Antônio de Almendra Freitas Neto

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Freitas Neto
Freitas Neto em 2014 (Foto:MXimenes)
Deputado estadual  Piauí
Período 1975-1983
Deputado federal  Piauí
Período 1983-1987
Prefeito Teresina Teresina
Período 1983-1986
Antecessor(a) Jesus Tajra
Sucessor(a) Wall Ferraz
Governador  Piauí
Período 1991-1994
Antecessor(a) Alberto Silva
Sucessor(a) Guilherme Melo
Senador  Piauí
Período 1995-2003
Dados pessoais
Nascimento 13 de março de 1947 (70 anos)
Teresina Teresina, PI
Primeira-dama Carlota Freitas (divorciados)
Cristina Miranda (atual)
Partido ARENA, PDS, PFL, PSDB
Profissão economista
Assinatura Assinatura de Antônio de Almendra Freitas Neto

Antônio de Almendra Freitas Neto (Teresina, 13 de março de 1947) é um economista brasileiro filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira. Militante político há mais de quarenta anos, começou sua carreira como deputado estadual, foi governador do Piauí (1991-1994) e Ministro Extraordinário da Reforma Institucional.[1]

Placa de reforma do Arquivo Público do Estado do Piauí no governo de Freitas Neto.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Odilon Carvalho de Almendra Freitas e Maria Lídia Camarço de Almendra Freitas. Economista formado na Universidade Mackenzie de São Paulo, iniciou sua vida pública em 1970 ao ser eleito suplente de deputado estadual pela ARENA ingressando no serviço público nos quadros do extinto Fomento Industrial do Piauí (FOMINPI) em janeiro de 1971 e nomeado em junho desse mesmo ano diretor comercial da AGESPISA (Águas e Esgotos do Piauí S/A) no primeiro governo Alberto Silva.

Política[editar | editar código-fonte]

Eleito deputado estadual pela ARENA em 1974 e 1978 presidiu a Assembleia Legislativa (1977/1979) nos governos de Dirceu Arcoverde e Djalma Veloso. Secretário de Governo na gestão Lucídio Portela, foi eleito deputado federal pelo PDS em 1982, porém licenciou-se do mandato mediante sua nomeação para prefeito de Teresina durante o primeiro governo de Hugo Napoleão (1983-1986) a quem seguiu quando da fundação do PFL. Em 1986 foi candidato a governador pela coligação Liberal-Trabalhista (PFL/PDT), mas perdeu para Alberto Silva (PMDB). Em 1987 foi nomeado presidente da TELEPISA (Telecomunicações do Piauí S/A) pelo então Ministro das Comunicações Antônio Carlos Magalhães e a seguir foi eleito presidente do diretório regional do PFL no Piauí. Vale ressaltar que mesmo vencido, o Partido da Frente Liberal preencheu metade das vagas em disputa para o Senado Federal e para a Câmara dos Deputados e ocupou dezesseis das trinta cadeiras na Assembléia Legislativa. Nas eleições municipais de 1988 elegeu o maior número de prefeitos e vereadores em todo o estado, pavimentando assim o caminho para uma nova investida rumo ao Palácio de Karnak, sede do executivo piauiense.

Governador[editar | editar código-fonte]

Estatuto do Servidor Público do Piauí, sancionado no governo Freitas Neto para adequar à Constituição brasileira de 1988 e à Constituição do Piauí. É inspirado na lei federal Nº 8.112/1990.

Em 1990 saiu candidato ao governo do estado pela coligação Frente de Recuperação do Piauí (PFL/PDS/PTB/PSC) quando derrotou em segundo turno o candidato tucano Wall Ferraz. Em 1994 foi eleito senador e em 1998 foi nomeado Ministro Extraordinário das Reformas Institucionais pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.[2] Em 2001 ingressou no PSDB levando consigo seu grupo político chegando a seguir à presidência do diretório regional do partido. Foi candidato a senador em 2002 e 2006 sem lograr êxito. Em 19 de março de 2007 foi nomeado Secretário de Planejamento do município de Teresina pelo prefeito Sílvio Mendes tendo declinado antes um convite feito para ingressar no PSB. Retornou ao cargo de Secretário de Governo na gestão de Moraes Souza Filho.

Família[editar | editar código-fonte]

Seu pai, Odilon Freitas, foi eleito deputado estadual em 1962 e 1966 e seu primo, Robert Freitas, foi eleito deputado estadual em 1986, 1990, 1994 e 1998 e prefeito do município de José de Freitas em 2004. É primo de Hugo Napoleão e de Átila Lira, este último eleito deputado federal em 1986, 1990, 1998, 2002, 2006 e 2010.

Fontes[editar | editar código-fonte]

  • SANTOS, José Lopes dos. Política e Outros Temas. Vol. II. Teresina, Gráfica Mendes, 1991.

Referências

  1. FHC dá posse ao ministro da Reforma Institucional http://www1.folha.uol.com.br/fol/pol/ult160498016.htm
  2. «Governo cria Ministério da Reforma Institucional». 2 de abril de 2098  Verifique data em: |data= (ajuda)


Precedido por
?
Ministro Extraodinário da Reforma Institucional
1998
Sucedido por
?


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