Alfa Romeo F1

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Alfa Romeo participou da Fórmula 1 entre 1950 e 1988, como construtor e fornecedora de motores.

História[editar | editar código-fonte]

1950-1951: Títulos[editar | editar código-fonte]

O Alfa Romeo 159.

Em Predefinição:AnsoF1, Giuseppe Farina foi campeão da Fórmula 1 no 158 com compressor, em 1951 Juan Manuel Fangio foi campeão com um Alfetta 159 (uma evolução do 158 com duas etapas de compressor). Em 1952 a equipe se retira da fórmula 1 por um tempo.

1961-1979, 1983-1988: Fornecedora de motor[editar | editar código-fonte]

Brabham BT46B-Alfa Romeo de 1978.

Em 1961 forneceu motores para a equipe De Tomaso, porém não obteve sucesso e a equipe não marcou um ponto sequer. Entre 1962 e 1972, foi fornecedora de motores para equipes Cooper, LDS, McLaren e March. Durante esses anos o motor Alfa Romeo não se mostrava competitivo, e só voltou a fornecer motores em 1976, desta vez para a equipe Brabham.

Em 1978, na Brabham conseguiu desenvolver um bom motor, o que levou a equipe para um belo 3.º lugar no campeonato de construtores e o 4.º no de pilotos com Niki Lauda (as melhores colocações como fornecedora). Em 1979 resolve voltar à Fórmula 1 como equipe, mas continuando o fornecimento para a Brabham, encerrando esse ciclo. Voltou a fornecer de 1983 à 1987 e a escolhida é a pequena equipe Osella. No GP de Dallas de 1984, Piercarlo Ghinzani termina em 5º lugar e marca 2 pontos com o motor italiano e no GP da Itália marcaria 2 pontos novamente se o austríaco Jo Gartner estivesse elegível para a temporada na Osella.[1] Em 1988, os motores Alfa Romeo foram rebatizados com o nome da própria Osella, que os desenvolve sozinha. Apenas três provas terminadas, sete abandonos e quatro não qualificações para o grid de largada, e também nenhum ponto marcado como nas temporadas anteriores (1985, 1986 e 1987). Um grande fracasso nessa tentativa de desenvolvimento da própria Osella, que fez a Alfa Romeo deixar a categoria máxima da velocidade.[2]

1979-1985: Retorno como equipe[editar | editar código-fonte]

Em 1979 marca o retorno da Alfa Romeo como equipe, mas nesse ano não consegue pontuar. Passou mais 6 temporadas, não conseguindo repetir o sucesso do início da década de 1950 quando conseguiu dois títulos mundiais. O melhor resultado em sua volta, foi um 6º lugar na temporada de 1983 com 18 pontos e 2 pódios. Em 1984 obteve o último pódio com o 3.º lugar no GP da Itália conduzido por Ricardo Patrese. Essa temporada, assim como a de 1985, ela teve o patrocínio da marca Benetton, que viria a ser uma equipe na temporada seguinte (1986).

A temporada de 1985 foi um desastre, porque com o chassi 185T, os carros não terminaram as quatro provas inicias no campeonato. No meio da temporada, "desenterraram" o modelo 184T modificando para 184TB, mas os resultados foram péssimos: não pontuaram e raramente acabavam corridas, devido à pobre fiabilidade do motor e as restrições de gasolina ao qual os motores Turbo estavam sujeitos. No final da época, dadas as dificuldades que a marca passava, a retirada da Formula 1 foi inevitável.[3]

Referências

Veja também[editar | editar código-fonte]

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