual as religiões se relacionam entre si. Uma necessidade primordial para as religiões é a de curar os antagonismos entre elas.
  2. O diálogo deve envolver os urgentes problemas do mundo hoje, incluindo a guerra, a violência, a pobreza, a devastação ambiental, a injustiça de gênero e a violação dos direitos humanos.
  3. Reivindicações de verdade absoluta podem ser facilmente exploradas para incitar o ódio e a violência religiosos.
  4. As religiões do mundo afirmam uma realidade/verdade última que é conceitualizada de formas diferentes.
  5. Embora a realidade/verdade última esteja além do alcance da completa compreensão humana, ela encontrou uma expressão em diversas formas nas religiões do mundo.
  6. As grandes religiões do mundo, com seus diversos ensinamentos e práticas, constituem caminhos autênticos ao bem supremo.
  7. As religiões do mundo compartilham muitos valores essenciais, como o amor, a compaixão, a igualdade, a honestidade e o ideal de tratar os outros como queremos ser tratados.
  8. Todas as pessoas têm liberdade de consciência e o direito de escolher sua própria fé.

Verbetes relacionados[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Referências

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